Arquivo | novembro, 2009

Provocando e aguentando o tranco

25 nov

Eu tinha um namorado, há anos atrás, que eu adorava provocar. Gostava de deixá-lo maluco, cheio de tesão, e quando ele achava que a gente iria transar, eu saia pela tangente. Eu era doida pra transar com ele, mas aquele jogo me excitava e me divertia.

A gente vivia se arretando, em tudo que é lugar. No cinema eu enfiava a minha mão dentro das suas calças e ficava o masturbando devagarzinho. Mas não deixava ele gozar! rs No carro dele, quando ele me levava em casa, era uma loucura! Ele beijava meus seios, tocava minha buceta, eu sentava no colo dele, passava o pau por cima da calcinha, ele ficava maluco! Mas na hora h, eu inventava alguma coisa e não dava pra ele.

Entrava em casa e me masturbava loucamente, e gozava arrependida de não ter transado com ele. Mas depois aquela sensação gostosa de estar no comando voltava, e eu fazia tudo igual na próxima vez que nos encontrávamos.

A família dele tinha um sítio, distante uns 40 km da cidade. Era um aniversário conjunto, várias pessoas que faziam aniversário em datas próximas comemorariam juntas no final de semana. E lá fomos nós e toda a família dele pro sítio.

Na chegada, já foi feita a divisão dos quartos. Quem não era casado, não podia dormir junto. Fiquei no quarto com a irmã e as primas dele. O que o levou ao desespero, já que eu, prevendo que seria assim, fui os 40 km da viagem sussurrando no seu ouvido que naquele final de semana iríamos finalmente transar. Ele chamou a mãe, a avó, tentou convencê-las de tudo que foi jeito, mas não deu certo. Quartos separados pra nós dois.

Foi o meu deleite! Logo fomos todos pra piscina, e discretamente, a cada mergulho, eu me esfregava nele. Deixava que ele me tocasse e desaparecia em um mergulho, reaparecendo do outro lado da piscina. Depois do almoço, ele tentou me levar para uma caminhada pela mata, mas na segunda árvore já encontramos os seus primos! rs Quando finalmente ficamos sozinhos, eu bati uma punhetinha rápida pra ele, pela primeira vez deixando-o gozar nas minhas mãos. Ele foi à loucura!

À noite não foi diferente. A família toda na grande sala, uns vendo TV, outros jogando carta. E ele emburrado em um canto, pois quando cruzei com ele no corredor, aticei: “se dormíssemos no mesmo quarto, hoje iríamos transar a noite toda”. Coitado.

No dia seguinte, o domingo, tomamos o café da manhã com toda a família dele junto. Ainda tinha gente pra chegar, que viria só pro almoço, e aos poucos as pessoas foram indo pra rua, a fim de aproveitar a piscina e arrumar as coisas pro grande almoço. Eu fui ficando, e ele também, até que estávamos só nós dois e os funcionários do sítio. Disse a ele que iria me trocar para ir pra piscina e ele veio atrás de mim. Me encurralou no corredor, dizendo que não agüentava mais. Eu fingi indignação e reclamei: “mas ontem eu ajudei você a gozar, e eu que estou a ver navios?”. Ele me puxou pra dentro do banheiro, e nem sei como, o pau dele estava duro. Roçou-o em mim, que me via quase sem saída, a não ser finalmente me entregar pra ele. Deixei que ele me tocasse, e sem os shorts, abri as pernas e brinquei com o pau dele na entrada minha bucetinha, rebolando de leve e quase enfiando. Ele sentado no vaso, e eu por cima dele, com as pernas abertas. Coloquei bem encaixada a cabeça, deixei entrar um pouquinho, me curvei sobre ele e sussurrei: “não quero que a nossa primeira vez seja em um banheiro”, e saí de cima dele. Coloquei os shorts e fui pro quarto, me preparar para o banho de piscina, deixando-o lá, de pau duro, desolado e irritado.

