Arquivo | abril, 2010

Susto pela manhã

28 abr

Uma noite dessas, reunido em um bar com vários amigos, escutei a seguinte história, contada por um beberrão nato:

“Baita festa, cara! Todo mundo bem doido, bebida liberada, som à milhão, mulherio dando banda na pista, no bar… E se tem bebida liberada tu sabe né véio? Eu tô lá! Passou uma loirinha que eu conhecia, e tal, dei uns beijinhos e partimos pra outra. Foi quando eu vi, cara, a mina dos meus sonhos. Uma morena alta, quase do meu tamanho, cabelão comprido, uma deusa! Calça jeans com cintura baixa, marquinha do biquíni aparecendo. Um topzinho que mal cobria uns peitões desse tamanho! E toda se lançando pra mim, se rindo toda. Pensei cá comigo: é gol do Brasil!

Ela dançava e mexia a bunda, olhando nos meus olhos. Peguei dois copos de ‘bira’ e fui chegando. Entreguei um copo pra ela, e ela virou de uma só vez. Bah, essa era das minhas! Já fui pegando na cinturinha, me encostando e tal, e ela aceitando, rindo, me provocando, a vadia! Tentei um beijo, e ela se fez. Devia estar precisando de mais bebida. Eu ia e voltava com os copos, e ela bebia parelho comigo, o que convenhamos, é beber pra caralho! Lembro que cheguei a pensar: essa mina bebe que nem homem!

Já completamente bêbado, eu só tinha uma certeza: precisa comer aquela mina! Véio, eu nunca tinha visto uns peitos daqueles. Me imaginava metendo a cara no meio deles e já ficava de pau duro. Perdi o controle, véio. Te digo na boa, perdi o controle! Lá pelas tantas dei uma gravata nela e grudei a boca na dela. Tava se fazendo, a puta! Me beijou as ganha, enfiando a língua quase na minha goela. Senti os peitos espetando os meus peitos, e rocei meu pau duro nela. Ela desceu a mão e apertou ele por cima da calça. Quase gozei, véio! Chamei ela pra ir embora, queria levar pro motel, mas ela pediu pra esperar… E continuamos bebendo…

Já quase de manhã, e mal conseguindo caminhar, saímos em busca de um motel. Não sei como consegui dirigir, véio. Chegamos lá, nos jogamos na cama e eu fui logo chupando aqueles peitões! Que maravilha, cara! Silicone de primeira qualidade. Ela pegou meu pau e foi batendo uma bronha, depois desceu a cabeça e meu deu uma chupada profissional! Profissional, cara! A mina sabia muito! Tive que praticamente arrancar ela dali, senão ia gozar, e ela não queria parar. Ela pegou o telefone e pediu uma champanhe! Champanhe de motel, cara! É caro pra caralho! Mas eu olhei aquela cinturinha, aquela marquinha de biquíni, aqueles peitos apontando pra mim, e pensei: foda-se! Vale a pena!

Bebemos meia garrafa, e nós dois mal nos agüentando de bêbados, disse que queria foder ela. Era o que eu mais queria, cara! Fui por cima dela, querendo arrancar a calça jeans, e então ela me fala: ‘Sabe o que é… Eu tô menstruada… Mas tô com tanto tesão… Come a minha bundinha?’.

Tive vontade de me ajoelhar no chão, erguer as mãos pro céu e agradecer ao cara lá de cima, véio! Se tivesse rojões e fogos de artifício, eu largava! Uma gostosa daquelas me oferecendo a bunda! Ela tirou a calça, ficou de quatro na cama, afastou a calcinha, eu catei uma camisinha e fui com tudo, cara. Comi aquele rabo com gosto!

Depois caímos bêbados na cama e apagamos, véio. Não vi mais nada. Só quando acordei, e ela não tava do meu lado. Escutei um barulho de mijo, e olhei pro banheiro. A porta tava aberta, cara, e tu não tem noção do que vi! A minha tava mijando em pé! Em pé, porra! Fiquei petrificado, sem saber o que fazer. Caralho, eu tinha passado a noite com um barbado, com um traveco! Aí ela ligou o chuveiro, véio, e eu não tive dúvidas… Ela entrou no chuveiro, eu catei minhas roupas como pude, e me mandei, cara. Fui embora, e deixei o filho da puta do traveco lá! E com a conta do motel pra pagar!”

