Arquivo | maio, 2009

Reencontro II

26 maio

Não deixei ele descansar. Coloquei novamente meus seios na sua boca, segurando um contra o outro, passando-os por todo seu rosto. Ele lambia e chupava tudo, louco de tesão.

Até que me pegou com força pelos braços, me tirando de cima dele. Tateou a cama, até encontrar a camisinha que estava por ali. E com a voz rouca de desejo, me pediu:

– Coloca com a boca? Adorei aquilo.

Sorri, claro que concordando. Punhetei um pouco o seu pau, enquanto preparava a camisinha. E com os lábios e os dedos descendo pelo pau, coloquei. Ele me olhava maravilhado. Me pegou forte e me colocou de quatro.

Enfiou o pau de uma só vez na minha buceta, me fazendo gemer alto. Começou a estocar com força, enquanto eu me arrebitava e rebolava como podia, com suas mãos me apertando e me puxando mais ao encontro dele.

Quando ele me pegou pelos cabelos e puxou minha cabeça pra trás, eu simplesmente enlouqueci. Ao invés de gemer, eu praticamente gritava, mandando ele me foder. E praticamente implorei:

– Come o meu cu?

Ele rapidamente desencaixou-se de mim, me segurou ali de quatro na beirada da cama, e passou a me lubrificar com a sua língua. Lambia a minha bunda, enfiava a pontinha da língua, e pelamordedeus, mais um pouco e eu gozava assim mesmo.

Posicionou a cabeça, perguntou se tava tudo bem, e foi colocando devagarinho. Fui me sentindo ser alargada aos poucos, aquele incomodozinho misturado com tesão, enquanto ele todo cuidadoso ia entrando.

Quando entrou tudo, pedi pra ele ficar parado. E comecei a rebolar devagar. O pau todo dentro de mim, seus pelos encostados à minha pele, totalmente preenchida. Rebolava devagar, falando umas bobagens pra ele. Ele gemia, maravilhado, até que me confessou que era a primeira vez que fazia sexo anal (eu disse que ele era novinho! rsrsrs).

Mandei então que ele me comesse com gosto, pra começar bem. E foi o que ele fez. Como antes tinha feito na minha buceta, agora fazia no meu cu. Metia forte e fundo arrancando de mim gritos de dor e prazer. Não demorou muito e gozou, se contorcendo todo e enchendo a camisinha de porra.

Deitamos lado a lado, e ficamos conversando. Só faltou beijar meus pés em agradecimento ao desvirginamento no sexo anal. Pensei em explicar a ele que sexo não se agradece, afinal, se eu fiz era porque também queria, mas tive uma idéia melhor.

Pra ele calar a boca, sentei em seu rosto. E só saí de cima dele quando ele me fez gozar, de novo, com a sua língua entrando e saindo da minha buceta.

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Delícia.

Acho que acertei na nova amizade! rsrsrsrs

Reencontro

19 maio

No sábado passado, depois de duas semanas de e-mails, torpedos e telefonemas, enfim reencontrei o meu novo amigo. Durante esse período fomos nos conhecendo, conversando, falamos sobre todas as coisas, principalmente sobre a minha relação com o Ricardo. Assunto esse que em um primeiro momento deixou-o assustado, desconfiado, depois perplexo, incrédulo, e por fim, excitado. rsrsrsrs

As oito e meia em ponto ele estacionava em frente ao meu prédio, e dali saímos pra jantar. Confesso que não me lembrava que ele era tão bonito, e nem que parecia tão novinho! rsrsrs No restaurante sentamos lado a lado, e enquanto jantávamos conversando e bebendo vinho, nossa tensão sexual aumentava. Nossas pernas se tocavam de leve, e eu sentia o calor do seu corpo. Coloquei a mão na sua coxa, roçando com a ponta das unhas a calça, e logo subi até seu pau. Toquei-o um pouco sobre as calças, e acabamos dispensando a sobremesa. Não dava mais pra esperar.

Enquanto o manobrista buscava o carro, nos beijávamos e acariciávamos em frente ao restaurante. Fala de educação, eu sei. Mas às vezes o tesão fala mais alto. Quando o carro finalmente chegou, rumamos para um motel. Confesso que não sou muito boa com a mão esquerda, mas acho que ele não se importou muito, e até gostou, de ser masturbado enquanto dirigia até o motel.

