Arquivo | janeiro, 2009

Megera Domada

30 jan

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As meninas tenho certeza de que me entenderão, os meninos não… rsss

Andava pra lá de estressada, minhas olheiras mais pareciam um soco em cada olho de tão profundas e marcadas.

Estava cansada, irritada, chata, de um jeito que nem eu mesma me agüentava, então… O caso ERA REALMENTE GRAVE… rs

Falei um palavrão daqueles bem feios em alto e bom som quando o comando que estava dando ao computador simplesmente foi ignorado e perdi uma hora de trabalho.

Todos olharam pra mim na sala e eu nem mesmo me desculpei, me fiz de tola e continuei amaldiçoando a bendita máquina.

Daí cansei, simplesmente cansei e resolvi que já era hora de mudar de atitude.

Peguei o celular e liguei pro Carlinhos, uma bicha das mais divertidas e ma-ra-vi-lho-sas que conheço, não sei o que aquela bicha faz, mas seu astral é sempre revigorante, só de conversar um minuto com ele já me senti “óteeeeema”. Marcamos um horário e ele PRO-ME-TEU que eu me sentiria novamente uma DEUSA!!!!!

Desliguei o maldito computador quase chutando, mas a conversa com o Carlinhos tinha já me feito algum bem, por isso poupei o computador e fui a seu encontro com um “até logo” para os que estavam na sala (tenho certeza de que todos suspiraram aliviados quando saí, eu até pude ouvir esses suspiros me acompanhando até o carro… rssss)

Quando entrei no espaço do Carlinhos o cheiro me envolveu completamente, as vozes animadas, os sorrisos luminosos, e enfim, as mãos do Carlinhos segurando as minhas e dizendo: “perua, tu ta mesmo péééééééssima, mas não te preocupa que sei exatamente do que tu precisa, relaxa e me deixa cuidar de ti”. Nem mesmo duvidei do que ele dizia e menos ainda pensei em contrariá-lo, me deixei levar.

Primeiro lavar os cabelos, ahhhhhhhh, eu amo lavar os cabelos quando não sou eu mesma que tenho que fazê-lo… rsss

Depois senta na cadeirinha confortável, e da-lhe falar mal da vida dos outros, risos e mais risos, provocações, mais risos, de repente alguém pegando um dos meus pés e massageando, enquanto outra pega a mão e cuida dela, dai o cabelo já esta dentro de alguma coisa que não faço idéia de como se chama, mas que é boooooom.

Então mais uma massagem no cabelo, os pés sendo acariciados e tratados, as mãos idem, e eu simplesmente atirada na cadeira, me sentindo uma rainha, tomando um chazinho saboroso e cheirosíssimo, e tudo isso regado a muito, muito carinho.

E corta o cabelo e arruma a sobrancelha,  unhas das mãos e pés impecáveis, uma escova ma-ra-vi-lho-sa, que apenas uma bicha sabe como fazer… rsss… sessão de tortura na depilação (acharam mesmo que tudo seriam flores??? ahahahahahahaha… nem em sonho… o Carlinhos não me deixaria passar por tudo isso impunemente) e três horas depois eu era realmente outra mulher, muito mais relaxa, linda, leve, loira, radiante…

Algumas centenas de reais mais pobre, óbvio, mas muito mais feliz e feminina, realmente, tem coisas que nem mesmo Mastercard paga… rs

Carlinhos, Love – u… Eternamente!!!


Devolvendo o filme pornô

27 jan

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Eu devolvi os filmes na locadora, tá? E ainda disse pro rapaz espinhento que me atendeu: gostei, mas faria melhor! rsrsrsrs

Brincadeirinha…

Devolvi, morta de vergonha e bem quieta.

Mas me lembrei de uma amiga…

Tínhamos, sei lá, 16 ou 17 anos. Um pouco mais, um pouco menos. Combinamos de assistir na casa dela o Top Gun, com o então galã Tom Cruise. Antes que me critiquem: o Brad, o Banderas e outros bonitões eram desconhecidos na época. rsrsrs

Ficou combinado que ela alugaria a fita (sim, era VHS) e eu levaria o milho (sim, não tinha pipoca de microondas). Os pais dela trabalhavam o dia todo, e ela ficava em casa com a avó, que assistiria ao filme conosco.

Fizemos as pipocas, pegamos a Pepsi e sentamos em frente à televisão. Dois caras lindos de farda na tela, mas nenhum era o Cruise. Um diálogo bobo, e pasmem: os caras se agarram. A avó dela, incrédula, não consegue tirar os olhos da TV. E nem eu. Rapidamente a minha amiga pega a capa do filme e se dá conta: alugou o Top Gay, uma versão pornô homossexual do Top Gun.

