Arquivo | março, 2010

Reencontrando a Melissa

29 mar

Fazia um tempo que não encontrava a Melissa na academia. Nunca tenho horário certo para ir, e acho que desde janeiro não a via por lá. Na semana passada teve um dia que eu vinha chegando, e ela saindo. Me deu um abraço apertado, dizendo estar com saudades. Sentamos um pouco na lanchonete, e conversamos enquanto tomávamos um suco.

Me contou do verão, da temporada em Punta del Este, do carnaval… Falava com empolgação, com felicidade, e eu não conseguia para de lembrar daquele churrasco. Como se adivinhasse os meus pensamentos, o que não era difícil, lá pelas tantas ela fala: “tem que conversar com o pessoal pra marcarmos outro churrasco daqueles lá em casa, né?”. Decidi partir pro ataque: “claro, a carne estava ótima, a rapaziada animada… mas a gente não precisa de um churrasco pra repetir o que aconteceu, né?”. Na verdade já havíamos repetido, uma ou duas vezes antes do verão. “Não, mas já faz tanto tempo… Quem sabe um novo churrasco poderia facilitar as coisas!”, ela falou, rindo e olhando nos meus olhos.

Puxei ela pra mim, a mão na sua nuca, e a beijei. Gosto de mulheres assim, que, se querem, mostram. Melhor ainda se ela tivesse vindo me beijar. Como na primeira vez, como nas outras vezes, saltavam faíscas de nós. Logo estávamos nos beijando um pouco acima do recomendado para a lanchonete da academia. Lá fora a chuva caía forte, e estávamos encurralados. Precisávamos sair dali, mas não queríamos.

Lá pelas tantas ela me disse que iria embora, que tinha um compromisso, e me ofereci pra levá-la até o carro. O estacionamento fica ao lado da academia, e é bem grande. O guarda fica lá na calçada, e o carro dela estava bem longe. Corremos até lá, ficando completamente encharcados. Mal entramos e já estávamos nos agarrando novamente. Ela veio pro meu colo, uma perna de cada lado do meu corpo, os cabelos molhados pingando em cima de mim, e a boca já aberta, procurando a minha. A chuva batia no teto do carro, e as minhas mãos percorriam o seu corpo. Subiam pelas pernas, pela barriga, até chegar nos seios. Ela puxava meus cabelos, e enfiava mais fundo a língua na minha boca. Enfiei a mão por baixo do top, sentindo seus mamilos eriçados nos meus dedos. Subi o top, liberando-os para mim, bem na altura do meu rosto, e comecei a chupá-los. Ela jogou a cabeça para trás, de olhos fechados, segurando-se no meu pescoço e gemendo.

Com o espaço apertado, ficávamos ainda mais colados. Meu pau duro ainda dentro do calção forçava a sua buceta, ainda coberta pela calça de ginástica. Enquanto eu me deliciava nos seus seios, ela passou a mexer levemente os quadris, indo pra frente e pra trás sobre o meu pau.

“Me come”, ela pediu, sem rodeios. Foi então que me lembrei. Minha carteira tinha ficado em casa, já que moro perto e vou correndo pra academia. E só lá eu tinha camisinha. “Tô sem camisinha”, respondi. “Ah, não…”, ela protestou, desapontada. Tirei-a de cima de mim, colocando-a no banco ao lado. Continuei beijando seus seios e sua boca, e forcei-a a baixar um pouco as calças. Levei a mão à sua buceta, e senti seu tesão nos meus dedos. Bem lubrificada que estava, nem protestou quando enfiei direto o dedo dentro dela. Abriu mais as pernas, com as calças na altura dos joelhos limitando os seus movimentos, e ofereceu-se ainda mais pra mim.

Chupava seus seios e ora a fodia enfiando e tirando dois dedos, ora brincava com seu clitóris. Ela gemia e puxava minha boca de encontro à sua, e depois empurrava novamente em direção aos seios. Sem muita demora ela gozou, uma mão pressionando a minha cabeça de encontro ao seu corpo, a outra segurando o volante do carro.