Quase que não passamos da garagem. Quando ele estacionou, fiquei de joelhos no banco para chupá-lo. Fazia seu pau entrar e sair da minha boca, me concentrando na cabeça, a mão massageando suas bolas, enquanto ele se contorcia e gemia alto. Se eu continuasse mais um pouco, ele gozaria ali mesmo. Estiquei a mão e abri a porta do seu lado. Pulei por cima dele, e saí do carro. Com a mão direita segurei a base do seu pau, e delicadamente puxei-o para fora do carro. E assim, puxando-o pelo pau, guiei-o para dentro do quarto.

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Já lá dentro, arranquei suas roupas e ele arrancou as minhas. De joelhos, no chão, ele baixou minhas calcinhas e beijou e lambeu minha buceta depilada. Disse que eu era a única depilada que conhecia, e que assim dava mais vontade de lamber. Arqueei um pouco as pernas, me segurando na parede pra não cair, enquanto sentia sua língua ora me lambendo, ora me penetrando. Coloquei um pé no seu ombro, me abrindo ainda mais pra ele, que aproveitou para enfiar a língua mais fundo, e depois fazer o mesmo na minha bunda. Agora era eu que precisava me segurar para não gozar.

Cambaleamos até a cama, onde mordisquei seu peito, sua barriga, suas coxas, enquanto sentia seus dedos penetrando minha buceta. Coloquei meus seios na sua boca, e ele lambeu e chupou com tesão. Fiquei por cima dele, e fizemos um delicioso 69. Ele me segurava com as pernas abertas e corria a língua pela minha bunda e buceta, enquanto eu enfiava seu pau até minha garganta, segurava-o ali por um tempo, e voltava lambendo sua extensão. Foi quando ele abriu a minha bunda e começou a enfiar o dedo médio. Rebolei um pouquinho, fazendo graça e fingindo protestar, o que deixou-o com mais tesão. Desci então minha mão pelo seu saco, acariciando suas bolas, e fui descendo… até a bunda dele. Ele tentou fechar as pernas, mas eu falei: “se você pode, eu também posso”. Ele protestou, mas acabou cedendo às minhas carícias. Fui acariciando, brincando na entradinha, enquanto a língua deslizava pelo seu pau, enquanto seu dedo entrava e saía de dentro de mim, e quando nos demos conta, estávamos os dois com os dedos dentro do outro. rsrsrs

E assim gozamos a primeira vez. Ele com meu dedo dentro da bunda, jorrando porra quente na minha língua, no meu rosto, urrando de prazer. E eu com o dedo dele na minha bunda, querendo mesmo é que seu pau tivesse ali, enquanto ele lambia minha buceta.

E a noite estava só começando…

Continua? Talvez… rsrsrsrs

Sexo a 3 – Minha primeira vez

12 maio

 

Tão logo completei 18 anos, fui passar uma temporada fora do país. Fiquei praticamente um ano zanzando por aí, conhecendo lugares, pessoas, culturas e diversidades. Uma experiência única, com aprendizados que trago comigo até hoje.

Antes de ir viajar, namorava uma menina há uns seis meses. Foi uma separação difícil, mas que, apesar do sofrimento daquele momento, tínhamos os dois a certeza que além de necessária, conseguiríamos superar. Ela foi a primeira a me incentivar a viajar, sabendo que era um desejo meu e que seria bom pra mim. Nossa noite de despedida foi doce, triste e romântica. Não prometemos nada um ao outro, sabíamos que o futuro era incerto.

Quando voltei, onze meses e alguns dias depois, ela estava no aeroporto me esperando. Nos abraçamos com saudade, ternura e respeito. No carro, ela queria saber tudo sobre a viagem, verdadeiramente interessada e feliz com tudo que eu contava. Na minha casa diversos outros amigos nos esperavam, e foi uma festa só. Já era de manhã quando a última pessoa foi embora.

