Arquivo | outubro, 2010

Nem todo dia é igual – Parte IV

26 out

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Leia a segunda parte CLICANDO AQUI!

Leia a terceira parte CLICANDO AQUI!

Acendi um cigarro e fiquei olhando para a TV. O plano era passar a tarde lá mesmo, sem trabalhar, então mais uns minutos não faria diferença. Agora o filme mostrava uma morena bonita, pernas longas e seios fantásticos, chupando o pau de um negro. O contraste das cores de pele logo me fizeram pensar na Rainha. Será que estava almoçando no mesmo lugar? Estava arrependida pela noite de ontem? E se ela soubesse o que tinha rolado com a Déia? O meu “apenas curtir” durou pouco! hehehe

Levantei e tateei os bolsos da calça atrás do celular. Peguei-o nas mãos e fiquei pensando: ligo, mando mensagem, faço o que?  Me olhei no espelho gigante que cobria toda a parede: pelado, cigarro em uma mão, celular na outra, me perguntando se ligava ou mandava mensagem. Falei alto, para a minha imagem:

– Parece uma mulherzinha! Ligo, não ligo… Toma jeito de homem, rapá!

Joguei o celular de lado e deitei novamente. Agora, no filme, o negro fazia uma espanhola profissional nos seios da morena. Deslizava o pau entre aquelas maravilhas, enquanto ela o olhava nos olhos, fazendo biquinho com os lábios. Comecei a ficar excitado de novo. Levei a mão até o meu pau, e passei a massageá-lo de leve, sentindo-o endurecer.

Bati uma punheta e gozei, enquanto o negro enrabava a morena no filme. Se continuasse nesse ritmo, ficara desidratado. Não o negro, eu mesmo.

Cheguei no trabalho quase na hora de sair. Tinha um e-mail da Déia. Ela dizia que tinha adorado o “almoço”, e meio que pedia desculpas por “se atirar no meu colo”, segundo palavras dela. Disse que andava carente, que precisava de um “amigo de foda”, e que achou que eu seria a pessoa ideal, afinal eu era “sacana e gostosinho”, segundo ela. Disse ainda que eu não me preocupasse, pois não colaria no meu pé, mas que pelo que tinha sentido, achava que a sua carência ainda duraria um bom tempo. Terminou fazendo piada e mandando beijos, e confesso que gostei do e-mail. Não sei se na prática seria tão light assim, mas…

Respondi no mesmo tom, brincando e falando sério, me colocando à disposição pra acabar com a sua carência, mas dizendo que não me esforçaria muito, assim a carência duraria mais. Falei que também curti muito o almoço, e que não me preocupava com ela pegar no meu pé, afinal ela me conhece e saberia que esse seria o primeiro passo pro amigo de foda se transformar em amigo foda-se. Coloquei umas risadas no final, pra não parecer grosseiro, e enviei. Depois me arrependi. Achei que tinha ficado grosseiro. Liguei pra Nathalia:

– Oi baby! Olha só…

Expliquei por alto a situação. E li o e-mail que tinha mandado, perguntando se ela achava que eu tinha sido grosso. Ela escutou tudo em silêncio. E então falou:

– Ah, meu! Porra! – (coloque aqui um sotaque paulista, pois quando ela fica irritada, volta todo o sotaque que ela já perdeu) – Você tá de sacanagem, né? Não acredito que me ligou pra isso!

Desligou o telefone na minha cara.

Fui até a porta da sala e fechei-a. Voltei pra minha mesa e fechei também o note. Eu precisava colocar a minha cabeça no lugar. Era óbvio que não devia ter ligado pra ela PRA ISSO. Acho que a porra tinha tomado conta do meu cérebro. Parei com tudo e fiquei ali sentado, só pensando.

No final da tarde fui pra casa, troquei de roupa e fui pra academia. O som bem alto nos fones de ouvido e a canseira que tomei dos aparelhos levaram minha cabeça pra longe. De volta em casa, tomei um banho e pensei em ligar pra Nathalia, mas desisti. Sei que tinha feito bobagem, mas fiquei chateado por ela ter sido grossa e ter desligado na minha cara. Deitei na cama e dormi tal qual uma pedra, sonhando com a umidade da buceta da Rainha e com a boca gostosa da Déia me chupando.

