Arquivo | fevereiro, 2010

Troca de casais – Parte II

26 fev

Leia a primeira parte clicando aqui!

A língua do Marcelo brincava nos biquinhos durinhos dos seios da Patrícia, que com a cabeça jogada para trás, passara a gemer de tesão. Ele segurava os seios com as duas mãos, e deslizava a boca de um para o outro, enquanto eu e o Ricardo olhávamos a cena extasiados. Eu, totalmente nua e já excitada com tudo que estava acontecendo naquela noite, liberei o pau do Ricardo da cueca, e passei a masturbá-lo, sem tirar os olhos do que o outro casal fazia.

A Patrícia ficou em pé, e o Marcelo deslizou sua calcinha pelas coxas, devagar e olhando nos meus olhos, até deixá-la no chão. Virou-a de costas pra ele e de frente para nós, e correu a língua nas costas dela, até chegar na bunda, que ele mordiscou enquanto ela olhava para o pau do Ricardo sendo masturbado por mim. Depois ele fez com que ela sentasse no sofá, na beirada, com as pernas bem abertas, exibindo para nós sua vagina rosada e com os pelos bem aparados, antes de colocar-se entre as pernas dela e começar a lambê-la. Ela gemia alto, por vezes de olhos fechados e em outras olhando a nossa cena de masturbação. Sem agüentar mais, esticou a mão e fez um sinal, pedindo que nos aproximássemos.

Chegamos perto e, sem titubear, ela levou a mão até o pau do Ricardo. Mudou a posição do corpo, ficando mais de lado, e sem parar de ser chupada, colocou-o na boca. Beijei a boca do Ricardo, roçando meus mamilos intumescidos em seu braço, quando senti uma mão subindo pelas minhas pernas, procurando a parte interna das minhas coxas. Era o Marcelo, que sem parar de chupar a Patrícia, agora tocava com a ponta dos dedos a minha buceta melada. Abri um pouco as pernas, para facilitar o seu trabalho.

Ele deslizou os dedos pelos grandes lábios, e depois penetrou o dedo médio devagar. Mexeu-o um pouco dentro de mim, e depois o tirou, molhado pelo meu tesão, e ofereceu-o à Patrícia, que parando de chupar o Ricardo por alguns segundos, provou o gosto da minha buceta nos dedos do Marcelo. Ela sorriu para mim, disse algo como “que gostoso”, e voltou ao pau do Ricardo, que agora acariciava meus seios.

O Marcelo saiu do meio das pernas da Patrícia, e ficou em pé atrás de mim. Encostou o corpo ao meu, e senti seu pau duro ainda sob a cueca. Beijou e mordeu a minha nuca, meus ombros, e me levando um pouco mais para o lado, foi descendo a língua pelas minhas costas, me curvando para a frente. Levei as mãos ao encosto do sofá, e ele fez com que eu ficasse de joelhos sobre o assento. Com as pernas ligeiramente abertas, ele continuou descendo a língua, passando levemente pelo meu cu, até chegar na buceta. Eu, praticamente de quatro no sofá, tinha a língua dele entrando e saindo de dentro de mim, enquanto a poucos centímetros do meu rosto via a Patrícia lambendo com gosto a cabeça do pau do Ricardo.

O Marcelo agora lambia a minha bunda, enquanto me masturbava com os dedos. Ele sabia bem como fazê-lo, me fazendo delirar de tesão, e se eu não tomasse uma atitude o quanto antes, logo iria gozar. Com muito custo livrei-me dos seus dedos e da sua boca, e virando-me de frente para ele, baixei a sua cueca. Fiz com que ele sentasse no sofá, e de joelhos no chão, passei a chupá-lo e a massagear o seu saco.

