Arquivo | novembro, 2008

Parte IV – Final – Na suíte envidraçada e o e-mail

29 nov

Eu já gemia descontroladamente e minhas pernas perdiam a força de tanto tesão quando meu outro seio foi abocanhado. No direito, lambidas e movimentos suaves, no esquerdo chupadas. O Ricardo me segurava pela cintura, pressionando meus quadris de encontro ao seu pau. Eu tentava espiar por baixo da venda, queria ver quem estava me tocando, mas não conseguia. Por alguns momentos os toques pararam, para em seguida serem substituídos. Desta vez era apenas uma pessoa, que com mãos grandes e ásperas segurou meus seios juntos e roçava o rosto com uma barba por fazer, lambendo um e outro, chupando, mordiscando. Achei que teria um orgasmo ali, mas acabei me contendo.

Senti uma mão subindo pelas minhas coxas, sob meu vestido, e uma voz feminina comentando sobre a minha umidade. Abri levemente as pernas, liberando o caminho, e logo senti os dedos finos tocando a minha buceta. O homem que tocava meus seios se afastou, e senti o corpo feminino encostando-se ao meu. Ela me masturbava com carinho e destreza, eu estava totalmente excitada, e quando ela colou seus lábios aos meus e nossas línguas se entrelaçaram, gozei. Gozei pressionando o Ricardo contra a parede, sem conter os gritos que antes eram gemidos de prazer.

Abrindo caminho entre as pessoas (é a impressão que tive, afinal estava vendada e recém gozada rssss), o Ricardo foi em direção a uma das últimas suítes que estavam desocupadas. Sem me deixar enxergar nada, ele tirou meu vestido, fez com que me ajoelhasse na sua frente e lhe chupasse. Sentia seu pau muito duro, com a cabeça inchada em minha boca, sabia que ele estava muito excitado com aquela situação também. Me preparei para fazer tudo do jeito que ele gosta, retribuir o prazer que ele me dera, mas mal comecei e ele já se afastou, dizendo:

– Eu já conheço o teu talento. Mostra pros outros que estão aí.

E um outro pau roçou meus lábios.

Senti uma pontada de vergonha, medo, mas continuava excitada. Comecei a chupá-lo, o gosto da camisinha na minha boca e a imaginação solta na minha mente. Como será que ele era? Enquanto eu começava a formar uma imagem na minha cabeça, senti algo na minha bochecha. Outro pau.

Segurei-o com a mão e passei a masturbá-lo. Depois coloquei-o na boca e fiquei masturbando o outro. Ouvia as vozes de mais pessoas na suíte, muitos homens, e um pouco assustada e muito excitada, fiquei pensando se teria que dar conta de todos. O primeiro afastou-se e deu lugar a outro. Se consegui contar certo, chupei cinco homens, contando o Ricardo.

O Ricardo mandou que eu fosse pra cama, e eu deitei de costas. Alguém disse que era pra abrir as pernas, e eu obedeci. Uma língua áspera passou a penetrar a minha buceta e lamber meu clitóris. Ajoelhados na altura do meu rosto, dois homens mantinham seus paus à minha frente, e eu chupava um e outro, enquanto eles beliscavam meus seios. Não tive tempo e nem cabeça pra pensar na hora, mas hoje escrevendo esse relato me sinto tão… puta! E tão excitada também.

 

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Fui fodida de quatro, papai e mamãe, de lado, enquanto chupava e era chupada. Gozei milhares de vezes e senti muitas gozadas também (sempre de camisinha). O mais incrível de tudo é que o tempo todo fiquei vendada, e não sei quem me comeu. Talvez tenha sido apenas dois, talvez cinco, seis, não fazia idéia.