A avó caiu na risada, de nervosa, a minha amiga ficou enojada, mas eu confesso que não conseguia tirar os olhos da tela.

Acho que nesse dia foi plantada a semente da minha fantasia (já realizada) de ver dois homens transando ao vivo.

Pior que não me deixaram ver o filme até o final.

E pior ainda pro pai da minha amiga, que foi o “eleito” pra ir devolver o filme na locadora! rsrsrsrs


A virgem e a hardcore

23 jan

Essa semana assisti dois filmes pornôs. Engraçado como a gente “perde a mão”. Não, não to falando de perder a mão direita por esforço repetitivo. To falando de ir lá e escolher os filmes. E a vergonha de passar no balcão de retirada? Parece que tem uma placa pendurada no teu pescoço: taradão. Quando era piá, fazia isso seguido. E nem dava bola. To ficando velho, essa é a real.

 

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O primeiro que vi foi o da sobrinha (que não é sobrinha) da Gretchen, a Carol Miranda: Fiz pornô e continuo virgem. Título engraçado, mas sei que isso já foi falado à exaustão em tudo que é lugar, então nem vou comentar. Também não vou discutir se ela era realmente virgem, até porque nunca saberei a verdade. hehehehe Mas o fato é que a guria é fraquinha. Ela é bonitinha, gostosinha, mas transando, achei fraquinha. Ou então ela é uma boa atriz (não to louco, isso foi uma piada J ) e conseguiu parecer, digamos assim, assustada e inexperiente no sexo. Não gostei.

 

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Parecia que não estava gostando do que estava fazendo, e que fazia sem vontade. Tá, eu até concordo que esse era meio que o propósito do filme, mas acho que a pessoa que vê um filme pornô quer ver a atriz se doando, e não apenas se doendo.

O outro filme foi o Hardcore, da Vivi Ronaldinha. Ela foi namorada do Ronaldo Fenômeno, o jogador de futebol que já foi o melhor do mundo, e que hoje anda levando umas bolas nas costas. Depois de terminado o relacionamento, ela se juntou com uma outra ex dele, e faziam shows pelo Brasil (quiçá pelo mundo) dançando e rebolando, e sendo chamadas de Ronaldinhas.

 

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Bom, com a Vivi a coisa é diferente. Talvez os anos de estrada façam a diferença. Ela não só faz de tudo, como nos faz acreditar que gosta do que tá fazendo. E o filme faz jus ao nome. As cenas de sexo da Vivi são bastante fortes. Ela toma uns tapas, cuspidas, fortes puxões de cabelos, chupa o pau do cara e um cabo de martelo (!) ao mesmo tempo. Lambe as botas do cara e as suas próprias. E até come grama. Como as pesquisas indicam que o povo que passa aqui no blog é meio fetichista, acho que irão gostar.

 

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Agora tem que ir lá na locadora devolver os filmes. A pior parte. To achando que o cara vai me olhar e perguntar: se acabou, punheteiro? Então já decidi: a Nathalia vai entregar pra mim! hahahaha

 


Logo cedo…

20 jan

Acordei assustada, sem saber a razão. Provavelmente um pesadelo, mas não lembro de nada. O calor no quarto estava insuportável, e o rádio relógio ao lado da cama ainda me dava praticamente mais uma hora antes de começar a “berrar”. Senti minha pele grudenta, suada, e apesar do calor, busquei conforto e segurança no corpo do Ricardo. Deitei a cabeça no seu ombro e fiquei ouvindo a sua respiração ritmada, devia estar curtindo a delícia que é aquele último sono antes de acordar.

Passei a mão no seu peito, barriga, e fui descendo. Brinquei um pouco nos seus pelos, e então toquei no seu pau. Não estava ainda totalmente duro, como ele geralmente acorda, e taí uma coisa que sempre me intrigou: a razão pela qual a maioria dos homens acorda de pau duro. O Ricardo, bom de papo que é, diz que só acontece quando dorme comigo. Que mesmo dormindo fica excitado com a minha presença. Não acredito, claro, mas é bom pro ego! rsrs

Me mexi com cuidado na cama pra não acordá-lo, descendo meu corpo vagarosamente. Segurei o pau dele na base, e coloquei a cabeça na boca, de forma suave. Comecei a lamber devagar, e ele logo começou a crescer dentro da minha boca. O Ricardo se remexeu um pouco, acho que acordou naquela hora, mas não disse nada. Lambi a cabeça e o saco, rocei a ponta nos meus seios, e quando olhei pra ele, estava sorrindo.

– Que maravilha acordar assim… – ele falou.

– Shhhh… É só um sonho bom… Volta a dormir. – falei.