Tirei minha mão devagar, e fiquei olhando pra ela. De olhos fechados, os seios de fora, a calça nos joelhos, jogada no banco do carro… Que linda visão! A respiração ia voltando ao normal, e ela abriu os olhos e sorriu pra mim. Veio ao meu encontro, e beijou a minha boca. Esticou a mão, procurando o meu pau. “Que pena… queria ele dentro de mim, hoje…”, falou, enquanto o punhetava por cima do calção. “Coloca pra fora”, falou, e não sei se foi um pedido ou uma ordem. Mas realizei ou obedeci. hehehehe

Sua boca envolveu o meu pau, enquanto seus dedos seguravam-no pela base. Lambeu a cabeça, escorregou os lábios em volta dele. Segurou o meu saco, e passou a chupar mais rápido, mais forte. Avisei que assim não agüentaria, ela me olhou sorrindo, e voltou a fazer do jeito que estava fazendo.

Gozei dentro da sua boca, e ela engoliu tudo, e continuou chupando e lambendo até que não tivesse mais uma gota de porra.

Nos recompomos, e ela realmente tinha um compromisso. Brincando, perguntei qual era, afinal ainda era cedo e poderíamos continuar nos divertindo. “Eu preciso encontrar um carinha aí, um possível namoradinho”. Devo ter feito uma cara de muita surpresa, pois ela deu uma gargalhada e falou: “estou aprendendo contigo!”.

Tá certo. Dei um beijo nela e saí do carro. Fui caminhando em direção à calçada, pensando se ainda iria malhar ou não. Foi quando ela parou o carro ao meu lado, baixou o vidro e falou: “é brincadeira, tá? tenho trabalho da faculdade pra fazer…”. Piscou o olho e saiu. Na verdade eu já nem pensava mais nisso, e sim em onde guardar uma camisinha quando saísse de casa sem carteira. hehehehe

Alguém tem alguma dica?

 

Quem pode, pode…

29 mar

Olha o passarinhoooo! Ops!

Tu vê só… Provavelmente o tempo dele vai ser curto, como o da maioria dos namorados dela… Mas que ele tá aproveitando, não tenho dúvidas.

O tal do Gerard Butler aí além de estar traçando a Jennifer Aniston, ainda tira onda com nós mortais. A foto acima foi tirada em Paris, onde eles estão divulgando um filme.

Bacana deve ter saído a cara dela na foto com o fã! hehehehe

 

A tarde de sábado

19 mar

Essa recente polêmica sobre usar ou não sutiã, causada pela aparição da primeira dama francesa Carla Bruni em um jantar oferecido ao presidente russo, me fez pensar: existe algo mais excitante do que uma mulher com belos seios e sem sutiã?

Já disse e repeti mais de uma vez aqui no blog o quanto sou louco por seios, e pelo visto estou aqui de novo a fazê-lo. Mas alguém há de discordar?

A Nathalia, por exemplo. Na sexta-feira ela me ligou, dizendo que havíamos sido convidados pra um jantar no sábado, com um pessoal chatíssimo. Chatíssimos pra mim, é claro. “Não vou nem fudendo”, foi o que respondi. Assunto encerrado. Ou não.

No sábado de manhã eu tive um curso, no centro, e fui sem carro. Perto do meio dia recebi uma mensagem da Nathalia, pelo celular, perguntando se queria almoçar com ela. Disse que estava saindo da academia e passaria lá para me pegar. Ok.

Quando entrei no carro, o ar condicionado beirava a temperatura negativa. Ela vinha direto da academia, com o rosto ainda corado pelo exercício, e vestida à caráter. A roupa de ginástica colada no corpo, realçando suas pernas torneadas. Entre as pernas, a calça justíssima se perdia no caminho do prazer. E, sem sutiã, os seios marcavam a roupa, com os biquinhos durinhos me convidando a tocá-los.

Fui beijá-la e ela me deu um rápido selinho e me afastou. “Estou toda suada, me atrasei e não deu tempo de tomar banho, ou não pegaria você”. “Grande coisa!”, respondi e puxei-a pela nuca até mim. Beijei sua boca com vontade, e toquei meu braço de leve nos seus seios. Senti os mamilos roçando sob a blusa roçando a minha pele. Delícia.