Então ele baixou os olhos, fez sinal pra que eu me aproximasse, e falou em tom mais baixo no meu ouvido:

“Mas que bunda, cara. Tu não acredita. Que baita gostosa!”.

Não consegui segurar a gargalhada. Ele também caiu na risada, era só o que restava pra ele fazer. Foi difícil achar a foto aí de baixo, mas acho que foi mais ou menos o que meu amigo viu:

A chupada da Nathalia

20 abr

Recebi algumas perguntas no meu formspring sobre a minha chupada. rsrs Queriam saber como eu fazia, já que o Ricardo disse por aqui que eu faço diferente e gostoso (e ele seria louco de dizer outra coisa? rsrsrs). Respondi lá que não faço nada de mais. E fiquei pensando… Perguntei pra ele o que diferenciava a minha chupada das outras. Ele disse algo como: “cala a boca e chupa!”. rsrsrs Brincadeirinha. Ele não soube explicar, apenas disse que é muito bom, acima do normal, e que por isso é diferente. Que coisa!

Normalmente, quando faço sexo oral nele, estou cheia de tesão também, e nem raciocino. Simplesmente me entrego e faço. Sem pensar em como estou fazendo. Então jamais saberia dizer como faço. Mas sábado eu decidi prestar atenção.

Tínhamos passado o dia todo juntos. Fomos a um churrasco com amigos, na beira do rio. Depois saímos de lancha, fizemos wake, e antes de ir pra casa eu ainda quis dar uma passadinha no shopping! rsrs Olhei umas vitrines, para o desespero dele, comemos um temaki e por fim fomos embora. Chegamos na casa dele e nos atiramos no sofá para ver TV. Ele tomou conta do controle remoto (que novidade!) e depois de mudar o canal 24582309 vezes, parou em um canal desses de esporte. “Olha lá!” – ele falou, apontando para a TV – “O filme oficial da Copa de 94!”. Ai, meu Deus. Já se passaram 16 anos! rsrs “O Brasil ganha no final, viu?”, falei pra ele, contrariada. Queria ver outra coisa.

Ele nem me escutou. Quando o Lalas (zagueiro da seleção americana que era roqueiro – eu estava prestando atenção, e o pior, gostando!) começou a tocar o hino dos USA, eu escorreguei a mão pra dentro da bermuda do Ricardo. Vendo o Maldini e Cia. Ltda., aqueles italianos lindos, comecei a mexer no seu saco. Escorregava a ponta dos dedos entre as bolas, subia, brincava um pouco no pau, ia pro saco de novo. Fui sentindo ele endurecer com meu toque. Ele tentou me tocar também, mas não deixei: “me avisa quando o Taffarel defender o pênalti.”, falei, rindo, enquanto escorregava para entre as suas pernas.

Tirei sua bermuda, a cueca, e fiquei masturbando-o devagarinho. Levei a boca até seu saco, que eu havia raspado os pelos na noite anterior (meninas, lamber saco peludo ninguém merece! Vamos fazer uma campanha?), e coloquei as bolas na boca. Primeiro uma, depois outra, e me esforçando bem, as duas juntas. Lambi, mordisquei, corri a língua naquele fiozinho do meio do saco. Massageava com as mãos e depois lambia e chupava, enquanto ele se esforçava para continuar vendo o filme.

Envolvi a cabeça do pau com a minha boca, deixando-o bem babado. Passei a ponta da língua em volta da cabeça, na uretra, e de novo enfiei tudo na boca. Enquanto fazia isso, mexia no saco dele, de leve, sentindo as bolas nos meus dedos. Colocava a minha língua toda pra fora e batia levemente com seu pau bem duro nela. Ele, acho eu, gemia no sofá, provavelmente sem prestar mais atenção no filme, mas eu nem dava bola. Às vezes parava um pouco de chupar, segurava o saco com uma mão, e com a outra o masturbava bem rápido, quase levando-o ao orgasmo.

