Arquivo | janeiro, 2010

E-mail recebido

7 jan

Gente, que felicidade! Recebemos esse e-mail e (com a devida autorização) queremos dividir com vocês.

É muito bom saber que de alguma forma podemos ajudar a vida sexual de quem nos lê!

Jonas e Miriam, agradecemos muito o carinho! Desejamos que vocês sejam muito felizes e que a vida sexual de vocês seja cada vez mais maravilhosa!

Segue o e-mail:

Nathalia e Ricardo,

É impressionante que, mesmo sem conhecê-los pessoalmente, parece que somos velhos amigos. Mas primeiramente deixem-me me apresentar: me chamo Jonas, tenho 45 anos e sou casado com Miriam, de 42. Há praticamente 6 meses atrás conheci o blog de vocês, ou melhor, a Miriam conheceu. Somos casados há 21 anos, e nossa vida sexual, nos últimos 10 anos praticamente inexistiu. Nossas transas de diárias passaram a semanais, depois mensais, e depois nem sei. Talvez trimestrais ou quadrimestrais. O furor da paixão se foi e as responsabilidades do dia a dia nos transformaram em amigos, ou nem isso. Viramos praticamente colegas de apartamento.

À noite ela assistia novela em uma televisão, e eu via programas esportivos em outra. E depois dormíamos, cada um virado para um lado. Uma ou duas vezes recorri a profissionais para fazer sexo, mas também não foi nada de espetacular. Creio que a nossa vida seguiu a linha de grande parte dos casais.

Uma noite ela me procurou, como há tempos não fazia. Baixou a calça do meu pijama e chupou meu pau como na época em que nos conhecemos. Depois subiu sobre mim, já molhada e excitada, e em poucos minutos os dois gozamos em êxtase. Sem entender bem o que houve, perguntei a ela o que tinha acontecido. Ela me respondeu que lera um relato excitante, e que ficara excitada. Não dei muita bola, e como a maioria dos homens, dormi logo em seguida.

Na noite seguinte novamente ela quis transar. Eu aproveitei, claro, e depois perguntei se havia lido outro relato. Ela então me contou sobre o blog de vocês, e dessa vez não peguei no sono. Fomos juntos até o computador, e devoramos vários textos. E quando voltamos para o quarto, transamos de novo. Duas transas em uma noite, isso era algo praticamente inédito.

Desse dia em diante, vocês passaram a fazer parte da nossa vida. Fomos lendo os relatos um a um, e ficando um pouco mais ousados. Passamos a fantasiar algumas experiências vividas por vocês. Em algumas noites eu era o Ricardo, em outras ela era a Nathalia. Passamos a conversar sobre sexo, a nos excitar durante o dia com mensagens no celular, e a esperar ansiosamente por novos relatos de vocês.

Morrendo de vergonha, entrei pela primeira vez em um sex shop, atrás da tal borboleta que a Nathalia relata em um dos primeiros textos. Sem se mostrar, a Miriam gozou em frente ao computador, vendo um rapaz se masturbando na web cam. E está criando coragem para se mostrar. Aquele relato do sexo por telefone também copiamos, e o mesmo rapaz da internet se masturbou junto com ela via Embratel.

Outro dia tivemos uma transa deliciosa. Com o quarto todo escuro, ela falou ao meu ouvido: imagina que é a Nathalia aqui com você. E eu imaginei. E como imaginei. Imaginei a Nathalia rebolando daquele jeito que você diz que faz, que ensinou a puta a fazer. O toque da Miriam no meu pau me fazia delirar, pois imaginava que era a Nathalia. Trouxe a Miriam sobre mim, e chupei-a como vocês descreveram em um relato. Senti o gozo dela na minha boca.

Ela também já fantasiou que eu era o Ricardo, fodendo-a com força, de quatro, mandando que ela rebolasse. Havíamos feito sexo anal apenas uma vez, mas nesse dia ela pediu que eu a penetrasse na bunda, pois sabe que o Ricardo gosta de sexo anal. E agora ele pede que eu goze nos seus seios, na sua boca, como vocês fazem.

Temos pensado em trazer outras pessoas pra nossa cama, mas sabemos que é um passo pra mais adiante. Ainda estamos reconstruindo a nossa vida sexual. E devemos isso a vocês.

Por isso escrevi no início do e-mail que parece que nos conhecemos faz tempo. Vocês foram e continuam sendo peça chave na nossa nova vida.

Sei que vocês devem receber várias mensagens, e que talvez essa se perca entre as outras. Também não espero resposta, e nem em meus maiores sonhos imagino que teremos um contato maior. Só gostaria de contar isso pra vocês e lhe agradecer. Pelo blog, pelos relatos e por mudar a nossa vida.

Muito obrigado, e por favor, continuem escrevendo.

Do amigo,

Jonas


Até onde a língua alcança

5 jan

Se tem uma coisa que o Ricardo adora, é ver eu me tocando. E, desde a nossa primeira vez, o que o deixa maluco é ver eu lamber meus próprios seios. Não sei dizer o porque, mas ele perde a razão.

Começou uma vez em que ele estava sobre mim, o pau encaixado bem no fundo, e eu tentando me remexer por baixo. Já disse pra vocês que não fico quieta nunca, né? Mesmo por baixo, ou prensada contra a parede, algemada ou amarrada, eu preciso me mexer e sentir mais e melhor o pau dentro de mim. Segurei meus seios com as duas mãos, apertando um contra o outro, e pedi que ele chupasse. Eu tenho uma sensibilidade apuradíssima nos mamilos, e vou à loucura quando alguém me toca nos seios.

Eu juntei o máximo que pude os dois, oferecendo-os cada vez mais ao toque dos seus lábios, da sua língua… E, já doida de prazer, estiquei a minha língua e toquei o rosto dele. Ele olhou pra cima e me beijou, fazendo a ponta da sua língua “duelar” com a minha. E então pediu, forçando a minha cabeça mais pra baixo: “me ajuda a tocar?”.

Minha língua e a dele ora se tocavam, ora tocavam meus mamilos. Eu os sentia cada vez mais intumescidos, durinhos, grandes. O pau dele remexia dentro de mim, e eu queria que entrasse mais, que entrasse tudo que pudesse, seu pau, seu saco, ele todo…

O Ricardo então levantou o corpo, ficando de joelhos na cama, e me puxou ainda mais ao seu encontro. Passou a me foder com força, me alargando e me olhando. E eu não parei de me tocar. Minha língua esticada ora tocava o mamilo direito, ora o esquerdo.

Gozamos juntos, urrando de prazer.

Desse dia em diante, toda vez que me toco pra ele, ou me masturbo sozinha, lambo os meus próprios seios.

Resoluções de ano novo!

4 jan

Todo final de ano é a mesma coisa… A gente corre pra lá, pra cá, é festa no trabalho, no clube, com amigos, família, escola das crianças… E o que acontece? Acabamos deixando o blog de lado. A gente já não consegue tempo pra escrever como gostaríamos, e em dezembro fica ainda pior.

Só nos resta pedir desculpas à vocês, e prometer que vamos retomar o nosso espaço. Na medida do possível vamos atualizando e contando pra vocês o que a gente anda aprontando.

O final de ano também é época de sentar e pensar na vida (naquela semana entre o natal e o ano novo). Hora de rever o ano que passou, pesar os erros e os acertos e ganhar fôlego pra seguir em frente. Fizemos isso na praia, semana passada. A brisa do mar, os pés na areia, caminhando de mãos dadas, trocando beijos e juras de amor.

E claro, é hora de fazer as resoluções de ano novo. Aquelas promessas que a gente faz a cada final de ano, e que na maioria das vezes não conseguimos levar adiante. Mas vale a intenção, e a vontade de sempre melhorar.

A minha principal meta para 2010 é largar o cigarro. Mas de que jeito? Como a Nathalia também fuma, acabamos nesse círculo (literalmente) vicioso.

E quem fuma sabe: faz um mal desgraçado, mas está sempre associado aos bons momentos da vida. Mas hei de conseguir!

Com esse apelo, fica difícil parar!

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a partir daqui, editado pela Nathalia:

Ok, ok! O Ricardo me falou que tinha postado algo no blog, e eu tive que vir aqui ler. Sei lá, mas me pareceu que se não fosse por mim, ele parava de fumar! rsrsrsrsrs

Então queria deixar claro que vou dar a maior força pra ele parar, tá?

Mas também quero dizer que pra mim também não é fácil, viu? rsrsrsrsrsrs

Brincadeiras a parte, desejo a vocês um ano novo maravilhoso! Cheio de alegrias, saúde, realizações, sucesso e muito, mas muito sexo!