Nem todo dia é igual – Parte IV

26 out

Leia a primeira parte CLICANDO AQUI!

Leia a segunda parte CLICANDO AQUI!

Leia a terceira parte CLICANDO AQUI!

Acendi um cigarro e fiquei olhando para a TV. O plano era passar a tarde lá mesmo, sem trabalhar, então mais uns minutos não faria diferença. Agora o filme mostrava uma morena bonita, pernas longas e seios fantásticos, chupando o pau de um negro. O contraste das cores de pele logo me fizeram pensar na Rainha. Será que estava almoçando no mesmo lugar? Estava arrependida pela noite de ontem? E se ela soubesse o que tinha rolado com a Déia? O meu “apenas curtir” durou pouco! hehehe

Levantei e tateei os bolsos da calça atrás do celular. Peguei-o nas mãos e fiquei pensando: ligo, mando mensagem, faço o que?  Me olhei no espelho gigante que cobria toda a parede: pelado, cigarro em uma mão, celular na outra, me perguntando se ligava ou mandava mensagem. Falei alto, para a minha imagem:

- Parece uma mulherzinha! Ligo, não ligo… Toma jeito de homem, rapá!

Joguei o celular de lado e deitei novamente. Agora, no filme, o negro fazia uma espanhola profissional nos seios da morena. Deslizava o pau entre aquelas maravilhas, enquanto ela o olhava nos olhos, fazendo biquinho com os lábios. Comecei a ficar excitado de novo. Levei a mão até o meu pau, e passei a massageá-lo de leve, sentindo-o endurecer.

Bati uma punheta e gozei, enquanto o negro enrabava a morena no filme. Se continuasse nesse ritmo, ficara desidratado. Não o negro, eu mesmo.

Cheguei no trabalho quase na hora de sair. Tinha um e-mail da Déia. Ela dizia que tinha adorado o “almoço”, e meio que pedia desculpas por “se atirar no meu colo”, segundo palavras dela. Disse que andava carente, que precisava de um “amigo de foda”, e que achou que eu seria a pessoa ideal, afinal eu era “sacana e gostosinho”, segundo ela. Disse ainda que eu não me preocupasse, pois não colaria no meu pé, mas que pelo que tinha sentido, achava que a sua carência ainda duraria um bom tempo. Terminou fazendo piada e mandando beijos, e confesso que gostei do e-mail. Não sei se na prática seria tão light assim, mas…

Respondi no mesmo tom, brincando e falando sério, me colocando à disposição pra acabar com a sua carência, mas dizendo que não me esforçaria muito, assim a carência duraria mais. Falei que também curti muito o almoço, e que não me preocupava com ela pegar no meu pé, afinal ela me conhece e saberia que esse seria o primeiro passo pro amigo de foda se transformar em amigo foda-se. Coloquei umas risadas no final, pra não parecer grosseiro, e enviei. Depois me arrependi. Achei que tinha ficado grosseiro. Liguei pra Nathalia:

- Oi baby! Olha só…

Expliquei por alto a situação. E li o e-mail que tinha mandado, perguntando se ela achava que eu tinha sido grosso. Ela escutou tudo em silêncio. E então falou:

- Ah, meu! Porra! – (coloque aqui um sotaque paulista, pois quando ela fica irritada, volta todo o sotaque que ela já perdeu) – Você tá de sacanagem, né? Não acredito que me ligou pra isso!

Desligou o telefone na minha cara.

Fui até a porta da sala e fechei-a. Voltei pra minha mesa e fechei também o note. Eu precisava colocar a minha cabeça no lugar. Era óbvio que não devia ter ligado pra ela PRA ISSO. Acho que a porra tinha tomado conta do meu cérebro. Parei com tudo e fiquei ali sentado, só pensando.

No final da tarde fui pra casa, troquei de roupa e fui pra academia. O som bem alto nos fones de ouvido e a canseira que tomei dos aparelhos levaram minha cabeça pra longe. De volta em casa, tomei um banho e pensei em ligar pra Nathalia, mas desisti. Sei que tinha feito bobagem, mas fiquei chateado por ela ter sido grossa e ter desligado na minha cara. Deitei na cama e dormi tal qual uma pedra, sonhando com a umidade da buceta da Rainha e com a boca gostosa da Déia me chupando.