Paramos em um McDonalds, embora ela reclamasse que todo o exercício da manhã teria sido em vão. Dentro da lanchonete o ar condicionado bombava, e sentada à minha frente, os seus seios apontavam para mim, além de chamar a atenção dos caras que passavam. Meio sem jeito ela colocava a bolsa (enorme, por sinal) no colo, mas a cada movimento nos presenteava com a visão dos seus mamilos intumescidos. E eu, pra deixá-la ainda mais sem graça, falava baixinho um monte de bagaceirices. Ela sorria, discreta, com aquela cara de “tu não tem jeito mesmo”. Terminamos de comer, e fomos embora.

No carro, com os vidros escurecidos a nos dar cobertura, não resisti e toquei seus seios. Por cima da roupa mesmo, de qualquer jeito, apenas para sentir seus biquinhos durinhos entre meus dedos. Ela me beijou com vontade, e deu partida rumo à minha casa. Já em frente ao prédio, fez uma ceninha. Disse que não ia subir, que tinha um monte de coisas a fazer, que ainda precisava tomar banho, e tal. Nem dei conversa. Peguei o controle remoto que ela tem da garagem e apertei o botão. Ela entrou.

No espelho do elevador, ela arrumava os cabelos. Percebeu que eu a olhava, e empinou o busto. Sorriu com uma carinha safada, sabendo que eu não tirava os olhos dos seus seios. Entramos em casa, eu agarrando-a e ela tentando fugir. “Preciso tomar banho…”, ela repetia, em meio aos meus beijos no seu pescoço. Mordi os seios sobre a blusa, e ela desceu a mão até meu pau, já duro. Levantou a blusa, liberando aqueles seios maravilhosos pra mim. Juntei os dois com as mãos, e passei a beijá-los e chupá-los. “É isso que você quer, seu tarado?”, ela me perguntava enquanto eu sugava seus mamilos. Eu balançava a cabeça afirmativamente. Ela passava os seios no meu rosto, dizendo para eu chupar, para mamar nas tetas da minha puta. De vez em quando levava a mão novamente ao meu pau, punhetando-o sobre a roupa.

Arranquei totalmente a sua blusa, e em seguida o resto da sua roupa. Deslizei minhas mãos por toda a sua pele nua e suada, até chegar na sua buceta. Em pé na minha frente, ela abriu as pernas, liberando o acesso dos meus dedos. Senti o seu mel entre meus dedos, e suas mãos me apertando forte quando toquei seu grelo durinho. Lambi seu rosto, desci a língua pelo pescoço, passei nos seios, na barriga, nas coxas, e já de joelhos no chão, enfiei meu rosto entre as suas pernas. Ela abriu-as ainda mais, apoiando-se na parede, e eu enfiei a língua naquela buceta quente. Enfiei mesmo, tudo que pude, e ela gemeu alto, passando a se mover de leve, pra frente e pra trás, se esfregando no meu rosto. Minha língua ia do cu até o clitóris, e o líquido do seu prazer me deixava todo melado. Ela me olhava de cima, a boca aberta em um gemido quase constante, e com a mão livre beliscava os próprios seios. Sua respiração ficou mais ofegante, e percebi que ela iria gozar. Segurei seu grelo entre meus lábios, chupando e passando a língua, e senti ela tremer toda em cima de mim, me deixando ainda mais melado, enquanto gemia e ia perdendo as forças nas pernas. Depois deixou o corpo escorregar e deitou-se ao meu lado no tapete da sala.

Menos de um minuto depois, veio sobre mim e passou a língua em todo meu rosto. “Quero sentir gosto de buceta”, falou. Abriu a minha camisa e beijou meu peito. Mordiscou os meus mamilos, enquanto tateava o cinto, abrindo-o e indo em busca do meu pau. Baixou as minhas calças, enfim liberando meu pau duro.