Acordei de manhã, tomei um banho e enquanto dava o nó na gravata, vi que tinha mensagem no meu celular. A primeira era da Nathalia, e como ela faz sempre, era como se nada tivesse acontecido: “Tentei te ligar de noite. Queria te ver e saber como andam as coisas com seu bando de namoradas. E depois te usar pra te deixar bem cansado pra elas. Bom dia. Te amo. Me liga.” A segunda era da Rainha, e era da noite anterior. Ela mais uma vez se desculpava: “Ainda me sinto mal por ter saído correndo naquele dia. Queria poder me redimir. Saudade.”

Pronto, fiquei feliz. Tinha dormido chateado, e ao acordar já estava me sentindo fodão. Respondi pra Rainha: “Relaxa. Eu juro que entendo o que tu tá sentindo. Mas pode te redimir hoje, no almoço.” Depois liguei pra Nathalia. Ela já estava no trânsito, e ficamos de falar mais tarde. Fui trabalhar.

Pelas 10 da manhã, recebo uma nova mensagem: “No almoço? Com todo aquele povo escutando os meus pedidos de desculpas?”. Espertinha, bem espertinha essa Rainha. Respondi: “Não. Só eu e tu. Mas mesmo que ninguém escute, pode fazer os pedidos de desculpa na minha orelha.” Nem 30 segundos depois, ela responde: “Ai, tô vendo que essas desculpas vão acabar gerando novas desculpas”. Mandei: “E assim por diante”.

Combinamos de ir almoçar em outro restaurante, pro lado oposto do que todo mundo sempre ia. Quem chegasse primeiro, pegava uma mesa. “Perto do banheiro”, escrevi, fazendo graça.

Cheguei primeiro desta vez. Procurei o banheiro, só para brincar com ela, e acabei conseguindo uma mesa relativamente perto. Em poucos minutos ela chegou, balançando pulseiras douradas e aqueles quadris que nem sei como entravam em jeans tão apertados. O decote mais uma vez prometia o paraíso. Nos cumprimentamos com beijinhos no rosto.

– Oi! Quanto tempo! – eu disse.

– Oi “queri”! Nem faz tanto tempo assim.

Era a minha deixa.

– Pra mim, uma eternidade. – mandei, sem dó. Ela ficou vermelha, desconcertada, feliz e surpresa. Baixou os olhos, sorrindo, e meio gaguejando, falou:

– Sempre um gentleman.

– Só com quem merece. – Gol. Dois a zero pra mim.

Ela olhou em volta, curiosa. Apontei pro banheiro.

– Tá ali.

Fingiu estar surpresa:

– Ai, bobo! Nem era isso que eu estava olhando!

Almoçamos e conversamos, primeiro sobre amenidades, e depois sobre a nossa noite no banheiro. Ela tentava se desculpar pelo que acontecera, dizendo que nunca tinha feito nada disso. Que era casada e que amava o marido. Eu me fazia de querido, mas de fato sabia como ela se sentia. A falta de sintonia sexual é a pior coisa que pode acontecer em um casamento. Disse também que não duvidava em momento algum do que ela sentia pelo marido, apenas sugeri que ela também prestasse atenção no que ela sentia e desejava pra ela mesma. Nesse ponto, as faíscas novamente voavam de nós. Segurei a mão dela por baixo da mesa, e ela correspondeu. Chegamos com as cadeiras o mais próximo que podíamos, mas sabíamos que ali, naquele horário, nada daria pra fazer. Coloquei a mão na sua coxa, e acariciei-a sobre a calça jeans. Ela entreabriu as pernas, desejando o meu toque. Debruçou-se na mesa, e os seios quase pularam do decote pro meu colo. Senti meu pau endurecendo, enquanto meus dedos chegavam à sua virilha. Alguma coisa precisávamos fazer. E ao mesmo tempo não podíamos fazer nada.

– Eu preciso ir… – ela falou, olhando no relógio.

– E eu preciso ir pra algum lugar contigo. – respondi, levando sua outra mão até o meu pau duro.

– Seu doido! Tá todo mundo olhando! – ela falou, mas não tirou a mão.

– E tu ainda nem pediu desculpas no meu ouvido. – falei.

Ela veio mais perto, colou seus lábios na minha orelha, e falou uma vez: “desculpa”. Deu um beijinho de leve, tocou a ponta da língua, e pediu desculpa novamente. Virei de frente pra ela, e sem que ela esperasse, beijei sua boca. Um beijo rápido, delicioso e excitante.

Sem conseguir olhar nos meus olhos, ela falou:

– Não sei onde estou com a cabeça, mas azar. Depois eu procuro ela. Amanhã, no início da tarde, vou visitar um cliente. Devo estar liberada as quatro. Posso dizer que o cliente é as seis. O que acha?

