Arquivo | setembro, 2008

Terceira Parte – Já deu tua aulinha? Agora vou te fuder!

26 set

A puta incrédula, toda melada de porra, ficou imóvel, espantada e curiosa com o comportamento da Nathalia.

A Nathalia beijou a minha boca, um beijo carregado de tesão e desejo, e sussurrou: “safado… seu safado comedor…”. Desceu a boca pelo meu pescoço, roçando a buceta molhada na minha perna. Eu que recém tinha gozado, já sentia meu pau ficando pronto pro segundo round. Ela mordiscou meus mamilos, lambeu minha barriga, esfregou seu corpo delicioso no meu. Levou um dedo até a buceta, e trouxe-o melado à minha boca, dizendo: “olha o que você faz comigo… sente o gosto do meu tesão”. Deslizei minha mão nas suas costas, bunda, e quando fui tocar sua buceta, ela disse: “para, to ensinando pra ela como se faz…”. E escorregou o corpo para baixo, agora mordiscando minhas coxas.

A menina olhava à tudo, não sei se curiosa, querendo aprender alguma coisa, ou apenas interessada na situação. A língua da Nathalia agora subia a parte interna das minhas coxas, para logo brincar no meu saco. Com os dentes ela puxou a pele do saco, não provocando dor, apenas uma sensação estranha, gostosa. Colocou as bolas na boca, fazendo eu me contorcer de prazer.

Segurou meu pau na base, bateu com a pontinha da língua na cabeça, e depois enfiou na boca. Ela faz um movimento diferente de qualquer outra mulher, com a boca, que não sei explicar. Eu apenas gemia, enquanto ouvia ela dizendo pra puta, sem tirar meu pau da boca: “é assim que ele gosta… aprende.”. Depois colocou meu pau entre seus seios, fazendo uma deliciosa espanhola, com a língua esticada tocando meu pau em cada movimento.

Ficou em pé na cama, um pé de cada lado do meu corpo, e veio abaixando até encaixar a buceta na minha boca. Me deliciei, ora lambendo e sugando o clitóris, ora fazem movimentos de vai e vem com a língua, e com os braços esticados beliscando os mamilos. Ela rebolava na minha boca, e confesso que já tinha esquecido a presença da puta, que quieta, deitada perto de nós na cama, assistia a tudo.

Quando ela, por cima de mim, começou a brincar com a cabeça do meu pau no clitóris, eu precisei pensar no Bin Laden pra não gozar. E quando ela largou o corpo e meu pau entrou de uma vez só, eu precisei pensar no Bin Laden pelado pra não gozar. Pelamordedeus! Que sensação maravilhosa. “Presta atenção agora”, ela disse pra puta, e com apenas a planta dos pés apoiada na cama, joelhos dobrados, começou a rebolar na cabeça do meu pau. Só na cabeça, rebolando e mexendo só na ponta. Fazia isso durante uns vinte ou trinta segundos, e depois descia, até a base, para em seguida voltar a mexer como antes. Eu simplesmente urrava de prazer.

Só que se continuássemos assim, eu logo gozaria de novo, e não queria isso. Não antes da Nathalia. Foi quando decidi tomar as rédeas da situação. Peguei-a com força pelos braços e tirei-a de cima de mim. “Já deu a tua aulinha? Já provou que é mais experiente que ela? Então agora vou te fuder.”. Coloquei-a de quatro na cama, e em pé no chão, comecei a meter forte. Ela gemia, pedindo mais, mais forte, mais rápido, mais fundo. Dei meia dúzia de tapas na sua bunda, mandando ela rebolar, rebolar como uma vadia, e quando puxei-a pelos cabelos senti seu corpo começar a tremer. Ela gozou aos berros, tentando abafar a boca com uma das mãos, e apertando meu pau dentro de si. Depois caiu na cama, naquele torpor delicioso depois do gozo.

Quando olhei pra puta, ela estava com uma mão entre as pernas, se masturbando quietinha, olhando a Nathalia deitada de bruços, se recompondo.

 

 

“Ei, não acabou ainda. Não gozei de novo.”, eu falei. As duas se olharam, trocaram um sorriso de cumplicidade, e falaram: “Vamos?”.

Enquanto uma chupava meu saco, a outra sugava a cabeça do meu pau. É claro que não agüentei por muito tempo. Gozei pela segunda vez, e as duas dividiram a minha porra.

