Arquivo | agosto, 2010

Sonho ou realidade?

18 ago

Foi uma semana puxada. Cliente novo, e com isso reuniões praticamente todos os dias. Saía do serviço tarde da noite, e para piorar, abaixo de chuva e muito frio. Acho que nunca senti tanto frio quanto nesse inverno. Difícil entender essa terra! No verão, inferno. No inverno, glacial.

O Ricardo eu nem via. Apenas trocávamos e-mails via smartphone. E, o pior: ele estava um tarado! Me mandava barbaridades. Dizia o que faria comigo quando enfim nos encontrássemos. Eu comecei animada também: dizia que faria tudo aquilo e muito mais. Prometia que passaria a noite em claro, tirando o atraso. Que chuparia seu pau até ele me dar toda a porra que tinha dentro dele. Que rebolaria sem parar, fazendo-o entrar e sair do jeito que sei que ele gosta.

E de fato passamos a noite em claro. Ele em algum lugar comemorando a vitória do Inter, e eu fazendo relatórios e mais relatórios. A semana foi passando, e ele ficando cada vez mais tarado, enquanto eu ficava cada vez mais cansada.

Na sexta, lá pelas 10 da noite, enfim terminou a última reunião. Cliente satisfeito, uma boa perspectiva de ganho, equipe cansada, mas feliz. Abrimos uma champanhe, brindamos com o alívio do dever cumprido e com a felicidade de um trabalho bem feito. E o povo tinha pique de ainda sair para jantar. Mas eu não conseguia. Liguei pro Ricardo, pedindo que fosse me buscar.

Ele me levou para a sua casa, e enquanto enchia a banheira para que eu relaxasse, pediu um temaki pela tele entrega. Que delícia de banho! Fiquei uns 45 minutos lá, jogada, apenas recebendo os jatos de água quente no meu corpo. Saí me sentindo ainda mais “molinha” do que entrei. O quarto já estava bem quente, com o ar condicionado funcionando a mil, e o temaki já me esperava com uma taça de vinho.

Comi, bebi, e deitei, nua mesmo, no colo do Ricardo. Ele ficou fazendo carinho nas minhas costas, e eu enfiei a mão dentro da cueca dele, pelo meio das pernas, e segurei o seu saco. E apaguei.

Senti minhas pernas serem forçadas, e de bruços, não tive forças para mantê-las fechadas. Mãos fortes espalmavam minhas coxas, enquanto uma língua áspera lambia a minha bunda. De tão cansada, não sabia onde estava, e assustada, na tentativa de fugir, acabei ficando mais arrebitada. Senti a língua descendo, abrindo meus lábios, procurando meu clitóris. Era assustador e delicioso. Agora ela me fodia, entrando e saindo, ora da buceta, ora do cu. Nem pensava mais em fugir, apenas em curtir.

Senti ao mesmo tempo os dedos entrando, um no cu outro na buceta, do jeito que eu gosto, que me dá prazer. Os dedos em V, o V de vitória, a vitória do meu prazer. Tentei rebolar, mas a outra mão me deteve. Eu não estava no comando, eu era comandada. Relaxei e aproveitei.

Notei o movimento na cama, e vi que ele mudava de posição, enquanto tirava os dedos de dentro de mim. Mas não fiquei “vazia” por muito tempo. A cabeça grossa e dura forçou a minha bunda, pedindo passagem. E foi entrando, me abrindo, me alargando, doendo, bom, bom demais!

Ele mexia devagar, curtindo, enfiando tudo, e depois tirando até quase sair. Eu sentia minha buceta escorrer, e sem poder me mexer, tentava em vão levar minha mão até ela. Eu me sentia invadida, dolorida e extasiada. Todas as sensações percorriam o meu corpo, e apesar de muito vivas, por vezes parecia que eu não estava ali.

Senti a mão dele se enfiando por baixo dos nossos corpos, em busca da minha buceta. Me abri como pude, com o corpo dele sobre o meu, e senti seus dedos ágeis e certeiros tocando meu clitóris. Sem alterar o ritmo, lento e cadenciado, do seu pau na minha bunda, e com os dedos me tocando da maneira certa, ele me fez gozar. Um gozo longo, leve, lento, diferente. E com meu gozo, apaguei de novo. Não vi mais nada, não senti mais nada.

Acordei no sábado, quase ao meio dia. Sozinha naquela cama enorme, demorei a me mexer. As lembranças vieram aos poucos à minha mente, e a julgar pelo estado  físico que me encontrava na noite anterior, só podia ter sido um sonho bom.

Mas então me virei de lado, e uma dorzinha gostosa na minha bunda me fez ter dúvidas se havia mesmo sonhado. Levei a mão até minha bunda, e senti. A porra escorria pela minha nádega. Não foi um sonho. Foi a mais doce realidade.

Reclamei com o Ricardo depois, em tom de brincadeira, que ele tinha abusado de mim durante a noite. Ele jura de pé junto que eu pedi. Que eu acordei beijando-o e pedindo que comesse a minha bunda. Será que fiz isso mesmo? rsrsrsrs