– Onde te pego as quatro?

Me passou o endereço, e fomos embora. Ela rebolando, e eu me contorcendo.

No dia seguinte, adiantei tudo o que pude no trabalho, e antes das 3 e meia me mandei. Fui dirigindo devagar, tentando não pensar demais no que estava para acontecer. Pouco antes das 4 horas cheguei ao local combinado. Esperei um pouco, do lado de fora do carro, fumando um cigarro e sem tirar os olhos da recepção do prédio. Alguns minutos depois, ela apareceu. Vestia uma saia justa, na altura dos joelhos, sapatos de salto e uma blusa com seu habitual decote. O cliente deve ter fechado o negócio. Eu, pelo menos, assinaria qualquer coisa que viesse das mãos daquela mulher.

Ela veio ao meu encontro, nos cumprimentamos com beijinhos recatados no rosto, e entramos no carro. Dei a partida, enquanto ela me contava sobre a reunião. Estava eufórica e tinha de fato fechado o negócio, e então propus um brinde:

– Vamos abrir uma champanhe!

Ela fez a cara mais safada do mundo, olhou em volta, dentro do carro, e perguntou:

– Mas tem uma garrafa aqui?

Sorri. Ela também sabia jogar.

– Não, mas conheço um lugar aqui perto que tem.

– ‘Bora lá!

Já pedi a garrafa na recepção, e entramos no quarto quase que arrancando as roupas um do outro. Fechei a porta atrás de mim, puxei-a ao meu encontro, e girando nossos corpos, prensei-a de encontro à porta. Nossas línguas exploravam uma à outra, enquanto minhas mãos subiam pelas suas pernas, levando junto a saia. Escorregando as mãos pela sua bunda, senti a minúscula calcinha que se perdia entre as nádegas. Subi as mãos, levando agora a sua blusa, que ela me ajudou a retirar e depois jogou longe. Seus seios agora se ofereciam, à minha frente, prontos para serem degustados. Segurei-os por baixo e baixei o rosto, sentindo a maciez da sua pele na minha face, até encontrar o biquinho durinho e abocanhá-lo. Lambi e chupei, enquanto ela se revirava de encontro à porta, com as mãos no meu pescoço, me puxando para mais perto dela, como se isso fosse possível.

Ela levou um susto quando bateram na porta, e a camareira acabou cortando um pouco o nosso clima. Ela baixou a saia, mas como estava sem blusa, ficou com os seios descobertos, enquanto eu pegava a champanhe e as taças. Ela veio até mim e soltou o nó da minha gravata, e abriu dois botões da camisa. Larguei as taças sobre a mesa, e abri a champanhe. Servi e brindamos, pela sua venda, pelo nosso encontro. Bebericamos e, em pé, em frente a ela, não resisti. Coloquei a ponta dos dedos dentro da taça e depois levei ao seio direito, molhando o mamilo. E então chupei. Ela gemeu. Fiz o mesmo no esquerdo. Nos beijamos e, cambaleando, nos jogamos na cama.

Percorri seu corpo com as mãos, e tirei a sua saia, deixando-a apenas com a minúscula calcinha. Desci a boca pelo pescoço, seios, barriga, e, sem ela esperar, levei as duas mãos à calcinha, e em um único puxão, rasguei-a. Ela gemeu de susto, de tesão, me chamou de louco, mas abriu as pernas para que eu ficasse entre elas. Acariciei a buceta rosada e melada com os dedos, sentindo todo o seu tesão e o cheiro delicioso que ela exalava. Coloquei a boca, sugando o seu mel, e passei a correr a língua pelos grandes lábios, tocando de leve no grelinho que, naquele momento, estava bem durinho. Prendi-o entre os lábios e o chupei, fazendo-a se contorcer e gemer cada vez mais alto. Ela abriu as pernas ainda mais, oferecendo-se toda para mim, que passei a fudê-la com a minha língua.

– Para, pelo amor de Deus… – ela pedia, mas sem parar de mexer os quadris.

Tirei a boca e coloquei logo dois dedos, olhei pra ela e perguntei:

– Tá ruim?

Ela, com as mãos nos próprios seios, os olhos injetados de tesão, balbuciou:

– Não… Não… É que assim eu vou gozar…

Nem dei bola. Sem tirar os dedos, voltei com a minha língua ao seu clitóris, lambendo, chupando, ouvindo seus gemidos ficarem ainda mais altos, até sentir seu corpo começar a tremer, e ela instintivamente fechar as pernas, me prendendo entre elas, ficando ainda mais molhada, mordendo os lábios, sem precisar anunciar o gozo que tomava conta do seu corpo.

