Arquivo | março, 2009

Gula

25 mar

Não deu certo. Que raiva! Vocês acreditam que esqueci que tínhamos um chatíssimo aniversário de família? A sorte que o Ricardo me mandou uma mensagem perguntando se eu já tinha comprado o presente. E a tonta aqui achou que era o presente sexual. E ronronando, disse a ele que estava escolhendo. Ele não entendeu nada, e disse que a tia fulana vestia GGG, que não era pra esquecer. Ele nem tinha lido o blog, e eu nem lembrava da tia! rssss

Mas resolvi ser malvadinha. Quando estávamos no aniversário eu contei no ouvido dele tudo que tinha planejado. Claro, ele ficou maluco! Queria ir embora da festa a qualquer custo. Já ia se levantar pra despedir-se de todos, mas roçando com as costas da mão “sem querer” o pinto dele sobre a calça, alertei-o que não era uma boa idéia. Estava começando a ficar duro. E assim ficamos, ele doido pra ir embora, e eu provocando-o do jeito que podia.

Quando finalmente saímos, não conseguimos chegar em casa. Era tarde, tudo silencioso, e na garagem do prédio mesmo começamos a noite. Eu de joelhos, na frente dele, cometendo meu melhor pecado: a gula.

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Presente sexual

20 mar

Eu sei que faz tempo que a gente não escreve nada. A verdade é que andamos devagar mesmo! rsrsrs Estamos muito mais comportados do que gostaríamos e deveríamos.

Mas todos sabemos que a vida é feita de fases. Que as vezes estamos cheios de disposição pra todo tipo de loucuras, e que as vezes ficamos quietinhos, fazendo mais do mesmo (que não deixa de ser gostoso).

Mas hoje é sexta-feira. E parece que a tal disposição tá voltando! rsrsrsrs

Eu estava pensando em dar um presente pro Ricardo, hoje de noite. Ainda não sei bem o que. Quem sabe uma amiga? Não vai dar pra ela sair do bolo, não dá mais tempo de arranjar um bolo tão grande. Mas que ela saia de uma caixa… Já vale! Rsrsrsrs

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Eu só não sei bem como vai ser (se é que vai ser). Não sei se quero só ficar olhando. Quem sabe eu não arrume uma maneira de participar? Acho que ele ia gostar. E eu também.

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Se acontecer, prometo que conto pra vocês.

Bom final de semana pra todos!

 


Fisting

4 mar

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Nós já estávamos saindo juntos há algum tempo, ainda nos descobrindo, um pouco acanhados, mas tentando revelar nossos gostos e fantasias. Logo de início comentamos que não poderíamos deixar de falar sobre nossos desejos, e que, por mais absurdos que fossem, não deixaríamos de pelo menos tentar realizá-los.

Uma coisa que sempre excitou a Nathalia ao extremo é me ouvir contando sobre transas com outras pessoas. Confesso que me excita muito também.

Foi numa quinta-feira, na minha casa. Lembro como se fosse hoje: nós recém tínhamos gozado, ela estava deitada de bruços na cama, com as pernas entreabertas, os olhos fechados. Eu, de lado, descia minha mão direita pelas suas costas, pela bunda, até chegar na bucetinha melada. Ela gemeu baixinho. Adoro, depois que ela goza, tocá-la. Relaxada, muito molhada, aberta. Perfeita pra recomeçar.

Enfiei um dedo, que deslizou de leve pra dentro dela. E comecei a falar: “eu tinha uma namorada que entrava a minha mão inteira”. Ela abriu os olhos alarmada: “a mão inteira?”. “É, – eu disse – ficava só a partir do punho de fora”. Instintivamente ela fechou um pouco as pernas. “Impossível. A sua namorada devia ser uma vadia arrombada”. Eu ri alto, enquanto ela continuava: “não tem como, a sua mão é muito grande”. Contei pra ela como fazia, que enfiava um dedo, depois dois, que a mulher tinha que estar muito relaxada, que tinha que estar muito excitada, que doía um pouco sim, principalmente quando ia passar os nós dos dedos, mas que, quando a mão em forma de concha entrava, era só ir fechando os dedos que ela gozava muito. Falei tudo isso ora enfiando um ou dois dedos nela, ora brincando no clitóris. Apesar de alarmada, ela estava excitada, e o tempo todo me perguntava se a “vadia arrombada” gozava, se ela gostava e se eu gostava. E assim ela gozou de novo.

Alguns dias depois, saímos de uma festa e fomos novamente pra minha casa. Com duas ou três doses a mais de vinho na cabeça, no elevador ela já mordia minha boca enquanto apertava meu pau sobre a calça. Atravessamos a sala como uma flecha, arrancando as roupas e nos jogando na cama. Enquanto a beijava e sugava seus seios, sentia a buceta molhada nos meus dedos. Coloquei direto dois dedos dentro dela, que gemia e dizia pra fudê-la. Coloquei mais um, e em seguida outro. Entrava e saía de dentro dela, quando falei: “já tenho quatro dedos dentro de ti. Agora vou enfiar a minha mão inteira”. Abrindo mais as pernas, oferecendo-se ainda mais pra mim, ela respondeu: “não entra. Não sou como as vadias arrombadas que você anda por aí”. Apenas sorri e continuei.

Pedia pra ela juntar os seios, um contra o outro, e deslizava minha boca de um pro outro, lambendo, chupando, mordendo, sem parar de mexer na sua buceta. Coloquei o polegar junto da palma da mão e forcei um pouco. Ela reclamou um pouquinho, mas logo relaxou de novo, excitada com o toque nos seios. Quando os nós dos dedos passaram ela nem notou, de tão excitada que estava.

Ela gemia, pedia mais, queria poder chupar meu pau, queria meu pau no seu cu, falava e pedia coisas sem parar. Eu então parei de tocar seus seios, de beijá-la, e falei: “vadia arrombada!”. Em seguida peguei sua mão e a fiz seguir pelo meu braço direito. Ela foi descendo pelo antebraço e quando chegou no punho teve que parar. Dali pra frente estava dentro dela. Tentou puxar minha mão pra fora, mas fui firme, enquanto recomeçava os movimentos dentro dela. “Não acredito”, ela exclamou, “como que entrou?”.

Nessa primeira vez ela não gozou com o fisting, mas gozou de muitas outras maneiras o resto da noite. E eu gozei no rosto dela, enquanto ela pedia: “dá porra pra sua vadia arrombada, dá?”. rsss

Hoje ela goza e pede mais. Houve vezes que, no auge do tesão, ela pediu que eu enfiasse a outra mão, mas é claro que não o fiz. rsss Só tá difícil de convencê-la a finalizar o fisting anal. Quem sabe vocês me ajudam?