Lá pelas 6 da tarde o pessoal começou a ir embora, depois de toda a comilança e de aproveitarem bem a piscina e o lindo dia. Meu namorado remanejou daqui, dali, e conseguiu se livrar das caronas que tinha prometido, e pelas 7 horas fomos embora apenas os dois no carro. Ele estava em silêncio, contrariado com os acontecimentos, e eu, pra falar a verdade, louca pra transar com ele. Quando nos aproximamos da entrada da cidade, onde eu sabia que tinha um motel, disse pra ele: “entra naquele motel que tem ali adiante, que vamos transar muito”. Os olhos dele brilharam, quase desacreditando no que eu falava. Perguntou se era sério, e eu disse que nunca falara tão sério em toda a minha vida.

Nosso tesão acumulado era tanto, que na ante sala do quarto eu já estava nua, de quatro, pedindo que ele enfiasse mais fundo. A cada estocada ele urrava, dizendo que ia me fuder muito por fazê-lo esperar tanto tempo. Me comeu de tudo que foi jeito, me lambeu, me chupou. Gozei umas cinco vezes naquela noite, e acabei descobrindo que ele era uma ótima trepada. Depois disso nunca mais o vi sem que transássemos.

Mas sempre dava uma provocadinha antes… rsrsrsrsrs

A loirinha da academia – III

19 nov

Os potes de sorvete acabaram rapidamente, e pelo visto nossa ausência não tinha sido notada. Sentado à mesa, terminando meu sorvete de morango e creme, eu observava a Melissa. Conversando com as meninas, parecia ainda mais jovem e bonita. Sorria e gesticulava, e eu lembrava das suas pernas pressionando a minha mão, querendo que ela ficasse entre elas. Ela levava a mão ao peito, uma expressão de surpresa no rosto, e eu pensava naqueles seios na minha boca. Nem dava pra acreditar.

Quando o assunto virou “quanto tu puxa de ferro?” e “eu corro vinte mil km antes de ir malhar”, eu fui novamente ao terraço fumar um cigarro. Menos de um minuto depois a Melissa veio atrás de mim. Parou ao meu lado no parapeito, olhando a cidade desaparecer no horizonte, me disse: “parece que a função vai longe…”. Olhei lá pra dentro. Alguém trocara o CD que tocava antes pra um de funk. Algumas pessoas, já com bastante álcool na cabeça, ameaçavam fazer performances. Confesso que me desanimei. “Vai mesmo”, respondi, sem esperanças.

Mas a Melissa era decidida. “Me espera no meu quarto?”, ela pediu ronronando. “Mas e o povo?”, perguntei, querendo mais que o povo se fodesse. “Deixei a Marcinha cuidando de tudo…”, ela falou e sorriu, e completou: “eu não demoro, tá?”. Me deu um selinho na boca, e se foi. Terminei meu cigarro, e olhei pro céu. O tempo tinha limpado. Algumas estrelas já podiam ser vistas, e as nuvens estavam indo embora carregadas pelo vento. Lembro de ter pensado: alguém aí em cima gosta de mim!

Eu entrei no quarto e ela logo entrou atrás. E cheia de iniciativa. Veio logo me beijando e tirando a minha camiseta. Arranhou meu peito, beijou meu pescoço e lambeu meus mamilos, enquanto eu passava os dedos entre seus cabelos. Me livrei das calças e ela se encarregou de baixar a minha cueca, para em seguida tocar meu pau. Passou a mão no meu saco, na base, e na cabeça. Mexeu a mão devagar, e foi caindo de joelhos à minha frente. Lambeu a ponta do meu pau, e olhou pra cima, direto nos meus olhos. Sem parar de me olhar, foi enfiando tudo na boca. Aqueles olhos verdes me desafiavam a não despejar todo o tesão acumulado da noite em alguns segundos. Não sei como, mas consegui me segurar e aproveitar a sua língua de veludo.

Puxei-a pra cima, e enquanto a beijava, arranquei as suas roupas. Mandei que ficasse de quatro, na beirada da cama. Olhei aquele corpo bronzeado, a bunda com a marquinha do biquíni. Me posicionei atrás dela, e abri mais as suas pernas. Passei a língua nos grandes lábios, e ela automaticamente se abriu mais pra mim. Lambi o clitóris, ouvindo ela gemer com o rosto abafado no travesseiro. Enfiei a língua o máximo que pude dentro dela, e fiz movimentos de vai e vem. Ela rebolava de leve, mexia os quadris pra frente e pra trás, e de vez em quando me olhava sob o próprio corpo.

