Arquivo | abril, 2009

Concurso de fotos eróticas

29 abr

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Gente, o clima tá quentíssimo lá no Erótico Enrustido! Tá rolando um concurso de fotos, onde o pessoal deve mandar fotos eróticas suas. Tem cada foto de tirar o fôlego!

O vencedor receberá como prêmio um kit com ingressos pra cinema, velas coloridas, óleos de massagem, chocolates, venda para os olhos… e mais outras coisinhas gostosas.

Ficou curioso? Clica aqui, e delicie-se com as fotos que tem lá. E, se tiver coragem, participa!

 


Chopp e sexo na sexta-feira

27 abr

Na sexta-feira passada saí com o pessoal do trabalho. Fomos na Calçada da Fama, a região de bares legais aqui da cidade. No início éramos em torno de dez ou doze pessoas, todos bebendo chopp e conversando animadamente. À medida que ia ficando tarde, o pessoal começou a dispersar. Alguns foram jantar com a família, outros tinham outros compromissos. Quando vi já era onze da noite, e sobrara eu, duas amigas e mais um colega de trabalho. Mais uma rodada de chopp, e a idéia que surgia na mesa era que deveríamos sair daquele bar e procurar um lugar pra dançar.

Já no banco de trás do carro do meu colega e um pouco alegrinha pelo chopp, resolvi ligar pro Ricardo, e ver se ele queria ir dançar conosco. Quando peguei o celular, tinha três chamadas não atendidas, todas dele. Devia estar brabo comigo (homem tem essa coisa, né? a gente não ouve o celular, e eles ficam putos. mas eles podem não atender quando estão vendo o jogo, quando estão com os amigos… tudo é motivo!). Liguei pra ele, que atendeu, mas meio seco disse que tinha tentado falar comigo, e como eu não atendera, agora estava “queimando uma carne” (às vezes ele pensa que tem 18 anos) com os amigos. Ok, pensei eu, fica aí comendo e eu fico aqui dançando. Agora quem estava braba era eu. rsrsrs

O lugar escolhido estava cheio e animado. A música era da melhor qualidade, e logo estávamos os quatro dançando alucinadamente. Na terceira ou quarta música uma das meninas já estava aos beijos com nosso colega. Nem sei bem como, mas sempre tínhamos uma garrafinha de cerveja na mão, e cada vez mais tontinha era difícil achar o caminho pro banheiro.

E foi em uma dessas idas ao banheiro, em uma das inúmeras abordagens, que conheci o rapaz. Era bem novinho, acho que do tipo que “queima a carne”. Eu disse que ia ao banheiro, e ele se ofereceu pra ficar na fila comigo. Falava muito pouco, mas me olhava com carinho e desejo. Quando entrei no banheiro, me prometeu que estaria esperando quando eu saísse. Dito e feito. Me pegou pela mão, perguntou se eu queria dançar ou beber alguma coisa. Pensei em beber, mas já tinha bebido demais, e resolvi dançar.

Fomos mais rápidos que meus colegas. Na primeira música já estávamos aos beijos, e eu desejando cada vez mais o contato do corpo dele com o meu. Suas mãos tocavam minhas costas, minha nuca, me puxavam contra ele, e eu me deixava levar. Em menos de quinze minutos me despedia do pessoal do trabalho e saía no carro dele.

Fomos para um motel, e quando entramos no quarto ele me empurrou contra a parede e me beijou com ardor e tesão. Suas mãos subiam pela minha barriga, de encontro aos meus seios, enquanto as minhas desciam seu peito, de encontro ao seu pau. Toquei-o, grande e duro, sobre as calças e não contive um gemido de desejo. Ele abocanhou meus seios, fazendo minhas pernas ficarem bambas de tanto tesão. Depois me pegou no colo e me levou pra cama.

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Ele tirou a minha roupa, peça por peça, beijando e sugando cada parte do meu corpo. Eu não me segurava mais, e quando a pontinha da sua língua tocou meu clitóris, tive o primeiro orgasmo da noite. Beijou meus pés, pernas, coxas, barriga, tudo… Quando tirou toda a sua roupa, não resisti. Fui pra cima dele. Mordisquei seu peito, sua barriga, e por fim caí de boca no seu pau. Fazia-o entrar e sair da minha boca, enquanto com os dedos tocava suas bolas.