No dia seguinte, um domingo, o telefone tocou e era ela. Disse que gostaria de conversar comigo. Convidei-a para vir à minha casa, mas ela preferiu que nos encontrássemos na casa dela. No horário combinado eu estava lá, e quem abriu a porta foi um amigo nosso. Éramos bem próximos, os três, antes da minha viagem, mas naquele dia senti um clima meio estranho no ar. Cumprimentei os dois, e sentamos na sala para conversar. Os dois se olhavam o tempo todo e, curioso que estava, perguntei o que estava acontecendo.

Ela resolveu abrir o jogo, dizendo que dois meses após a minha viagem eles tinham começado a namorar. Disse que eles estavam sem jeito, principalmente ele, porque agora eu estava de volta e poderia ficar incomodado com o relacionamento deles. Que queriam eles mesmo me contar, antes que eu ficasse sabendo por outras pessoas, e que não queriam que eu visse a situação como uma traição.

Claro que de início a notícia foi um baque pra mim, não posso negar. Mais por um sentimento de posse do que um ciúme real da situação. Mas então me dei conta que, na noite anterior, durante a festa, eles nem ficaram juntos. Comentei isso com eles, que responderam que era por respeito a mim. Nesse momento um sentimento tão forte de amizade, de respeito, de camaradagem que a gente só vê praticamente quando se tem a idade que tinha na época, bateu em mim. Fiz questão de abraçar os dois, dizer que eles não precisavam ter todo esse cuidado por minha causa. Hoje parece até meio bobo, mas choramos os três abraçados. De saudade, de amizade, de respeito.

Estávamos os três em pé na sala, as lágrimas escorrendo na nossa face, quando ela virou pra mim e, com a palma da mão, secou as minhas lágrimas. Depois fez o mesmo com ele. E então virou-se pra mim, e me beijou. Sua língua, seu hálito, a maciez dos seus lábios. Eu lembrava da cada gosto, cada sensação. Depois beijou o namorado, que apesar da situação, recebeu o beijo com carinho. Ficamos alguns segundos em silêncio, um pouco embaraçados com a situação, e então ela desculpou-se, dizendo que aquilo não deveria ter acontecido. Eu fiquei quieto, mas o namorado segurou seu rosto com as mãos e disse a ela que não precisava de desculpas, que se tinha acontecido era porque deveria acontecer. Beijou os lábios dela e encorajou-a a fazer o que tinha vontade.

Sem saber bem o que fazer, me deixei levar quando ela virou-se pra mim e me beijou novamente, dessa vez com desejo e tesão. Enquanto ela me beijava ele acariciava seus cabelos, como se a encorajasse, ao mesmo tempo em que se fazia presente no que acontecia. Me sentei no sofá, com ela sobre mim, e ele ficou de pé atrás dela. Suas unhas roçavam de leve meu couro cabeludo, quando ela virou o rosto para trás e o beijou. As mãos dele percorreram o pescoço dela, os seios, a barriga, e ele tirou a sua blusa. Abaixou o sutiã, e aqueles seios deliciosos se ofereceram pra mim, à altura do meu rosto. Beijei e suguei os dois, enquanto eles continuavam a se beijar. As mãos dele seguraram os seios por baixo, empinando-os ainda mais na minha direção, um sinal de que me oferecia-os para meu deleite. Meu pau, duro como uma pedra, tocava sua buceta sob nossas roupas. As mãos dela tatearam minha calça, em busca do botão. Ajudei-a, abri a calça e senti o toque dos seus dedos percorrendo o meu pau.

Ela levantou-se e livrou-se das calças, enquanto eu terminava de baixar as minhas. Com uma mão me masturbava, enquanto ajudava o namorado a baixar as calças dele. Então colocou o pau dele na boca, sem parar de me masturbar. Depois foi o meu pau que foi abocanhado, enquanto ela masturbava o namorado.

Toquei sua buceta, e senti o desejo e o tesão na ponta dos meus dedos. Estava totalmente molhada, inchada, melada. Quando coloquei dois dedos de uma vez ela tirou o pau dele da boca e gemeu olhando nos meus olhos. Não sei de onde surgiram as camisinhas, provavelmente eram dele, só sei que ela estava de quatro, eu atrás dela, enfiando fundo e tentando segurar o meu gozo, e ele à frente segurando-a pelos cabelos e comandando seus movimentos. Ela gemia cada vez mais alto, dizia que queria os dois dentro dela, mas nossa inexperiência na época não nos fez capaz de realizar o que ela queria. Um pouco eu a comia, e então ela virava pra ele e sentava e cavalgava no seu colo. E assim fomos trocando, loucos de tesão, até que primeiro ela gozou sobre ele, que ao mesmo tempo se desmanchou de prazer, e depois arrancou a minha camisinha e me chupou até que eu gozasse, o que confesso que não demorou muito.