A Patrícia levantou-se e subiu as escadas, e o Ricardo sentou ao lado do Marcelo no sofá. Estiquei o braço e passei a masturbá-lo, enquanto chupava o pau do dono da casa. Ela voltou e jogou sobre o sofá algumas camisinhas, e logo postou-se ao meu lado no chão, no meio das pernas do Ricardo, e voltou a chupá-lo. Perguntei a ela, com a maior cara de safada: “me ensina como ele gosta de ser chupado?”, e ela momentaneamente parando de tocar meu namorado, debruçou-se sobre as pernas dos dois e chupou o marido dela. Fiquei olhando, cheia de tesão, como ele fazia, e enquanto ela descia a língua pela base do pau, abocanhei a cabeça. Passamos a chupá-lo juntas, fazendo-o arfar de prazer. Nossas línguas se tocaram, e demos um beijo a três: eu, ela e o pau do Marcelo.

“Agora me diz como ele gosta…”, ela ronronou, virando-se para o Ricardo. E lá fomos nós duas para o pau dele. Enquanto eu chupava o saco, ela dava voltas com a língua na glande. Alternávamos as posições e nos beijávamos, deixando os dois homens loucos de tesão. Ela desceu a língua até meus seios, e lambeu-os com carinho, por vezes chupando com desejo, e eu não me controlava mais. Meu prazer escorria pelas minhas coxas, enquanto meus dedos tateavam entre as coxas dela. Toquei de leve seu clitóris, e ela gemeu baixinho. Escorreguei um dedo para dentro, sentindo-a quente e molhada. Os dois homens, extasiados, se masturbavam nos olhando.

Ela me deitou sobre o tapete, e sua língua tocou a minha buceta. Um toque totalmente diferente do que havia recebido do Marcelo, mais suave, mas igualmente delicioso. Ficou me lambendo em movimentos circulares, enquanto eu me contorcia do chão. Pedi que ela viesse sobre mim, e começamos um 69 delicioso. A sua vagina tinha um gosto bom, e assim como eu, escorria de tesão. Seu clitóris durinho recebia a minha língua para cima e para baixo, fazendo-a rebolar sobre meu rosto. Ou a gente parava com aquilo, ou mandávamos os dois rapazes para a piscina e nos divertíamos sozinhas. Era muito bom!

Com muito custo conseguimos nos separar, ainda que momentaneamente, e voltamos nossa atenção para os dois. A Patrícia pegou uma camisinha para cada uma de nós, e pude me exibir colocando-as nos dois, com a boca. O Marcelo não acreditava que aquilo estava acontecendo, e exigiu que eu ensinasse a sua esposa. rsrsrs Mas agora não iria ensinar nada, estava era louca de vontade de tê-lo dentro de mim. Subi no sofá, sobre ele, segurei o seu pau pela base e larguei meu corpo, entrando tudo de uma só vez, me abrindo, me alargando, dando aquela dorzinha gostosa que logo vira prazer. Ele gemeu, surpreso, e me puxando para si, beijou a minha boca e meus seios. Passei a subir, quase tirando todo o pau dele de dentro de mim, e a descer, sentindo seu saco batendo na minha bunda. Com os pés sobre o sofá, sem me segurar em nada, rebolava na cabeça do seu pau, e depois enfiava-o até o fundo. Ele apertava meus seios, me segurava pelos quadris, tentando ritmar meus movimentos, mas eu fazia o que queria. Sobre ele, tinha o controle da nossa trepada.

A poucos metros de nós, a Patrícia estava de quatro em um poltrona, enquanto o Ricardo estocava o pau na sua buceta. Ele metia forte, e ela pedia mais. O Marcelo olhava pra eles, olhava pra mim, e pedia que eu diminuísse o ritmo, pois não agüentaria de tanto tesão. O Ricardo agora puxava-a pelos cabelos, enquanto ela dizia coisas como: “me fode”, “mete tudo”, “me rasga”… Ela gostava do babado! rsrsrs

Eu diminuí o ritmo a pedidos do Marcelo, que desviava o olhar extasiado entre o pau dele entrando dentro de mim e a sua esposa tendo o pedido de levar tapas na bunda atendido pelo meu namorado. Ela rebolava a cada tapa, e pedia mais, dizia que era uma cadela que gostava de apanhar, que assim iria gozar, e então desmanchou-se em um gozo longo, tremendo sobre a poltrona, com a bunda arrebitada, até deixar o corpo cair. O Marcelo avisou que não estava agüentando mais, e rapidamente saí de cima dele. Pedi que ficasse de pé, e me ajoelhei no chão. Chamei o Ricardo, arranquei a camisinha dos dois, e passei a chupá-los alternadamente. Chupava um e punhetava o outro, e então pedi que os dois gozassem sem cima de mim.