Acordei de manhã, tomei um banho e enquanto dava o nó na gravata, vi que tinha mensagem no meu celular. A primeira era da Nathalia, e como ela faz sempre, era como se nada tivesse acontecido: “Tentei te ligar de noite. Queria te ver e saber como andam as coisas com seu bando de namoradas. E depois te usar pra te deixar bem cansado pra elas. Bom dia. Te amo. Me liga.” A segunda era da Rainha, e era da noite anterior. Ela mais uma vez se desculpava: “Ainda me sinto mal por ter saído correndo naquele dia. Queria poder me redimir. Saudade.”

Pronto, fiquei feliz. Tinha dormido chateado, e ao acordar já estava me sentindo fodão. Respondi pra Rainha: “Relaxa. Eu juro que entendo o que tu tá sentindo. Mas pode te redimir hoje, no almoço.” Depois liguei pra Nathalia. Ela já estava no trânsito, e ficamos de falar mais tarde. Fui trabalhar.

Pelas 10 da manhã, recebo uma nova mensagem: “No almoço? Com todo aquele povo escutando os meus pedidos de desculpas?”. Espertinha, bem espertinha essa Rainha. Respondi: “Não. Só eu e tu. Mas mesmo que ninguém escute, pode fazer os pedidos de desculpa na minha orelha.” Nem 30 segundos depois, ela responde: “Ai, tô vendo que essas desculpas vão acabar gerando novas desculpas”. Mandei: “E assim por diante”.

Combinamos de ir almoçar em outro restaurante, pro lado oposto do que todo mundo sempre ia. Quem chegasse primeiro, pegava uma mesa. “Perto do banheiro”, escrevi, fazendo graça.

Cheguei primeiro desta vez. Procurei o banheiro, só para brincar com ela, e acabei conseguindo uma mesa relativamente perto. Em poucos minutos ela chegou, balançando pulseiras douradas e aqueles quadris que nem sei como entravam em jeans tão apertados. O decote mais uma vez prometia o paraíso. Nos cumprimentamos com beijinhos no rosto.

- Oi! Quanto tempo! – eu disse.

- Oi “queri”! Nem faz tanto tempo assim.

Era a minha deixa.

- Pra mim, uma eternidade. – mandei, sem dó. Ela ficou vermelha, desconcertada, feliz e surpresa. Baixou os olhos, sorrindo, e meio gaguejando, falou:

- Sempre um gentleman.

- Só com quem merece. – Gol. Dois a zero pra mim.

Ela olhou em volta, curiosa. Apontei pro banheiro.

- Tá ali.

Fingiu estar surpresa:

- Ai, bobo! Nem era isso que eu estava olhando!

Almoçamos e conversamos, primeiro sobre amenidades, e depois sobre a nossa noite no banheiro. Ela tentava se desculpar pelo que acontecera, dizendo que nunca tinha feito nada disso. Que era casada e que amava o marido. Eu me fazia de querido, mas de fato sabia como ela se sentia. A falta de sintonia sexual é a pior coisa que pode acontecer em um casamento. Disse também que não duvidava em momento algum do que ela sentia pelo marido, apenas sugeri que ela também prestasse atenção no que ela sentia e desejava pra ela mesma. Nesse ponto, as faíscas novamente voavam de nós. Segurei a mão dela por baixo da mesa, e ela correspondeu. Chegamos com as cadeiras o mais próximo que podíamos, mas sabíamos que ali, naquele horário, nada daria pra fazer. Coloquei a mão na sua coxa, e acariciei-a sobre a calça jeans. Ela entreabriu as pernas, desejando o meu toque. Debruçou-se na mesa, e os seios quase pularam do decote pro meu colo. Senti meu pau endurecendo, enquanto meus dedos chegavam à sua virilha. Alguma coisa precisávamos fazer. E ao mesmo tempo não podíamos fazer nada.

- Eu preciso ir… – ela falou, olhando no relógio.

- E eu preciso ir pra algum lugar contigo. – respondi, levando sua outra mão até o meu pau duro.

- Seu doido! Tá todo mundo olhando! – ela falou, mas não tirou a mão.

- E tu ainda nem pediu desculpas no meu ouvido. – falei.

Ela veio mais perto, colou seus lábios na minha orelha, e falou uma vez: “desculpa”. Deu um beijinho de leve, tocou a ponta da língua, e pediu desculpa novamente. Virei de frente pra ela, e sem que ela esperasse, beijei sua boca. Um beijo rápido, delicioso e excitante.

Sem conseguir olhar nos meus olhos, ela falou:

- Não sei onde estou com a cabeça, mas azar. Depois eu procuro ela. Amanhã, no início da tarde, vou visitar um cliente. Devo estar liberada as quatro. Posso dizer que o cliente é as seis. O que acha?