Coloquei a camisinha com a boca, o que provocou ainda mais tesão nele, e simplesmente montei no seu pau. Subia, descia, dava aquela mexidinha que o Ricardo tanto gosta, e rebolava com prazer. Estávamos os dois com muito tesão, e logo gozamos juntos. Mas ele continuava pronto! Me colocou de quatro na beirada da cama, ficou em pé, trocou a camisinha e logo metia tão fundo que chegava a doer. Confesso que doía, mas eu estava gostando! rsrsrs Ele gozou assim, me levantando pelos quadris e gemendo de prazer.

Descansamos um pouco, conversando e trocando carinhos. Ele deitado de lado, eu de bruços na cama. Enquanto conversávamos, sua mão descia minhas costas e entrava pelo meio das minhas pernas. Deixei-as ligeiramente abertas, e agora sentia seus dedos entrando na minha buceta melada. Fechei os olhos e curti o toque. Já com o quadril arqueado, senti seu dedo tocando minha bunda. Ele forçou, e eu deixei. E assim gozei mais uma vez…

No sábado recebi uma mensagem dele, dizendo que tinha adorado a noite. E que, já que começamos da maneira inversa, na próxima vez ele quer me levar pra jantar. Bem criativo ele, adorei!

 


Bondage

24 abr

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O Ricardo falou num outro post a respeito das fantasias e da época de guri dele, e isso nos levou a recordar várias passagens da nossa infância.

Como é engraçado chegar à fase adulta, olhar pra trás e perceber já traços nossos hoje que foram construídos há tantos anos, não é?

Uma das minhas lembranças mais marcantes eram as sessões de desenhos na sala de casa. Inverno batendo forte do lado de fora e lá dentro, um clima gostosinho, aconchegante, o cheiro de algo a ser servido em pouco tempo e os desenhos!

Ahhh, adorava assistir desenhos!!!

Tá, isso aqui já esta parecendo um post saudosista…rs… mas na verdade é só a deixa para falar de outras coisinhas mais interessantes…rs

Comentando com o Ricardo sobre isso, falei que adorava assistir a Penélope Charmosa, amava o carro dela, e ficava toda arrepiada, de uma forma muito pouco infantil, quando a via acorrentada, amarrada, presa na arvore e coisas assim.

Bem, demos boas risadas com o assunto e ficou por isso mesmo, lembramos de outros fatos e outros personagens e seguimos em frente, como deveria ser (já imagino os leitores frustrados por me ler até aqui…rsrsrsrs)

Bem, sexta-feira, recebo uma mensagem no celular que dizia assim: “Lembra ainda do Loft??? Te espero as 22:00hs, sem atrasos!!!”

“PQP!!! Sem atraso??? Impossível!!!” foi a resposta que mandei, e nem um minuto depois recebo a resposta: “Se vira!”

Tá bom, né? Ia tentar me “virar” pra chegar no horário, mas já sabia que seria impossível e que ele teria que me esperar…não teria outro jeito… ele sabia que tinha um compromisso e que sairia exatamente às 22hs!

Para esclarecer… o Loft é um sótão que o Ricardo tem, feito meio apartamento, meio lugar pra desestressar, ensaiar, escrever, enfim, ficar sozinho, muito usado na época do início do nosso namoro, mas que estava alugado desde que ele foi morar no apartamento atual!

Então, como previsto, cheguei atrasada, subi correndo as escadas, entrei já largando a bolsa e tirando os sapatos e gritando por ele que não estava no meu campo de visão.

A voz veio de trás, séria e imperiosa: Esta atrasada!

Nem tive tempo de me virar, senti o Ricardo me segurando pelos pulsos e dizendo ao meu ouvido: terei que puni-la!

Ui, senti um arrepio na espinha e já entrei na brincadeira, dizendo que sim, que ele deveria me punir!

Então o Ricardo pegou uma corda e deu várias voltas no meu pulso, passando-a por dentro e por fora, num emaranhado que apenas sentia e pressentia, cheguei a perguntar pra ele se sabia o que estava fazendo e como desfazer depois (rsrsrsrsrs), no que tive a minha boca tapada por um lenço.

A essa altura já estava pra lá de excitada e queria me virar para vê-lo, mas ele não me permitia isso, então para acelerar as coisas (rindo aqui, às vezes meu frenesi me faz querer ir logo pros finalmentes e deixar a brincadeira pra depois, mas com o Ricardo isso nunca funciona como eu quero…rsrsrsrs)me deixei ficar quietinha esperando que ele terminasse o que estava fazendo, qual não foi a minha surpresa quando percebi que ele tinha vários rolos de cordas e todas coloridas, suspirei de frustração (aquilo ia demorar…rsrsrsrs) mas me senti molhar mais ainda…rs

No meio do Loft tem uma pilar de madeira para sustentar o teto, ele me levou até lá, rasgou minhas roupas para tirá-las e eu cada vez mais excitada, gemia alto de encontro ao lenço, queria falar com ele, mas ele nem me dava atenção. Chegando ao pilar me amarrou, passando varias cordas e fazendo desenhos lindos pelo meu corpo.