Depois voltava só a lamber e chupar, sem força, sem pressionar, e ele ia se acalmando. Quando o gemido dele ficava bem fraquinho, eu subia e descia a boca, rápido, sentindo a pele do pau dele roçar nos meus lábios, ao mesmo tempo que o punhetava, a mão acompanhando o movimento da minha boca, mas fazendo um leve movimento circular, da base até a glande. Ele abria mais as pernas, oferecendo o saco para ser acariciado, gemia mais alto e constante, e então eu diminuía novamente o ritmo. Tirava tudo da boca e recomeçava no saco. Colocava tudo que podia dentro da boca, chupava, lambia, massageava…

Sempre com muita saliva na boca, sempre sentindo-o deslizar, forte ou fraco, certeiro, quase me sufocando. Enfiava o mais fundo que podia, sentia o pau dele quase descendo na minha garganta, e segurava o tempo que conseguia. Quando tirava, além de todo babado, quase escorriam lágrimas dos meus olhos.  Ele delirava, se contorcia, pedia mais.

Ele agora nem via mais a TV. Com os olhos fechados, as pernas abertas em volta de mim, estava jogado e todo curvado no sofá. Dei uma olhadela para trás, e vi que começariam os pênaltis. Segurei a cabeça do pau entre os meus lábios e passei a punhetá-lo com a mão direita, enquanto massageava o saco e o períneo com a mão esquerda. Em poucos minutos ele gozou na minha boca, e eu engoli o que pude, mas mesmo assim escorreu pelo meu queixo, pescoço, colo…

Fiquei quietinha, mexendo no seu pau, apertando da base até a cabeça, arrancando as últimas gotas de porra. De repente ele dá um grito bem alto, que quase me mata do coração. Ele gritou: “Pegou!!”. Dei um grito, larguei tudo e olhei assustada pra ele, que bem calmo me diz: “Ué, não queria que te avisasse quando o Taffarel pegasse o pênalti? O cara era foda! Só podia ter aprendido a jogar no Inter, mesmo!!”.

Que raiva! Que pena que eu não tava com o pau dele na boca, na hora, pra dar uma mordida na hora que me assustei.

Fiz menção de levantar, a maior cara de brava, mas ele fechou as pernas, me prendendo entre elas. Me pegou pelos braços e praticamente me jogou no sofá ao lado dele. Veio por cima de mim, me beijando, lambendo a porra dele no meu queixo, arrancando a minha roupa…  Olhou bem nos meus olhos e falou: “Agora vou entrar com bola e tudo, sua vadia chupadora! Onde aprendeu a fazer isso?”. Antes que eu pudesse responder, cobriu a minha boca com a sua, e pelas horas seguintes, cumpriu o que prometera.

Sexo a seis

16 abr

Desde aquele final de semana na praia tenho falado direto com a Patrícia. Seja por e-mail, por telefone ou MSN, quase que diariamente a gente conversa. Falamos sobre tudo, mas invariavelmente o assunto descamba para o que fizemos juntas: sexo! rsrsrs E ela sempre me falava sobre a, segundo ela, a próxima fantasia a ser realizada: ser servida “de bandeja” para vários homens. Ela queria transar com quatro ou cinco homens ao mesmo tempo.

Confessei que essa idéia sempre me excitou, e que fiz algo parecido, mesmo sem saber com quantos transei, e que foi delicioso. Sem medir as palavras e cheia de decisão, como é do seu feitio, ela convidou: “Então vem comigo! Assim podemos chamar mais gente!”. E passou a me atiçar com essa idéia diariamente.

Falei com o Ricardo sobre isso, que me disse que também tinha essa fantasia, só que às avessas: várias mulheres transando com ele, ao mesmo tempo. Bobo.

E na semana passada a Patrícia me liga e diz direto: “Jantar sábado lá em casa! Agora não posso falar, depois eu ligo!”. Às vezes sou muito ingênua, e juro que imaginei que era uma janta normal. Ela me mandou um e-mail com o endereço, e desapareceu do MSN o resto da semana. Estranho.