A suíte foi esvaziando e ficando silenciosa, e eu depois de usada e abusada, me vi sozinha na cama, dolorida, anestesiada, saciada. Chamei pelo Ricardo, mas ele não atendeu. Chamei novamente, um pouco assustada, e não obtive resposta novamente. Ouvia gemidos baixinhos, mas não sabia de onde vinham, e gemidos não era novidade num local daqueles. Tirei lentamente a venda dos olhos, me acostumando com a claridade e reconhecendo o local, e vi que a parede envidraçada havia sido “coberta” com cortinas, e a porta da suíte estava fechada. E em seguida identifiquei os gemidos: sentado em uma poltrona, no canto da suíte, me olhando nos olhos, o Ricardo era chupado por uma mulher ajoelhada entre as suas pernas. Olhando mais detalhadamente, vi que era a Márcia, a “nossa” prestativa garçonete.

Apesar de dolorida, esfolada e pra dizer bem a verdade, saciada, me arrastei até eles para acompanhá-los. Passamos as duas a dividir o pau do Ricardo. Nossas bocas deslizavam uma de cada lado do pau, das bolas, mordiscávamos as coxas dele, e em um determinado momento, na cabeça do pau, se encontraram. E virou um beijo. E eu reconheci aquele beijo gostoso. Só podia ter sido ela.

Me animei novamente, e a noite praticamente recomeçou. Mas desta vez só nós três.

Quando saímos de lá, já era manhã de sábado há algum tempo…

O e-mail

Ah, quase me esqueço! Reproduzo abaixo o e-mail que mandei pro Ricardo, e que originou tudo:

Ri, meu amor!

Hoje vou deixar de lado as meias palavras e as declarações de amor água com açúcar que eu tanto gosto e sei que você também…

O que acontece é que estou subindo pelas paredes, delirando de tesão. Nunca fui tão completa e realizada sexualmente como sou com você, e saber que podemos e vamos muito mais além só me deixa ainda mais apaixonada por você. E a nossa cumplicidade é tudo, não existe nada melhor do que saber que se pode falar, propor, e quem sabe até realizar as coisas que a gente deseja um pro outro, né?

Sabe o que eu queria hoje, amor?

Sabe, né?

Queria eu, você + 1.

Topas?

Te amo mais que tudo!

No dia seguinte

Quando o Ricardo chegou na casa dele, no domingo de noite, respondeu o meu e-mail. Leiam abaixo:

Nat,

Como foi eu, você + vários, tenho duas considerações a fazer.

Primeira – agora você pode ficar um bom tempo sem me pedir isso.

Segunda – to com um crédito bom nesse corpo, hein?

Hahahahahahahaha

Tu foi maravilhosa sexta!

Te amo

 


Parte III – Pegando fogo no andar de cima

27 nov

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O homem me pegava com firmeza, conduzindo nossa dança já um tanto frenética pela pista. Eu sentia meu corpo em chamas cada vez que minha pele encostava na dele. Meus mamilos doíam de tesão, pensando no Ricardo, no casal lá em cima, naquele homem na minha frente, que descaradamente já passava a mão na minha bunda. Tentou me beijar, e acabei me desvencilhando dele, e fui até onde estava o Ricardo.

– Vamos subir? – implorei.

Ele pegou a minha mão e me conduziu ao topo da escada.

Quando chegamos lá em cima, muita coisa já estava acontecendo. Nos sofás e nas poltronas do salão, o clima era de tesão total. À nossa direita uma garota cavalgava seu acompanhante, que sentado de frente pra ela, sugava seus seios. Em volta deles, três homens e uma mulher assistiam a tudo, dois deles já bolinando-a. Sobre uma mesa de centro, duas mulheres curtiam o melhor que o sexo oral pode oferecer: um delicioso 69.

Nas suítes a coisa também pegava fogo. Paramos em frente a uma das envidraçadas, e lá dentro uma garota era fodida de quatro, enquanto chupava o pau de um homem à sua frente. Fiquei muito excitada com a cena, e pedi ao Ricardo que ficássemos ali assistindo. Era um corredor, e ele encostou-se na parede oposta, e eu me encostei nele.

Com minha bunda junto ao seu pau, eu rebolava quase que imperceptivelmente, enquanto ele mordiscava meu pescoço. Tentei me virar de frente pra ele, mas ele me segurou naquela posição. “Fica olhando pra eles… Gosta?”, ele me perguntou. Fiz que sim com a cabeça, enquanto suas mãos subiam para os meus seios. Levei minhas mãos para trás, tocando a sua nuca, e já tentava encaixar seu pau duro na minha bunda, ele de calças e eu de vestido.