Depois de um tempo tirei os dedos de dentro dela e saí do meio das suas pernas, deitando ao seu lado na cama. Ela beijou a minha boca, com o gosto da sua buceta, e lembrei da Déia. Ela gostaria do gosto delicioso da Rainha. Meu pau duro fazia volume na calça, mas ela parecia não notar. Soltou o resto dos botões da camisa, e acariciou o meu peito e a minha barriga. Lambeu e mordeu meus mamilos, me deixando ainda mais louco de tesão. Passou os seios no meu rosto, na minha barriga, no meu peito. Eu tentei acariciá-la, mas ela não deixou. Disse que era pra ficar bem quietinho. Obedeci. Tirou meus sapatos, minhas meias, e abriu a minha calça. Baixou-a, sem encostar no meu pau duro, deixando-me apenas de cuecas. Correu as mãos pelas minhas coxas, descendo pelas pernas, agora ajoelhada entre elas. Meu pau pulsava, ainda preso dentro da cueca.

Subiu as mãos, me arranhando, e sem que eu esperasse, levou a boca ao meu pau, sobre a cueca. Correu os lábios pela extensão, mordendo de leve, até que finalmente livrou-o do martírio, e segurando-o pela base, foi envolvendo-o aos poucos na sua boca quente. Agora era a minha vez de gemer baixinho, enquanto curtia sua boca me lambendo e me chupando. Ela sabia como fazer, e estava me levando à loucura. Estiquei a mão e peguei uma taça que tinha champanhe pela metade, e afastando seu rosto de leve, derramei o líquido no meu pau. O líquido gelado escorreu pelas minhas bolas, pela minha bunda, e o contraste de sensações com a língua quente que veio logo depois, quase me fez gozar. Ela chupou forte, com gosto, e tive que me segurar para não derramar a minha porra na sua boca.

Consegui me desvencilhar do seu toque, e coloquei-a de quatro na cama. Rapidamente coloquei uma camisinha, e posicionei meu pau na entrada da sua buceta. “Vem pra trás”, mandei, e ela veio, rebolando, deslizando o meu pau pra dentro dela. Entrou tudo, e com ele todo lá dentro, ela ficou apenas rebolando, sem fazer vai e vem, e a sensação deliciosa que eu sentia era como se meu pau tivesse sendo torcido. Segurei-a pelas ancas e decidi tomar o controle da situação, e passei a fudê-la cadenciadamente e com força, penetrando-a fundo e forte, arrancando suspiros e gemidos que serviam para me deixar ainda mais doido de tesão.

A visão da sua pele morena, aquela bunda deliciosa que tremia cada vez que eu estocava, o seu gemido abafado, a sensação do pau deslizando naquela buceta ensopada, tudo isso ia me tirando mais e mais do chão. Apertei as nádegas com força, e ela soltou um “ai” maroto e, virando o rosto para trás, me olhou sorrindo. Não tive dúvidas, dei um tapa na sua bunda. Ela gostou, e com cara de vadia, pediu mais. Dei mais uns 5 ou 6 tapas, e ela cada vez arrebitava mais a bunda pra mim, pedindo mais, se oferecendo mais. Levei um dedo até a sua boca, e mandei que o chupasse. Chupou e babou meu dedo como se fosse um caralho. Tirei-o da sua boca, e posicionei-o na entrada da sua bunda. Ela me olhou assustada. Eu sorri. Ela não disse que não, e eu enfiei. Entrou apertado, ela reclamou de dor, mas não pediu para parar. E eu não parei. E ela enlouqueceu de prazer. Rebolava no meu dedo e no meu pau, e praticamente fora de si, me avisou que iria gozar. Eu que já não agüentava mais, acompanhei-a. Gozamos juntos, ela comigo dentro dela, eu entrando e saindo dela.

Caímos na cama, lado a lado. Nos beijamos com ternura, mas eu sabia que não podia deixar o pique cair, senão ela começaria a pensar no que tinha feito, no marido, no casamento. Peguei a garrafa, e passamos a beber no gargalo. Restou um pouco e virei sobre o seu corpo, lambendo-a nos seios, na barriga, até chegar de novo na buceta. Ela virou-se sobre mim e, mesmo ainda mole, colocou meu pau na boca. Fizemos um delicioso 69, ela cada vez mais molhada e meu pau endurecendo na sua boca. Ela chupava muito bem! Saiu de cima de mim e, mais uma vez entre minhas pernas, usou toda a sua concentração para me dar prazer. Chupava e punhetava, lambia meu saco, arranhava as minhas coxas. Parecia se divertir com o seu poder de me deixar maluco, e quando notou que eu não iria mais agüentar e acabaria gozando, usou toda a sua técnica. E assim eu gozei, olhando a minha porra branca escorrendo naquele rosto moreno.