Ficamos um tempo deitados os três, conversando. A menina precisava ir embora, e foi tomar um banho. Quando ela voltou, a Nathalia foi na bolsa, pegou o dinheiro e entregou à ela. E antes de sair, disse: “Vocês são legais. Tomara que a gente se veja de novo. E na próxima vez, quero pegar você também!”, apontando pra Nathalia. E foi-se embora.

A Nathalia ficou meio sem graça, e eu aproveitei a deixa pra brincar com ela: “Não esquece de me convidar, hein?”.

Quem sabe, numa próxima….

 

Segunda parte – Vou mostrar pra você como foder um homem

24 set

Mal entramos no quarto e a Nathalia foi abrindo os botões da minha camisa, enquanto a menina ia baixando a minha calça. Com a boca colada na minha, as unhas arranhando meu peito, ela afastava as minhas mãos que tentavam em vão tocá-la. “Agora não, você tem uma puta para foder”. E a outra engolia meu pau, de joelhos, olhando pra cima, assistindo nossos beijos apaixonados.

A puta tirou a roupa, e que grata surpresa! Tinha um corpo delicioso. Seios médios, que convidavam ao toque. E foi o que fiz. Coloquei-os na boca, ora lambendo, ora chupando, ora mordiscando. A Nathalia acomodou-se na poltrona no canto do quarto, e eu achei que talvez ela estivesse chateada, que quisesse desistir, sei lá. Mas bastou uma troca de olhares para ver o tesão estampado em seu rosto. Mergulhei novamente nos seios da menina, enquanto a Nathalia nos olhava cheia de desejo.

Enfiei um dedo, depois dois, na buceta da garota. Ela mexia devagar, rebolando de leve, dando uma amostra de como era a sua trepada, enquanto me masturbava. Depois veio por cima, fazendo meu pau deslizar pra dentro dela.

Com os seios no meu rosto, ela fazia meu pau entrar e sair de dentro da sua buceta. Tirava todo, e voltava com tudo, me dando um prazer maravilhoso. Quando olhei pra Nathalia, ela se masturbava de olhos semicerrados, uma mão nos seios, outra tocando o clitóris.

 

 

Vê-la fazendo isso, se tocando excitada em me ver comendo outra, me deixou maluco. Não conseguiria mais segurar meu gozo. Arranquei a camisinha e gozei em cima da puta, no rosto, nos seios, na barriga. Mas fiz isso olhando pra Nathalia, enquanto ela tinha três dedos dentro da buceta.

* * * *

A menina fez menção de levantar, mas a Nathalia ordenou: “Fica aí. Agora vou mostrar pra você como foder um homem.” – sorriu, excitada – “Vai ser útil na sua profissão.” E arrancando o resto das roupas, veio pra cima de mim.

Continua… (em breve)

 

Primeira parte – Passa na rua das putas?

22 set

 

 

 

 

Na sexta-feira de noite, eu e a Nathalia fomos jantar. Tínhamos passado a semana numa correria sem fim, e quase não nos vimos. Tem uma coisa que eu admiro muito nela: a capacidade de desligar dos problemas e curtir o momento. Não falávamos de trabalho, de filhos, de nada. Apenas brincávamos e curtíamos o momento.

Eu estava dirigindo e não podia beber, mas ela podia. E após algumas taças de vinho já estava pra lá de acesa. Tínhamos combinado de dormir na minha casa, mas se não me apressasse iríamos dormir ali mesmo!

Entramos no carro, e antes de sair do estacionamento sua mão já subia pela minha coxa, e sua boca mordiscava a minha orelha. E então ela sussurrou, manhosa: “passa na rua das putas?”.

* * * *

Eu rodava devagar o carro, e como toda noite de sexta, as ofertas eram inúmeras. A Nathalia olhava, e comentava comigo coisas do tipo: “gostou daquela?”, “a loirinha ali é bonitinha” e, claro “nossa, que sapato lindo daquela ruiva”. De repente ela vira pra mim, séria, e diz: “escolhe uma”. “Pra que?”, perguntei. “Pra ir na missa”, ela falou rindo, “pra trepar, oras!”. “Ah, certo… Trepar quem? Eu ou tu?”, perguntei. “Você, nós, quem sabe…”, ela respondeu.

Achei que ela estivesse brincando, queria ver qual eu achava mais bonita, e só. Mas quando escolhi uma, ela pediu que eu encostasse o carro. A menina mal chegou na janela, e ela já foi perguntando, direta: “Quanto você cobra pra dar pra ele?”. E começaram uma divertida negociação. E eu ali assistindo.