 

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Se antes eu estava com calor, agora eu estava derretendo. Mas azar, suaria mais. Fui pra cima dele e sentei no seu pau. Ele gemeu baixinho enquanto sentia-o deslizar dentro de mim. Comecei mexendo pra frente e pra trás, com a mão no seu peito, devagar, com ele todo lá no fundo. E depois comecei a subir e descer, praticamente fazendo seu pau sair todo e entrar de novo, com os seios roçando seu rosto e meu suor encharcando a cama e pingando sobre ele.

Foi bem rápido, mas gozamos praticamente juntos. E acabamos dormindo a meia hora que faltava antes do maldito rádio relógio nos acordar.

Foi uma boa maneira de começar o dia. E graças a um pesadelo. Bendito pesadelo!


15 jan

Dentro do assunto do post anterior, enquanto procurava uma imagem, achei essa da Beyonce…

 

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Nem vou me estender… Benzadeus!! Ela merece um post todinho só pra ela! Em breve.

 


Tesão na farda?

15 jan

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Dizem por aí que as mulheres tem tesão à farda. Marinheiros, policiais, bombeiros e afins. Vigilantes também? Acho que não.

Dizem que a farda está relacionada ao poder, e que é do instinto feminino querer ser protegida. Vocês confirmam essa tese?

Ontem fiquei pensando nisso, andando tal qual uma tartaruga no trânsito da Ipiranga, enquanto escutava um debate no rádio sobre o caso da atriz global e seu agora falecido marido.

E não pude deixar de lembrar da brigadiana.

Ah, claro, vocês não devem saber o que é brigadiana. Eu explico. Aqui na minha cidade, a polícia militar é chamada de Brigada Militar. Então os soldados homens são os brigadianos, e as mulheres são as brigadianas.

Bem, eu conheci uma brigadiana. Em um bar, de noite, sem farda. Estávamos numa mesa com amigos em comum, e seus cabelos ruivos e olhos expressivos chamaram a minha atenção. Fiz um remanejo de lugares, levanta um aqui, senta outro lá, vai no banheiro e perde o lugar, e lá pelas tantas consegui ficar ao lado dela.

Ela tinha uma conversa sensacional, um astral ótimo, e quando a noite findava, trocamos telefones. Duas noites depois saímos pra jantar, e conversa vai, conversa vem, ela me contou que era policial. Juro que fiquei perplexo. Ela não fazia o tipo que eu imaginava de uma policial, bronca, mal humorada e até masculinizada (preconceito meu, eu sei). Ela era muito bonita, bem feminina e de certa maneira, frágil.

Naquela noite nos beijamos pela primeira vez, e na noite seguinte fomos pra cama. Não chegamos a namorar de fato, mas nos encontrávamos bastante e fazíamos muito sexo. Juro que nunca tinha pensado na hipótese de ser excitante ela fardada, até que a vi fardada.

Foi acidental. Eu caminhava distraído pela rua e, dobrando uma esquina, dei de cara com ela. A farda da brigada militar não é bonita e nem imponente, mas nela ficava um espetáculo. O coldre com o revolver, as algemas, as botas, sei lá… Aquilo mexeu comigo. Pedi que, no nosso próximo encontro, ela fosse fardada, direto do trabalho, de viatura, de camburão, ela que decidisse, mas que fosse vestida daquela maneira. Ela riu, e forçando um ar enfadado, brincou: “até que demorou”… E saiu, para continuar protegendo a população. J

E ela atendeu ao meu pedido. No nosso próximo encontro, ela foi à minha casa de farda. E eu desrespeitei a lei. Já na porta praticamente joguei-a contra a parede, e enquanto nos beijávamos com sofreguidão, eu abria a sua blusa e apertava-lhe os seios. Ela dizia coisas como “devagar, ou terei que usar a minha arma”, e isso me deixou incrivelmente excitado, e com mais sede ao pote eu ia. Os seus protestos eram de mentirinha, e ela pedia mais com os olhos, mesmo que suas mãos tentassem me afastar e por vezes tocassem o cabo do revolver, com ameaças.

Levei-a até a sala, e com suas calças abaixadas até as coxas, acariciei sua buceta melada. O momento não pedia muitas preliminares, e com ela ajoelhada no sofá, uma mão segurando o encosto e a outra o cabo do revolver, eu meti sem dó. Nossas outras transas haviam sido mais tranqüilas, mas aquela estava sendo selvagem.