Ela foi tomar banho, e como não me convidou, fiquei fumando um cigarro. Depois foi a minha vez no banho, e quando saí, ela já estava pronta para ir embora. Entramos no carro e, automaticamente, levei a mão entre suas pernas, por baixo da saia. Ela estava de calcinha! Olhando minha cara de surpresa, ela riu:

– Mulher prevenida vale por duas. Tinha outra na bolsa.

Puxei-a para mim e falei, antes de beijá-la:

– Prevenida ou não, Renata, tu já vale por duas.

Larguei-a perto do trabalho, e fui pra casa. Não sabia o que iria acontecer no futuro, e embora a idéia de eu ela e a Déia na mesma cama fosse sensacional, tinha ainda muita água pra passar por baixo da ponte até que chegássemos nesse ponto. Liguei a TV e em um canal qualquer de música a Beyonce cantava. Tirei o som e fiquei só babando, ainda com o gosto da Rainha na minha boca.

Ainda tinha que jantar com a Nathalia, e me deu vontade de almoçar com a Déia no dia seguinte. Se antes eu reclamava de rotina, agora nenhum dia era igual.

FIM

PS: Isso ocorreu já faz um tempo, e como demorei pra contar, outras coisas já rolaram. Qualquer hora conto mais pra vocês!

Nem todo dia é igual – Parte III

3 out

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Passaram-se 5 minutos e nada da Rainha voltar pra mesa. Comecei a ficar preocupado. Quando pensei em voltar no banheiro para procurá-la, ela reaparece. Nem parecia a mesma que tinha se acabado nos meus dedos: parecia distante, resignada, arrependida. Eu havia pedido mais dois chopes, e ela pegou o dela e bebeu de uma só vez. E então finalmente me olhou. Tentei decifrar aquele olhar.

– Eu preciso ir embora. – me falou, baixando os olhos.

– Tá tudo bem? – perguntei, tocando a sua mão.

Ela afastou, delicadamente.

– Sim, sim… – respondeu confusa – Mas já está tarde e…

Eu sabia o que ela devia estar pensando. Sabia que não era a hora de forçar nenhuma situação, se quisesse continuar a nossa história. Então nem deixei ela terminar de falar.

– Renata, tudo bem. Relaxa. Eu entendo. Vai, e amanhã a gente se fala.

Ela me olhou, aliviada.

– Não quero que tu pense… – começou a falar, e cortei ela de novo:

– Não tô pensando nada, relaxa. Eu te entendo. Sério. Pode ir.

Ela abriu a bolsa e tirou a carteira. Eu tirei a carteira da mão dela e joguei dentro da bolsa.

– Renata, vai.

Ela sorriu. Me deu um selinho rápido. Levantou-se e antes de partir falou:

– Tu não existe, Ricardo!

Fiquei ali, olhando ela ir embora, curtindo o seu balanço e terminando o meu chopp. Até as minhas bolas me lembrarem que eu não tinha gozado, e que isso agora era uma necessidade.

Chamei o garçom e pedi a conta. Paguei o que havíamos consumido, deixando uma boa gorjeta para o rapaz. Já na calçada, acendi um cigarro e fui caminhando em direção ao carro. Pouca gente nos bares, mas o que lá estavam pareciam animados. Vi uma mesa com quatro ou cinco garotas, que bebiam e riam alto. Em outra um casal brigava, e pelo ar de acusação da moça quase pude adivinhar o motivo: o carinha havia perdido o olhar na mesa das meninas. Os bares mudavam, os personagens mudavam, mas as pessoas têm hábitos e vidas muito parecidos.