Ele colocou meus braços para baixo e baixou as alças do meu vestido, segurando-o ainda cobrindo meus seios. Mais uma vez tentei me virar, mas ele não deixou. Como vi que ele estava segurando o vestido, levei os braços para trás novamente.

As pessoas passavam por nós, estávamos em um corredor, e cada vez mais gente andava por ali, indo para as suítes ou para apenas assistir. A que estávamos assistindo antes, agora ganhara novos ingredientes. Uma outra garota estava também na cama, sentada, com dois homens em pé na sua frente. Chupava um e masturbava outro.

De repente o Ricardo fala ao meu ouvido:

– Agora chega de ficar olhando os outros.

Pensei que fossemos sair daquele lugar, mas ele me surpreendeu totalmente. Tirou do bolso da calça um lenço (que estava ali obviamente com segundas intenções) e vendou meus olhos.

Sentia minha excitação praticamente escorrer pelas minhas pernas, sem enxergar tudo fica diferente, mais aguçado, mais intenso. Parecia que à minha volta tinha cada vez mais gente, e gelei quando o Ricardo baixou meu vestido até a cintura, liberando meus seios. Suas mãos cobriram-os por algum tempo, enquanto ele os acariciava e beliscava meus mamilos. Eu gemia, a boca entreaberta, sem saber se alguém estava nos vendo, perdera totalmente a noção de espaço.

Senti um toque macio e molhado no meu seio direito, e logo uma língua brincava com meu biquinho durinho. A respiração pesada do Ricardo atrás de mim apenas confirmou o que minha mente transtornada de tesão já sabia: aquela boca não era dele.

Continua…

 


Parte II – Calor na pista de dança

26 nov

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Já dentro do casarão, pude ver do que se tratava: uma casa de swing. Mas diferente de todas as outras que eu já havia conhecido. A decoração lembrava as mansões que vemos em filmes, e o público parecia ser de ótimo nível social. A hostess veio nos receber, e descobri que nossa presença já era esperada ali. Ofereceu-se para mostrar-nos a casa, e a seguimos por um tour.

A parte de baixo tinha vários ambientes, um bar, um restaurante, imensas janelas que davam para um jardim belíssimo, todo iluminado, e uma piscina. Tinha também uma pista de dança, onde várias pessoas se divertiam ao som da Madonna.

No andar superior, mais um grande salão, com vários ambientes, poltronas confortáveis e sofás, e então vinham as suítes, algumas envidraçadas, algumas sem portas, e ainda outras privadas.

Fomos apresentados a uma moça baixinha, lindíssima e toda mignon, metida em um sexy uniforme de garçonete, todo colado ao corpo e com um imenso decote. Seu nome era Márcia, e ela que nos serviria durante a noite. Na primeira oportunidade eu brincaria com o Ricardo sobre a vontade dele de saber até onde ia a servidão da moça. rsss

A hostess se despediu, colocando-se à disposição para qualquer coisa que precisássemos, e com um leve roçar no meu braço sorriu, dando um ar safado àquele “qualquer coisa”. Pedimos um champanhe para a Márcia, enquanto tentávamos quebrar o gelo e nos acostumarmos com o local. Descemos para a pista de dança, e o Ricardo me encorajou: “vai dançar”. Pedi que ele viesse comigo, mas ele negou, dizendo: “dança pra mim”.

Não preciso de muito para entrar no clima, e logo estava dançando pra ele. Mexia e remexia ao som da música, olhando nos seus olhos carregados de desejo. A pista começou a encher, a música era ótima, e chegou um momento em que todo mundo dançava com todo mundo. Tinha um casal bonito perto de mim, e a menina veio chegando mais perto, e nossos corpos já praticamente se tocavam quando o rapaz também se aproximou. Olhei pro Ricardo, meio sem saber o que fazer, mas ele sorria divertido. O casal notou que eu estava acompanhada, e olharam pro Ricardo também, que levantou a taça de champanhe como quem diz “saúde”. Não sei se a temperatura que subia rapidamente, ou se era o calor da hora, mas eu suava no meio da pista de dança, ora com a menina na minha frente, nossas coxas se tocando, se cruzando, e o rapaz atrás de mim, roçando o corpo no meu, e ora o contrário.

