Arquivo | junho, 2009

Espanhola

30 jun

Eu tava doente, semana passada. Uma gripe terrível. Andava me arrastando pelas paredes, dor na garganta, dor no corpo, parecia que tinha levado uma surra. Passei a semana assim.

Na sexta de noite, já um pouco melhor, a Nathalia pegou uns filmes na locadora e foi lá pra casa. Após uma janta leve, fomos pra cama assistir “Ele não está tão a fim de você”, ou algo assim. Lembrem-se, ela pegou os filmes. Só podia ser um romancezinho água com açúcar. hehehehe

Confesso que, ainda debilitado que estava, cochilei e acordei diversas vezes durante o filme. Mas só de poder senti-la ali, ao meu lado, me fazia sentir melhor. E disse isso pra ela, bem perto do final do filme. Não sei bem do que se tratava o filme, mas acho que, de acordo com o título, ela chegou a conclusão que eu tava bem a fim dela. Beijou meus olhos, meu pescoço, minha boca. Mordiscou meu peito, e pediu que eu desse pausa no filme.

Tirou minha camiseta velha, e beijou minha barriga, e foi descendo. Tentei tocá-la, e me repreendendo, ela falou que eu estava doente e tinha que ficar em repouso. Baixou minha cueca e começou a brincar com meu pau ainda mole. Ora colocava na boca, enquanto massageava meu saco, ora masturbava-o devagarinho. Depois colocou na boca, dizendo que adorava senti-lo crescer, e logo eu estava duríssimo e me contorcendo com o boquete que ela fazia.

Então ela deixou cair as alças da camisola, e colocou meu pau entre seus seios. Quando meu pau subia, ela lambia a cabeça, e quando descia, eu sentia a maciez da sua pele, friccionado entre seus seios. Uma deliciosa espanhola. Pra me provocar, ela apertava ainda mais os seios, um contra o outro, e beliscava os mamilos, me olhando com aquela cara de safada que só ela sabe fazer. Doente ou não, gozei forte e fartamente, melando seu rosto, seus seios, minha barriga.

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Ela ainda limpou tudo, me deu um beijo na boca e pediu que eu soltasse a pausa do filme. E eu dormi. Dormi sem dor, sem tosse, e aposto, com um sorriso nos lábios.

Parte II – Transando com outro, na frente dele

19 jun

Já dentro do quarto, tive que fazer o possível e o impossível para conter o meu namorado. Enquanto o rapaz não chegava, ele me beijava e já queria baixar o meu vestido. Quando ouvimos as batidas na porta, mandei que ele ficasse quieto, sentado na poltrona.

O rapaz entrou, desconfiado, mas tratei de logo quebrar o gelo. Puxei-o até a cama, e montei sobre ele. Nos beijamos e, de frente pra ele, fiz o tomara que caia cair. Ele abocanhou meus seios, enquanto me puxava para mais perto dele. Eu estava de lado para o meu namorado, mas fazia o possível para não olhar pra ele. Segurando o rapaz pelos cabelos, tentei tirar o vestido, mas não consegui. Levantei-me rapidamente, tirei do jeito que pude, e só de lingerie praticamente pulei sobre ele novamente. Agora já sentia seu pau duro sob as calças.

Ele segurava meus seios, chupando e mordendo, enquanto eu rebolava de leve sobre ele. Não havia nenhuma razão para isso, mas eu tinha pressa. Queria senti-lo logo dentro de mim, queria aquela fantasia realizada. Abri seu cinto, a calça, o zíper, e baixei-os até suas canelas. Masturbei-o um pouco, para logo em seguida colocar o seu pau todo dentro da minha boca. Suguei, mordisquei, brinquei na cabeça, e perguntei se ele tinha uma camisinha. Como ele não tinha, tive que pegar uma com meu namorado. Acho que naquele momento foi a primeira vez que nos olhamos. Seu tesão era visível, no rosto e nas calças.

Aquele olhar de desejo, de cumplicidade, de felicidade, me deixou ainda com mais vontade. Quando o rapaz terminou de colocar a camisinha, eu tirei as calcinhas e sentei com gosto nele. Entrou de uma só vez, me alargando, me preenchendo, me fazendo arrepiar. Então olhei pro meu namorado. Ele, com a boca entreaberta, se posicionava para melhor enxergar o pau do rapaz entrando e saindo de dentro de mim. Arrebitei a bunda pra ele ver melhor.

Ele passou a masturbar-se com a mão dentro das calças, praticamente no mesmo ritmo em que eu me movimentava sobre o rapaz. O rapaz, embora fosse ele que me comesse, estava relegado ao segundo plano naquele momento. Minha atenção e tesão estavam voltados para meu namorado. Tanto que quase não reparei quando ele passou a gemer mais forte, a se contorcer, e gozou com o meu movimento.