Sentei no banco do motorista e o desconforto se fez piorar. Quem é homem sabe do que estou falando. Ficar muito excitado e não poder gozar deveria ser crime inafiançável. Dando partida no carro, o que eu mais queria era chegar em casa. Fiz o percurso em tempo recorde, descumprindo grande parte das leis de trânsito. Já no elevador, recebo uma mensagem no celular: “desculpe sair desse jeito. fiquei envergonhada e confusa. espero que não pense mal de mim. bjs rê”. Abri a porta e logo deixei de lado as chaves, carteira e celular. Me joguei no sofá da sala, abrindo as calças e liberando meu pau da cueca. De olhos fechados, com a imagem da Rainha mordendo a mão para não gemer alto enquanto meus dedos entravam e saiam de dentro dela, senti meu pau endurecendo ao toque da minha mão direita. E pensando naqueles seios deliciosos na minha boca, roçando no meu rosto, bati uma punheta furiosa, explodindo em um gozo farto, melando minhas mãos, meu saco, o sofá e o chão. Pobre faxineira.

* * * *

No dia seguinte, de manhã cedo, peguei o elevador com a Déia. Ela me cumprimentou, mas não me deu papo. Nem eu tentei, na verdade. Não falo muito de manhã cedo. Mas ela fala, se possível, todas as 24 horas do dia. Mas apenas me cumprimentou, e ficou conversando com uma menina que trabalha junto dela. A porta do elevador se abriu e ela se foi sem nem olhar pra trás. Decidi que iria tirar essa história a limpo, e que seria hoje.

Lá pelo meio da manhã, mandei uma mensagem pra ela. Pedia que me encontrasse no fumódromo, dali a cinco minutos. Ela respondeu apenas um “ok”. Peguei meu cigarro, ensaiei meu melhor sorriso, e fui para lá.

Quando cheguei, ela já estava lá. Acabara de acender seu cigarro. Me recebeu sorrindo, criando ainda mais confusão na minha mente. Me cumprimentou com um beijinho, me oferecendo um cigarro do seu maço.

– E aí, guri! Tudo bom contigo?

Porra. Aquela guria só podia ser bipolar. Menos de 24 horas antes me largara sozinho na calçada, praticamente brigada comigo.

Agradeci a oferta, mas peguei o cigarro do meu próprio maço. Passei o Zippo na calça, trazendo-o aceso de encontro ao cigarro na minha boca.

– Uau! Acho isso tão másculo! Me lembra aqueles gângster dos filmes. Adoro! – ela falou, me olhando sorrindo. De repente eu já não sabia mais o que fazer ou o que falar. Apenas sorri. E ela ficou ali me olhando, esperando que eu falasse algo, o que praticamente não tinha feito desde que chegara.

– Olha Déia, queria te falar sobre ontem… – comecei.

– Isso, Ricardo! Me conta tudo! No final da tarde a Rê me falou que vocês iriam se encontrar! – ela falou, me cortando animada.

Parei. Pensei. Não poderia ficar assim.

– Não, na verdade queria falar sobre outra coisa…

– Ah para, Ricardo! Nem vem! Eu fiz o teu filme com ela, e agora tu não vai me contar? – Ela começara a ficar vermelha, impaciente.

Enchi o saco. E fui direto ao ponto.

– Porra Déia! É difícil te entender, sabia? Ontem quando saímos do restaurante tu fez um chilique, foi grossa pra caralho comigo, me deixou falando sozinho na frente daquela merda de loja… E agora tu quer saber o que eu fiz depois? Porra!

Ela não esperava uma reação assim de mim. Ficou ali parada, me olhando perplexa. Eu continuei:

– A gente sempre se deu tri bem. Sempre te contei todas as putarias que fiz, e tu sempre me contou o que aprontava com teus namorados. E, de uma hora pra outra tu vira uma puritana e diz que eu preciso arrumar um quarto? Não fiz nada de mais naquela merda de restaurante com comida sem gosto! Nada! E nunca esperei uma reação daquelas de ti. Logo de ti. Qual é o problema? O que tá acontecendo?

Os olhos dela se encheram de lágrimas. Ela baixou o rosto e eu me arrependi imediatamente de ter estourado com ela.

Finalmente ela me olhou. Já tinha se recomposto, em parte. Suspirou, parecendo ter desistido de falar o que tinha pensado em falar. Balançou a cabeça, ensaiou um sorriso (que não saiu) e então falou:

– Ricardo, se tu não sabe o que tá acontecendo, eu acho que de certa forma isso até me decepciona. Achei que tu entenderia desse assunto, mais do que ninguém. De qualquer maneira, me desculpa por te deixar falando sozinho. – Levantou-se e jogou o cigarro no chão. – E pra tu não dizer que fiz isso de novo, tô indo. Tchau.

Se virou quase na porta, a tempo de me ver juntando o toco de cigarro dela do chão. Parou e sorriu. E caminhando em minha direção, disse:

– Guri, tu não existe.

