Sexo a seis

16 abr

Desde aquele final de semana na praia tenho falado direto com a Patrícia. Seja por e-mail, por telefone ou MSN, quase que diariamente a gente conversa. Falamos sobre tudo, mas invariavelmente o assunto descamba para o que fizemos juntas: sexo! rsrsrs E ela sempre me falava sobre a, segundo ela, a próxima fantasia a ser realizada: ser servida “de bandeja” para vários homens. Ela queria transar com quatro ou cinco homens ao mesmo tempo.

Confessei que essa idéia sempre me excitou, e que fiz algo parecido, mesmo sem saber com quantos transei, e que foi delicioso. Sem medir as palavras e cheia de decisão, como é do seu feitio, ela convidou: “Então vem comigo! Assim podemos chamar mais gente!”. E passou a me atiçar com essa idéia diariamente.

Falei com o Ricardo sobre isso, que me disse que também tinha essa fantasia, só que às avessas: várias mulheres transando com ele, ao mesmo tempo. Bobo.

E na semana passada a Patrícia me liga e diz direto: “Jantar sábado lá em casa! Agora não posso falar, depois eu ligo!”. Às vezes sou muito ingênua, e juro que imaginei que era uma janta normal. Ela me mandou um e-mail com o endereço, e desapareceu do MSN o resto da semana. Estranho.

No sábado estávamos lá, eu, o Ricardo e uma garrafa de vinho tinto. O apartamento deles ficava no 12º andar, e só no elevador me dei conta do que poderia ocorrer. Me olhei no espelho, e achei que estava pronta para qualquer desafio: vestido vermelho, coladinho no corpo, na altura do meio das coxas, um scarpin, e mais nada! rsrs O Marcelo nos recebeu na porta e cumprimentou-nos efusivamente. Nos levou até a sala, onde a Patrícia conversava com dois homens no sofá. Quando nos viu, veio correndo nos abraçar. Os dois homens me olharam dos pés a cabeça, e confesso que fiz o mesmo com eles! rsrs Um era bem alto, na casa dos 40 anos, cabelos começando a ficar grisalhos. O outro era mais novo, cabelos loiros e pele bronzeada. Os dois bem vestidos, e pelo que soube, amigos de longa data do casal anfitrião. Logo estávamos todos na sala, acomodados pelo sofá e poltronas, conversando. Lá pelas tantas a Patrícia disse que ia até a cozinha abrir mais uma garrafa de vinho, e me chamou pra ir junto. Saímos de mãos dadas pela porta.

A funcionária que terminava de preparar o jantar ficou totalmente sem graça quando, logo que entramos na cozinha, a Patrícia me prensou contra a parede e me deu um beijo quente de língua. “Nat, não tô me agüentando de excitação! Acho que vai ser hoje!”, ela quase gritou, depois de me beijar. Aí que ela se deu conta que a funcionária ainda estava ali, e tentando esconder que tinha ficado sem jeito, brincou: “Célia! Coisa feia ficar espiando os outros!”, e riu, demonstrando que estava de brincadeira. A pobre da Célia não sabia como se desculpar, e nem onde se enfiar. Eu ia falar com a Patrícia, até reclamar com ela que ela poderia ter me avisado, mas com a presença da moça ali achei melhor ficar quieta.

Voltamos à sala com mais vinho, e logo a Célia avisou que o jantar estava servido. A comida estava uma delícia, leve e propícia para o que a ocasião prometia. Sentei ao lado do Ricardo, e não conseguia mais disfarçar o interesse no homem loiro. Ele também não parava de olhar, ora pra mim, ora pra Patrícia. Comemos a sobremesa na varanda, a cidade brilhando até onde os olhos alcançavam. Uma torta de sorvete deliciosa, com calda de chocolate quente. Deixei pingar um pouco, sem querer, e ficou na altura do meu decote, quase sujando o vestido. A Patrícia, que de fato estava totalmente tarada, praticamente pulou sobre mim e lambeu o chocolate, arrancando olhares ainda mais interessados dos homens. Depois colou sua boca à minha, e nos beijamos em meio aos quatro homens. Sua língua explorava minha boca, enquanto sua mão direita acariciava meu rosto. Levei uma mão às suas costas, e subi até a nuca. Nossos seios praticamente se tocavam, e eu sentia a umidade aumentando entre as minhas pernas, quando ela me pegou pela mão e voltamos à sala, sendo seguidas de perto pelos rapazes.