“Se tu quer sentir gosto de buceta, chupa o meu pau. Fodi uma colega de curso agora de manhã.”, falei, provocando-a. “Mentira”, ela falou baixinho, me masturbando e me beijando. “Verdade”, falei, mesmo que nós dois soubéssemos que era mentira. Fazia parte do clima. “Como? Onde?”, ela perguntou, sem parar de me beijar e de bater punheta. “No banheiro, depois do intervalo…”, inventei. “Ela tava desde a semana passada se lançando pra mim, e hoje rolou. É uma ruivinha gostosa, baixinha e cheia de pintinhas.” Nem tinha ninguém assim no curso. “Tem uns peitões! Mamei um monte naquelas tetas, enquanto ela batia punheta pra mim, como tu está fazendo.” Ela passava a língua no meu rosto e no meu peito. “Mas ela batia tão gostoso quanto eu?”, ela perguntou. “Ela fazia melhor. Tinha a manha, a vadia.” Ela ensaiou uma braveza: “Bem capaz! Ninguém bate punheta como eu.”, protestou. Eu continuei: “Tô te falando. Ela era boa. Fazia alguma coisa na cabeça do meu pau que não sei explicar.” Ela passou a rodar os dedos na glande. Não admitia perder, nem que fosse para uma invenção. “Mas foi só isso? Ela só bateu punheta pra ti?”, perguntou. “Não… Depois ela chupou o meu pau, engolindo as minhas bolas também. Fazia isso ajoelhada no chão do banheiro, sem tirar os olhos azuis de mim”. “Olhos azuis? Não era ruiva??”.

“E daí? Não existem ruivas de olhos azuis? Depois de quase me fazer gozar, ela me pediu pra ser comida. Coloquei ela em pé, apoiada na pia, levantei a saia dela e meti na buceta. De frente pro espelho ela me olhava e passava a língua nos lábios, mostrando que estava adorando o meu pau”. A Nathalia não se continha mais. Com uma perna sobre a minha, roçava a buceta na minha coxa, sem parar de me masturbar. “E você gostou da buceta dela?”, me perguntou. “Sim… Era bem apertada… E ela gozou pedindo mais… Quer que na semana que vem a gente mate o curso… E passe a manhã inteira trepando…”. “Você gozou?”. “Gozei. Na hora tirei o pau e gozei na bunda dela. Escorreu pelas pernas, e ela passou os dedos e lambeu.” “Você vai passar a manhã inteira trepando com ela semana que vem?”. “Vou.”. “Posso ir junto?”. “Não”. “Ah, eu quero…”. “Não. É só eu e ela.”. Ela fez um biquinho, e desceu o corpo, indo abocanhar meu pau. Fez tudo que sabia com a língua, com os dedos, com os lábios. E de vez em quando me olhava, o pau dentro da boca abafando as suas palavras, e me perguntava: “Ela chupava você assim?”. Eu, pra provocar, dizia que sim. E ela caprichava ainda mais.

Quase sem agüentar mais, coloquei-a de quatro e fui logo enfiando o meu pau. Ela estava muito excitada, e mexia sem parar. Eu metia com força, cada vez mais forte, assim como ela gemia cada vez mais alto. Peguei-a pelos cabelos, e com a outra mão apertei seus seios. Em pouco tempo gozamos os dois, juntos e bastante. Fiquei um pouco ainda com o pau dentro dela, e depois me deixei cair no tapete. Mas ela não tinha terminado. Colocou o meu pau na boca novamente, limpando-o. Com a boca com o gosto misturado da minha porra e do seu gozo, me beijou.

Fomos tomar banho juntos, e ensaboei todo o seu corpo delicioso. Claro que logo que comecei, fiquei excitado novamente. Minhas mãos deslizavam pela sua pele lisa, ainda mais escorregadia pela espuma do sabonete. Só nos seios demorei uma eternidade, que ela curtiu de olhos fechados. Depois desci uma mão pelas costas, e a outra pela barriga. Fui descendo até meus dedos se tocarem entre suas pernas. Forcei o dedo médio de uma mão na sua bunda, e o da outra enfiei na buceta. Passei a mexer os dois ao mesmo tempo, deixando-a louca de tesão. Ela arqueava as pernas, e tentava desviar o rosto dos jatos d’água do chuveiro. Com a boca entreaberta e o vapor do banheiro, reclamava de falta de ar, mas não queria que eu parasse de jeito nenhum. E assim ela gozou, segurando o meu pau com força, e praticamente apoiada nas minhas mãos. Ficamos um pouco quietos, ela recuperando o ar e a razão.

