Arquivo | agosto, 2009

Ménage à Trois

27 ago

Eu saí com minhas amigas no sábado. Fomos ao cinema, depois comer sushi, e depois sairíamos para dançar. Mas depois do sushi e um pouco de bebida, as meninas desistiram de dançar. Fiquei eu lá, totalmente pilhada e sem nenhuma companhia. Odeio quando isso acontece!

Decidi ligar pro Ricardo, apesar de ele ter me falado que ia sair com uma amiga. Vai que ela tivesse furado? Aí poderíamos passar a noite juntos. Liguei no celular e chamou até entrar a caixa postal. Parecia que aquela não era a minha noite. Resolvi ir pra casa.

Enquanto o manobrista buscava meu carro, meu celular tocou. Era o Ricardo. O diálogo foi mais ou menos assim:

– Oi, amor! Tá ocupado?

– To aqui com a minha amiga…

– Ah, então deixa…

– Não, não… Pode falar.

– É que as meninas foram pra casa… E eu queria dançar… Tô super animada, mas deixa… Vou pra casa… Tá bom aí? – perguntei, não por ciúme, mas por curiosidade.

Foi quando ouvi um gemido dele, que logo depois respondeu:

– Uhmm… Tá. Ela tá chupando meu pau.

Que cara de pau! Ele lá aproveitando, eu sem companhia, e ele me tentando. Ouvi ele dizer um “relaxa” pra menina, e tentei imaginar a cena. Já contei pra vocês que me excito vendo ele com outra e também quando ele me conta. Mas ele me contar “ao vivo” era a primeira vez.

– É? – perguntei enquanto entrava no carro. – E ela chupa gostoso?

– Sim… Bem gostoso… Enfia lá no fundo, do jeito que eu gosto… (depois ele me contou que a menina também se excitou com a situação, e que conforme ele ia falando, ela fazia mais e melhor).

– Nossa… Que delícia! Vontade de chupar seu pau…

– E depois eu vou foder ela bem gostoso… Fazer ela rebolar no meu pau… Tu gosta de rebolar, né? – ele perguntou pra menina. – Ela disse que gosta…

– Seu safado… To dirigindo… Assim vou bater o carro…

– Falando em bater… Ela tá me batendo uma punheta aqui…

Ouvi a menina perguntar algo, e então ele me repassou a pergunta:

– Ela perguntou onde tu tá.

Quando eu disse o nome da rua, que era bem perto da casa dele, ele só me disse:

– Então vem pra cá. – E desligou o telefone.

Sentia minha buceta melada, e dirigi os cinco, dez minutos seguintes até a casa dele imaginando o que veria quando chegasse lá. Estacionei atrás do carro dele na garagem, e o elevador parece que demorou uma eternidade pra chegar até o andar que ele mora.

Abri a porta e ali mesmo na sala já dei de cara com eles. No sofá, ela com as pernas abertas, a cabeça jogada para trás, enquanto ele chupava seus seios e enfiava os dedos dentro dela. Fiquei em pé, encostada na porta, a bolsa ainda no ombro, olhando. Ela gemia alto, e não sei se já tinha notado a minha presença. Ele me olhava e se exibia com aquela cara de tarado. Fazia ela abrir ainda mais as pernas e me mostrava seus dedos entrando e saindo. Meu tesão escorria pelas coxas.

Puxou a menina pelos cabelos e beijou a sua boca. Foi quando ela me viu. Me olhou um pouco desconcertada, sem jeito, mas o Ricardo massageou seu clitóris e logo sua boca entreaberta soltava pequenos gemidos, enquanto ela me olhava sem parar. Caminhei até o sofá, larguei a bolsa sobre a mesa de centro e beijei o Ricardo na boca. Passei a mão pelo seu peito, barriga, e desci até seu pau duríssimo. Enquanto ele masturbava ela, eu beijava e masturbava ele.

Com a mão livre ele subiu minha blusa, e eu guiei meus seios até a sua boca. Me ajoelhei no sofá, de olhos fechados, sentindo seu pau entre meus dedos e sua boca nos meus seios, e ainda escutava a menina gemer. Foi quando ela debruçou-se sobre ele e passou a lamber e beijar meus seios também. Sentei no joelho do Ricardo, me livrei da blusa, e entreguei meus seios aos dois. Ora cada um chupava um mamilo, ora os dois duelavam a língua no mesmo. Friccionei minha buceta no joelho do Ricardo, e assim mesmo, de calça jeans, gozei pela primeira vez.

O Ricardo colocou uma camisinha e, enquanto eu levantei e tirava o resto das minhas roupas, ele colocou a menina sentada no seu pau, de frente pra ele. Ela subia e descia, e sentada ao lado dos dois, passei a beijar o Ricardo. Os seios dela mexiam na nossa frente, e logo abocanhamos os dois. Ela pedia pra parar, dizia que assim iria gozar, então parei de chupar, e decidi tocar seu corpo. Passei a mão pelos ombros, seios, barriga, costas, apertei sua bunda, e por trás, entre suas pernas, senti o pau do Ricardo entrando e saindo de dentro dela. Coloquei um dedo de cada lado e apertei, deixando ainda mais apertadinha a entrada da sua buceta. Ela gemeu mais alto, avisou que ia gozar e me puxou pra ela, enfiando a língua na minha boca, em um beijo excitado, quente e molhado.

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Enquanto a menina se recompunha, eu deslizei pro chão, tirei a camisinha e enfiei o pau do Ricardo na boca. Que delícia chupar aquele pau. Enfiei fundo, chupei só a cabeça, punhetei-o com os lábios. Logo recebi ajuda.

Enquanto uma chupava a cabeça, a outra lambia as bolas. Ele já se contorcia, tentando segurar ao máximo o gozo que estava iminente. Quando colocamos os lábios uma de cada lado, e passamos a subir e descer pela extensão, tocando nossas línguas quando chegávamos na cabeça, ele não agüentou. Despejou bastante porra, no rosto de nós duas, na nossa boca, por tudo…

Terminamos os três nos beijando, e já pensando no resto da noite. Tanto que logo o Ricardo levantou e foi abrir um vinho. E a noite continuou…

Tempo maluco

18 ago

Que tempo maluco nessa cidade! A gente sai de várias semanas de frio, beirando zero grau, vai pra um final de semana com mais de trinta graus, e na segunda-feira é só chuva e o frio volta. Não há saúde que resista.

Eu sempre gostei do frio. Mas andando na rua nesse final de semana… Me deu uma saudade do verão! Coxas à mostra, barrigas de fora, decotes… É pra enlouquecer qualquer um!

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E hoje a chuva segue… Fazer o quê, né? Poderia mostrar meu lado ogro e dizer que procuro blusas brancas na rua em dias de chuva, mas prefiro dizer que quando a chuva cai na minha janela, gosto de imaginar a Nathalia nua, com os pingos caindo no seu corpo, uma visão dos deuses.

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Sei que faz um tempinho que não aparecemos por aqui… Pra variar, estamos naquelas fases corridas da vida. Mas logo voltaremos com muito mais a contar.

Chegando no hotel

7 ago

Joguei a chave na mão do manobrista, preenchi rapidamente os papéis na recepção e corri pro quarto. Encontro a cama desarrumada e sobre ela um bilhete: “estou te esperando no bar”. Ah é? – pensei, um pouco irritado – fica me arretando e não me espera pelada? Agora vai ter que esperar mais.

Tomei um banho relativamente demorado, fiz a barba, coloquei uma roupa, e então fui até o bar. Um casal tocava música ao vivo, as pessoas sorrindo e conversando nas mesas, um clima ótimo. E em uma mesa de canto, um drink na mão, lá estava a Nathalia. Junto com ela uma outra mulher. Cheguei e ela me recebeu com um beijo gostoso e com uma cara de tarada que eu conheço bem. Me apresentou a mulher, uma hóspede que ela conhecera ali. Veio de outro estado, acompanhando o marido que estava em uma convenção da empresa em que trabalha. Pedi uma bebida, ficamos conversando, e pela conversa das duas, percebi que se deram muito bem. O assunto, interrompido pela minha chegada, era picante (mais tarde a Nathalia me contou).

Bebemos mais um pouco, a Nathalia vez por outra me provocando sob a mesa, e o marido dela chegou. Ela apresentou-o a nós e decidimos jantar os quatro ali mesmo no hotel. Fomos para o restaurante, comemos, bebemos e conversamos. Mas logo, alegando cansaço, o marido chamou a mulher para subir pro quarto. Foi visível a decepção dela, que queria continuar ali se divertindo.