Ficamos os três jogados, a cabeça dela no meu colo, o resto do corpo sobre ele.

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Uns quinze minutos depois nos recompomos, e tentamos raciocinar sobre o que tinha acabado de acontecer. Não foi nada programado, simplesmente aconteceu. E depois desse dia nunca aconteceu de novo. Eles namoraram por um bom tempo ainda, e nossa amizade era a mesma de antes de eu viajar, só que agora o namorado era ele. Acho que o que aconteceu foi uma espécie de ponto final da minha história com ela. E que o meu amigo entendeu isso, e que aproveitou o calor da hora e o tesão da situação para participar disso conosco. Ele reconheceu a situação e encorajou-a a vivenciar.

Faz bastante tempo que não encontro nenhum dos dois. Pelo que soube, ela está bem casada e morando em outra cidade. E ele é piloto de avião, e tá morando na China.

Mas levo os dois com carinho em meu coração.

Sonho erótico

10 maio

Noite passada tive um sonho estranho. Estranhamente excitante. Sonhei que no meio da noite o telefone tocava… Eu atendo e ouço a voz da Nathalia, provocante, me dizendo para ir encontrá-la. Mas como é um sonho, eu enxergo ela. Em frente ao espelho, seminua, linda e sexy.

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O local é uma casa antiga, com aquelas grandes portas de madeira. Abro a porta silenciosamente, lá dentro está escuro, apenas algumas velas iluminam o local. Caminho com cuidado, tentando não esbarrar em nada na grande sala com móveis cobertos por lençóis. Escuto passos na escada e me viro a tempo de ver uma mulher nua subindo os degraus.

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Subo devagar, mais devagar que subiria se isso estivesse acontecendo de verdade, com certeza. Um grande corredor me espera no andar de cima. Atravesso-o em direção a uma porta, de onde vem um pouco de luminosidade. Em um canto da sala várias mulheres nuas se tocando.

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No meio delas a Nathalia. Vejo quando ela recebe um beijo na boca de uma ruiva, enquanto uma morena acaricia seus seios. Uma loira de joelhos toca com a ponta da língua a bunda da ruiva, que se empina toda para receber o toque. As mãos da Nathalia deslizam do corpo de uma pra outra, ao mesmo tempo em que é tocada por todas as outras mulheres. Vejo a Nathalia abrindo as pernas, o rosto apontado para o teto, os olhos fechados e a boca entreaberta, quando uma loira de cabelos crespos começa a lamber sua buceta. Logo ela tem os seios abocanhados por outras duas mulheres, e é nesse instante que ela começa a gemer de tesão.

Eu fico imóvel, apreciando o espetáculo, sentindo meu pau endurecer rapidamente. Penso em participar, mas algo me detém. É como se eu não pudesse fazer parte do que estava acontecendo.

Naquela deliciosa confusão de bocas, mãos, seios e sexos, alguém me nota. Uma morena linda percebe a minha presença e vem engatinhando em minha direção, olhos fixos nos meus, os lábios umedecidos pela sua própria língua.

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E quando ela está a poucos palmos de mim… Eu acordei! Tentei dormir rapidamente de novo, na vã tentativa de continuar com aquele sonho… Mas não consegui. Algo me incomodava. Descobri que era a dureza do meu pau.