O Marcelo gozou primeiro, despejando a sua porra quente e grossa sobre os meus seios, ombros, barriga… Depois foi a vez do Ricardo, que gozou no meu rosto, fazendo escorrer pelo meu queixo, indo misturar-se com a porra do outro. Olhando a cena, ainda amolecida pelo gozo, a Patrícia deslizou para o chão e veio engatinhando até onde eu estava. Lambeu meus seios, cheios de porra dos dois homens, subiu a língua pelo meus pescoço, lambeu meu rosto, me pegou pela mão e disse: “vem, vamos tomar um banho…”.

Depois do nosso delicioso banho juntas, nos despedimos. A noite havia sido ótima, mas já estava tarde. Entramos no carro, não sem antes combinarmos de nos vermos outras vezes, e fomos para casa. Era o fim das nossas férias, e acho que fechamos com chave de ouro, não?

Troca de casais – Parte I

24 fev

É curioso como as coisas acabam acontecendo. Você se programa, sai de casa com a cabeça pronta para o que deseja que aconteça, vai a uma casa de swing, e nada acontece como você planejou. A noite não está boa, as pessoas não te agradam, não rola química. E nada acontece, só aquela frustração. Quantas vezes isso já aconteceu com todos nós, né?

E às vezes quando você menos espera, acontece de tudo. Sem programação, tudo na maior surpresa e comandado apenas pelo tesão. Eu gosto assim. E foi assim que aconteceu na praia, nesse final de semana.

Uns amigos nos convidaram para uma festa à beira da piscina, em um condomínio à beira mar. Pessoal animado, champanhe, um DJ tocando boa música, tudo ótimo e muito divertido. Logo nos enturmamos e conversávamos com todos à nossa volta. O casal anfitrião, os nossos amigos, não mediam esforços para deixar todos à vontade.

Nos acabamos dançando, e foi na pista de dança que conhecemos a Patrícia e o Marcelo. Dançando conosco e dividindo petiscos e taças de champanhe, nos divertíamos os quatro juntos. Os dois formavam um casal muito bonito e animado, trocavam carinhos e insinuações enquanto dançavam, sem perder a elegância, me levando a, como sempre faço, imaginá-los em ação. Gostei do que imaginei. rsrsrs

Não sei se por causa da minha imaginação, ou se por causa das taças a mais de champanhe, mas passei a olhá-los com mais interesse. Interesse esse que foi notado por eles e pelo Ricardo, que divertido, me olhava com um sorriso sacana no rosto. Então o DJ anunciou uma marchinha de carnaval, e sob o olhar dos dois homens, eu e a Patrícia nos esbaldamos na pista. Logo emendou um tema de escola de samba, e nós duas sambávamos alegremente, uma olhando nos olhos da outra, um olhar que demonstrava desejo e cumplicidade. De minha parte, desejo não nela, mas desejo de sacanagem. rsrsrs

Fomos juntas ao banheiro, e enquanto retocávamos o batom, ela disse que tinha adorado nos conhecer, que estava se divertindo muito. Eu agradeci e disse que também estava me divertindo, e que os dois eram muito animados e bonitos, um belo casal. Ela fez uma carinha sacana, e disse: “à disposição”. Eu sorri, como se tivesse levado na brincadeira, e ela, agora através do espelho, reiterou: “dos dois”. Piscou pra mim e disse que me esperaria na porta do banheiro. Gostei. Gosto de gente ousada.

