Arquivo | maio, 2010

Provocando…

28 maio

Eu andava quieta, controlada, como vocês puderam notar. Sem nada de muito quente pra contar, feito uma menina bem comportada. Mas não adianta, eu não sou assim! rsrsrs

Na semana passada estávamos recebendo no trabalho o pessoal da filial de SP. Não me envolvi muito, afinal não era bem no meu setor. Mas como já me conhecem, me chamavam para todos os jantares, happy hour e afins. Que fama, hein? rsrsrs

Fomos à barzinhos, cafés, restaurantes, saímos pra dançar… Foi muito divertido, e acho que o pessoal de fora também curtiu muito. As meninas se diziam maravilhadas pelo sotaque dos gaúchos, e os rapazes diziam nunca ter visto tanta mulher bonita. Mas tinha um, quietinho, que me chamou atenção. Ele até ria, brincava, conversava, mas era, digamos assim, muito mais comportado do que o resto do pessoal. E passava o tempo todo no celular. Era bonito, alto, com mãos grandes e estava sempre bem vestido. Uma das meninas que trabalha com ele falou, lá pela terceira vez que ele atendeu o celular no bar, que era a noiva. Meu Deus, quem ainda é noivo nos dias de hoje? Não me agüentei, e já na segunda vez em que nos encontramos, fui sentar perto dele.

Perguntei o que ele estava achando da cidade, da nossa sede, do pessoal. Muito educado, me disse que estava adorando, que a cidade era muito mais calma que São Paulo, que teriam que ralar bastante na filial para trabalharem “redondo” como fazíamos aqui, e que o pessoal era muito divertido e competente. E então seu telefone tocou. Pediu licença, educadamente, e levantou-se para atender. Voltou cinco minutos depois, desculpando-se. Continuamos conversando, e além de bonito e educado, ele se mostrava inteligente e divertido, apesar de comedido. Fui ficando cada vez mais atraída por ele. Ele ainda atendeu ao telefone mais duas vezes naquela noite, mas conversamos até a hora de ir embora. Todos resolveram esticar a noite e sair para dançar, mas ele foi contra. Disse que tinham treinamento logo de manhã cedo, e que deveriam ir para o hotel descansar. Eu fiquei apenas vendo o embate, os outros chamando ele de maricas, de mandado, e ele, contrariado, já nem respondia mais. Chamei ele de lado, e disse que eu também ia para casa, e que poderia deixá-lo no hotel. Foram todos dançar, e eu e ele saímos caminhando pro outro lado, indo buscar meu carro na garagem. Ele estava irritado, então ficamos praticamente em silêncio. Larguei ele no hotel, compreensiva, e fui pra casa.

Na manhã seguinte ele me procurou na empresa, para se desculpar. Achava que em meio à sua irritação, acabara sendo rude comigo. E, como um gesto de desculpas, me convidou para um café. Conversamos bastante, e eu, ao mesmo tempo em que o escutava falar da noiva, via as minhas chances diminuírem, acabava ficando ainda mais interessada nele. Ele dizia que as pessoas em geral não aproveitavam as oportunidades de aprendizado, querendo fazer só festa. E que com esse pensamento não respeitavam a posição e a opção dele, que era estar ali para crescer profissionalmente e não para trair a sua noiva. Ainda era quinta-feira, e eu tinha mais dois dias para perverter o rapaz. rsrsrsrs

Naquela noite os chefes ofereceram uma festa na sua casa. Salgadinhos e champanhe rolando soltos, música bacana, tudo muito animado. Lá pelas tantas a sala virou uma grande pista de dança, e como que para encorajar os convidados, os donos da casa eram os mais animados e alcoolizados. rsrsrs E eu empurrando champanhe pro meu amigo paulista! Aqui e ali já rolavam uns beijos interestaduais. Meninas daqui e caras de lá, caras daqui e meninas de lá. Chamei ele pra dançar.