Ela gozou, e embora na hora tenha sido excitante demais, hoje me parece meio bobo, eu avisei que queria gozar na sua farda. Ela protestou, disse que não podia, até brincou que ia me prender. Na verdade ela não tinha outra roupa pra ir embora, e teimoso que sou, disse então que queria gozar no distintivo. Ela disse que eu via filmes demais, que distintivos era coisa da polícia americana, que ela não tinha um, e não agüentando mais acabei gozando na camisinha mesmo. rsrsrs

Saímos juntos por um bom tempo, e transamos muitas outras vezes, com e sem farda. Era sempre bom o sexo com ela, mas naquela primeira vez foi inesquecível. Perguntei qual a razão dela segurar o cabo da arma, e ela me respondeu que lhe dava uma sensação de poder. Mesmo não exercendo, o poder era dela. Ela podia acabar com tudo na hora que quisesse.

A sorte que não acabou comigo. J


Melhor que ontem

14 jan

Enquanto ouço muita gente reclamar que com o passar do tempo o sexo com seu parceiro fica monótono, eu me pergunto: monotonia, quem é você?

Mesmo quando não estamos fazendo loucuras ou realizando fantasias quase impossíveis, transar com o Ricardo é uma delícia!

Nessa época do ano as crianças ficam na praia, então passamos praticamente todo o tempo livre juntos. Passeamos, malhamos juntos, e claro, fazemos muito sexo!

Ontem chegamos da academia e fomos juntos pro chuveiro. Adoro ensaboar o peito dele, brincar com os pelos, fazer bastante espuma e “escorregar” meus seios ali. E com as mãos ensaboadas lavar o saco e o pau dele. Sentí-lo endurecer na minha mão, e masturbá-lo devagarinho, enquanto a água do chuveiro cai sobre nós. Não resisti e fiquei de joelhos para chupá-lo. Com uma mão brincando nas suas bolas e a outra arranhando as suas coxas, logo senti minha boca se enchendo de porra, que engoli com prazer e com a sensação de serviço bem feito! rsrsrsrs

 

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Já no quarto, entreguei o pote de creme e pedi que passasse em meu corpo. Mandou que eu deitasse de bruços e começou pelos pés, espalhando o creme e massageando com carinho. Demorou-se um pouco mais nas minhas pernas, relaxando daquela dorzinha gostosa que dá depois de malhar. Passou o creme nas minhas coxas, no meu bumbum, e subiu pelas minhas costas. O toque másculo das suas mãos confrontado com a maciez do creme estava uma delícia, e excitada que já estava, fiquei ainda mais. E escutando a respiração dele ficar cada vez mais pesada e profunda, vi que ele também estava. Tentei virar de barriga pra cima, mas ele me segurou firme naquela posição. Jogou o pote de creme de lado e abrindo as minhas pernas, lambeu o meu cu. Arrebitei a bunda o máximo que pude, curtindo o prazer do toque da língua do Ricardo, que agora forçava a entrada.

Eu rebolava em seu rosto enquanto sentia a ponta da sua língua entrando e saindo da minha bunda. Tentava de toda maneira abafar meus gemidos, mas tinha a sensação que estava dividindo com todo o prédio o prazer que estava sentindo. Foi quando o Ricardo, sem deixar que eu me mexesse, veio por cima de mim e colocou a cabeça do pau na entrada do meu cu. Não tinha KY, não tinha nenhum lubrificante, só a saliva dele. Mas eu nem quis saber, e falei com convicção: mete. “É?”, ele perguntou divertido. Ele sabe que eu sempre “sofro” um pouquinho no começo. “Mete que nem homem”, respondi, sabendo que ele ficaria irritado (já disse pra vocês que sou assim birrenta, né? rsrsrs).

Ele nem respondeu. Mas acho que enquanto eu gritava e sentia o pau dele me rasgando, entrando de uma só vez na minha bunda, pude ouvir ele rir baixinho.

Mas como só o começo é difícil, logo eu me deliciava com o entra e sai dele, que com seu corpo sobre o meu, comandava os movimentos e falava as maiores sacanagens possíveis no meu ouvido.

E então veio aquela onda de prazer diferente, e praticamente no mesmo momento que ele, tive um “orgasmo anal”. Nem sei se isso existe, mas o fato é que gozei deliciosamente, e sem nenhum toque clitoriano ou vaginal.

 

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Ficamos ali deitados, trocando carinhos e beijinhos, até que adormecemos.

Quando acordei hoje de manhã, ele já tinha saído. No espelho, escreveu com um batom meu: “Teus gritos foram ouvidos por toda a cidade. Te amo”.

Mandei um torpedo pra ele assim: Ontem encheu a minha boca e a minha bunda de porra. Tem outra parte do meu corpo com ciúmes.

Ele apenas respondeu: “Relax, baby. Hoje tem mais. E contigo o hoje é sempre melhor que ontem”.

E pensar que o relógio ainda marca 9 da manhã… Mal posso esperar!