Saí de cima dele, e sem maiores cerimônias, pedi que fosse embora. O que ele tinha que fazer, estava feito. Meio sem entender nada, mas acho que satisfeito, ele rapidamente se recompôs e foi embora. Foi a partir daí que a noite começou de verdade.

Meu namorado praticamente voou sobre mim, me pegando com força. Me colocou de quatro e me comeu por horas, literalmente.

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Trepamos e gozamos de tudo que foi jeito, e quando resolvemos dormir, exaustos, o dia amanhecia lá fora. Meu namorado ainda brincou comigo, dizendo que eu não tinha pego o bouquet. Devolvi a brincadeira, dizendo que se ele quisesse, sairia pra buscar, não o bouquet, mas outro pra me comer. Ele sorriu, saciado e satisfeito, e me beijando falou: outro dia a gente faz de novo.

Eu gostei. 🙂

Parte I – Transando com outro, na frente dele

18 jun

Eu tinha um namorado, acho até que já falei dele, que abriu a minha cabeça para o sexo. Me ensinou a falar o que me desse na telha, a fantasiar sem limites e sem pudores. E me deu coragem pra realizar algumas fantasias, minhas e dele.

Ele tinha muita vontade de me ver com outro homem. Não era eu, ele e mais um. Era eu e mais um, e ele apenas olhando. Eu dizia que nunca conseguiria, ainda mais sem a participação dele. Que teria vergonha, que tinha medo de magoá-lo, e essas coisas… Mas ele não desistia! Ia me excitando, falando como seria, aproveitando os momentos que eu estava com mais tesão, e passei a considerar a idéia.

Mas e a terceira pessoa, quem seria? Essa passou a ser a parte mais difícil do plano. Um profissional? Seria artificial demais. Um amigo? Seria estranho. Uma casa de swing? Não era bem o que se tinha em mente. E assim seguíamos, sem nada acontecer, e eu de certa forma aliviada. rsrsrs

Certa noite teve o casamento de uma prima dele. Ela morava em uma cidade relativamente longe, e no mesmo hotel onde foi o casamento a maioria dos convidados de fora da cidade ficaram hospedados. Viajamos na sexta à noite, e no sábado antes do casamento mal nos vimos. Acordamos tarde, e o resto do dia passei praticamente no salão de cabeleireiro.

Depois da cerimônia religiosa, todos ao salão do hotel para a festa. Festa essa que estava divertidíssima. Boa música, muita champanhe, muita gente bonita. Os noivos estavam radiantes, e passavam toda essa felicidade aos seus convidados.

Como meu namorado havia confirmado a presença em cima da hora, acabamos ficando em uma mesa longe da família. Era um pessoal jovem, divertido e solteiro. Quando fomos dançar, já com o efeito da bebida na cabeça, um dos rapazes passou a se insinuar pra mim. Me puxava pra dançar com ele, fazendo o possível para nossos corpos se tocarem. Olhei para meu namorado, que piscou e sorriu pra mim. Tudo bem, pensei, estou liberada.

Dancei, instiguei, me insinuei, deixando o rapaz doido. Olhava pra mim e procurava meu namorado, que conversando com outras pessoas, se fazia de desentendido.

Ele tentou me beijar, mas não queria fazer isso na frente dos outros, principalmente da família do meu namorado. Veio uma música mais calma, e dançando abraçada no rapaz, escutei-o dizer que queria ficar a sós comigo. Ele era bonito, estávamos animados, mas confesso que em uma situação normal não teria levado adiante. Mas pensei na fantasia do meu namorado, e que poderia ser bem excitante… E então falei no ouvido dele: “sozinha com você, não fico. Mas se meu namorado for junto, eu topo agora”. Ele me olhou, desconfiado. Eu passei a língua nos lábios, mostrando que não estava de brincadeira. Disse a ele o número do quarto, e deixei-o sozinho no meio do salão.

Fui até a mesa, peguei meu namorado pela mão, e saímos. No elevador puxei-o para mim, e avisei: “vou transar com ele na sua frente”. Ele ficou maluco, beijou a minha boca, ficando excitado na hora.

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CONTINUA…

Vestida como uma puta

9 jun

Se tem uma coisa que o Ricardo gosta, é me ver vestida como uma puta. Saias curtíssimas, botas de cano alto, decotes reveladores. Além da maquiagem pesada, batom ultra vermelho, que deixa marcas no seu corpo todo.

Gosta que me comporte como uma, também. Por vezes como uma puta de classe, por vezes como uma rampeira. Me telefona, quando sabe que estou sozinha, e avisa que está vindo pra minha casa pra fazer um programa. E eu, que adoro ser a puta dele, me produzo para recebê-lo.