Sentamos os quatro em uma mesa, à beira da piscina, e ficamos bebendo e conversando. Logo algumas pessoas pularam na água, e o Marcelo perguntou se não iríamos também. Respondi que estávamos sem roupa de banho, e ele prontamente respondeu que poderiam nos emprestar, já que a casa deles era também naquele condomínio, e que meu corpo e o da Patrícia eram parecidos. E a Patrícia, olhando pro Ricardo, emendou: “ou podemos ir lá pra casa, na nossa piscina, e não precisaremos de roupa de banho”. O Ricardo respondeu na hora que era uma boa idéia. E perguntou: “e tem champanhe?”, ela respondeu que sim. E, brincando perguntou pro Marcelo: “e não tem música de carnaval?”, ele respondeu que não, e o Ricardo levantou a taça e bradou: “então vamos!”. E os dois caíram na risada. Já ouvi dizer que homem só gosta de carnaval quando está solteiro, mas enfim…

Nos despedimos, os dois casais separadamente, dos nossos anfitriões, e seguimos o Marcelo e a Patrícia até a casa deles.

* * * *

Era uma casa belíssima, o andar de baixo era uma grande sala, com mesa de sinuca, cozinha americana, e ao fundo grandes portas de vidro levavam à piscina. Enquanto a Patrícia buscava a bebida e as taças, o Marcelo escolhia um som para escutarmos. Como sei que o Ricardo adora sinuca e seria meio estranho nós quatro arrancarmos a roupa e pularmos na piscina, fui até a mesa e lancei o desafio: “que tal um strip bilhar?”. A Patrícia, que vinha em minha direção com a champanhe e as taças na mão, se mostrou animada: “Eu aceito! Mas já aviso que não sei jogar direito, e serei a primeira a ficar nua!”, ela falou, rindo.

Inventamos umas regras malucas, onde os homens deixavam a bola quase na caçapa para nós, e quem errasse ia tirando a roupa. Dito e feito, em menos de 5 minutos a Patrícia estava apenas de lingerie. Uma calcinha minúscula se perdia em um belo bumbum, que ela se esforçava para exibir a todos nós. Os seios pareciam querer fugir do sutiã, atraindo olhares voluptosos do Ricardo. O Marcelo errou a jogada seguinte e tirou a camisa, exibindo também um belo corpo. A minha situação era um pouco mais complicada, pois estava apenas com um vestido, sem nada por baixo. Me esforçava para não errar.

O Ricardo errou e também tirou a camisa, exibindo um pedaço do corpo e várias tatuagens. A Patrícia chegou perto e passou a ponta dos dedos em algumas delas, elogiando-as. Percebi que o toque dela acendeu ainda mais o Ricardo, que ficou se segurando para não agarrá-la ali. Na rodada seguinte eu errei, e não tive escapatória. Ao som da música fui levantando o vestido devagar, rebolando de leve, sensualmente. O Ricardo já sabia, mas acho que a Patrícia e o Marcelo esperavam que eu tivesse ao menos de calcinha por baixo. Fiquei totalmente nua, ao som dos aplausos dos três. Notei que o Marcelo não tirava os olhos do meu corpo, e resolvi me exibir um pouco. Mesmo não sendo a minha vez, peguei o taco e debrucei-me sobre a mesa, mirando uma bola na caçapa. Me deixaram mirar, mas não me deixaram jogar. Safados! rsrsrs

Mais uma champanhe aberta, e os dois homens já estavam apenas de cuecas. A danada da Patrícia aprendera a jogar, e continuava desfilando ao redor da mesa apenas de lingerie. Entre uma tacada e outra o Ricardo me beijava, roçando o corpo no meu. O outro casal fazia o mesmo, e o tesão tomava conta do ambiente. Sentia o pau do Ricardo endurecendo sob a cueca, e olhava o volume crescendo também sob a cueca do Marcelo. Mas a Patrícia errou a jogada seguinte, e deu de presente aos dois rapazes um belo espetáculo enquanto tirava o sutiã. Soltou-o atrás, mas não deixou cair. Veio dançando sensualmente, e virando de costas para o Ricardo, deslizou o corpo no dele até o chão. Depois virou-se de frente e pediu que ele, com os dentes, segurasse a alça direita do sutiã. Inclinou o corpo para trás, e segurando o bojo esquerdo, liberou o seio direito. Cobriu-o com a mão, e foi até o Marcelo. Fez o mesmo movimento com o corpo no Marcelo, e deixou o sutiã na sua boca, preso pela alça esquerda. Cheio de tesão, ele puxou-a para si e o jogo acabou. Ele se jogou no sofá e fez com que ela sentasse no seu colo, de frente para ele, e abocanhou os seus seios. Eu cheguei mais perto do Ricardo para assistirmos coladinhos aquela demonstração de tesão…