No sábado estávamos lá, eu, o Ricardo e uma garrafa de vinho tinto. O apartamento deles ficava no 12º andar, e só no elevador me dei conta do que poderia ocorrer. Me olhei no espelho, e achei que estava pronta para qualquer desafio: vestido vermelho, coladinho no corpo, na altura do meio das coxas, um scarpin, e mais nada! rsrs O Marcelo nos recebeu na porta e cumprimentou-nos efusivamente. Nos levou até a sala, onde a Patrícia conversava com dois homens no sofá. Quando nos viu, veio correndo nos abraçar. Os dois homens me olharam dos pés a cabeça, e confesso que fiz o mesmo com eles! rsrs Um era bem alto, na casa dos 40 anos, cabelos começando a ficar grisalhos. O outro era mais novo, cabelos loiros e pele bronzeada. Os dois bem vestidos, e pelo que soube, amigos de longa data do casal anfitrião. Logo estávamos todos na sala, acomodados pelo sofá e poltronas, conversando. Lá pelas tantas a Patrícia disse que ia até a cozinha abrir mais uma garrafa de vinho, e me chamou pra ir junto. Saímos de mãos dadas pela porta.

A funcionária que terminava de preparar o jantar ficou totalmente sem graça quando, logo que entramos na cozinha, a Patrícia me prensou contra a parede e me deu um beijo quente de língua. “Nat, não tô me agüentando de excitação! Acho que vai ser hoje!”, ela quase gritou, depois de me beijar. Aí que ela se deu conta que a funcionária ainda estava ali, e tentando esconder que tinha ficado sem jeito, brincou: “Célia! Coisa feia ficar espiando os outros!”, e riu, demonstrando que estava de brincadeira. A pobre da Célia não sabia como se desculpar, e nem onde se enfiar. Eu ia falar com a Patrícia, até reclamar com ela que ela poderia ter me avisado, mas com a presença da moça ali achei melhor ficar quieta.

Voltamos à sala com mais vinho, e logo a Célia avisou que o jantar estava servido. A comida estava uma delícia, leve e propícia para o que a ocasião prometia. Sentei ao lado do Ricardo, e não conseguia mais disfarçar o interesse no homem loiro. Ele também não parava de olhar, ora pra mim, ora pra Patrícia. Comemos a sobremesa na varanda, a cidade brilhando até onde os olhos alcançavam. Uma torta de sorvete deliciosa, com calda de chocolate quente. Deixei pingar um pouco, sem querer, e ficou na altura do meu decote, quase sujando o vestido. A Patrícia, que de fato estava totalmente tarada, praticamente pulou sobre mim e lambeu o chocolate, arrancando olhares ainda mais interessados dos homens. Depois colou sua boca à minha, e nos beijamos em meio aos quatro homens. Sua língua explorava minha boca, enquanto sua mão direita acariciava meu rosto. Levei uma mão às suas costas, e subi até a nuca. Nossos seios praticamente se tocavam, e eu sentia a umidade aumentando entre as minhas pernas, quando ela me pegou pela mão e voltamos à sala, sendo seguidas de perto pelos rapazes.

Nos jogamos no sofá, e ela veio por cima de mim, me beijando de olhos fechados e tateando meu corpo até chegar nos meus seios. Dos quatro homens, que até então estavam em pé nos olhando, um decidiu agir. Como ela estava por cima, o homem grisalho levou a mão às suas pernas, subindo devagar. Ela abriu as pernas, facilitando o caminho dele sob o vestido, enquanto levava sua boca aos meus seios, que ela havia liberado do vestido. O Marcelo, vendo aquilo, veio para o meu lado, meio que de joelhos no chão, e ela ofereceu um seio para ele. Que delícia ter meus dois seios lambidos, chupados, acariciados ao mesmo tempo, por duas bocas diferentes.

O Ricardo abriu as calças e passou a se masturbar olhando a cena. Quando a Patrícia viu, saiu de cima de mim como em um pulo, e pediu para colocá-lo na boca. Quase que ao mesmo tempo os outros dois também baixaram as calças, e ela não teve dúvidas, enquanto chupava um, masturbava os outros dois. Eu tentava assistir ao que acontecia, mas a língua do Marcelo no meu corpo me fazia ficar mais de olhos fechados do que abertos.