Eu já tinha ouvido aquela frase antes, saída da boca da Rainha.

Ela me abraçou, e eu correspondi. Ficamos assim por um tempo, com os corpos encostados, acho que selando a nossa paz novamente. Corri meus dedos entre seus cabelos avermelhados, e senti-a se arrepiando ao meu toque. Automaticamente puxei seu rosto pra cima e a beijei. Nossos lábios se juntaram, e a sua língua entrou na minha boca, à procura da minha. Joguei de novo o toco do cigarro no chão, e puxei-a ainda mais de encontro a mim. Ela segurou meus braços, como que para não me deixar soltá-la. Senti meu pau endurecendo, e notei que ela também sentiu. Entre um beijo e outro, brinquei:

– Agora sim eu preciso arranjar um quarto.

Sem me largar e praticamente sem descolar sua boca da minha, ela respondeu:

– Então arranja. Arranja um quarto ao meio dia.

Roçou o corpo no meu, como que para sentir minha excitação, me deu mais um beijo e se foi. E pela segunda vez em pouquíssimo tempo, tive que me contorcer todo para esconder meu pau duro.

* * * *

Voltei à minha mesa e fui direto para o Google buscar qual o motel mais próximo. Achei um, distante poucos quilômetros do escritório. Liguei e marquei uma suíte. Não era nenhuma maravilha o lugar, mas serviria. Liguei pra Déia, e sem rodeios informei que já tinha arrumado um quarto. Sem hesitar, me pediu as coordenadas e me disse para nos encontrarmos lá.

Trabalhei aos trancos e barrancos, contando os minutos para o meio dia. Quando deu a hora saí quase que correndo até o estacionamento. Em poucos minutos entrei no motel, e fui informado que ela já estava lá. Estacionei ao lado do seu carro e quando abri a porta do quarto notei que estava tudo escuro. Tranquei a porta do quarto e larguei as chaves do carro sobre a mesa. Caminhei pelo hall, me acostumando com o escuro. A TV estava ligada em um canal pornô e a claridade iluminava um pouco, de acordo com as mudanças de cena. Deitada em cima da cama, apenas de lingerie, a Déia olhava fixamente para a tela. Parecia gostar do que via. Ela tinha um belo corpo, como eu e os outros caras já havíamos presumido em tantas conversas. Pele branquinha, com sardas no colo que pareciam ter sido espalhadas ali por um pintor. Pernas bem torneadas e seios médios, na medida certa.

Livrei-me rapidamente e desajeitadamente das minhas roupas, ficando apenas de cuecas. Me aproximei devagar, já sentindo meu pau endurecer. Ela ainda não tinha me olhado e quando deitei ao seu lado na cama, apenas falou, sem tirar os olhos da TV:

– Olha isso…

No filme, a mulher cavalgava um homem, de costas, o pau entrando e saindo da sua buceta. Em pé na cama, na frente dela, outro homem enfiava e tirava o pau da sua boca. Ela quase engasgava, mas chupava com vontade, sem parar de subir e descer no outro homem.

Perguntei no seu ouvido:

– Gosta assim?

– Nunca fiz… Não com mais de um… Morro de vontade… – ela respondeu, correndo os dedos pela barriga, em direção aos seios. E continuou: – Eu queria… Na verdade… Não só dois… Queria vários… Fazendo de tudo comigo…

Os biquinhos durinhos pareciam querer furar o sutiã. Seus dedos tocaram o direito.

– Tu acha que eu daria conta? – perguntou, e sem esperar a minha resposta, concluiu: – Eu daria conta… Daria conta certo!

Levei minha mão à sua barriga e, imitando o movimento que ela tinha feito, subi até os seios. Senti os mamilos durinhos por cima do tecido, antes de colocar a mão por dentro. Quando toquei primeiro um, depois o outro, ela suspirou. Baixei o sutiã, liberando os dois seios para o meu toque. Ela olhava vidrada para a tela, e seu eu levasse minha boca até eles, ficaria na sua frente. Então desci a mão pela barriga, em direção ao seu ventre. Instintivamente ela entreabriu as pernas, facilitando meu acesso. Baixei sua calcinha, puxando um pouco de cada lado, até tirá-la por completo. Ela estava praticamente toda depilada, apenas com uma pequena risca de pelos. Enfiei meu rosto entre suas pernas e pude senti-la úmida na minha língua. Mal a toquei, e ela gemeu. Passei a língua entre os lábios, abrindo-a, sentindo o gosto do teu tesão. Rodeei o clitóris com a ponta da língua, e ela abriu ainda mais as pernas, arreganhando-se como podia. Afastei os lábios com os dedos e envolvi o clitóris com a minha boca. Prendi-o entre os lábios e chupei e lambi, fazendo-a se contorcer de tesão. Com as mãos na minha cabeça, as pernas totalmente abertas, ela me puxava ainda mais ao encontro da sua buceta, como se pudesse fazer com que eu entrasse dentro dela. E então me afastou, fechando as pernas abruptamente.