- Onde te pego as quatro?

Me passou o endereço, e fomos embora. Ela rebolando, e eu me contorcendo.

No dia seguinte, adiantei tudo o que pude no trabalho, e antes das 3 e meia me mandei. Fui dirigindo devagar, tentando não pensar demais no que estava para acontecer. Pouco antes das 4 horas cheguei ao local combinado. Esperei um pouco, do lado de fora do carro, fumando um cigarro e sem tirar os olhos da recepção do prédio. Alguns minutos depois, ela apareceu. Vestia uma saia justa, na altura dos joelhos, sapatos de salto e uma blusa com seu habitual decote. O cliente deve ter fechado o negócio. Eu, pelo menos, assinaria qualquer coisa que viesse das mãos daquela mulher.

Ela veio ao meu encontro, nos cumprimentamos com beijinhos recatados no rosto, e entramos no carro. Dei a partida, enquanto ela me contava sobre a reunião. Estava eufórica e tinha de fato fechado o negócio, e então propus um brinde:

- Vamos abrir uma champanhe!

Ela fez a cara mais safada do mundo, olhou em volta, dentro do carro, e perguntou:

- Mas tem uma garrafa aqui?

Sorri. Ela também sabia jogar.

- Não, mas conheço um lugar aqui perto que tem.

- ‘Bora lá!

Já pedi a garrafa na recepção, e entramos no quarto quase que arrancando as roupas um do outro. Fechei a porta atrás de mim, puxei-a ao meu encontro, e girando nossos corpos, prensei-a de encontro à porta. Nossas línguas exploravam uma à outra, enquanto minhas mãos subiam pelas suas pernas, levando junto a saia. Escorregando as mãos pela sua bunda, senti a minúscula calcinha que se perdia entre as nádegas. Subi as mãos, levando agora a sua blusa, que ela me ajudou a retirar e depois jogou longe. Seus seios agora se ofereciam, à minha frente, prontos para serem degustados. Segurei-os por baixo e baixei o rosto, sentindo a maciez da sua pele na minha face, até encontrar o biquinho durinho e abocanhá-lo. Lambi e chupei, enquanto ela se revirava de encontro à porta, com as mãos no meu pescoço, me puxando para mais perto dela, como se isso fosse possível.

Ela levou um susto quando bateram na porta, e a camareira acabou cortando um pouco o nosso clima. Ela baixou a saia, mas como estava sem blusa, ficou com os seios descobertos, enquanto eu pegava a champanhe e as taças. Ela veio até mim e soltou o nó da minha gravata, e abriu dois botões da camisa. Larguei as taças sobre a mesa, e abri a champanhe. Servi e brindamos, pela sua venda, pelo nosso encontro. Bebericamos e, em pé, em frente a ela, não resisti. Coloquei a ponta dos dedos dentro da taça e depois levei ao seio direito, molhando o mamilo. E então chupei. Ela gemeu. Fiz o mesmo no esquerdo. Nos beijamos e, cambaleando, nos jogamos na cama.

Percorri seu corpo com as mãos, e tirei a sua saia, deixando-a apenas com a minúscula calcinha. Desci a boca pelo pescoço, seios, barriga, e, sem ela esperar, levei as duas mãos à calcinha, e em um único puxão, rasguei-a. Ela gemeu de susto, de tesão, me chamou de louco, mas abriu as pernas para que eu ficasse entre elas. Acariciei a buceta rosada e melada com os dedos, sentindo todo o seu tesão e o cheiro delicioso que ela exalava. Coloquei a boca, sugando o seu mel, e passei a correr a língua pelos grandes lábios, tocando de leve no grelinho que, naquele momento, estava bem durinho. Prendi-o entre os lábios e o chupei, fazendo-a se contorcer e gemer cada vez mais alto. Ela abriu as pernas ainda mais, oferecendo-se toda para mim, que passei a fudê-la com a minha língua.

- Para, pelo amor de Deus… – ela pedia, mas sem parar de mexer os quadris.

Tirei a boca e coloquei logo dois dedos, olhei pra ela e perguntei:

- Tá ruim?

Ela, com as mãos nos próprios seios, os olhos injetados de tesão, balbuciou:

- Não… Não… É que assim eu vou gozar…

Nem dei bola. Sem tirar os dedos, voltei com a minha língua ao seu clitóris, lambendo, chupando, ouvindo seus gemidos ficarem ainda mais altos, até sentir seu corpo começar a tremer, e ela instintivamente fechar as pernas, me prendendo entre elas, ficando ainda mais molhada, mordendo os lábios, sem precisar anunciar o gozo que tomava conta do seu corpo.