Ele dançava bem, e nos divertimos bastante. Me insinuei, encostei meu corpo no dele, mas ele permanecia respeitoso. E tudo que eu queria era que ele me desrespeitasse! rsrs O chefe, já bem bêbado, subiu na mesa e mandou o DJ baixar o som. E então gritou: “Quero uma música lenta! Quero ver todo mundo se pegando!”. Coisa boa é trabalhar nesse meio! rsrs A esposa dele o ajudou a descer, antes que ele caísse, e o DJ obedeceu. Colocou a música lenta, e o rapaz se viu obrigado a me envolver em seus braços. Aproveitei pra colar meu corpo no dele, e lá pelo meio da música comecei a acariciar sua nuca, delicadamente, com minhas unhas. Senti que ele arrepiou, desencostei a cabeça do seu ombro, e sorri. “Isso não se faz…”, ele falou, sem convicção. Mas eu continuei, convicta a provocá-lo. Ele não reclamou mais. A música terminou, e ele, desconfortável, pediu licença e foi ao banheiro. Deve ter ido ligar pra noiva! rsrsrs

Na sexta-feira, o clima de manhã era de ressaca total. Os que não trabalhavam de óculos escuros, desejavam ter tido essa idéia. Às cinco e meia da manhã, provavelmente quando a última pessoa foi embora da festa, o chefe mandou um e-mail para todos. Só tinha o assunto: “O que acontece em Vegas, fica em Vegas”. Pra bom entendedor, né? rsrsrs Ao meio dia fomos todos em um restaurante vegetariano, numa tentativa de nos purificar da noite anterior. Na hora de entrar nos carros, aquela coisa de quem vai aqui e quem vai ali, ele já estava parado na porta do meu carro. “Posso ir com você?”, me perguntou. Decidi brincar: “Você quer?”. “Quero”, ele respondeu. “E o que eu ganho em troca?”, falei, sem fazer olhares lânguidos, afinal, estávamos todos de olhos inchados. Mas ele entendeu. “Achei que eu que iria ganhar. Um carinho na nuca igual aquele de ontem…”. O safado estava se soltando! E, adivinhem? O celular dele tocou! rsrsrsrs E lá se foi todo o clima…

Na noite de sexta-feira foi combinado que iriam todos para um café perto da empresa, tentar se recuperar, e que depois se decidiria o que fazer. Resolvi mudar de tática. Liguei pro Ricardo, que já sabia de tudo, e chamei ele pra vir junto. Sabe o que ele me disse? “Só se sobrar uma paulista pra mim, xuxu!”. Ele gosta de paulistas. rsrsrsrs

Fui em casa, troquei de roupa e depois o Ricardo foi me pegar. Chegamos no café e o grupo já tomava conta do lugar, em número e em barulho. O rapaz levantou o rosto, me viu, sorriu, e então viu o Ricardo e murchou. Foi tão engraçado, tadinho… Cumprimentamos a todos, fiz as devidas apresentações, e vi o lugar vago ao lado do rapaz. Arrumamos mais uma cadeira, apertamos daqui e dali, e sentamos ao lado dele. Conversei pouco com ele, e o Ricardo praticamente ignorou a sua presença. Quando ele quer ser grosso, é campeão. Mas pergunta se ele ignorou a presença das meninas? Tava lá, todo simpático, cheio de sorrisos e gracinhas. Poucos decidiram esticar a noite, a maioria foi dormir, cansados da noite anterior, e para se preparar pro último dia de treinamento. Eu não participaria, mas combinei de participar da festa de despedida, no sábado à noite.

No carro, uma pequena discussão. Disse pro Ricardo que ele era um galinha, e que tinha notado a troca de olhares entre ele e a ruiva de São Paulo. Ele me olhou incrédulo, perguntando se eu tinha pirado de vez. Afinal, eu o chamara ali pra fazer ciúme pro carinha que eu estava paquerando! Começamos a discutir mais, e como sempre acontece, trazendo à tona coisas do passado. E vocês pensam que um relacionamento aberto é só curtição, né? rsrsrs Ele dirigia em direção à sua casa, e lá pelas tantas eu falei: “Chega. Não vou pra tua casa. Me leva embora.”. Ele virou o rosto pra mim, a boca fina, que é como fica quando ele está brabo, e falou: “Se liga, Nathalia”. N-A-T-H-A-L-I-A. Quando ele me chama assim, nome completo, e com aquela boca, ferrou. É hora de ficar quieta.

