Arquivo | dezembro, 2008

Final de ano e muito sexo no ano que vem!

16 dez

E o ano terminou… Incrível a sensação que o tempo passa cada vez mais rápido. Parece que nunca mais conseguiremos fazer tudo que temos a fazer.

Junto com o final do ano, vem os compromissos. Familiares, sociais, de trabalho. É amigo secreto, é festinha aqui e ali. Não vejo a hora de chegar o final de semana, pegar o carro e ir pra praia. E só voltar no ano que vem.

Normalmente passamos as festas de final de ano no litoral, em família, mais descansando do que fazendo festa, é bem verdade.

Mas nem sempre foi assim… Houve uma época em que tudo era motivo pra festa, pra estar na rua, pra quebrar pequenas regras e limites. Em um desses longínquos finais de ano, eu andava saindo com um garoto (eu era uma garota na época também, não sou uma coroa assanhada rssss), e fomos passar o reveillon em uma prainha bem pequena e pouco habitada de Santa Catarina. Éramos um grupo grande de amigos, e alugamos duas casas na beira do mar, sete ou oito casais, e era festa, música alta e cerveja todo dia.

Na noite da virada combinamos um luau. Parecia que a praia era só nossa, ninguém por perto, e se bem me lembro, ninguém nem longe. Uma fogueira, violões, muita bebida e pouquíssima comida. As meninas de biquíni, no máximo uma sainha ou um short por cima, os rapazes de bermuda. E muitos beijos. Nossa, como se beija quando se é mais novo, né?

O clima foi esquentando, pelo menos pra mim e pro garoto, e em determinado momento ele me pegou pela mão e nos afastamos dali. Esticamos uma canga na areia, meus seios foram liberados do biquíni e ele passou a chupá-los e lambê-los, me levando à loucura. Peguei em seu pau sobre a bermuda, e sentindo-o mais duro do que nunca, pedi que ele me penetrasse. Sem me ouvir, ele desceu a língua pela minha barriga, meu umbigo, afastou a parte de baixo do meu biquíni e passou a me lamber. Eu delirava de prazer, e agora implorava que a ele que me comesse.

Quando ouvimos ao longe as vozes bêbadas dos nossos amigos contando dez… nove… ele baixou a bermuda e me penetrou forte, de uma só vez, me preenchendo e pingando suor sobre mim, beijando a minha boca, me arrancando suspiros e delírios. Ao fundo a comemoração, em alguma praia mais longe fogos de artifício, e ao meu ouvido a voz dele: “entramos o ano transando… agora vamos transar o ano todo!”.

 

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Voltamos pra casa no dia seguinte, e esfolada pela areia não pude transar por alguns dias. Mas transei bastante durante aquele ano, embora, pelo que me lembre, não foi por muito tempo com ele não.

Ultimamente, com as crianças, não passo mais a virada transando. Mas na primeira oportunidade eu e o Ricardo começamos a nossa contagem. Não a regressiva. A progressiva. E que continue aumentando! rsss

Espero conseguir voltar aqui até o final da semana pra dar um beijo em vocês antes de viajar…

 


Garotas tatuadas

12 dez

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Sempre fui fascinado por tatuagens e principalmente por garotas tatuadas. E olha que ainda peguei bastante da época em que a tatuagem era totalmente marginalizada. Coisa de bandido ou de vagabundo, de presidiário ou de roqueiro maluco, de surfista maconheiro. Hoje, tirando as grandes empresas, estamos praticamente livres disso, finalmente.

A minha banda foi tocar no interior do estado, era um evento bacana que mesclava desfiles de moda, exposições fotográficas e shows de rock. Chegamos na sexta-feira, dia do nosso show, e enquanto os equipamentos eram descarregados, fui dar uma volta pelo local. Sempre gostei de fotografias (e de modelos hehehe) e fui dar uma olhada na exposição. Um dos fotógrafos tinha um trabalho diferente, muito parecido com o que é hoje o Suicide Girls, garotas tatuadas em fotos sensuais. Algo totalmente novo pra cultura do nosso estado, e talvez forte demais pra uma cidade do interior. Comecei a conversar com ele justamente sobre isso, e ele me confidenciou que a cada lugar que sua exposição passava ele era visto com desconfiança e muitas vezes acusado de pornografia. E mais, duvidavam que naquelas fotos as modelos fossem brasileiras. Ele falava e eu ia olhando as fotos, e no momento em que mirei o olhar em uma loira linda, com os braços tatuados, olhos verdes que pareciam sair da parede e vir de encontro aos meus, o cara diz: “Por isso algumas das modelos me acompanham quando podem nas exposições”. Animado que estava, passou a mostrar nas fotos quem viria hoje acompanhá-lo, e entre as três modelos que mostrou, estava a loira.