Fomos para o quarto, e com a toalha ela secou todo o meu corpo. Meu pau, que já estava amolecendo, ficou duro novamente. “Ele não cansa?”, ela me perguntou, antes de colocá-lo na boca. “Quem não cansa é tu.”, pensei. E ela não cansava mesmo. Depois de me chupar, pediu que eu deitasse na cama, e veio por cima de mim. Sentou no meu pau, e ficou me cavalgando por muito tempo. Nós dois já havíamos gozado, e pudemos prolongar ao máximo aquela foda. Ela subia e descia, rebola, trazia os seios até minha boca para serem chupados, levava-os à própria boca para lambê-los pra mim. Ela gozou assim, apertando o meu pau, apertando os seios, e logo em seguida gozei também.

Ficamos deitados lado a lado, em silêncio, ela sobre o meu braço e a mão no meu saco. Adormecemos.

Acordei com ela me chamando, dizendo que já eram seis da tarde. Já vestida com a mesma roupa de ginástica, sentada ao meu lado na cama. Com a mão direita ela alisava o meu pau. Me dizia que estava indo embora, mas não parava de mexer a mão. Mais uma vez os mamilos marcavam a roupa, e logo meu pau estava duro novamente. “Você não vai mesmo no jantar comigo?”, ela perguntou. Olhei aqueles seios, senti aquela mão indo e vindo no meu pau, e não disse nada. Fingi ainda estar meio adormecido, e ela carinhosamente me chamou novamente. E fez a mesma pergunta. Sorri pra ela, e falei: “Posso ir, mas com duas condições”. “Quais?”. “Que tu me faça gozar mais uma vez… E que vá sem sutiã!”. Ela olhou para os próprios seios por alguns segundos, e depois sorriu. “Acho que posso fazer isso…”, falou. E depois desceu e colocou meu pau na boca.

Até que o jantar nem foi tão chato…

Ai, ai, ai…

15 mar

Sabe quando você se transa, transa, transa, e parece que nunca tem fim? Dá cada vez mais e mais vontade, e você vai fazendo mais, diferente, para, recomeça? Pois é…

Passei a tarde toda de sábado assim:

Em breve, contaremos!

Fantasiando

9 mar

Ontem recebi uma pergunta no meu formspring, me pedindo detalhes da fantasia que falei aqui no blog que ainda não tinha realizado: transar com um negro. Respondi a verdade, que não existiam detalhes, apenas a vontade de um dia experimentar.

O dia passou, fiz mil coisas, fui pra casa, assisti ao BBB, e já na cama, sozinha, me peguei a pensar sobre o assunto. Fiquei pensando, imaginando…

Me vi em um metrô lotado (ainda que nunca ande de metrô), a caminho do trabalho. Um vestido soltinho, sandálias de salto alto e um decote discreto. Com uma das mãos segurando a bolsa e o note, a outra segurando uma das barras para não cair. O espaço, que já era apertado, desaparece na próxima estação. Há gente de todos os lados, praticamente espremidos dentro do vagão. O leve balanço de trem faz com que as pessoas se toquem, e logo sinto alguém encostado atrás de mim. Tento ir para frente, mas não há mais espaço. O pouco que consigo me mover, a pessoa atrás de mim se move junto, e agora não tenho mais como escapar. Espio de canto de olho, e vejo um negro alto, cabelos praticamente raspados, peito largo, bem vestido, olhando para o lado, sem me encarar. Começo a procurar um lugar para onde possa fugir daquele assédio.

Atrás de mim ele agora mexe o corpo, se encostando mais na minha bunda. Sinto aquele volume pressionando minhas nádegas, e escuto a sua respiração perto do meu ouvido. Mais uma vez tento me mexer, me curvando um pouco para frente, à procura de um lugar no vagão. Mas não há lugar, e o meu movimento praticamente o encaixou entre as minhas nádegas. Ele entendeu aquilo como um consentimento, e quando voltei o tronco para trás, ele sussurrou: “isso… agora vai começar a ficar bom!”. Que safado!