Depois de um tempo tirei os dedos de dentro dela e saí do meio das suas pernas, deitando ao seu lado na cama. Ela beijou a minha boca, com o gosto da sua buceta, e lembrei da Déia. Ela gostaria do gosto delicioso da Rainha. Meu pau duro fazia volume na calça, mas ela parecia não notar. Soltou o resto dos botões da camisa, e acariciou o meu peito e a minha barriga. Lambeu e mordeu meus mamilos, me deixando ainda mais louco de tesão. Passou os seios no meu rosto, na minha barriga, no meu peito. Eu tentei acariciá-la, mas ela não deixou. Disse que era pra ficar bem quietinho. Obedeci. Tirou meus sapatos, minhas meias, e abriu a minha calça. Baixou-a, sem encostar no meu pau duro, deixando-me apenas de cuecas. Correu as mãos pelas minhas coxas, descendo pelas pernas, agora ajoelhada entre elas. Meu pau pulsava, ainda preso dentro da cueca.

Subiu as mãos, me arranhando, e sem que eu esperasse, levou a boca ao meu pau, sobre a cueca. Correu os lábios pela extensão, mordendo de leve, até que finalmente livrou-o do martírio, e segurando-o pela base, foi envolvendo-o aos poucos na sua boca quente. Agora era a minha vez de gemer baixinho, enquanto curtia sua boca me lambendo e me chupando. Ela sabia como fazer, e estava me levando à loucura. Estiquei a mão e peguei uma taça que tinha champanhe pela metade, e afastando seu rosto de leve, derramei o líquido no meu pau. O líquido gelado escorreu pelas minhas bolas, pela minha bunda, e o contraste de sensações com a língua quente que veio logo depois, quase me fez gozar. Ela chupou forte, com gosto, e tive que me segurar para não derramar a minha porra na sua boca.

Consegui me desvencilhar do seu toque, e coloquei-a de quatro na cama. Rapidamente coloquei uma camisinha, e posicionei meu pau na entrada da sua buceta. “Vem pra trás”, mandei, e ela veio, rebolando, deslizando o meu pau pra dentro dela. Entrou tudo, e com ele todo lá dentro, ela ficou apenas rebolando, sem fazer vai e vem, e a sensação deliciosa que eu sentia era como se meu pau tivesse sendo torcido. Segurei-a pelas ancas e decidi tomar o controle da situação, e passei a fudê-la cadenciadamente e com força, penetrando-a fundo e forte, arrancando suspiros e gemidos que serviam para me deixar ainda mais doido de tesão.

A visão da sua pele morena, aquela bunda deliciosa que tremia cada vez que eu estocava, o seu gemido abafado, a sensação do pau deslizando naquela buceta ensopada, tudo isso ia me tirando mais e mais do chão. Apertei as nádegas com força, e ela soltou um “ai” maroto e, virando o rosto para trás, me olhou sorrindo. Não tive dúvidas, dei um tapa na sua bunda. Ela gostou, e com cara de vadia, pediu mais. Dei mais uns 5 ou 6 tapas, e ela cada vez arrebitava mais a bunda pra mim, pedindo mais, se oferecendo mais. Levei um dedo até a sua boca, e mandei que o chupasse. Chupou e babou meu dedo como se fosse um caralho. Tirei-o da sua boca, e posicionei-o na entrada da sua bunda. Ela me olhou assustada. Eu sorri. Ela não disse que não, e eu enfiei. Entrou apertado, ela reclamou de dor, mas não pediu para parar. E eu não parei. E ela enlouqueceu de prazer. Rebolava no meu dedo e no meu pau, e praticamente fora de si, me avisou que iria gozar. Eu que já não agüentava mais, acompanhei-a. Gozamos juntos, ela comigo dentro dela, eu entrando e saindo dela.

Caímos na cama, lado a lado. Nos beijamos com ternura, mas eu sabia que não podia deixar o pique cair, senão ela começaria a pensar no que tinha feito, no marido, no casamento. Peguei a garrafa, e passamos a beber no gargalo. Restou um pouco e virei sobre o seu corpo, lambendo-a nos seios, na barriga, até chegar de novo na buceta. Ela virou-se sobre mim e, mesmo ainda mole, colocou meu pau na boca. Fizemos um delicioso 69, ela cada vez mais molhada e meu pau endurecendo na sua boca. Ela chupava muito bem! Saiu de cima de mim e, mais uma vez entre minhas pernas, usou toda a sua concentração para me dar prazer. Chupava e punhetava, lambia meu saco, arranhava as minhas coxas. Parecia se divertir com o seu poder de me deixar maluco, e quando notou que eu não iria mais agüentar e acabaria gozando, usou toda a sua técnica. E assim eu gozei, olhando a minha porra branca escorrendo naquele rosto moreno.