Fui fazer a passagem de som com a foto da garota na cabeça…

 

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Fomos para o hotel, depois jantar, depois hotel de novo. Era longe pra caramba do local do evento, e eu não conseguia convencer ninguém a ir mais cedo pra lá. Acabou aparecendo algumas garotas por ali, e meio que deixei de lado a fixação na foto.

Finalmente chegamos no local e antes do show dei uma passada no stand das fotos. A loira estava lá, e acompanhada das outras modelos, dava autógrafos pra um bando de gente. Pedi ao fotografo que me apresentasse as meninas, queria elogiar o trabalho delas, mas enquanto as outras duas me agradeciam e conversavam comigo numa boa, a minha até então musa mal me olhava e quando o fazia, era com ar blasé.

A banda foi anunciada, e modéstia a parte, a galera foi à loucura. Fizemos um showzaço, e é indescritível ver uma multidão cantando as músicas que você fez. No camarim recebemos as pessoas para fotos e autógrafos e, para a minha surpresa, o fotógrafo e as três modelos. O comportamento da loira mudou completamente, mas o meu também. Dei toda a atenção do mundo pras outras duas, e praticamente ignorei ela. Agora era eu que estava em uma posição superior.

Não foi dessa vez que transei pela primeira vez com uma garota tatuada, mas tudo bem. Era ainda o final dos anos 80, e muita coisa estava por vir. O fato é que linda, maravilhosa, tatuada ou não, gente que se acha superior perde o meu interesse rapidamente.

Já nem sei mais o real motivo desse post, e acabei me perdendo no assunto e nas lembranças… Então deixo abaixo umas fotos da minha nova musa, Kat Von D. Ah, como eu queria ser tatuado por ela…

 

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O e-mail da Mari

9 dez

Eu recebi um e-mail ontem. Fato raro! Quer dizer, é claro que recebo milhares de e-mails. Mas esse foi através do blog. A Nathalia recebe toneladas deles, se é assim que podem ser medidos, mas eu raramente recebo. E nas poucas vezes que recebi, tinha até neguinho pedindo pra eu dar uma força pra ele comer a Nathalia. Pode uma coisa dessas?

Bom, mas ontem eu recebi um. A menina que escreveu me disse ter 22 anos, ser de classe média alta e se chamar Mariana. Mari, pra mim (segundo ela).

A Mari me contou nesse e-mail que ela tem uma tara, e que a cada dia se arrisca mais a realizá-la. Me disse adorar masturbar os homens. Conhecidos ou desconhecidos. De qualquer raça, credo ou classe social. E me disse mais…

 

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Contou que nas baladas adora deixar os caras malucos, mas que nunca transa com eles. Que arreta, arreta, deixa-os em ponto de bala, e então faz eles gozarem na punheta. E que depois, em casa, sozinha na cama, se masturba o mesmo número de vezes que masturbou os caras.

Me contou que se já se arriscou, em dias que estava muito excitada, masturbando homens em banheiros públicos. Que escapou por pouco de ser fodida à força lá dentro, mas que fez vários gozarem. Que essa vez foi uma das poucas em que deixou os homens a tocarem, e que masturbou vários deles enquanto chupavam seus seios.

Contou também que por diversas vezes masturba os travestis na rua, pela janela do carro, ou na calçada com eles. Eles, segundo ela, adoram. Até porque ela paga por isso.

Me disse que começou a masturbar os homens porque tinha medo de transar. Medo que doesse, medo de engravidar, medo de tudo. E que os rapazes enlouqueciam e não entendiam a razão para não ter continuidade, e ela então os masturbava para aliviá-los.

Hoje ela tem um namorado, mas também não transa com ele. Mas já masturbou todos os amigos dele, claro que sem ele saber.

Ela terminou o e-mail dizendo que adorou o blog, que ficou excitada, e adivinhem: quer bater uma punheta pra mim!

Tô bem tentado a aceitar a proposta… 🙂

 

Jogando como um time

8 dez

É, não teve jeito, precisei me render aos fatos!