Algum tempo depois, com a menina no banco de trás, entrávamos em um motel. E a noite estava só começando…

 

Continua… (quando der tempo)

 


Mimos

16 set

Recebemos da jade e da Afrodite este delicioso selinho:

 

 

 

E a querida Afrodite ainda nos presenteou com mais esse selinho:

 

 

 

Os lindíssimos Hannah & Carlos nos deram esse:

 

 

Muito honrados e felizes, repassamos para todos os blogs linkados aqui do lado!

 

 

 

Pernas

12 set

 

A primeira vez que eu prestei atenção nas pernas femininas foi vendo a Playboy da Paula Burlamaqui. Faz tempo, eu sei. Lembro dos outdoors espalhados pela cidade, que anunciavam: Burlamáquina! E eu, que sempre fui fanático por seios, me deparo com seios (bem) pequenos e pouco, digamos assim, chamativos. Meio decepcionado, fui olhar o conjunto da obra e, meu Deus, que pernas! Lembro de uma foto na neve, com uns cachorros, que é algo!

Algum tempo depois estava em São Paulo, e no aeroporto de Congonhas dei de cara com a Sheila Mello, na época a dançarina loira do (arghh) É o Tchan. Mesmo com uma (justíssima) calça jeans, que pernas! Ficou até chato a minha cara de bobo olhando pra ela(s).

E passei, desde então, a prestar mais atenção nas pernas femininas. E descobri coisas fascinantes! A delicadeza da pele das coxas, por exemplo. Não existem palavras pra descrever coxas lisinhas. E quando estão de salto? O perfil das pernas de uma mulher de salto alto muda totalmente, fica redesenhado, fica torneado, fica maravilhoso!

Na semana passada o calor parecia ter voltado à cidade. E com ele trouxe as saias, os decotes, as blusinhas. Mas essa foi novamente mais uma semana de chuva. Até tornado teve por aqui. Não sou um grande entusiasta do verão, até porque aqui faz um calor terrível, mas que ele trás algumas vantagens, ah, isso trás.

 

Café…

9 set

 

Era pra ser só mais um café (a segunda vez) com meu amigo que conheci através do blog. Acho que já contei pra vocês sobre ele. A gente troca e-mail quase todo dia, e por incrível que pareça, quase não falamos de sexo.

Foi no sábado passado. Marcamos no final da tarde, em um café perto da minha casa. Cheguei mais cedo, e esperei lendo uma revista. Ele chegou em seguida, com uma rosa de presente pra mim. Lindinho! Logo conversávamos animadamente, e eu gostando cada vez mais da sua companhia. Ele fala gesticulando bastante, e eu que gosto de mãos, comecei a pensar besteiras, em coisas que aquelas mãos fortes poderiam fazer no meu corpo.

Ele comentou sobre os últimos posts do blog, e falamos bastante sobre o tal do ciúme retroativo. “Mas esse é o teu post favorito?”, perguntei. Ele baixou a cabeça, meio encabulado, e disse que não. “É o da depilação, tu sabe disso…”.

Sim, eu sabia. Ele já tinha me escrito isso por e-mail, já tinha dito que sempre sonhou em depilar uma menina, que nunca tinha nem transado com uma mulher totalmente depilada. E, se eu sabia, porque perguntei? Porque estava flertando com ele? Não sei, mas estava gostoso. Ele é super querido, bonito, porque não flertar?

Daí pra frente, o assunto foi só sexo. E, não por maldade, e sim por prazer, eu estava adorando provocá-lo. Roçava a perna na dele por baixo da mesa, tocava na sua mão… Dava pra sentir a eletricidade entre nós.

Quando finalmente fomos embora, já na calçada, nos beijamos. Um beijo cheio de desejo, e por um rápido momento pude sentir suas mãos no meu corpo. Ficou em mim um gosto de quero mais, e acho que nele também.

Quem sabe em um próximo café?

 

Inversão de papéis

3 set

 

Aquele meu ex-namorado que era fetichista, o mesmo da chuva dourada, me pegou de surpresa no meio de uma transa.

Estávamos pra lá de excitados, a sua boca subia pelas minhas coxas, suas mãos apertavam meus seios, e quando se aproximava da minha buceta, ele falou: “se você tivesse um pau, eu chupava agora!”. De início fiquei meio assustada com a idéia, mas quando ele começou a mover a cabeça para cima e para baixo, como se de fato existisse um pau ali e ele estivesse chupando, me deliciei imaginando a cena. Movimentei meus quadris como se estocasse em sua boca, e confesso que naquele momento desejei estar fazendo isso de verdade. Sempre fui muito falante e desbocada no sexo, e logo dizia a ele: “chupa, sua putinha, chupa meu caralho”… Nem preciso dizer que foi uma noite longa, né?