Ela foi tomar banho, e como não me convidou, fiquei fumando um cigarro. Depois foi a minha vez no banho, e quando saí, ela já estava pronta para ir embora. Entramos no carro e, automaticamente, levei a mão entre suas pernas, por baixo da saia. Ela estava de calcinha! Olhando minha cara de surpresa, ela riu:

- Mulher prevenida vale por duas. Tinha outra na bolsa.

Puxei-a para mim e falei, antes de beijá-la:

- Prevenida ou não, Renata, tu já vale por duas.

Larguei-a perto do trabalho, e fui pra casa. Não sabia o que iria acontecer no futuro, e embora a idéia de eu ela e a Déia na mesma cama fosse sensacional, tinha ainda muita água pra passar por baixo da ponte até que chegássemos nesse ponto. Liguei a TV e em um canal qualquer de música a Beyonce cantava. Tirei o som e fiquei só babando, ainda com o gosto da Rainha na minha boca.

Ainda tinha que jantar com a Nathalia, e me deu vontade de almoçar com a Déia no dia seguinte. Se antes eu reclamava de rotina, agora nenhum dia era igual.

FIM

PS: Isso ocorreu já faz um tempo, e como demorei pra contar, outras coisas já rolaram. Qualquer hora conto mais pra vocês!

10 Respostas para “Nem todo dia é igual – Parte IV”

  1. Camila 26/10/2010 às 19:09 #

    Meeeeu Deus, MARAVILHOSA, DEPOIS DE TANTO TEMPO JA TINHAS ME DEIXADO COM AGUA NA BOCA ESPERANDO O FIM, HAHH PARABENS E NAO DEMORA PRA CONTAR AS OUTRAS.

  2. Duda 27/10/2010 às 9:20 #

    Descobri o blog há uma semana e estou viciada…. me conta o resto da história!!!!!!!!!!!!!! Plisssss

  3. rafafrantz09 27/10/2010 às 22:36 #

    Nossa.. da pra brincar umas 3 vezes lendo isso tudo!! rss..
    Venha conhecer meu novo blog:

    http://my4star.wordpress.com/
    venha ver nossas antigas leitoras e conversar com a gente!!
    estamos procurando novos colaboradores!! =)

    Parabéns!

  4. Afrodite 28/10/2010 às 7:43 #

    Já tinha um tempinho sem visitar vcs e me surpreendi com essa história toda!
    Que tesão!!!
    Adorei!!!
    Desculpem pelo sumiço e saibam que vou corrigir essa minha falta visitando sempre que atualizarem!
    Um beijo
    Afrodite

  5. Bia 29/10/2010 às 11:09 #

    Adoreiiiiiiiiii! Mas conta o resto!

  6. Nanny 04/11/2010 às 6:46 #

    Que deliciosa história!
    Adorei cada tesudo momento.
    Já fazem parte dos meus prediletos!
    Beijão!

  7. Mari 05/11/2010 às 23:44 #

    Adorei o relato! Sensual, apaixonado, provocante, delicioso, em suma, tesão puro.

    Escrevi um relato esses dias, mas não tenho coragem de publicar. Posso enviar para vocês darem uma lida? Ainda não mostrei pra ninguém… só queria uma opinião…

    Enfim, amei o conto, espero ansiosamente pelos demais acontecimentos!

    Vou passar aqui no blog sempre.

    Beijos.

  8. dan 14/11/2010 às 0:13 #

    Cara, o site de vocês é incrível, sem palavras. Essa série, então, pqp!!

  9. Ni 14/11/2010 às 23:01 #

    Nossa… descobri esse blog e agora sempre passo para dar uma espiadinha. As histórias são ótimas, bem escritas, de deixar qualquer um (a) com água na boca. Passarei sempre por aqui ;).

  10. Sandra 25/01/2011 às 13:54 #

    Tô boba! Tu deves ser um gato e tanto pra ser assediado desse jeito hein Ricardo!
    Acho q vou entrar na fila da galera q quer te conhecer qdo for a POA…já q tô pertinho…ehehehe
    Parabéns a vcs pelo blog. Tem que ter coragem pra escrever sobre essas coisas e principalmente pra ter um relacionamento aberto assim!

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 14.966 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: