Arquivo | julho, 2009

Sexo oral – Nós também gostamos!!

30 jul

Se fala tanto de sexo oral, aqui nesse blog e em qualquer outro lugar, mas em noventa e nove por cento das vezes se refere apenas à mulher fazendo-o. Não é verdade?

E os homens? Não gostam? Tem nojo? Não sabem?

Eu acho incrível que, conforme escuto e leio por aí, ainda exista homens que acham que é dever da mulher fazer, e que estão prestando um favor ao nos lamber. Absurdo! Já disse antes e repito aqui, quero cada vez mais distância de gente fresca, que não tem atitude e que é cheia de dedos.

E tem aqueles que até querem fazer, mas nem sabem como. Tenho uma amiga que diz, de brincadeira, que vai raspar os pelos e tatuar um mapa no púbis. Assim quando o namorado dela tenta, se guia no mapa! rsrsrsrsrs

Eu não tenho do que reclamar. O Ricardo sabe das coisas, e adora fazer sexo oral em mim. Muitas vezes eu tenho que fugir, senão fico ali gozando uma, duas, três vezes e ele não para. Gosto quando ele me fode com a língua, entrando e saindo, gosto quando ele se concentra no clitóris, me arrancando descargas de prazer por todo o corpo. As vezes ele me segura com força, as pernas bem abertas, e desliza a língua e conseqüentemente o rosto do clitóris até o ânus. Difícil segurar o orgasmo assim.

Ele gosta tanto que, as vezes quando estou por cima, sentada no pau dele, ele pede: trás a buceta aqui na minha boca. E eu vou me esfregando na sua barriga, no peito, e sento no rosto dele, que me lambe e me chupa até me fazer ter dúvida se volto pro seu pau ou se me entrego à sua boca.

Não seria politicamente correto dizer que ele tem uma boca santa, então eu digo com prazer: que boca endiabrada!!

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E você, gosta de sexo oral?

As mulheres são superiores?

27 jul

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Eu tenho um amigo que acha que as mulheres são superiores. Ele tem certeza, na verdade. E tenta convencer a todos nós, homens, que devemos ser submissos a elas. Diz, em qualquer lugar e para qualquer público, que o mundo haverá de ser dominado por elas, e que gente como nós, os homens, deverão apenas segui-las e obedecê-las.

E mais, acha que devemos ser punidos por todos esses séculos de machismo, de diferenças sociais, salariais e até por piadas sobre mulheres ao volante.

E, claro, no sexo ele é sempre submisso às suas parceiras. Gosta de ser humilhado, xingado, cuspido e já começou a ser punido faz tempo pela guerra dos sexos.

Me contou que tem uma parceira negra que desconta nele todos os excessos da época da escravidão. E que é muito excitante estar apanhando e pagando pelo erro de milhares de brancos que escravizaram os negros. Disse que sai de alma lavada destes encontros.

Tem uma outra que, segundo ele, é modelo. Rosto e corpo perfeitos, um quê de Cindy Crawford, me confidenciou. Eles se encontram, e ela desfila pra ele. Com as pernas longas, torneadas, aquele andar de passarela. Os seios subindo e descendo com o caminhar, os mamilos enrijecidos, e a expressão de quem sabe o que quer, e principalmente, o quanto é linda.

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Ela desfila nua, se exibe, se toca, mas não se deixa tocar. O meu amigo fica lá num canto, apenas olhando. Nunca tocou nela, me disse ele. “Ela não deixa”, ele falou com um sorriso no rosto, “sou apenas um verme no canto da sala”. E me disse mais, disse que nos dias que ela chega irritada com alguma coisa, ela o xinga, lhe bate, cospe nele. “São os melhores, os melhores!”, ele falou, já exaltado.

E disse que, quando ela está de bom humor, deixa ele bater uma punheta. Lá no canto dele, apenas observando-a. E que depois que ele goza, ela o manda comer a sua porra. “Fantástico!”, ele grita quando conta.

Eu não acho que as mulheres sejam superiores, e nem que os homens o sejam. Mas me divirto muito cada vez que encontro o meu amigo, primeiro com o sermão dele, tentando me convencer, e depois com suas histórias.

E você, acha que as mulheres são superiores?

Estou virando exibicionista?

23 jul

Eu tenho certeza que todos vocês já tiveram esse sonho, ou uma variação dele: você está na rua, ou no trabalho, ou em qualquer lugar, e está nua. Se descobre nua de uma hora pra outra! E bate aquela sensação de desespero.

Eu tive muitas vezes. Desde bem nova, onde sonhava que estava nua no colégio, até adulta, quando já sonhei estar nua no estádio Beira Rio. Acordava assustada, e só me acalmava quando via que fora um sonho.

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Mas acontece que, de uns tempos pra cá, tenho sonhado sim que estou nua nos lugares, mas que faço isso por querer! Já me vi nua no centro da cidade, caminhando decidida por entre a multidão, que mesmo sendo apenas vultos em meu sonho, eu notava que estavam me olhando.

Já sonhei que caminhava nua por entre os carros, em um engarrafamento. Entre um carro e outro, sentindo o vento no meu corpo, meus seios se movimentando com o meu andar. Já sonhei que dançava nua, em meio à pista de dança, e que um circulo se formava à minha volta.

E fui ficando mais ousada, também nos meus sonhos. Se antes eu ficava nua normalmente, agora passei a provocar. Me vejo nua me exibindo para as pessoas, fazendo poses, criando situações. E no sonho isso tem me dado prazer. Me exibir, provocar, fugir.

Hoje tive um sonho assim. E acordei excitada. Resta saber até quando conseguirei fugir.

Sexo não convencional

15 jul

Eu não gosto de sexo convencional. Não adianta. Essa coisa de ppmm com mãozinha no ombro, definitivamente, não é pra mim. Gosto de ousar, de falar, de instigar… Gosto do diferente, do proibido, do sem pudor.

E é assim que escolho as pessoas que me relaciono. Como o meu novo amigo. Na última vez que nos vimos, foi na casa dele. Cheguei lá e ele tinha preparado todo um clima excitante. Velas, aromas, vinho, música. Ficamos bebendo e conversando um pouco, mas não resistimos por muito tempo. Logo a temperatura subiu.

Ele tirou a minha roupa no sofá da sala, beijou meu corpo todo e, de joelhos no chão, me fez gozar com a língua enfiada dentro da minha buceta.

Mas ele nem me deixou descansar. Já veio por cima de mim, enfiando dois dedos e me apertando, dizendo que sentiu falta do meu corpo, falta de me comer. Começou a falar que comeu outra pensando em mim, e isso me deixou ainda mais excitada. Pedi que ele me contasse como foi, que me mostrasse. Ele então virou bruscamente meu corpo, afundando meu rosto no sofá, com meus cabelos entre os dedos, e meteu forte na minha buceta. Urrei de prazer, enquanto ele me comia e contava a sua transa. Dizia que metia forte, imaginando meu corpo, imaginando que era o meu sexo. Apertava a minha bunda, me mostrando como fazia com ela. Puxava meus cabelos, encostando a boca na minha orelha e sussurrando que a minha buceta era melhor que a dela. E assim gozei de novo.

Fiquei jogada no sofá, curtindo as ondas de prazer que ainda se espalhavam no meu corpo. Ele me deitou de bruços, e em pé na minha frente arrancou a camisinha e passou a se masturbar. Eu queria-o na minha boca, na minha mão, dentro de mim, mas ele não deixou. Disse que queria gozar assim, me homenageando. Queria gozar olhando meu corpo, objeto do seu desejo.

Eu decidi ajudá-lo. Comecei a acariciar meus seios, lambendo a ponta dos dedos e brincando nos biquinhos. Abria as pernas e deslizava as mãos até minha buceta, me masturbando junto com ele. Ele se segurava pra não gozar, e eu já queria gozar de novo. Ele gemia, me chamava de tesão, de gostosa, de vadia. E eu pedia seu gozo, sua porra na minha cara, nos meus seios, no meu corpo.

Estiquei a mão e peguei uma vela na mesa de centro. E decidida, derramei a cera sobre mim. Na barriga, nos seios. A sensação de ardor se misturou com o tesão. Gemi alto, sentindo meu sexo pulsar. E ele gemeu alto também, jogando todo o seu gozo sobre mim, misturando a porra e a cera na minha pele.

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Depois ele me beijou, me pegou no colo e me levou pro banho. E a noite continuou…

A bunda da Nathalia

13 jul

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A minha parte preferida do corpo feminino, diferentemente da maioria dos caras que eu conheço, nunca foi a bunda. Já contei pra vocês antes que sempre gostei de seios, e de como as pernas passaram a chamar a minha atenção.

Claro que sempre olhei a bunda das mulheres, e confesso, muitas vezes virei pra trás depois que elas passaram, pra conferir se a bunda fazia jus ao resto do corpo. Sei que é detestável, mas…

Mas o fato é que, quando eu pensava numa mulher, no corpo, a primeira imagem que vinha era a dos seios.

Até eu conhecer a Nathalia.

Que tem seios maravilhosos, diga-se de passagem.

Mas que tem uma bunda linda. Com ela voltou até aquela coisa de piá, de passar a mão na bunda. Ela bobeia e eu vou lá e pronto, passei a mão na bunda dela. Se ela tá deitada de bruços, lá to eu com a mão na bunda dela. De calça jeans, sem calcinha, parece uma obra de arte. Era assim que ela estava no sábado de noite, quando saímos pra dançar.

E quando chegamos na minha casa, já um pouco altos e excitados, depois de beijos, carícias, lambidas e passadas de mão, ela baixou a calça até a altura dos joelhos, ficou de quatro na beirada da cama, e me olhando com a cara de puta que só ela sabe fazer quando está excitada, me falou:

– Vai… Come a minha bunda.

Ah, a sorte que não sou cardíaco. Senão eu morria ali mesmo, com aquela visão dos deuses, e antes de fazer o que ela me pediu.