Fiquei um tempão lambendo, chupando e de vez em quando enfiando os dedos dentro dela. Até que ela levantou a cabeça, olhou pra trás e pediu: “pelo amor de Deus, me come!”. Tateei minhas calças jogadas no chão, à procura da minha carteira. Tirei uma camisinha e rapidamente coloquei no meu pau. Encostei a cabeça na entrada da sua buceta e falei: “fode ele”. Ela veio pra trás, de início um pouco rápido demais, entrou até a metade de uma vez só e ela gritou. Mas logo foi vindo mais e mais, até encostar meus pelos na sua bunda. Passei a estocar de leve, às vezes mexendo um pouco de lado. Ela passou a gemer sem parar, e eu fui aumentado a intensidade. Lá em cima o som rolava solto, e eu mandei ela rebolar ao som da música. Com meu pau cravado dentro dela, olhando aquela bunda mexendo ritmada, pela primeira vez na vida gostei do funk carioca.

Ela olhou pra trás sorrindo, e eu meti fundo e com força, vendo o sorriso se transformar em expressão de dor misturada com prazer. Entre gemidos e suspiros ela pediu: “isso, me rasga…”. Mas nesse ritmo eu não agüentaria muito tempo, então parei. Tirei o pau de dentro dela, virei-a de barriga pra cima da cama e passei a beijar seu corpo. As coxas, a barriga, os seios. Sua pele arrepiada me dava ainda mais vontade de passar a língua em toda ela. Ela me puxou pra cima dela, beijando minha boca e abrindo as pernas. “Não para”, ela pediu, tentando encaixar a buceta no meu pau. Enfiei de novo, e passei a ditar o ritmo da nossa trepada. Metia rápido e fundo, e depois brincava com a cabeça do pau no grelinho e na entrada da sua buceta. Ela protestava e pedia que eu enfiasse, puxando meu corpo contra o seu. Dizia que estava quase gozando, pedia que gozasse junto com ela, e então eu parava todo e qualquer movimento. Ela protestava, me xingava, mas passava a gemer novamente quando eu voltava a mexer.

Mas também estava difícil pra mim segurar meu gozo, e então acabei cedendo. Levantei o tronco, de joelhos na cama, e puxei-a ainda mais pra mim. Enfiei forte, enquanto acariciava seus seios e enfiava um dedo na sua boca. Até que, com aqueles olhos verdes ora me olhando, ora se revirando, gozamos praticamente juntos. Ela tremendo sob mim, e eu enchendo a camisinha de porra.

Deitamos lado a lado na cama apertada de solteiro, os corpos suados e parcialmente saciados. Sua respiração foi se acalmando, e ela virou-se pra mim. Beijou a minha boca, lambeu o suor do meu peito e desceu a mão pro meu pau. Ela queria mais…

A loirinha da academia – II

18 nov

Tá certo que o churrasco tava animado, mas pra mim tava durando uma eternidade. Ninguém fazia o menor movimento pra ir embora. Dei uma olhada no freezer, pois geralmente quando a cerveja acaba todo mundo cai fora, mas ainda tinha bastante bebida. Lá pelas tantas umas meninas resolveram que queriam sobremesa. E discute daqui, dali, uns disseram que uma torta era uma boa pedida, outros queriam docinhos. Se escolheu o mais fácil: sorvete. Uns caras então se ofereceram pra sair pra comprar sorvete, e pro meu desespero, avisaram que trariam mais cerveja. A coisa ia longe!

A Melissa foi até o andar de baixo para abrir a porta, e eu desci logo atrás. Na sala de estar, quando ela vinha voltando, deu de cara comigo. Surpresa, perguntou se eu estava indo embora. Nem respondi. Apenas beijei a sua boca, e segurando-a pelos quadris, sentei no sofá e coloquei-a no meu colo, de frente pra mim, uma perna de cada lado do meu corpo. “Esse povo não vai embora?”, ela perguntou sussurrando entre um beijo e outro, enquanto eu subia a sua blusa. Com os mamilos rosados apontando pra mim, sua boca entreaberta e aqueles olhos verdes quase fechados, mas ainda me olhando, não tive dúvidas. Lambi, primeiro de leve, ora um, ora outro, arrancando gemidos contidos da Melissa. Depois suguei-os com um pouco mais de força, e ela puxava meus cabelos, mordendo os lábios pra não fazer barulho.