Nos jogamos no sofá, e ela veio por cima de mim, me beijando de olhos fechados e tateando meu corpo até chegar nos meus seios. Dos quatro homens, que até então estavam em pé nos olhando, um decidiu agir. Como ela estava por cima, o homem grisalho levou a mão às suas pernas, subindo devagar. Ela abriu as pernas, facilitando o caminho dele sob o vestido, enquanto levava sua boca aos meus seios, que ela havia liberado do vestido. O Marcelo, vendo aquilo, veio para o meu lado, meio que de joelhos no chão, e ela ofereceu um seio para ele. Que delícia ter meus dois seios lambidos, chupados, acariciados ao mesmo tempo, por duas bocas diferentes.

O Ricardo abriu as calças e passou a se masturbar olhando a cena. Quando a Patrícia viu, saiu de cima de mim como em um pulo, e pediu para colocá-lo na boca. Quase que ao mesmo tempo os outros dois também baixaram as calças, e ela não teve dúvidas, enquanto chupava um, masturbava os outros dois. Eu tentava assistir ao que acontecia, mas a língua do Marcelo no meu corpo me fazia ficar mais de olhos fechados do que abertos.

Naquela altura meu vestido havia levantado, e aproveitando-se da minha posição, o Marcelo desceu a boca até a minha buceta. Passou a mexer sua língua áspera no clitóris, e de vez em quando enfiava-a pelos grandes lábios, me levando à loucura. O homem loiro, me vendo ali deitada e com os seios de fora, se aproximou. Passou as mãos nos meus seios, e abaixando-se um pouco, trouxe seu pau até a frente do meu rosto. Passei aquele pau grosso e duro nos lábios, no rosto, enquanto a língua do Marcelo me fazia delirar. Enfiei-o na boca, sugando, chupando forte, fazendo-o gemer, enquanto sem me segurar, rebolava de leve, esfregando minha buceta melada no rosto do Marcelo.

O outro trio também estava animado: o homem grisalho havia sentado na poltrona, e a Patrícia cavalgava sobre ele, enquanto chupava o Ricardo. Ela tinha os seios apertados pelo homem, enquanto o Ricardo cadenciava os movimentos dela segurando-a pelos cabelos. De onde estávamos, enxergávamos ela por trás, subindo e descendo, o pau do homem desaparecendo e ressurgindo de dentro dela. Excitado com a visão, o homem loiro foi até a mesa de centro e pegou uma das muitas camisinhas que haviam sido depositadas ali (nem vi quem colocou e nem em que momento aconteceu), e preparou-se para colocá-la. Chamei ele e disse que eu colocaria para ele. Coloquei com a boca, enquanto ele me olhava incrédulo. Fiz um sinal com o dedo indicador, para que se aproximasse, e sussurrei pra ele: “come a bunda dela”.

Junto das camisinhas tinha um tubo de KY, e ele lubrificou o pau e a entradinha da bunda dela, e depois enfiou o dedo. Ela não parava de mexer, e seus gemidos ficavam cada vez mais altos, o que encorajou o loiro a forçar a entrada do pau. Ela parou, reclamou um pouco de dor, mas pediu que continuasse. Ele foi colocando devagarzinho, e eu puxei o Marcelo pra cima e mostrei pra ele: “olha a tua mulher…”. Ele virou-se e olhou. E eu continuei: “três paus… um na boca… um na bucetinha… um na bundinha…”. Ele, que era a única pessoa que ainda estava de calças, livrou-se rapidamente delas, libertando o pau duríssimo. Peguei-o e passei a masturbá-lo enquanto ia atiçando ele, falando sobre o que a Patrícia estava fazendo, e ele ia ficando cada vez mais maluco. Quando eu sentia que ele estava perto de gozar, parava com a punheta, e ficava só falando.