CONTINUA…

Recompensa

10 fev

Ontem dormi na casa do Ricardo. Fomos ao cinema, depois um jantar leve, e lá pela meia noite estávamos na casa dele. Eu tinha passado um dia estressante no trabalho, e estava realmente muito cansada. Tão logo entramos na sala, ele me pegou no colo e delicadamente me colocou na poltrona. Pegou uma taça de vinho gelado para mim, e disse que me faria relaxar. Argumentei que estava cansada e sem forças para nada, e ele me disse que não havia problema. Bastaria aproveitar e relaxar. Beijou a minha boca, meu pescoço e tocou de leve com a língua nos meus seios. Fiquei excitada na hora, e tentei puxá-lo para mim, mas ele afastou as minhas mãos e reiterou: “bebe o teu vinho e relaxa”. Tá bom…

Beijou minhas pernas, acariciando-as e me provocando arrepios. Tirou lentamente a minha calcinha, colocou minhas pernas sobre os ombros e levou a boca à minha buceta. Passou a lambê-la de leve, correndo a língua de cima para baixo, me deixando molhada da sua saliva e do meu prazer. Já acesa, pedi que fossemos para o quarto. Ele nem me deu bola. Com calma e carinho, continuou me lambendo e me chupando. Eu já desejava mais, mas ele estava determinado a fazer as coisas do jeito dele.

Não sei quanto tempo durou, mas foi uma eternidade. Meu prazer só aumentava, e o orgasmo ia e vinha, mas me conhecendo como ele me conhece, sabia parar ou diminuir o ritmo na hora certa. Soltei meu corpo e me deixei levar. As carícias eram ao mesmo tempo excitantes e relaxantes, talvez pela calma e ritmo que ele as fazia.

Bastante tempo depois eu gozei, um orgasmo demorado, contínuo, que me fez tremer dos pés à cabeça. E cansada que estava, não me lembro mais de muita coisa… Só dele me levando pro quarto, no colo, e me colocando na cama. Um torpor de prazer e cansaço me levou ao sono profundo.

Hoje de manhã acordei cedo, mais cedo que o comum, e bem disposta. Levantei, tomei um belo banho, e voltei para o quarto a fim de acordá-lo. Os lençóis haviam caído, e ele estava nu, de barriga pra cima na cama, ainda dormindo. Era a hora de recompensá-lo.

Com as pernas entreabertas, seu pau em “meia bomba” caía sobre o saco. Ajoelhei-me na cama com cuidado, para não acordá-lo, e comecei a lambê-lo. Deslizava minha língua em toda a sua extensão, detendo-me na cabeça. Senti-o ir endurecendo, até ficar totalmente ereto.

Deslizei-o para dentro da minha boca, e quando olhei para cima, vi que ele me olhava incrédulo, com aquela cara de quem está acordando e não sabe o que está acontecendo. Mesmo com o pau dentro da boca, sorri. Segurei-o na base, a ponta dos dedos tocando as bolas, e continuei chupando. Ele passou a se contorcer e gemer, e eu continuei até que ele gozasse na minha boca.

Satisfeita, engoli tudinho. Tinha o gosto da recompensa. Depois da noite passada, ele merecia, e muito.

Emendando a happy hour

2 fev

Fazia tempo que eu não encontrava com o meu amigo. Ele tinha começado a namorar, e nosso relacionamento dera uma esfriada.

Mas semana passada saí pra tomar um chopp com o pessoal do trabalho, numa vã tentativa de me livrar do calor absurdo que faz nessa cidade. Começava a escurecer, e o movimento crescia cada vez mais. Nas mesas em volta o clima já era de paquera total. Os rapazes já com os nós das gravatas afrouxados, as meninas já acesas e mexendo e remexendo nos cabelos. Sentados em uma mesa na calçada, tínhamos uma ampla visão do bar, e de quem chegava e saía.