Eu e a Nathalia voltamos ao bar, para mais um drink. Mas logo tivemos que nos retirar também. O clima entre nós estava pegando fogo. Ela praticamente me punhetava sobre a calça e sob a mesa, e nossos beijos já deixavam de ser cinematográficos para serem pornográficos.

Saímos pelo corredor, de mãos dadas, em direção ao elevador mais próximo. Chegando lá, um grupo de senhores e senhoras embarca na nossa frente, esgotando a lotação. Não tive dúvidas: peguei-a pela mão e abri a porta da escada. Subimos um lance e a prensei no parapeito. Beijei sua boca, mordiscando os lábios, lambi seu pescoço, enfiei a língua na orelha dela (coisa que ela só gosta quando já tomou algumas doses), enquanto subia a sua blusa. Chupei e lambi seus seios, enquanto ela jogava a cabeça para trás e gemia alto. Abri o botão e o zíper da sua calça jeans e enfiei a mão. Sem calcinha e molhada. Puxei-a pelo cabelo e falei em seu ouvido: vadia. Ela, de olhos fechados e sentindo meu dedo entrando dentro dela, repetia: sim, a tua vadia, a tua puta.

transando na escada

Escutamos uma porta de acesso à escada se abrindo, e ainda nos recompondo, voltamos ao corredor. Fomos para o andar certo e de lá pro quarto. Mal entramos na porta e arrancamos nossas roupas. Ela pediu que eu deitasse na cama e começou a lamber meus pés. Subiu pelas minhas pernas, coxas, ignorou meu pau, mordicou minha barriga, meus mamilos. Beijava minha boca e em seguida alguma parte do meu corpo. Depois voltava pra minha boca. Lá pelas tantas ela falou: tá faltando uma boca aqui, né? Uma pra ficar te beijando nessa boca gostosa, e outra pra beijar teu corpo. Eu sorri, concordando. Então ela falou: acho que vou chamar a minha amiga. Que amiga?, perguntei. Aquela que jantou com a gente, ela respondeu. Eu disse que naquela hora ela devia estar com a boca ocupada, chupando o marido dela. Ela riu, e colocou o meu pau na boca. Chupou com vontade, tirou da boca e falou: o marido dela não gosta de sexo. E colocou na boca de novo. Tirou, e falou: faz tempo que ela não sente esse gosto delicioso. Chupou de novo. Tirou, eu falou: mas também, duvido que ele tenha um pau gostoso como esse. E chupou de novo.

Coloquei ela de quatro e enfiei meu pau de uma só vez, com força e tesão. Fodemos forte e bastante, por bastante tempo, até adormecermos pelados e saciados, um por cima do outro.

Esquentando pro final de semana

5 ago

Fomos viajar no final de semana. Com esse friozinho, nada melhor do que subir a serra, ficar em frente à lareira, bebendo um bom vinho…

Mas eu tive um imprevisto no trabalho e não consegui “matar” a sexta. Então a Nathalia saiu de manhã, conforme o combinado, e eu fui trabalhar.

Passava do meio dia, o notebook aberto na minha frente, ainda muita coisa pra resolver, e eis que recebo um e-mail com a foto abaixo e escrito assim: “Estou te esperando… Não demore!”.

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Olhei desanimado para a pilha de papéis sobre a mesa, suspirei, e tentei acelerar o trabalho. Em vão. É sempre assim, né? Quanto mais pressa a gente tem, mais pepino aparece pra gente resolver.

Lá pelas quatro da tarde, um novo e-mail. Com a foto abaixo, a seguinte mensagem: “Comecei sem você. Mas pensando em você. Quero sentir você aqui. Vem logo”.

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Tentei disfarçar a excitação sobre a mesa, e confesso que demorei pra me concentrar no trabalho novamente.

Saí do escritório pouco depois das seis da tarde, e no engarrafamento da saída da cidade vi no celular o último e-mail. Dizia: “Terminei o primeiro tempo. Tive que jogar sozinha. Mas vou tomar banho e te esperar pronta pro segundo. Dirige com cuidado. Tá frio aqui, mas dentro do quarto tá fervendo! rsrsrsrs Te amo!”. Abaixo a foto que veio anexada.

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Eu nem tinha chegado lá, e ela já estava assim… Imaginem como foi o resto do final de semana!!