Futebol e mulher pelada é realmente a paixão dos homens, principalmente se eu pensar no MEU homem…

E daí, já que não podemos com eles, nos juntamos a eles…

Resolvi fazer uma surpresinha pro Ricardo (principalmente depois de ter lido esse post aí embaixo, onde ele descaradamente reclama de mim).

Fui ao Beira Rio, comprei a camisa oficial do time, meião, chuteira, mandei uma mensagem no celular dizendo que o esperava às 20:00h.

Fui pra casa e me preparei, maquiei o rosto de vermelho e branco, vesti a camiseta, o meião, a chuteira, coloquei na cama uma bandeira do Inter.

 

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Quando ele chegou, chamei-o do quarto. Quando ele entrou, começou a rir e a perguntar onde eu estava (estava no banheiro olhando-o da porta, mas ele não tinha olhado praquele lado ainda), então saí, joguei ele na cama, subi em cima dele, e disse: agora é a hora da nossa partida, campeão de TUDO!

Meninas, façam isso, rendam-se, porque a noite foi longa, cheia de fogos de artificios e comemorações em todas as 11 posições que qualquer atacante de respeito ficaria com inveja….hihihihihihihihi

 


Campeão de tudo!

4 dez

Ontem eu tava no Beira Rio, a fumaça dos sinalizadores praticamente cobriam o campo, minutos antes do início do jogo. A galera cantando “Vamo vamo Inter… Vamo vamo Inter!!”, eu lá pulando com uma bisnaga da Nissan em cada mão, o rosto pintado de branco e vermelho, quando sinto meu celular vibrar no meu bolso. Não dei bola, e segui com o incentivo. Só que, como vocês sabem, a bosta do celular fica tremendo de tempos em tempos, se não é atendido. Então no exato momento em que a torcida saudava o nosso capitão, berrando “Edinho, Guerreiro! Edinho, Guerreiro!”, eu largo uma das bisnagas de lado, levo a mão no bolso e leio na tela: nova mensagem de Nathalia.

 

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Fiquei faceiro, afinal ela provavelmente estaria me mandando boas vibrações para o jogo, e com uma sacanagenzinha no final, como é de praxe… Mas ao abrir, leio, assim mesmo, em miguxês: vc naum vai + escrever no blog?

Fala sério!!!

To lá numa decisão de campeonato, estádio lotado, o jogo pra começar, e ela me manda uma mensagem dessas? Pô, eu adoro o nosso blog, mas não era o momento, né?

Obviamente não respondi, desliguei o celular, e voltei minha atenção ao campo.

Puta que pariu, que batalha. Em uma semana os caras do Estudiantes aprenderam a jogar, e, justiça seja feita, alguns do meu time desaprenderam um pouco. O juiz era muito fraco, e tirou todos nós do sério. Demorou horrores pra amarelar os argentinos, que davam porrada com vontade. Deixou de marcar um pênalti em que o zagueiro deles deu uma cortada de vôlei dentro da área. Só não saiu apedrejado de campo porque nosso estádio não tem pedra solta, não tá se desmanchando como alguns por aí… hehehe

O segundo tempo foi horroroso, tomamos um gol babaca e não produzimos nada. A prorrogação era inevitável. Mas na prorrogação o time voltou melhor, quase marcou no primeiro tempo, e no segundo o Nilmar aproveitou um bate e rebate dentro da área argentina e mandou pro fundo da rede. Faltava pouco mais de 5 minutos, e não tinha mais como perder. O empate era nosso, e o título também.

 

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Nunca nenhum time brasileiro tinha ganho este título. Nunca nenhum time o ganhara de forma invicta. Na América, apenas o Inter e o Boca podem dizer:

SOMOS CAMPEÕES DE TUDO!!!

Exato, são os dois únicos times que venceram todos os títulos continentais possíveis no momento.

 

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Como jogo de meio de semana é dureza, e com prorrogação e entrega da taça fica ainda mais demorado, cheguei em casa mais de duas da manhã. Pra quem precisava acordar as seis e meia, o melhor era tentar dormir. Obvio que acabei deitado na cama, assistindo a repetição do jogo na TV.

Hoje to um zumbi, mas um zumbi campeão. E ainda escrevi no blog, como a Nathalia queria.

Só não sei se ela vai gostar do post… hehehehe