Atônita e sem saber o que fazer, sem ter como sair dali e não querendo fazer escândalo, comecei a sentir o seu pau endurecer atrás de mim, enquanto ele se movimentava lentamente e o roçava em mim. Sua respiração ficou mais ofegante em meu ouvido, e eu me perguntava se as pessoas em volta notavam a situação em que eu me encontrava. Olhei discretamente ao meu redor. Pareciam entretidos em suas próprias coisas, à exceção de um rapaz gordinho e cheio de espinhas, com fones de ouvido, que nos olhava sem disfarçar.

Como estava pressionada e não corria o risco de cair, e ainda indignada com a situação, baixei a mão que me segurava e na altura das minhas coxas, tentei empurrá-lo para trás. Quando ele sentiu a minha mão ali, não teve dúvidas: segurou meu pulso e perguntou no meu ouvido se eu queria “pegar nele um pouquinho”. Antes que eu pudesse dizer que não, colocou a minha mão entre os nossos corpos, entre o seu pau e a minha bunda. Meu Deus, era enorme!

Sabendo do dote que possuía e acostumado que devia estar de ostentá-lo, ele fez a minha mão correr por toda a extensão do seu pau, sobre a calça de tecido leve, e depois tirou-a dali. Me segurei novamente no trem, ainda impressionada com o tamanho, e ele, agora mais confiante, perguntou ao meu ouvido: “gostou?”. Não respondi.

Senti sua mão espalmando minhas coxas, e subindo áspera sob meu vestido. Virei bruscamente a cabeça para trás, e ele parou o movimento, mas não tirou a mão. “Para”, falei baixinho. “Não gosta?”, ele devolveu, os lábios quase roçando a minha orelha. “Não é isso…”, comecei a falar e parei. Onde estava com a cabeça? Me explicando para aquele homem que praticamente abusava de mim dentro do metrô? Virei o rosto para frente novamente, não sem antes ver um pequeno sorriso nos seus lábios.

Alguns segundos depois senti a sua mão escorregando até a minha bunda, entre nossos corpos. Novamente tentei me mexer, e mais uma vez acabei facilitando seu movimento. Os dedos tocaram minha calcinha pequena, e acompanharam ela até o meio das minhas pernas. Ele foi um pouco para o lado, agora roçando o pau na minha nádega direita. Com facilidade e uma habilidade provavelmente adquirida após muito fazer isso no metrô, ele afastou a minha calcinha e tocou meus grandes lábios. “Uhmm… Gosto de raspadinhas…”, ele sussurrou na minha orelha, e foi movimentando os dedos. Instintivamente abri um pouco as pernas, e senti a minha umidade. Ele também sentiu, e falou: “Raspadinha e meladinha… delícia!”. Eu não acreditava que estava me entregando daquela maneira a um desconhecido.

Ele forçou um dedo para dentro de mim, e senti meus mamilos enrijecendo, marcando o tecido do meu vestido. Olhei para eles e depois para o rapaz dos fones de ouvido que, com a boca aberta, não acreditava no que estava vendo. O dedo era grosso e áspero, e entrava mais fundo na minha buceta, e eu pensava que se o dedo dele era assim, imagina o pau!

Minha estação passou, e eu não quis descer. Meu mel escorria entre as pernas, e aquele pau enorme apertava a minha bunda. Mas o vagão começou a esvaziar, e não podíamos mais ficar colados daquele jeito. Foi quando liberaram dois lugares no banco duplo à nossa frente, e ele sentou-se na janela e eu no corredor. Nessa hora pude olhar melhor pra ele. Era um negro bonito, mas evitava olhar nos meus olhos. Trazia uma mochila que, ao sentar tirara das costas e agora levava no colo, provavelmente para disfarçar a ereção. Coloquei minhas coisas no colo também e, para surpresa dele, enfiei a minha mão sob a mochila, até pegar no seu pau. Mexi nele sobre as calças, sentindo o seu contorno, a sua extensão. A próxima estação era a do Centro, e meio sem jeito ele me perguntou: “desce comigo?”. Sem nem pensar, concordei.