Então trouxe a TV para a minha frente e acionou o controle remoto, então a imagem da Penélope Charmosa aparece na tela, amarrada nos trilhos do trem e eu não segurei a risada… o Ricardo é ótimo para memorizar as coisas e vocês não podem imaginar a sua capacidade para armazenar informações e usá-las quando lhe convém.

Ele então desligou a televisão e se aproximando de mim disse: tu “sentia coisas estranhas” para uma menininha, vamos descobrir o que sente agora como MULHER!

A partir daí foi uma série de sensações intensas, o Ricardo brincando com meu corpo preso, percorrendo cada centímetro da minha pele com mãos, boca, gelo, doces, vinho!

E depois, sem desamarrar meu pulso, me levou pra cama, e penetrou fundo, várias vezes e cada vez mais forte, confesso que gozei absurdamente, intensamente e em tempo recorde, tal era meu estado de excitação!

Estar presa, completamente entregue ao outro, sem poder tocar, sem poder fazer nada é uma sensação indescritível, só quem já experimentou sabe do que estou falando!

Tempos depois, já desamarrada e completamente saciada (risos), perguntei ao Ricardo onde tinha aprendido a fazer aqueles nós nas cordas, e ele me disse que um amigo gosta de Bondage tinha dado umas dicas pra ele.

Bendito amigo do Ricardo…rsrsrs


Imagem é tudo?

20 abr

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Eu recebi a foto acima por e-mail, e fiquei maravilhado. Que mulher linda, sensual… e esse leite me fez pensar em váááárias bobagens. Mas, peraí. Voltei ao rosto, bonito, sem dúvidas, mas creio já tê-lo visto. Olho o subject do e-mail, e tá lá: Ana Carolina do BBB. Putaquepariu. Broxei.

Do pouco que vi o programa, ficou claro que ela era insuportavelmente chata. Murrinha, mimada, e aquela voz? Bleargh.

Então fiquei pensando. E nos meus pensamentos até deixei de lado photoshops e outros tratos digitais à fotos. Fiquei pensando mesmo na imagem, de um modo geral. Em como ela pode nos enganar. Como idealizamos as pessoas pelo que vemos, e como vemos o que desejamos nas pessoas. Quantas dessas pessoas que achamos lindas por aí, na rua, na TV, em revistas, que dizemos que faríamos de tudo para termos uma chance com elas, são dignas de um esforço desses?

Claro que gosto de mulheres lindas, e não vou querer dar uma de bacana aqui dizendo que a beleza não importa, jamais faria isso. Mas em casos como esse, dessa foto e de quem está na foto, vale o ditado: beleza não é tudo.

Queremos sim mulheres bonitas, mas com conteúdo. Queremos exibi-la para os outros, mostrar que estamos com uma deusa, mas precisaremos conversar com ela em algum momento, e precisamos de mais do que três ou quatro frases pensadas. Eu acho que uma pessoa linda pode ser inteligente, se quiser. Não são incompatíveis as duas qualidades. O problema é que muita gente bonita acha que isso já basta. E tem coisa pior, acreditem. E pelo pouco que vi do citado programa, me parece ser o caso. Tem gente que acha que é inteligente, e é uma porta.

Mas já que imagem não tem som, vou continuar vendo as outras fotos. Mas sem muito entusiasmo.

No Orkut

17 abr

Queridos, criamos uma comunidade do blog no Orkut.

Queremos com isso um contato mais direto e ao mesmo tempo conhecer melhor vocês.

O espaço é livre pra críticas, pra sugestões, pra falar de nós, de vocês, e até pra cantadas! rsrsrsrs

Esperamos que vocês participem com a gente. É só clicar aqui pra entrar.

Deixa eu andar na tua moto…

16 abr

Quando eu era piá, a gurizada se reunia em frente à minha casa. Era sagrado. Todo dia, final de tarde, todo mundo sentado no muro, no cordão da calçada, nas raízes de uma velha árvore que tinha ali. Tinha sempre os de fé, 3 ou 4, mas tinha dias que vinha todo mundo, em volta de 10.

