Arquivo | agosto, 2008

A mulher feia

29 ago

 

Eu sei que cada pessoa tem seu gosto, as suas preferências. O que é belo pra mim, pode ser feio pra ti. Mas é fato que existe na sociedade um padrão de beleza já estabelecido. E é fato também que a grande maioria das pessoas se baseia nesse padrão na hora de definir o que acha bonito e o que acha feio.

Não vou fazer aqui as piadas normais que se faz quando se fala no assunto, como aquela que as feias se uniram pra pedir o fim da lei seca. J Vou é contar uma coisa que aconteceu comigo…

Tenho um amigo que, se tem uma bonita e uma nem tanto dando bola pra ele em uma festa, ele mira na nem tanto e se atira. Vi isso acontecer muitas vezes! E confesso que não conseguia entender… Sempre questionava o seu mau gosto, e ele, com ar superior, sorriso confiante, me dizia: um dia tu aprende.

Fiquei trabalhando até tarde, fui direto jantar com uns amigos, depois dei uma passada em uma festa, e assim fui indo… Quando finalmente “parei”, já passava das 3 e meia da manhã. Quase chegando na hora morta (4 da manhã é a hora morta, quando a noite é mais escura, mais fria, e nada mais acontece). Olhei em volta no bar, e já estava aquele clima de fim de noite. A banda tocava uns rocks agitados, querendo puxar a galera pra cima, mas o povo já estava mais pra baladas românticas e/ou melancólicas. Eu ia sempre nesse bar, conhecia bastante gente, tinha meus rolos por lá, mas aquela não parecia ser a minha noite. Vi alguém se aproximando, de rabo de olho, e já não tinha mais como fugir. Era Ana, uma menina que também freqüentava sempre o bar. Eu a conhecia superficialmente, e o barman já me avisara que ela queria “me conhecer melhor” em outra noite. O fato é que ela era feia. Não vou dizer que era terrível, mas era bem feia. Ela se vestia bem, roupas transadas, tava sempre rindo, rodeada de amigos, alto astral. Mas era feia e um pouco acima do peso.

Ela me disse que o pessoal que eu conhecia já tinha ido embora, afinal já era tarde, e que os amigos dela também. Que ela também estava de saída, mas me viu com cara de perdido no bar e resolveu ver se tava tudo bem, e tal. Boa de papo, a menina. Logo estávamos bem animados, falando, dançando, e pasmem, flertando.

Eu podia dizer que não fiz nada, mas eu fiz: dei abertura. E ela veio patrolando! Nos beijávamos com fervor no meio da pista de dança. Eu não sei bem o que ela fazia com a língua, que ora duelava com a minha, ora passava entre meus lábios e dentes, e em seguida no céu da boca. Sugava minha boca, como se prometesse loucuras.

Em menos de meia hora estávamos na casa dela, que ficava mais perto do bar. A porta mal fechou, e já estávamos atracados na sala. Cambaleando até o quarto, ela foi tirando as minhas roupas e a dela. Deitei na cama, com o pau apontado pro teto. Ela disse: agora deixa comigo.

Lambeu minhas pernas, minha barriga, meu peito. Mordeu, lambeu e chupou meus mamilos. Roçou os seios enormes no meu rosto, pedindo que os chupasse com força, por vezes que mordesse também com força. Enfiava as minhas bolas na boca, e não sei explicar o que ela fazia. “Mascar” não seria a palavra certa, porque acho que envolve dentes, né? Mas juro que era algo parecido. Por vezes parecia que minhas bolas estavam soltas dentro da sua boca. A chupada que ela deu no meu pau também foi algo incrível: quase que um espiral. Descia reto até a garganta, e subia torcendo. Enquanto isso meus dedos entravam e saiam de dentro dela, dois na buceta e um no cu. E foi ela que pediu. Eu coloquei dois na buceta e ela sussurrou, com a voz rouca: enfia um na bundinha também. E ela fazia tudo isso rebolando nos meus dedos.

Ela veio por cima, e sentou de uma só vez, fazendo meu pau entrar fundo e rápido. Uma sensação deliciosa! Depois rebolava, subia e descia, pra frente e pra trás, era um espetáculo. Se inclinava pra frente, olhando nos meus olhos, confiante, e perguntava: “tá gostando?”, ou “quer me comer como, agora?”.

Mandei que ficasse de quatro, queria também mostrar do que eu era capaz. Mas ela pediu que eu não mexesse. Com meu pau enfiado até a base, ela praticamente fazia todos os movimentos que fez sobre mim, e parecia ainda mais acentuados a intensidade e o prazer. Eu me segurava de tudo que é jeito pra não gozar, mas tava difícil.

Ela gozou fazendo bastante barulho, e de alguma forma me apertando e me puxando pra dentro dela. Depois se jogou na cama, virou de barriga pra cima, apertou os seios um contra o outro e convidou: “quer uma espanhola?”. A mulher era um vulcão!