Foi assim que o vi. Ele e mais um amigo pararam em frente ao bar, procurando uma mesa vaga. Fiquei petrificada. Bronzeado ele era ainda mais bonito. Os braços fortes pareciam querer fugir de dentro das mangas da camisa. E a doce lembrança das nossas transas fizeram percorrer uma descarga de prazer no meu corpo. Ele percorreu com os olhos as mesas, e seu olhar parou no meu. Abriu um sorriso lindo, demonstrando satisfação em me encontrar, e veio caminhando até onde eu estava. Me deu um abraço forte, um beijo em cada bochecha e me disse que estava muito feliz em me ver, que sentiu saudade. Eu respondi que também estava feliz em reencontrá-lo, e convidei-os a sentar à mesa conosco.

Logo os dois estavam enturmados, rindo e conversando sobre os mais diversos assuntos. O amigo dele mandou baixar duas garrafas de champanhe, que em poucos minutos foram esvaziadas. Uma colega me chamou pra ir ao banheiro, e logo quis saber com qual dos dois ela poderia ficar. Eu desconversei, dei risada, e disse que com qualquer um deles. Ela me olhou bem séria, os olhos já avermelhados pela bebida, e falou: “fico com o outro, pois o seu amigo está vidrado em ti”. Pensei, mas não falei: “ah, se você soubesse…”! rsrsrsrs

E, de fato, quando voltamos, ela passou a investir no amigo dele. O tempo passava, o resto do pessoal começou a ir embora, e mais duas garrafas de champanhe depois, sobramos apenas os quatro na mesa. Quando olhei no relógio, passava das onze. Disse que precisava ir embora, e meu amigo prontificou-se a me levar até meu carro. Deixamos minha colega e o amigo dele lá, e saímos caminhando sob as árvores, até o estacionamento. Caminhando lado a lado, nossas mãos se tocaram, e ao sentir sua pele junto à minha, fui atacada por outra daquelas descargas de prazer. Ele segurou a minha mão, me puxou para si e me beijou. Meu corpo de encontro ao dele, seus braços fortes me envolvendo e a sua língua macia e doce percorrendo meus lábios, meus dentes e depois se entrelaçando à minha foi demais pra mim. Novamente ele podia fazer de mim o que quisesse.

Entre beijos e amassos enfim chegamos ao estacionamento, mas meu carro ficou lá. Entramos no carro dele e saímos em direção à sua casa. Ele me falava que sentia muita falta de transar comigo, e de como pensara em mim durante o tempo em que paramos de nos ver. Disse que terminara o namoro, mas que não se sentiu à vontade de me ligar, afinal nosso afastamento havia se dado por causa dele. Eu subi a mão pela sua coxa direita, e mandei que ele calasse a boca e curtisse o momento. Abri o zíper da calça dele e livrei seu pau da cueca. Passei a masturbá-lo devagar, sentindo-o crescer e endurecer ao meu toque.

Disse pra ele dirigir devagar e aproveitar o momento. Enquanto a Amy Winehouse cantava Black to Black no som do carro, os vidros escuros não deixavam as pessoas dos outros carros verem o que acontecia ali dentro. Ele andava à vinte por hora, enquanto minha mão subia e descia no seu pau, às vezes apertando-o com mais força, de baixo pra cima, às vezes apenas deslizando suavemente.

Ele estacionou o carro e nos recompomos. Mas sou forçada a admitir que não queria largar do seu pau. Conseguimos nos comportar no elevador, mas ao entrarmos em seu apartamento já nos agarramos novamente. Suas mãos grandes e fortes deslizavam pelo meu corpo, tentando entrar sob o meu vestido. Encontrou minha calcinha, e rapidamente fez com que ela deslizasse pelas minhas pernas. Me jogou sobre o sofá, veio sobre mim, me beijando e bolinando, e foi escorregando o corpo até o chão. Abriu as minhas pernas e foi beijando as minhas coxas, subindo de encontro à minha virilha. Eu abri mais as pernas, sedenta por sentir seu hálito quente na minha vagina.