Masturbei-me lentamente, fazendo a continuação do sonho em minha imaginação…

Depois da festa

8 maio

Dia desses, saindo de uma festa, eu e a Nathalia viemos pra minha casa. Era madrugada, tínhamos nos divertido bastante, tava um calorzinho gostoso. A Nathalia foi até o quarto, enquanto eu abria uma champanhe para continuarmos batendo papo. Deixei sobre a mesa de centro e fui escolher um CD pra gente escutar. Quando voltei, a cena era bem parecida com a da foto abaixo:

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Ela esparramada no sofá, bebericando a champanhe, ainda maquiada, praticamente nua. No som começava a tocar Sitting on The Dock of the Bay, que ela passou a cantarolar de olhos semicerrados. Fiquei sem me mexer, apenas curtindo aquela cena. Seus lábios mexendo quase imperceptivelmente com a música, a taça gelada na mão quase tocando seus mamilos, as pernas entreabertas…

No transe que ela estava, continuou. Agora a taça já tocava seus mamilos, que se arrepiavam e, juro que senti isso, pediam o toque da minha língua. A mão livre escorregou pela barriga, depois pela virilha e parte interna das coxas, até que se perdeu entre suas pernas. Ela se tocava de leve, ao som da música, como se estivesse sozinha no mundo. E eu não me mexia, com medo de acabar com todo aquele clima, embora minha vontade fosse saltar sobre ela.

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A música acabou, mas ela seguiu cantando a próxima, de vez em quando dando pequenos goles na champanhe, mas sem parar de se tocar e sem abrir os olhos. Quando ela começa a mordiscar o canto dos lábios, é porque está se segurando pra não gozar. E assim ela estava, com o dedo médio ora entrando e saindo de dentro dela, ora massageando o clitóris. Não me contive, e comecei a me tocar também.

Ela no sofá, eu de pé. Assim demos nossa segunda gozada daquela noite. A primeira já tinha acontecido antes de sairmos… Ainda teve a terceira, já bem mais tarde. Ela por cima de mim, me apertando, e nós adormecendo ainda encaixados. Literalmente.

Salada de frutas

8 maio

Gente, estou amando essa coisa de interagir mais entre blogs…

Lembram do Felipe que citei no post anterior?

Pois é, ele fez um post comentando a respeito da nossa conversa de bastidores… rsrsrsrs… expressando detalhadamente a sua opinião quanto a querer ter uma relação monogâmica, ao contrário do que ele imagina ser a minha e a do Ricardo.

Para explicar isso melhor, achei por bem fazer um post também colocando o meu ponto de vista e esclarecendo alguns fatos, pois fiquei com a sensação de que estava me expressando inadequadamente.

Vamos ver se consigo fazer melhor usando o post, já que para comentar levaria muitas letrinhas… rsrsrs

Não é que eu ache melhor ou pior o tempo de hoje, com a liberdade expressa e mais comum entre as pessoas.

A minha relação com o Ricardo (como quem nos acompanha já deve ter percebido) é de casamento mesmo, embora não sejamos oficialmente casados e nem moramos sob o mesmo teto, mas temos uma relação aberta, onde o tesão, os desejos, a química toma proporções que são naturais pra gente, não nos tolhimos como casal ou como pessoa, agimos de acordo com a nossa vontade, mas SEMPRE respeitando o outro!

Nos permitimos viver o que quisermos viver, juntos ou separados, mas NUNCA mentimos um pro outro, NUNCA impomos ao outro as nossas vontades, a coisa tem que acontecer naturalmente, tem que ser BOM PRA AMBOS, senão não rola!

Temos desejos que fluem de forma natural, fantasias que realizamos, fetiches que nos divertem, nos permitimos ir além do convencional para que estejamos SEMPRE JUNTOS!

E isso não quer dizer que não tenhamos nossos momentos de “amorzinho”, nem que a nossa relação seja uma baderna, ao contrário… temos horários, filhos, e toda a tribulação de uma relação a dois, trabalho, contas à pagar, discussões (que normalmente terminam na cama… rsrsrsrs), ciúmes sim… e já falei a respeito, tenho ciúmes loucos de uma ex dele, então, não somos anormais, só liberais… rsrsrs

E eu já vivi outras relações (assim como ele também) onde a liberdade era tolhida e isso nos infelicitou com certeza, até nos encontrarmos foi muito chão andado.  Queremos comemorar todas as bodas que existirem, e queremos sempre olhar nos olhos um do outro e descobrir o que mais podemos fazer para que o que sentimos seja mais e mais valorizado entre a gente e que esse sentimento cresça e se MANTENHA por todos os anos que ainda vivermos!