O assunto, sempre o mesmo. Garotas. Ou a falta delas, pra maioria de nós. Estávamos naquela fase chata, em que as da nossa idade se interessavam pelos caras mais velhos, as mais novas não faziam nada mais ousado e as mais velhas eram impossíveis. Nos restava ficar ali, batendo papo e fumando escondido.

Na outra rua tinha uma mulher que andava de moto. Imagina, hoje já é difícil ver uma mulher dirigindo uma moto. Naquela época então… E era uma baita gata. A gente era invisível pra ela, claro. Passava e nem tomava conhecimento. Mas ela vivia povoando nossos sonhos, e foi a causa de muita tendinite em nossos punhos direitos.

Um dia eu tava ali, sozinho, esperando a gurizada chegar. Encostado no muro, um cigarro entre os dedos. Ouvi o barulho da moto, melhorei a postura e me preparei pra vê-la passar. Ela veio diminuindo a velocidade, e inacreditavelmente parou na minha frente. Me disse oi, eu respondi gaguejando, e ela pediu um cigarro. Era domingo, e o armazém tava fechado, ela não tinha onde comprar. Dei a carteira inteira pra ela, que não queria aceitar, mas eu disse que tinha mais em casa, e então ela aceitou, dizendo que seria eternamente grata. Eu, bobão que era, não tinha nenhum assunto pra puxar, acabei falando da moto. Disse que era legal, e tal. Ela perguntou se eu sabia andar, eu disse que não, e ela então me convidou pra ir na carona dela.

Não andamos nem 10 minutos, e confesso que fiquei sem jeito pra me segurar nela, e acabei me segurando na moto mesmo. Mas foi o suficiente pra, na hora que ela me trouxe de volta, já estarem sentados no muro a maioria dos meus amigos. A cara de espanto deles é algo que lembro até hoje. Ela parou, eu desci, peito estufado, olhar superior. Ela sorriu e disse: “obrigada, querido”. Eu disse: “Imagina, foi um belo passeio”. Ela respondeu: “Quando quiser de novo, me chama”. Me mandou um beijo e saiu acelerando a sua moto. Eu pedi um cigarro pra um deles, sentei no muro e não falei nada. Todos me olhavam, esperando que eu falasse alguma coisa. E então eu cantarolei uma música que na época fazia sucesso por aqui: “Deixa eu andar na tua moto, mas quem vai na frente é você. Eu sento na carona”.

Levei um monte de tapa na cabeça e ouvi vários xingamentos. Nunca contei que não aconteceu nada, mas também nunca menti que tinha acontecido. Simplesmente ficava quieto e desconversava. Mas confesso que, na frente deles, fazia um ar superior quando, a partir daquele dia, ela passava e buzinava pra mim.

Coisa de guri, mesmo. Lembrei dessa história quando vi a foto abaixo, em um blog. Bem que eu queria ter andado mais naquela moto.

 

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Recomeçando com os selinhos

14 abr

Gostaria de agradecer a todos os que nos presentearam com selinhos e memes nesse período todo.

Fiz uma tentativa vã de buscá-los (juro, eu tentei, de verdade), mas para não cometer nenhuma indelicadeza fui verificar qual dos carinhos ofertados foi o último que buscamos, e acreditem, fiquei pasma, foi em Novembro/2008!!!

Não preciso nem dizer que de Novembro até hoje já recebemos muitos comentários (feliz da vida aqui com isso… rs… não canso de repetir que o carinho que recebemos aqui nos faz um bem enorme, e nem acreditávamos verdadeiramente que aconteceria assim quando iniciamos o blog), então, tentei localizar os respectivos posts com os selinhos.

I M P O S S Í V E L!!!

Novamente vou agradecer a todos, e quero que saibam que não foi descaso (longe disso), antes… Foi a pura falta de tempo que não nos permitiu ir até o blog de vocês para recebê-los e posta-los como tanto gostamos de fazer aqui!

Mas, me fiz uma promessa (já que imaginei que seria mais fácil a minha tarefa de buscá-los passado um tempo), a partir de agora, sempre que vocês nos presentearem, não deixarei de ir buscar o presente, mesmo que não consiga posta-lo em seguida, ficarão guardados para oportunamente fazermos um post!

E sim, podem cobrar…rs

E para voltar, aí está o selo carinhosíssimo que recebemos por último do Casal que se ama!!! E que delicia… personalizado!!!

Um luxo!!!!… rs

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