Ele correu os dedos pelo meu púbis, descendo, e abriu meus grandes lábios. Tocou com a ponta da língua, de baixo pra cima, da entrada da minha buceta até o meu clitóris. Envolve-o com os lábios enquanto mexia a ponta da língua, deixando-o ainda mais intumescido. Passei a gemer de prazer, me abrindo o máximo que podia, desejando-o dentro de mim. Sua língua não parava um minuto, ora no clitóris, ora entrando fundo dentro de mim, me deixando sem ar, suspensa no espaço. Com uma mão eu afagava seus cabelos, por vezes forçando-o de encontro a mim, e com a outra eu tocava meus seios. Senti que o gozo se aproximava, e não tive força para detê-lo. Beliscando e torcendo meu mamilo e com a sua língua diabólica a me dar prazer, gozei arreganhada e gritando de tesão.

Ele veio sobre mim, sorrindo satisfeito, e beijou a minha boca, dividindo comigo o meu gosto e o meu gozo. Depois me pegou no colo e me levou ao seu quarto. Tirou o meu vestido e livrou-se das suas roupas. Deitou-me com cuidado na cama e ficou me olhando. Eu, ainda entorpecida pelo orgasmo que acabara de ter, mal conseguia me mexer. Em pé, à minha frente, ele passou a se masturbar. Um showzinho particular pra mim. Mexia no pau, detia-se na glande, vermelha e cabeçuda, me dizendo que logo estaria dentro de mim. Colocou um pé sobre a cama, e com uma mão segurava o saco, enquanto a outra punhetava aquele pau enorme. Pedi que ele colocasse na minha boca, mas ele negou. Disse que talvez mais tarde. Que agora queria o que só podia fazer comigo. Passou a lamber os dedos e umedecer o pau, e eu entendi o que ele queria.

Ele abriu a gaveta do criado mudo e me entregou um tubo de lubrificante. Coloquei nos dedos e passei na minha bunda. Ele ali na frente, se masturbando e dizendo como queria foder minha bunda, e eu já enfiando um dedo lubrificado para recebê-lo. Ele dizendo que só podia fazer isso comigo, pois só eu sabia como dar o cu pra ele, e eu enfiando o segundo dedo e desejando aquele caralho todo dentro de mim.

Ele colocou uma camisinha, subiu na cama, posicionou-se atrás de mim e eu mesma fiz questão de guiá-lo. Abri bem as pernas, peguei seu pau duríssimo e coloquei na entrada da minha bunda. Puxei-o de encontro a mim, e abafei um grito de dor quando a cabeça entrou. Ele esperou pacenciosamente que eu me acostumasse, e eu me empurrei pra trás, fazendo com que ele entrasse todo, a dor se transformando em prazer.

Ele entrava e saía, eu gemia e pedia mais. Seu suor pingava nas minhas costas, e eu sentia meu prazer escorrendo da buceta pelas coxas. Desci a mão e passei a me tocar, enquanto ele avisava que não agüentaria por muito mais tempo. Gozamos juntos, ele com o pau cravado na minha bunda, e eu com três dedos dentro da vagina.

Ficamos deitados na cama, sem dizer muita coisa, ambos felizes com aquele reencontro. Mais tarde voltamos ao estacionamento para que eu buscasse meu carro e fosse pra casa. Ele, cavalheiro e cuidadoso, me acompanhou em seu carro até que eu entrasse em casa. Não marcamos um novo encontro, mas eu tenho certeza que acontecerá.

No dia seguinte, no trabalho, recebo pelo Messenger uma mensagem da minha colega:

“Que noite, hein?”

Respondi com um sorriso, e disse que havia ido pra casa.

Ela respondeu:

“A pé? Seu carro estava na garagem quando saí com aquele gato!”

Putz! Nem tinha pensado nisso!

Esperei um tempinho e de repente meu status no Messenger ficou: “Em reunião”.

rsrsrsrsrs