Arquivo | fevereiro, 2009

Ainda carnaval

27 fev

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Faz muuuuuuuito tempo…

Era um baile de clube, daqueles que até as duas, três da manhã, ainda era mais ou menos comportado, com famílias, pais, mães, e até avós. Mas o pessoal mais velho começava a ir embora e o clima começava a esquentar.

A banda tocava marchinhas, ainda não se escutava os hits do funk e axé em ritmo de carnaval. Nós pulávamos e nos deliciávamos brincando no salão. O trenzinho passeava por todo o baile, e os confetes e serpentinas voavam sobre as nossas cabeças. De shortinho jeans e blusinha branca, eu chamava alguma atenção.

Um rapaz bonito com pinta de surfista me pegou pela mão e saímos pulando em meio ao salão. Tentava me beijar de qualquer maneira, assim como tentava me bolinar. Muito bêbado. Me desvencilhei.

Voltei onde estavam minhas amigas e quando passou o trenzinho, saímos atrás. Fiquei por último, e logo um garoto se esfregava atrás de mim. Como os homens conseguem ser tão inconvenientes às vezes? Irritada, saí dali e fiquei só olhando os outros se divertindo.

Foi quando um garoto falou ao meu ouvido:

– Tá difícil?

Fuzilhei-o com o olhar.

– Calma. Eu vi que você não está conseguindo pular em paz.

Fiquei me perguntando onde ele queria chegar. Logo descobri.

– Eu pulo com você. E me comporto. Se você quiser.

Olhei pra ele. Era bonito. Mais alto que eu, bronzeado, cabelos claros. Falei:

– Se eu quiser o que? Pular carnaval ou que você se comporte?

De mãos dadas entramos no meio do povo.

Confesso que não lembro de como nos beijamos e nem de quando o clima começou a esquentar. Só me lembro de nós dois engalfinhados no canto do salão, sua língua explorando minha boca e seu pau duro contra o meu corpo.

Saímos do salão em direção à piscina. Vários casaizinhos se beijavam e se bolinavam discretamente por ali. Nada muito explícito, uma roçadinha aqui, uma mão mais atrevida ali. Nós passamos reto e fomos em direção ao jardim. Encostados em uma árvore, ele beijava meu pescoço enquanto apertava meus seios sobre a blusinha. Com os olhos fechados de tesão eu tentava me segurar em seus ombros, para não cair.

Ele quis subir minha blusa e sugar meus seios, mas deixei só um pouquinho. Estava com medo que alguém nos visse. Ele parecia que explodiria dentro da bermuda, e sussurrava coisas como “gata, que tesão”, “gata, que delícia”.

Abri o velcro da bermuda, tirei o pau dele da cueca e comecei a masturbá-lo devagarinho. Ele parecia que ia morrer. Gemia um pouco descontrolado, e agora dizia “gata, vamos transar”, “gata, não vou agüentar”. Encaixei o pau dele entre as minhas coxas, e cada um mexendo de um jeito, desajeitados, ele não demorou a gozar. Senti a porra escorrendo pelas minhas pernas, enquanto ele arfava fazendo caretas.

Mandei ele tirar a camiseta, e após breve admirada em seu abdômen, limpei a porra dele com ela. Meio incrédulo, ele recebeu a camiseta de volta sem poder vesti-la. Como não podia voltar ao baile sem ela (era regra), voltei sozinha e com tesão acumulado pro salão.

Eu sempre gostei de carnaval…

 


Eu gosto de carnaval sim!

26 fev

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Não é verdade que eu não gosto de carnaval.

Em parte.

Eu realmente não gosto daquela multidão suada. Das músicas terríveis que, entra ano, sai ano, são sempre as mesmas.

E a avenida pode ser interessante, acho que seria bacana sair na bateria (tocando, não de rainha hehehe).

Mas não é uma coisa que eu adore. E nos dias de hoje, menos ainda.

Mas durante muito tempo meu sonho foi ir no carnaval do Rio.

Nada de Portela, Salgueiro, Beija Flor.

Meu sonho era ir naqueles bailes onde a putaria corria solta.

E mais, queria mesmo era sair na capa da Private, ou da Status, ou da Big Man International chupando um peitinho.

Via essas revistas e ficava com tendinite no braço direito.

Sonho nunca realizado. Infelizmente.

Será que ainda existem esses bailes?

Abaixo umas fotos da época, que achei na net.

 

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Carnaval

18 fev

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Desculpem nosso sumiço. Pintou a oportunidade e tiramos mais uma semana de férias. Ficamos na praia, curtindo com as crianças os últimos dias antes do início das aulas (aqui o ano letivo começa mais tarde).

E agora já vem o carnaval. Eu adoro carnaval. O Ricardo detesta. rssss

Gosto de tudo: dos bailes, dos blocos, da avenida. Saí algumas vezes na Sapucaí, e é uma coisa indescritível. Adoraria ir de novo.

Eu sei que se eu pedisse com jeitinho, de um jeitinho delicioso, o Ricardo iria comigo. Até por que estando lá, eu tenho certeza que ele iria gostar. E também poderia ir sozinha, ele não se importaria. Mas queria uma companhia. Alguém quer ir comigo no ano que vem? rss

Esse ano não dá mais tempo, e já combinamos: vamos de novo pra praia. Dar a última recarregada nas baterias antes do ano começar de verdade. Tem baile no clube de lá, mas duvido que a gente vá. Vou assistir o carnaval na Tv mesmo.

Perguntei pro Ricardo, meio ronronando, qual era a nossa programação pro carnaval. Ele respondeu: “Ah, baby… Passamos o dia na praia e de noite tu vê a Mangueira entrar”. E caiu na risada. Segundo ele, essa é uma piada Cristiane Torloni: velha, mas boa.

Afffffffffff!! Melhor nem falar nada…