Abri sua calça jeans, justíssima, e com dificuldade fui enfiando a mão sob a calcinha, sentindo seu ventre, os poucos pelos, até chegar finalmente na sua buceta. Senti meus dedos umedecendo, e ela tentando abrir mais as pernas, tudo dificultado pela posição e pela roupa. Perguntei no seu ouvido: “Onde fica o teu quarto?”, e ela respondeu, mexendo bem de leve os quadris na minha mão: “não dá… tu tá louco? Daqui a pouco alguém desce, ou chegam com o sorvete…”. Olhando bem pra ela, apenas refiz a pergunta: “Onde fica o teu quarto?”. “Ali no corredor, a segunda porta à direita”, ela respondeu sem pensar.

Peguei-a no colo, e com a blusa levantada e as calças abertas, fui pro quarto dela. Coloquei-a sobre a cama e desci sua calça até os tornozelos. Subi a mão pelas suas pernas, coxas, e quando toquei novamente sua buceta, ela pode gemer sem precisar se conter. Passei a brincar com a ponta dos dedos no clitóris, enquanto lambia e chupava seus seios, sua língua, seu pescoço. Ela me puxava contra ela, gemia e parecia ter esquecido do resto do povo. Enfiei um dedo bem fundo, fazendo com que ela abrisse mais as pernas, e com o dedão estimulei o clitóris. Ela gemeu mais alto, me apertou, e quase rasgando a minha camiseta, gozou na minha mão, agora com as pernas fechadas, como se proibisse que eu tirasse os meus dedos dali.

Ela me beijou, e tocou meu pau duro sobre as calças. “Dá ele pra mim”, pediu. E então a campainha tocou. Era o pessoal de volta, com mais cerveja e a sobremesa. Tirei a mão do meio das suas pernas e levei-a à minha boca. Lambi meus dedos com o gosto dela, e falei: “ainda não acabei contigo”. Ela dobrou o corpo e mordiscou meu pau sobre a calça: “e eu nem comecei contigo!”. Deus do céu, aquela noite ainda prometia!

Fui abrir a porta, tentando disfarçar a ereção, enquanto ela se ajeitava pra subir. Maldita cerveja e maldito sorvete. Se bem que, naquele momento, um sorvete gelado talvez acalmasse meus ânimos.

Continua…

A loirinha da academia – I

17 nov

Sábado passado teve churrasco do pessoal da academia. A Nathalia não podia ir, e acabei indo sozinho. Foi na casa da Melissa, uma loirinha toda gostosinha que de vez em quando malha no mesmo horário que eu.

Nove e meia da noite e a rapaziada já tomava cerveja adoidada, armazenando calorias pra queimar no meio da semana. A carne no fogo, um sonzinho rolando no cd player, todo mundo conversando e uma paquera aqui e ali. A Melissa mora numa cobertura e, como caía uma chuvinha fina, não tinha ninguém no terraço. O vício falava mais alto e me esgueirei pra fora, desesperado pra fumar um cigarro. Me encostei no parapeito, acendi o cigarro e fiquei olhando lá pra baixo. Sábado de noite, tempo feio, e mesmo assim a cidade não para. De repente levo um baita susto. Ao meu lado está a dona da casa, surgida do nada, com um cinzeiro na mão. Ela sorri e diz que não queria me assustar, apenas me trazer um cinzeiro. Disse também que eu podia fumar lá dentro, se quisesse. Agradeci, mas argumentei que era melhor fumar ali mesmo, não queria deixar cheiro de cigarro dentro da casa, e aproveitei pra elogiar o lugar. Era de fato um apartamento muito bonito. Ela sorriu, a cabeça meio de lado, aqueles olhos verdes meio que desviando do meu olhar, e disse que pelo cheiro não tinha problema, os pais estavam viajando e só voltariam na segunda-feira.