Mas quem disse que eu fico quieta por muito tempo? Ele estacionou o carro na garagem, e eu peguei o celular na bolsa. Liguei. Quando a pessoa do outro lado atendeu, comecei a falar: “Oi, eu queria um táxi…”. Ele arrancou o celular da minha mão, desligou, jogou no banco de trás e me puxou pelos cabelos até ele. Tudo isso numa fração de segundos. Tentei me desvencilhar, mas sem convicção. Nos beijamos com ardor, com paixão, com raiva e com tesão. Senti meus mamilos enrijecerem, e uma onda de prazer correu meu corpo. Ele abriu a porta do carro, passou o braço por baixo dos meus, acima dos meus seios, e foi saindo do carro e me puxando por sobre os bancos, me levando junto com ele, tal qual um brutamontes, um homem das cavernas.

Me bati toda na direção e sei lá mais onde, mas nem dei bola. Me pôs em pé ao seu lado, fechou a porta do carro e me conduziu pro elevador. Enquanto subíamos, tentei falar alguma coisa, mas ele tapou minha boca com a mão. Abriu a porta do apartamento e praticamente me jogou lá pra dentro. Bateu a porta, me pegou pelo braço e me levou pro quarto, sem dizer uma palavra. Me jogou de costas na cama, e sem eu esperar, enfiou as mãos no meu decote e rasgou toda a frente da minha blusa novinha! Veio sobre mim, um joelho de cada lado do meu corpo, com uma mão segurou as minhas acima da minha cabeça, e caiu de boca nos meus seios. Chupou e mordeu sem carinho, apenas com tesão e força. Eu já me derretia de tesão, sentia minha buceta toda melada e estava adorando aquilo tudo.

Ele abriu as calças, veio com o corpo mais pra cima, e tirou o pau duro pra fora. Colocou os joelhos sobre meus braços, e o pau na minha cara. Bateu com ele no meu rosto, enquanto eu colocava a língua pra fora, doida para sentir o seu gosto.  Enfiou fundo na minha boca, me engasgando, e passou a fudê-la como se fosse uma buceta. Enfiava fundo, quase tirando a minha respiração, e beliscava meus seios, torcendo os bicos. Depois segurava minha cabeça pela nuca, pelos cabelos, e trazia ainda mais de encontro ao seu pau, colocando-o mais fundo.

Saiu de cima de mim, e arrancou minha calça jeans. Rasgou a minha calcinha, e encontrou com os dedos minha buceta totalmente melada. Enfiou direto dois dedos, me fazendo gemer. Puxou minhas pernas pra cima, quase me deixando de ponta cabeça na cama. Colocou a boca na minha buceta, enfiando a língua, chupando forte o meu grelo, me fazendo urrar de prazer. Lambia do meu clitóris até a minha bunda, me abrindo, me jogando pra lá e pra cá como se eu fosse uma boneca. Não dizia uma palavra, nada. Apenas me usava.

Me colocou de quatro na cama, e enfiou o pau bem forte. Deu uns tapinhas nas minhas coxas, do lado da minha bunda, como ele faz quando é pra eu mexer. Mexi um pouco, mas não conseguia. Meu tesão era tanto que mais um pouco eu iria gozar. Ele então bateu forte, uma seqüência de uns quatro tapas, que doeram, deixaram minha pele quente, e me fizeram mexer. Ele entrava e saía, e eu rebolava. Não agüentei. Estiquei o pescoço pra cima, arrebitei a bunda, e gozei, meu gemido parecendo um uivo, pela posição que eu estava e pela força que ele saiu.

Minhas pernas bambearam, e eu caí na cama. Ele veio novamente sobre mim, e bateu uma punheta em frente ao meu rosto. Enquanto ia tentando voltar daquela deliciosa sensação de torpor, eu dava pequenas lambidas na cabeça do pau dele, ali na minha frente. E, antes que eu voltasse ao normal, ele gozou no meu rosto, na minha língua, por tudo.

Ficamos lado a lado na cama, em silêncio, nossa respiração voltando ao normal. Ele ainda de roupa, apenas as calças arriadas, e eu apenas com os pedaços da minha blusa. Depois de um tempo, com o rosto ainda cheio de porra, cheguei mais perto dele. Olhei nos seus olhos, passei os dedos no rosto, limpando a porra, e levei-os à boca. Ele me olhou, com cara de tarado, e falou:

– Puta.

Eu respondi:

– Galinha.

Ele:

– Vadia.

Eu:

– Safado.

Ele:

– Piranha.

Eu:

– Comedor.

E fui pra cima dele, tirando suas roupas e beijando e mordiscando seu corpo. Com calma, alternando carinho e força, deixando-o pronto para recomeçar.

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A festa de despedida no sábado? Eu conto outra hora…