Depois de algumas músicas, suada e excitada, pedi licença e fui até o Ricardo, que me recebeu com um beijo quente e uma taça de champanhe bem gelada, e sussurrou no meu ouvido: “fiquei de pau duro de te ver assim”. Levei minha mão até ele, sobre as calças, pude senti-lo pulsando de tesão. Não tive dúvidas, voltei pra pista de dança.

Fui recebida com felicidade pelo casal, e voltamos ao nosso delicioso sanduíche. Mas desta vez o recheio era trocado e mais ousado. Quando o rapaz estava atrás de mim, já encaixava sem pudor seu volume na minha bunda, e a menina já corria as mãos pelo meu corpo, tocando de leve nos meus seios. Eu também não era santa, e acariciava-os e me oferecia também. Olhei em volta, e não era muito diferente. O clima estava cada vez mais quente e ousado na pista. A garota veio ao meu ouvido e falou: “Nós vamos subir, quer vir com a gente?”. Disse pra ela que falaria com o Ricardo, que eles subissem, e que nos encontraríamos depois.

Os dois saíram, e antes que eu chegasse onde estava o Ricardo, um homem pegou na minha mão, me chamando pra dançar com ele. Pensei nos dois lá em cima, no Ricardo ali excitado, nas mil e uma possibilidades da noite naquela casa, e resolvi que a noite estava só começando: comecei a dançar com o homem.

 

Continua…

 


Parte I – Onde estamos indo?

25 nov

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Saímos pra jantar na sexta. O Ricardo não comentou nada sobre o e-mail, e eu também não falei nada. Fomos em um restaurante que adoro, só nós dois, uma delícia. Ficamos ali, bebendo e conversando até quase uma da manhã.

Já no carro, estranhei o caminho que ele estava fazendo, mas nem liguei. Só quando ele pegou a estrada que resolvi perguntar:

– Pra onde vamos?

Ele sorriu, soltou um “relax baby” com cara de safado, e me falou do e-mail. Disse que passara o dia excitado com a minha idéia e a minha falta de pudor. E que duvidava que eu tivesse coragem.

– Não me desafie. Você sabe que adoro desafios.

– Duvido. – ele reiterou. – Mas me conta como seria isso…

Comecei a falar, e a excitação foi tomando conta de mim. Sentia-me molhada entre as pernas, e podia ver o volume entre as pernas do Ricardo enquanto dirigia. Às vezes o simples falar, contar a fantasia, fantasiar juntos, é o suficiente. Ronronando, pedi pra ele:

– Entra em um motel qualquer…

Ele se fez de desentendido, pediu que eu contasse mais, eu fui contando, ficando cada vez mais excitada, exagerando na fantasia, quando ele estacionou o carro. Era uma casa grande, sem placa nenhuma, apenas dois seguranças na porta.

– Deixa a calcinha no carro.

Sob o olhar disfarçado dos dois homens, tirei minha calcinha ensopada e coloquei no porta luvas.

De mãos dadas com o Ricardo, passei entre os dois e entrei, sem ao menos saber o que me esperava…

Continua…

(gostei do clima de suspense que o Ricardo fez naquele post da garota de programa, e vou usar aqui! rssss)

 


Pensando em sexo

21 nov

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Eu não sei o que anda acontecendo comigo. Só consigo pensar em sexo.

.

.

.

Tá bom, tá bom. Vou recomeçar.

Eu não sei o que anda acontecendo comigo. Ando pensando mais ainda em sexo.