Será que ela tá me dando banda? – pensei. Difícil de acreditar. Ela deve ter uns bons dez anos menos que eu, tá cheio de magrão sarado lá dentro, e ela deve saber que sou comprometido. Se bem que ser comprometido às vezes conta a favor. Lembro de ter pensado isso tudo em uma fração de segundos, e então ela me pergunta: “e a tua namorada, não virá?”. Puta que pariu. Sim, ela tá me dando banda. Não, minha namorada não pôde vir, respondi. Mas estaria orgulhosa de mim, pensei, mas não falei. hehehehe

Conversamos mais um pouco, o cigarro acabou, e logo nos chamaram, avisando que o coração e o salsichão estavam saindo. Abri a porta e levei a mão às suas costas, para que ela entrasse primeiro. Ela usava uma blusinha frente única, e o toque da palma da minha mão na sua pele quente me provocou um arrepio. Ela, de novo com a cabeça levemente inclinada e aqueles olhos verdes me olhando, sorriu e falou: nossa, um cavalheiro! Pensei comigo: ponto pro véio!

Fiquei ali junto dos caras, em frente à churrasqueira, conversando e comendo as lascas de carne direto com as mãos. As meninas sentaram-se à mesa, com pratos de salada e comendo com talheres. Revezávamos quem levava a carne à mesa, na travessa de madeira. Na minha vez, a Melissa comentou: “uhmm… o melhor pedaço até agora”, e agora aqueles hipnotizantes olhos verdes olharam direto nos meus. As outras meninas repararam e deram risadinhas, e passaram a cochichar quando eu saí.

Cada vez que nossos olhares se cruzavam, trocávamos sorrisos. Ela trazia cerveja gelada pra mim, e lá pelas tantas não saía mais do meu lado. Convidei-a pra me acompanhar até o terraço, a fim de fumar um cigarro, mas chegando lá nem o acendi. Puxei-a contra mim e nos beijamos. Abracei-a com uma mão às costas nuas e a outra na nuca, acariciando de leve, enquanto nossas línguas se cruzavam e entrelaçavam. Suas mãos acariciavam meu rosto, e seus seios durinhos espetavam meu peito. Ela beijou meu pescoço, agora com as mãos dentro da minha camiseta, passando as unhas de leve nas minhas costas, e agora era meu pau duro que espetava ela. “Ai, que horror, o que tu vai pensar de mim? Nunca faço isso!”, ela falou, meio que me afastando pra longe, mas sem muita convicção. Levei-a até um canto da cobertura, um ponto cego onde não podíamos ser vistos pra quem estava do lado de dentro, encostei-a contra o parapeito e falei em seu ouvido: “não quero saber o que tu faz sempre, e sim no que tu tá fazendo agora”. Mordisquei seu pescoço, sua orelha, e foi a minha vez de tocá-la sob a blusa. Subi pela barriga lisa, sentindo a pele macia e quente, e logo cheguei nos seios, ao mesmo tempo em que minha boca chegou na sua. Toquei-os por baixo, sentindo-os na palma das minhas mãos, deslizando até os mamilos intumescidos. Ela gemeu, e dessa vez me afastou de verdade.

“Para, para, para… Onde isso vai parar? Tá cheio de gente lá dentro…”, ela falava, convicta, mas com cara de quem promete muito mais. Ajeitou a blusa, passou a mão nos cabelos, me deu um beijinho rápido na boca, fugindo das minhas mãos, e prometeu: “depois a gente continua”.

Eu acendi um cigarro. Pensei no presidente do meu time vendendo o Nilmar, pro meu pau baixar, e depois voltei lá pra dentro.

Continua…

Banho a dois

13 nov

Vocês sabem que eu e o Ricardo já fomos casados antes. Não um com o outro, claro. E desde que começamos nosso relacionamento optamos por morar cada um na sua casa, com seu espaço e suas manias. E posso dizer com toda propriedade que hoje me sinto muito mais mulher dele, do que me sentia mulher de quem era casada antes. E tá ótimo assim.

Mas de vez em quando acontecem algumas coisas que me fazem sentir falta de um contato mais diário, de estar junto o tempo todo. Como hoje de manhã.

Dormimos juntos na noite passada, e ele me acordou meia hora mais cedo. Acordou me beijando e me bolinando, esfregando o pau duro em mim. Disse pra ele parar, pois iria se atrasar. Ele então me pegou no colo e me levou pra tomar banho com ele.