Ainda com a mochila em frente ao corpo, ele levantou e nos encaminhamos à porta. Ao meu lado surgiu o rapaz dos fones de ouvido, que me perguntou meio sem jeito: “amanhã posso ir atrás de você?”. Sorri e balancei afirmativamente a cabeça.

O negro me pegou pela mão e saímos da estação. Ele guiava o caminho, e eu apenas o seguia. Duas quadras dali entramos em um hotelzinho fuleiro. Ele pediu um quarto ao atendente, e subimos um lance de escadas. Quando passamos pela porta, ele praticamente me jogou na parede. Arrancou meu vestido pelo pescoço, e passou a beijar o meu pescoço. Colou a sua boca na minha, e enfiou a língua, em busca da minha. Suas mãos grandes apertaram meus seios, beliscaram meus mamilos, que logo depois ele abocanhou. Eu segurava sua cabeça, doida pra que ele tirasse as calças e eu pudesse ver o seu pau. Ele foi beijando e mordiscando a minha barriga, e de repente me virou com o rosto contra a parede. Mordeu a minha bunda, arrancou a minha calcinha, e, abrindo as minhas nádegas com as mãos, enfiou a língua no meu cu. Eu me contorcia e arranhava a parede de tesão.

Me pegou no colo e me jogou na cama, e começou a tirar a sua roupa. Fiz menção de tirar as sandálias, mas ele não deixou. “Fica de salto alto, igual a filme de putaria. Tu tem cara de quem faz filme de putaria.”. Não sei se aquilo era um elogio, mas eu gostei. Ele tirou a camisa, exibindo um tórax perfeito, músculos definidos e sem pelos. Tirou os sapatos, as meias, e finalmente baixou as calças. Estava sem cuecas. Aquele pau preto, imenso, apontava para mim, como que me convidando ao prazer. Orgulhoso do que tinha, ele permaneceu parado à minha frente, desafiando-me a dar o próximo passo. Não tive dúvidas. Sentei-me à beira da cama, e tomei-lhe nas mãos. Minhas duas mãos juntas não o cobriam por inteiro. Coloquei a cabeça na boca e pus-me a chupar. Tinha dificuldade, devido ao tamanho e a grossura. Tentava enfiar o máximo que podia na boca, até quase engasgar. Depois brincava com a língua na cabeça, enquanto massageava seu saco depilado.

Ele me chamava de puta, dizia que eu era só mais uma que ele pegava no metrô. E eu pensava que queria pegar mais daqueles. Imaginava aquele pau negro despejando porra branca em todo o meu corpo, um contraste delicioso. Ele batia o pau no meu rosto, e perguntava se eu agüentaria aquilo tudo no cu. Eu dizia que sim, que queria ele todo dentro de mim. Ele me mandava ficar parada, com a língua de fora, e fazia seu pau mexer sozinho, batendo a cabeça dele na minha boca. O pau pulsava como se tivesse vida própria.

Sem agüentarmos mais, ele veio sobre mim. Abriu bem as minhas pernas e posicionou o pau na entrada da minha buceta. Foi empurrando para dentro devagar, e a sensação que eu tinha era de perder o ar, de dor, de tesão. Entrou tudo, e ele começou a estocar. Enfiava e tirava com força, me rasgando, me fazendo delirar. Eu baixava os olhos para ver aquilo tudo sumindo dentro de mim, para ver o contraste daquele mastro negro com a minha pele branca, com a minha buceta rosada. Cravei minhas unhas nas suas costas e gozei, aos berros e sentindo meu corpo inteiro tremer.

Ele saiu de dentro de mim e ficou em pé sobre a cama, um pé de cada lado do meu corpo. Começou a masturbar seu pau imenso, me perguntando se eu queria leite. Eu gemia e dizia que sim, que queria tomar banho com a sua porra. E assim ele gozou, espirrando sua porra quente e grossa por todo o meu corpo, do jeito que eu havia imaginado.

E assim eu gozei sozinha, no meu quarto escuro, com meus dedos dentro de mim, fantasiando essa improvável situação. Ou não será tão improvável assim?