Aproveito para mostrar como quero ser tratada. Se coloco uma roupa mais “certinha”, ainda que pareça uma vadia, ele me trata com carinho. Se estou de minissaia, com os seios praticamente de fora, ele sabe que quero ser comida com força, que quero levar uns tapas, ter os cabelos puxados e bem xingada. Não que as vezes não se misturem as estações, é apenas um indicativo… rsrsrsrs

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Na semana passada eu esperei-o assim: uma saia de couro curtíssima, sem calcinha. Uma blusinha que mal cabiam meus seios e uma sandália de salto. Batom vermelho e um cigarro entre os dedos. Ele bateu na porta, e fui abrir. Quando me viu assim, não controlou o tesão.

Foi logo colocando as mãos entre as minhas pernas, para então dizer que tinha certeza que eu estaria assim, sem calcinha tal como uma vadia. Sentindo seus dedos tocando minha buceta, prensada contra a porta, respondi: “não tive tempo de vestir, o cliente de antes acabou de sair”.

Ele me pressionou ainda mais contra a porta, e enfiou sem dificuldade um dedo em mim, que antes mesmo dele chegar já estava excitada, imaginando o que rolaria entre nós. Logo enfiou mais um, e disse que eu devia ter dado bastante pro cliente, porque eu estava arrombada. Respondi que “minha buceta ele até comeu pouco, ele quis mais o meu cu”.

Ele me pegou pelos cabelos e me virou de frente pra porta. Levantou a minha saia e enfiou o dedo na minha bunda. Engraçado como as palavras e a nossa imaginação podem transformar as coisas. Agora ele enfiava o dedo da outra mão na minha boca, e do jeito que dava, eu contava como tinha chupado o cliente imaginário. Aquilo tudo estava nos deixando malucos.

Então ele me pegou pelos cabelos, me jogou sobre o sofá da sala, mandou que eu ficasse de quatro, e me comeu. Me comeu forte, com gosto, com tesão, me apertando e dando tapas na minha bunda. Mandando eu gemer mais alto, e fazendo com que eu pedisse mais.

Gozei primeiro, gemendo alto de prazer, tremendo meu corpo preenchido pelo seu pau. Depois fiquei de joelhos na sua frente, e chupei-o do jeito que ele gosta. Até gozar, enchendo a minha boca, escorrendo pelo meu queixo e pingando nos meus seios.

Ficamos ali abraçados, trocando beijos e carinhos… Até que ele começou a acariciar meus seios, e sussurrou no meu ouvido: “pelo que to pagando, tenho direito a mais uma”. Sorri, subindo em cima dele. Mal sabia ele que, com o tesão que eu estava, e que com a quantidade de vezes que transaríamos naquela noite, se alguém tivesse que ter pago, teria sido eu! rsrsrsrsrs

Calcinha pequena

3 jun

Lá na casa onde ensaiávamos com a banda, tinha sempre muita gente. O clima era sempre de festa, rapaziada entrando e saindo, amigos, desconhecidos, e claro, muitas meninas bonitas.

Muitas vezes todos nós praticamente morávamos lá, era tão bom que nem dava vontade de voltar pra nossas casas. O baixista, o dono da casa, realmente não se importava com aquela bagunça. Vivia a pleno os seus anos de rock and roll.

Tinha uma menina que, pelo menos duas vezes por semana, saía da faculdade e ia pra lá. Pegava ainda um pouco do ensaio, e depois ficava por ali, bebendo e conversando com todos. Era uma morena linda, olhos castanho-claros, e um sorriso de tirar o fôlego. Usava roupas sempre justas, abusando dos contornos que seu corpo lindo oferecia. Eu achava que ela tinha alguma coisa com o dono da casa, pois estavam sempre juntos e por diversas vezes eu e praticamente todo mundo tinha ido embora, e ela continuava por lá.

Numa noite de sexta-feira, a bebedeira foi forte. A nossa música foi a mais pedida durante a semana toda em uma rádio local, e todos estávamos lá para comemorar. Infelizmente não lembro de muita coisa…

Lembro apenas que era muita gente, muita bebida, e muita mulher. E lembro vagamente de estar acordando no outro dia, em um dos quartos da casa, com o movimento de alguém levantando da cama. Ainda desnorteado, só consegui abrir os olhos na última cena: ela subindo a calça jeans. E cobrindo aquele corpo perfeito, aquela bunda onde desaparecia uma minúscula calcinha. Não tive tempo de falar. Ela virou, me mandou um beijo, e foi embora.

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Namorei com ela depois disso, acho que uns dez meses. Ela, sacana que era, me deu várias versões praquela noite. Desde que eu tinha falhado até as mais inimagináveis possíveis.

E eu nunca soube o que realmente aconteceu. Mas sei que valeu a pena. Até hoje lembro da calça subindo devagar, e ah, aquela calcinha bem pequena…