Naquela altura meu vestido havia levantado, e aproveitando-se da minha posição, o Marcelo desceu a boca até a minha buceta. Passou a mexer sua língua áspera no clitóris, e de vez em quando enfiava-a pelos grandes lábios, me levando à loucura. O homem loiro, me vendo ali deitada e com os seios de fora, se aproximou. Passou as mãos nos meus seios, e abaixando-se um pouco, trouxe seu pau até a frente do meu rosto. Passei aquele pau grosso e duro nos lábios, no rosto, enquanto a língua do Marcelo me fazia delirar. Enfiei-o na boca, sugando, chupando forte, fazendo-o gemer, enquanto sem me segurar, rebolava de leve, esfregando minha buceta melada no rosto do Marcelo.

O outro trio também estava animado: o homem grisalho havia sentado na poltrona, e a Patrícia cavalgava sobre ele, enquanto chupava o Ricardo. Ela tinha os seios apertados pelo homem, enquanto o Ricardo cadenciava os movimentos dela segurando-a pelos cabelos. De onde estávamos, enxergávamos ela por trás, subindo e descendo, o pau do homem desaparecendo e ressurgindo de dentro dela. Excitado com a visão, o homem loiro foi até a mesa de centro e pegou uma das muitas camisinhas que haviam sido depositadas ali (nem vi quem colocou e nem em que momento aconteceu), e preparou-se para colocá-la. Chamei ele e disse que eu colocaria para ele. Coloquei com a boca, enquanto ele me olhava incrédulo. Fiz um sinal com o dedo indicador, para que se aproximasse, e sussurrei pra ele: “come a bunda dela”.

Junto das camisinhas tinha um tubo de KY, e ele lubrificou o pau e a entradinha da bunda dela, e depois enfiou o dedo. Ela não parava de mexer, e seus gemidos ficavam cada vez mais altos, o que encorajou o loiro a forçar a entrada do pau. Ela parou, reclamou um pouco de dor, mas pediu que continuasse. Ele foi colocando devagarzinho, e eu puxei o Marcelo pra cima e mostrei pra ele: “olha a tua mulher…”. Ele virou-se e olhou. E eu continuei: “três paus… um na boca… um na bucetinha… um na bundinha…”. Ele, que era a única pessoa que ainda estava de calças, livrou-se rapidamente delas, libertando o pau duríssimo. Peguei-o e passei a masturbá-lo enquanto ia atiçando ele, falando sobre o que a Patrícia estava fazendo, e ele ia ficando cada vez mais maluco. Quando eu sentia que ele estava perto de gozar, parava com a punheta, e ficava só falando.

Sem ter mais como segurar o tesão, peguei uma camisinha, coloquei nele e montei, fazendo-o entrar de uma só vez. Nos posicionamos de uma maneira que pudéssemos ver a Patrícia ser comida, e em pouquíssimo tempo gozamos. Meu corpo todo estremeceu, e ele conseguiu agüentar até eu terminar de gozar, e então liberou seu gozo, me apertando, tentando entrar mais fundo dentro de mim. Ficamos ali, ele ainda dentro de mim, eu jogada sobre ele, assistindo o espetáculo que a sua esposa nos proporcionava. Ela dava conta do recado! Gemia, pedia mais, rebolava e engolia o pau do Ricardo. Avisou que ia gozar, e antes mesmo de terminar de falar, já estava gozando. O orgasmo dela foi longo, e o corpo dela foi caindo para o lado, de olhos fechados, com a boca aberta, ainda aquela expressão de desejo. Eu saí de cima do Marcelo, que foi até a Patrícia e passou a beijá-la, feliz por ela estar realizando uma fantasia, dando uma bela demonstração do tesão e cumplicidade que existe entre eles.

Quando olhei pra frente, os três homens que não tinham gozado ainda estavam me olhando. Os três de pau duro. Foram se aproximando, e eu passei a tocá-los. Arranquei as camisinhas dos dois, e passei a alternar as chupadas entre os três. Quando o homem grisalho disse que estava quase gozando, pedi aos três que me dessem um banho de porra. Me ajoelhei entre eles, e os três passaram a se masturbar. O grisalho foi o primeiro a gozar, melando meus ombros e meus seios. O Ricardo e o loiro gozaram praticamente ao mesmo tempo, no meu rosto, nos seios e até nos cabelos.

Essa foi a primeira das combinações que fizemos, os seis, naquela noite.