Quantos casamentos convencionais presenciamos onde um ou outro (se não os dois) estão insatisfeitos? Quantas pessoas ouvimos dizer: “onde esta aquela pessoa por quem me apaixonei” depois de viverem anos e anos juntas?

Quando digo que o ser humano não é monogâmico é por ter vivido já o bastante para perceber que mesmo nos casais mais apaixonados, ainda existe espaço para fantasias extras que nunca vão se realizar e com isso inevitavelmente virá a culpa no outro, pois foi por estar atrelado a essa concepção de fidelidade (fidelidade pra mim é outra coisa, pra mim fidelidade é não trair a confiança de quem esta contigo,é ser sincero,é falar o que se pensa, é expressar o que se deseja, é compartilhar!!!) que não se permitiu viver tudo que poderia e gostaria de ter vivido.

Tem coisa pior do que responsabilizar o outro, sem que esse outro nem tenha idéia do que se passa pela tua cabeça, por coisas que deixou de fazer?

Tem coisa pior do que se sentir culpado por tolher alguém em suas necessidades e carregar essa culpa por não querer dividir essa pessoa com outra (às vezes até com filhos, quantos de vocês conhecem pessoas que não querem ser pais (tanto homem quanto mulher) para não ter que dividir o seu amor com outro???)

Bem, não apregôo de forma alguma a “pegação” sem compromisso, não apregôo também a infidelidade, não apregôo nunca o machucar emocionalmente o seu parceiro, o que eu deixo claro com meus relatos (e o Ricardo também) é que cada ser é responsável por si mesmo e pelo outro e para que essa responsabilidade seja levada a cabo é imprescindível que haja sinceridade de sentimentos e ações, que as palavras sejam mais usadas, que todos se conheçam mais e profundamente, que as mentiras não façam moradas em seus lares, que possam sempre olhar com amor e sem a hipocrisia que a sociedade nos impõe e que sejam felizes.

Se o desejo do Felipe é uma relação monogâmica, onde não tenha espaço para outras pessoas, que todas as fantasias sejam realizadas apenas entre os dois, eu desejo sinceramente que ele encontre uma parceira que pense como ele, o que sinceramente não acredito seja tão difícil assim, e que os anos tragam a realização dessas intenções sem que nenhum dos dois olhe pra trás e lamente qualquer coisa.

Não nasci com a visão que tenho hoje, foi o tempo que me amadureceu e foi esse amadurecimento que me fez procurar alguém que compartilhasse da mesma idéia, por isso me sinto feliz e realizada como sou e onde estou!

E é o que desejo a cada um de vocês.

Como o Felipe disse: “Mamão com Mamão e Melancia com Melancia” e no meu caso, prefiro uma bela salada de frutas mesmo… rsrsrsrsrs

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Descobrindo a blogsfera…

5 maio

Ultimamente tenho procurado conhecer melhor a chamada “Blogsfera”, assim descobri novos “cantinhos”.

Gente, é uma infinidade de blogs, alguns maravilhosos (confesso que outros nem tanto…rs), tantas idéias, tantas formas de escrita, tantas risadas dadas ao ler os textos, tanto tesão no “ar”, tanta diversidade de assuntos…

É realmente interessantíssimo andar por aí e desvendar o que (e como) as pessoas se expressam.

Fiquei deliciada com tudo (tá, nem tudo…rs) que vi!

Já “quase” arrumei briga em um dos blogs que visitei (não é Felipe???…rsrsrsrsrs), mas no fim acabamos por nos entender…

Em alguns fiquei bem tentada a escrever e em outros nem tanto, mas acho que isso é normal, não é?  Afinal, aqui também acontece isso, quantas pessoas entram silenciosas e saem caladas???

E isso não é crítica a ninguém não, ao contrário, é maravilhoso que possamos ter essa liberdade de ir e vir na “Blogsfera” sem que seja necessário que nossos “passos” sejam registrados, sem que seja necessário que nos façamos presentes… aliás, isso é muito próximo (se não for a exata expressão) ao vouyerismo, não acham???

Adoro essa coisa de espiar… rsrsrsrsrs… e sem compromisso então… muito melhor…rsrsrs

Aproveitei as andanças para pegar o selinho que a Crisenta tão gentilmente nos ofertou…e trouxe para enfeitar ainda mais o nosso blog!!!

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