Ficou melhor assim, né? rsss

Bem, mas é verdade. Estou até assustada comigo mesma. E de certa forma, envergonhada. Fico imaginando se as pessoas notam. Me imagino com a maior cara de tarada, salivando e esfregando as pernas pela rua. Será que dá pra notar? Eu acho que dá.

Uma vez, logo que começamos a namorar, eu e o Ricardo fomos para a serra, passar um final de semana. Achamos uma pousadinha bem aconchegante, com umas cabanas bonitinhas. O proprietário, um senhor já bem coroa, veio nos mostrar as cabanas. Mostrou a primeira, disse o que tinha, televisão, lareira, mostrou a terceira, e assim por diante. E quando chegou na última, ele nos olhou, e como quem confidencia um segredo valioso, nos disse: “essa tem paredes à prova de som”. Tava na cara, né?

O pior é que a minha imaginação não tem filtro e nem fim. As vezes me pego pensando (e gostando) em coisas terríveis. Morro de tesão na hora, e depois de medo. rssss

Eu mandei um e-mail pro Ricardo, faz pouco tempo. Contando pra ele uma dessas minhas fantasias. Não sei se ele vai gostar. Mas vamos fazer um trato: se ele gostar, e a gente colocar em prática, eu conto tudinho pra vocês depois.

 


Nota 10

21 nov

Oba!!

As Meninas Maldosas nos escolheram como um blog nota 10!

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Já fazia tempo que a gente não ganhava um mimo… Achei que ninguém gostava mais de nós! rsrs

Fica aqui a dica pra conhecer o blog das Meninas Maldosas. É um verdadeiro colírio, e muito divertido!

Valeu gurias!

 

Deu tudo errado…

18 nov

Oi queridos!

Eu sei que estou em débito com vocês… Sei que vocês devem estar curiosos (ou já devem até ter esquecido) sobre a minha saída com a Julia e o amigo.

Mas o fato é que não tem muito o que contar. rs

Vou relembrar: era o dia do jogo, o Ricardo estava em Buenos Aires, e o meu amigo me chamou pra um café. Eu já tinha marcado um chopp no final da tarde com a Julia, lembraram?

 

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Bom, nos encontramos, a Julia e eu, na calçada da fama. A calçada da fama é uma tradicional região da cidade onde aglomeram-se barzinhos maravilhosos e muita gente bonita. Já estávamos no segundo copo e muitas fofocas depois, quando ele chegou. Pediu desculpa pelo atraso e de forma galanteadora disse que estava muito feliz em me rever e em conhecer a Julia. Os dois se entrosaram bem, e a noite estava muito agradável. Era de se esperar, já que ele lê o blog e por conseqüência deve ter lido aquele post, que ele achasse que poderia tentar algo mais ousado com nós duas. Mas não. Se ele pensou nisso, não demonstrou. Foi o mesmo gentleman de sempre, solícito e educado.

E a Julia, que normalmente é uma assanhada de marca maior, também se comportava de maneira exemplar. O que estava acontecendo com aquela gente? Será que era só eu ali que estava pensando bobagens? Lá pelas tantas desisti de jogar meu charme, pelo menos naquela mesa! rs

Mas o pior ainda estava por vir. O meu amigo que antes olhava disfarçadamente no relógio, agora o fazia de forma mais explícita. E de repente anunciou: “meninas, eu preciso ir”. Incrédula, fuzilei-o com o olhar. Ele, cabisbaixo, abriu um pouco o casaco e mostrou a camisa vermelha do Inter. E deve ter visto meu rosto vermelho de raiva também, tanto que apressou-se em dizer: “eu marquei de ver o jogo com uns amigos em outro bar, vocês querem ir junto?”.

Não, nós não queremos. Quer dizer, eu não queria. A Julia bem que considerou a idéia, a traidora!

Não muito tempo depois eu estava em casa. Tentei ler um livro, mas acabei vendo o jogo mesmo. Fiquei feliz imaginando a felicidade do Ricardo em estar lá. E confesso, soqueei o ar (mas não gritei) nos gols do Inter.

Existe algum rapaz bonito que não goste de futebol, e goste de café e chopp? Tô selecionando! rsrsrsrsrs