Nem preciso dizer que nós dois nos atrasamos… rsrsrsrs

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Gozada no rosto

10 nov

Eu nunca entendi bem de onde vem essa tara masculina, mas é fato que ela está presente em todos os filmes pornôs. O cara come a menina de tudo que é jeito, mas na hora de gozar é lei: goza no rosto dela! E, como a maioria dos homens é fanático por filmes pornôs, é claro que a maioria dos homens adora gozar no nosso rosto.

Eu, que sempre fui saidinha e adoro deixar quem transa comigo maluco, aprendi a gostar. Claro que as vezes eu quero que ele goze junto comigo, nossos corpos se contorcendo de prazer ao mesmo tempo, as bocas secas, os olhos fechados, os gemidos se transformando em um só. Mas gosto de verdade de ficar ali, geralmente de joelhos, masturbando-o, lambendo-o, na espera do seu gozo no meu rosto.

Sexta passada foi assim. Depois de intimar o Ricardo pelo twitter na quinta-feira e ser convocada pra uma reunião no trabalho, na sexta decidi apenas deixar rolar. E rolou! Ele me pegou em casa o fomos comer sushi (além do sexo, pedi pra comer sushi no twitter) e de lá fomos pra um motel (era mais perto do que ir pra casa dele… o tesão tava forte! rsrsrs). Mal entramos na suíte e já arrancamos as nossas roupas e nos jogamos na cama. Sua boca deslizava de um seio pro outro, enquanto seus dedos me penetravam, me fazendo rebolar. Estava doida pra senti-lo dentro de mim, e sem demora fiquei por cima, brinquei um pouco com a cabeça duríssima no meu clitóris, nos grandes lábios, e depois soltei o corpo, sentindo-o entrar de uma vez, me abrindo, me alargando, fazendo doer um pouquinho, apesar de estar totalmente melada. Ele adora quando faço isso, e soltou um gemido alto de surpresa e prazer. Fiquei alguns segundos quietinha, me acostumando com ele dentro de mim, curtindo a invasão, e então comecei a mexer.

Subia e descia, rebolava, me jogava pra frente e pra trás. Ele apertava meus seios, minha bunda, e dizia como queria que eu mexesse. Eu obedecia de olhos fechados, puxando sua mão até meu rosto e chupando seu dedo médio como se fosse um pau. Não demorou muito e aumentei os movimentos, sentindo meu gozo se aproximar. Ele disse: “para, para, não quero gozar agora”, mas eu queria e continuei. Menos de dez segundos depois ele falou: “agora não para mais, caralho!” e eu aumentei ainda mais o ritmo, sentindo seu pau ficando mais grosso, mais cabeçudo, e quando o primeiro jato de porra saiu dentro de mim eu comecei a gozar junto com ele. Foi um orgasmo longo, forte e gostoso, e desabei sobre ele ainda me contorcendo.

Escorreguei pro lado dele na cama, e com a cabeça no seu peito, ficamos os dois quietinhos, nos recompondo. Lá na TV, em frente a cama, passava um filme pornô. O ator metia, metia, metia e quando ia gozar, adivinha? Porra na cara da menina. Comecei a acariciar e brincar com as bolas do Ricardo, e logo o pau dele começava a dar sinais de vida novamente. Coloquei-o na boca e o fiz crescer de novo. Masturbava-o na base, enquanto minha língua acariciava a cabeça. Lambia as bolas, enquanto punhetava o pau todo. Fiquei assim por um tempão, deixando-o maluco. Quando via que ele ia gozar, diminuía o ritmo. Até que pedi que ele levantasse, e de joelhos na cama, o pau apontado pro meu rosto, não parei. Masturbei-o, lambi e chupei até ele gozar, despejando sua porra quente e saborosa na minha língua, nos meus seios, no meu rosto todo.

Que delícia!

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Videogame, Heidi Klum e chocolate

4 nov

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Depois de deixar a gurizada bem faceira na propaganda do Guitar Hero, em que dançava e fazia uma performance enquanto jogava, a top Heidi Klum agora enlouquece os homens de todas as idades coberta de chocolate. As fotos são do livro Rankin’s Heidilicious. Com 144 páginas, a obra acaba de ser lançada nos Estados Unidos e traz a sensualidade da modelo alemã em níveis exacerbados.

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Nunca gostei tanto de chocolate na vida! hehehehe