Sem ter mais como segurar o tesão, peguei uma camisinha, coloquei nele e montei, fazendo-o entrar de uma só vez. Nos posicionamos de uma maneira que pudéssemos ver a Patrícia ser comida, e em pouquíssimo tempo gozamos. Meu corpo todo estremeceu, e ele conseguiu agüentar até eu terminar de gozar, e então liberou seu gozo, me apertando, tentando entrar mais fundo dentro de mim. Ficamos ali, ele ainda dentro de mim, eu jogada sobre ele, assistindo o espetáculo que a sua esposa nos proporcionava. Ela dava conta do recado! Gemia, pedia mais, rebolava e engolia o pau do Ricardo. Avisou que ia gozar, e antes mesmo de terminar de falar, já estava gozando. O orgasmo dela foi longo, e o corpo dela foi caindo para o lado, de olhos fechados, com a boca aberta, ainda aquela expressão de desejo. Eu saí de cima do Marcelo, que foi até a Patrícia e passou a beijá-la, feliz por ela estar realizando uma fantasia, dando uma bela demonstração do tesão e cumplicidade que existe entre eles.

Quando olhei pra frente, os três homens que não tinham gozado ainda estavam me olhando. Os três de pau duro. Foram se aproximando, e eu passei a tocá-los. Arranquei as camisinhas dos dois, e passei a alternar as chupadas entre os três. Quando o homem grisalho disse que estava quase gozando, pedi aos três que me dessem um banho de porra. Me ajoelhei entre eles, e os três passaram a se masturbar. O grisalho foi o primeiro a gozar, melando meus ombros e meus seios. O Ricardo e o loiro gozaram praticamente ao mesmo tempo, no meu rosto, nos seios e até nos cabelos.

Essa foi a primeira das combinações que fizemos, os seis, naquela noite.

16 Respostas to “Sexo a seis”

  1. bob 16/04/2010 às 11:15 #

    Uau, tenho que mostrar esse texto para a daminha. Ela vai adorar, é outra com a mesma fantasia (tenho que confessar que sou bobo que nem o Ricardo 😉 ). E pior, o jeito atirado da Patrícia me lembra a daminha, me dá até medo ver o que ia dar se as duas se encontrasse rsrsrs

  2. Ramona 16/04/2010 às 11:51 #

    Olá
    vim parabenlizá-los pelo site
    adoreei

    se puder de uma passadinha no meu
    não eh tao legal qto o de vcs
    mas faço oq posso e gosto

    http://mundoramona.blogspot.com/

  3. Casal Rock'n'Roll 16/04/2010 às 23:42 #

    Olá amigos! Que coisa boa de ler esse blog de vcs… Cada parágrafo nos deixa com muito tesão. E estamos cada vez mais querendo conhecê-los, se vocês quiserem, é claro. O nosso MSN é o mesmo endereço do nosso email. Superbeijos e abraços pra vcs!

  4. Natasha 19/04/2010 às 14:43 #

    Adorooooooooooo o blog de vocês…
    Nossaaa… 6? Rs…
    Xerão

  5. gustavão 23/04/2010 às 14:49 #

    Ei, a gente se conhece de longa data, coisa e tals. Mas vou te dizer uma coisa, é uma pergunta desafiadora, tá?

    Por que essas histórias (não só as suas, mas todas desse circuito) sempre se passam em lugares chiques, cheios de pessoas lindas? Tudo muito elegante e caro?

    Por que não uma gorda no meio, ou um cara gordo e careca? Porque ninguém nunca brocha?

    Pô, gente feia e pobre não fazem festinhas?

    • Nathalia (Íntimo & Pessoal blog) 23/04/2010 às 16:01 #

      rsrsrsrsrsrs adorei!
      não sei o que as outras pessoas, escrevem, então vou responder por mim… eu tenho certeza que as pessoas feias fazem festinhas e que fazem tudo que nós fazemos. mas não junto comigo! rsrsrsrs
      como não é um blog de ficção, escrevo o que acontece comigo, no meu mundo, no meu círculo, e com gente que eu escolho e que me chama a atenção. se de fato nos conhecessemos de longa data, creio que vc saberia disso! rsrsrsrs
      de toda maneira, se vc olhar com carinho os posts do nosso blog, verá que também tem gente feia, inclusive um dos posts se chama “a mulher feia”…
      e sobre brochar… já aconteceu sim. mas como diz em algum twitter (meu ou do ricardo): contamos aqui a parte quente do nosso relacionamento. brochar não é muito quente, né?
      bjs, e adorei a pergunta!

  6. Joycinha 11/11/2010 às 10:53 #

    Adorei 🙂

  7. Laura 07/11/2012 às 14:57 #

    Adorei o post. Fiquei excitada. Sou de Porto Alegre também, quem sabe a gente não se cruza por aí.
    Beijos,
    Laura

  8. Anônimo 26/09/2013 às 13:25 #

    OTIMO

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