No dia seguinte, marcamos de nos encontrar em uma sex shop. A idéia era comprarmos alguns brinquedinhos como gel lubrificante, dado erótico e coisas baunilhas. Mas quando chegamos, me deparei com um vibrador em forma de pênis, não muito grande, que era acoplado em uma cinta. A vendedora me explicou que muitas lésbicas usavam, mas que seguidamente os homens compravam também. Nem preciso dizer que compramos esse, né?

Saímos correndo pra casa dele, já excitados com a idéia.

Chegando lá, antes dele abrir a porta, eu sussurrei no seu ouvido: “hoje você vai ser a minha mulherzinha…” Seus olhos brilharam, em uma mistura de excitação e apreensão.

Não tínhamos tempo para muita conversa, queríamos experimentar logo o nosso novo brinquedo. Fui até o banheiro para “vestir” o acessório, queria aparecer já como “homem”. Tirei minha roupa às pressas, e então tive uma idéia. Entreabri a porta, pedi que ele viesse até ali, entreguei minha calcinha e disse: “já que você vai ser a mulher hoje, vista isso!”.

 


 

 


Ao sair do banheiro, me sentindo poderosa, nua com um pau pendurado (ah, a inveja do pênis! rsrsrsrs), me deparo com ele vestindo apenas a minha calcinha pequena de renda, e de pau duro! Me aproximei da cama e mandei que ele ficasse de joelhos, com a bunda arrebitada, e que chupasse meu pau. Ele veio, meio sem jeito, e colocou o pinto de borracha na boca. Eu estiquei meu braço e puxei a calcinha pra bem dentro da sua bunda, e disse: “chupa com gosto, vadiazinha”. Parecia que era o que ele estava esperando! Passou a abocanhar o pau, tentava enfiar fundo na garganta, estava adorando! Eu estava adorando também, muito excitada com a cena, e me aproveitando para fazer coisas que sempre tive vontade, por exemplo: tirava o pau da boca dele, e batia com ele no seu rosto. Delícia! rsrsrsrsrs

Ficava o tempo todo falando, xingando, chamando de puta, de vadia, de mulherzinha… Dizendo que não queria uma mulher só para me chupar, que queria uma mulher para comer também… Ele me olhava, com aquela expressão cheia de tesão, e concordava com tudo. Entreguei um tubo de lubrificante a ele, e disse que preparasse a bundinha para mim. Ele tirou a calcinha (sem tirar a boca do “meu” pau) e começou a passar o lubrificante na bunda. “Enfia o dedo”, eu disse, e ele obedeceu. Logo estava fazendo vai e vem. Eu estava adorando!

Finalmente tirei o vibrador da sua boca, e disse a ele que virasse a bunda para mim. Fiquei em pé, ao lado da cama, e ele de quatro sobre a cama. Posicionei a ponta do vibrador e forcei um pouquinho. Ele soltou um gemido, não sei se de dor, prazer ou medo, então resolvi ajudá-lo. Com uma mão por baixo, comecei a punhetá-lo. E assim, masturbando-o e enfiando aos poucos, logo estava com todo o vibrador dentro dele. Esperei que ele acostumasse com o volume, e depois disse que ele mexesse devagar, no ritmo dele (claro que não sem antes dizer: “nossa, já entrou tudo! que vadia arrombada! rsrsrsrs), o que ele fez com prazer, por vezes até rebolando.

Eu estava adorando a situação, muito excitada, sentia minha umidade escorrer pelas minhas coxas, jamais tinha imaginado uma cena daquelas, e que poderia ser tão prazerosa. Ele também delirava de prazer, e não demorou a gozar, com o vibrador na bundinha e minha mão a masturbá-lo.

Desabamos na cama, ele saciado, eu feliz com a nova experiência, mas ainda morrendo de vontade de gozar. Fiz menção de tirar a cinta, mas ele me deteve. Abriu minhas pernas, apenas levantou o vibrador, como se ali fosse o lugar de um pau de verdade, e começou a me lamber. Enquanto a sua língua brincava no meu clitóris, ele simulava uma masturbação no pinto de borracha. Gozei me contorcendo, urrando e delirando com a nossa nova experiência.

Repetimos outras vezes, com variações, por vezes com mais elaboração. Nunca achei ele menos homem por isso, como a maioria dos homens que está lendo esse post deve estar achando. Pelo contrário, ele foi muito homem em viver suas fantasias e sua sexualidade em plenitude.