– Para! Para senão eu gozo!

Fui por cima dela e beijei a sua boca. Ela retribuiu, chupando a minha língua.

– Gosta do gosto da minha boca? – perguntei. – Tem gosto de buceta.

Ela balançou a cabeça afirmativamente, e respondeu:

– Gosto… O gosto da minha buceta!

– Só da tua? – perguntei, provocando.

– Só conheço o da minha… – ela falou, lambendo agora os meus lábios.

– Quer conhecer outro? – perguntei, indo com a minha língua de encontro aos seus seios, que passei a chupar e lamber. Entre gemidos, ela respondeu:

– Não sei… Não sei… Acho que sim… De quem?

Não respondi. Não sabia até onde poderia ir. Juntei os seios com as mãos e tentava lamber os dois ao mesmo tempo. Ela gemia mais alto, se contorcendo, e esticou o braço à procura do meu pau. Pegou-o duro, e logo livrou-o da cueca. Me empurrou para o lado, deixando-me de costas na cama. Escorregou o corpo para baixo e segurando-o pela base, colocou-o na boca.

Lambia a cabeça, rodeando meu pau com a língua, enquanto me masturbava devagar. Passava a ponta nos lábios, me olhando nos olhos, e agora era a minha vez de me contorcer com o seu toque. Passava o pau nos seios, e depois enfiava tudo que podia na boca. E então me convidou:

– Vem me comer, Ricardo.

Catei a camisinha, jogada em algum lugar ao lado da cama. Coloquei-a no meu pau, e a Déia me olhava, como se esperasse que eu dissesse de que jeito queria fodê-la. Deitei de costas na cama e falei:

– Faz igual aquela mulher do filme.

Ela sorriu e veio sobre mim. Virou-se de costas, segurou meu pau e guiou-o para a sua buceta. Entrou sem nenhuma dificuldade. Ela passou a cavalgar com vontade, as mãos nas minhas canelas e a bunda subindo e descendo na minha frente. Ela mexia e rebolava, levando nós dois à loucura. Às vezes se curvava para trás e eu esticava os braços e beliscava seus seios, o que ela parecia gostar. Depois se curvava para frente, me oferecendo uma visão deliciosa da sua bunda. Levei meus dedos à boca e, quando ela se curvou novamente para frente, toquei seu cu com a ponta do dedo médio. Ao invés de reclamar, ela se abriu ainda mais. Enfiei o dedo, e ela passou a gemer mais alto, a apertar mais as minhas pernas com as mãos, e gozou ruidosamente.

Seu corpo caiu sobre o meu, e com o movimento meu pau saiu de dentro dela. Depois de alguns segundos se recompondo ela se virou, livrou meu pau da camisinha e colocou na boca novamente. Com a glande envolta pelos seus lábios, ela me punhetava mais forte, olhando direto nos meus olhos. Ela sabia que logo eu gozaria. Tirou meu pau da boca, veio mais perto do meu rosto e falou no meu ouvido:

– O da Renata.

Olhei pra ela confuso, sentindo sua mão mexendo sem parar. Ela então explicou:

– O gosto da Renata… Eu queria provar…

E colocou meu pau na boca novamente, a tempo de sentir a minha porra jorrando enquanto eu me revirava na cama, delirando com a sua chupada, mas também pensando nela sentindo o gosto da buceta da Rainha.

* * * *

Ficamos deitados lado a lado por um tempo, sem falarmos nada. Ela se levantou e foi tomar um banho. Voltou pouco tempo depois, e me vendo ainda ali pelado, falou:

– Não vai te vestir? Já está na hora.

– Achei que passaríamos a tarde aqui… – respondi.

– Tá louco? Eu preciso trabalhar. E ainda quero comer alguma coisa.

Se vestiu e depois de me dar um beijo, foi embora. E eu fiquei ali mais um tempo, mas já tinha desistido de tentar entender qualquer coisa. Agora eu iria apenas curtir.

CONTINUA…