Com a cabeça pra frente, ela lambia a cabeça do meu pau no “vai” do vai e vem que eu fazia entre seus seios. Já desesperado pra gozar, não agüentei. Gozei na sua língua, no rosto, nos seios. Cansado, me joguei na cama ao seu lado. Ela deslizou na cama, e com a língua ágil deixou meu pau limpo, e em pouco tempo, querendo mais.

E começamos de novo.

Quando cheguei na minha casa, já era quase hora do almoço. No caminho, fui pensando… Cara esperto, esse meu amigo. Ele sabia o segredo. As feias, as gordinhas, as que fogem do padrão de beleza que a maioria procura, têm que se esforçar. Porque sofrem com o preconceito da sociedade. Porque são vistas com maus olhos pela grande maioria dos homens. Então elas têm que ter um diferencial. Por isso são boas de papo, são boas de trepada.

O mundo, e principalmente as pessoas, são muito mais do que a gente enxerga.

 


Ciúme retroativo

27 ago

 

Depois desse post lindo do Ricardo, fiquei até sem palavras (ou será que fiquei ocupada “agradecendo”? rsrsrsrs).

Passamos o final de semana juntos, vendo filmes, lendo, ouvindo música, transando… No domingo de tarde, o inacreditável: parou de chover! Depois de intermináveis sete dias, pude ver a luz do sol.

Fomos caminhar no parque, e acabamos encontrando com uma ex dele. E agora vem a parte mais estranha da coisa toda: ele pode e transa com outras mulheres, eu posso e transo com outros homens, mas eu simplesmente odeio o passado dele. É difícil de explicar, sei lá.

Muitas coisas que a gente contou aqui aconteceram antes da gente se conhecer, e vendo elas aqui no blog, não sinto ciúmes. Mas “ao vivo” eu sinto, sabe?

Gente, já vi ele com duas mulheres, ali na minha frente, e eu sentada sem participar, sem nada, e não fiquei com ciúmes. Então porque sentir ciúme do que aconteceu ainda antes de sabermos da existência um do outro?

E claro que, descontrolada que sou (rsrsrsrsrs), acabei brigando com ele. Depois de um final de semana mágico, terminamos o domingo de mal. Que coisa!

Me digam, vocês também sentem ciúme retroativo?

PS: Já fizemos as pazes! J

 


Polaroid

22 ago

 

Essa história dos peladões que tá rolando me fez lembrar de quando eu e a Nathalia nos conhecemos.

A primeira vez que a vi, ela estava sendo fotografada. Era uma foto com amigas, sei lá. Só sei que ela estava fazendo um “biquinho” com a boca. A primeira coisa que pensei foi: Meu Deus do céu, essa boca… (antes que vocês concordem com ela que sou obcecado por sexo oral, eu pensava em beijos). O fato é que ela tem uma boca maravilhosa, carnuda, bem desenhada. E me apaixonei primeiro pela sua boca.

Nessa mesma ocasião fomos apresentados, conversamos horas a fio e fomos embora com a certeza de que algo especial estava acontecendo.

Na primeira noite que ela veio na minha casa, lá pelas tantas, eu saquei uma Polaroid velha que tinha e pedi pra fotografar a sua boca.

Terminamos a noite na cama, ainda nos conhecendo e descobrindo os nossos desejos e prazeres. Tudo era novidade, cada toque, cada cheiro, cada textura, cada gosto.

Dormimos juntos pela primeira vez, e agora relembrando, vejo que é como dormimos até hoje: amontoados, um por cima do outro, enroscados, e uma infinidade de cama sobrando.

Ela precisava sair cedo, e não sei como, conseguiu acordar (ela é dorminhoca). E quando eu acordei, a surpresa: antes de sair ela pegou a Polaroid e fez várias fotos suas. Começava com os pés, pernas, coxas, e ia subindo… Terminava com uma de corpo inteiro, totalmente nua, e foi nessa que ela escreveu atrás: “Não quero te dar só a minha boca, quero me dar inteira…”

E eu, que já estava maravilhado, me entreguei.

Espalhei as fotos pela mesa de centro, peguei o violão e comecei a cantar aquela velha canção:

“Tens um não sei que

De paraíso

E o corpo mais preciso

Que o mais lindo dos mortais

Tens uma beleza infinita

E a boca mais bonita

Que a minha já tocou…”

 


Meme dos peladões

21 ago

 

Gente, mas o que é isso??

Perdi o fôlego vendo meus (e minhas) queridos coleguinhas blogueiros sem roupa! Meu Deus do céu! Que vontade que dá!!

A Su me desafiou a ficar sem roupa também, e, ah, eu adoro desafios. Mas dessa vez, infelizmente, vou ter que amarelar. Respondi que temos um “problema logístico”, e agora vou explicar pra todos vocês.

Eu e o Ricardo não somos casados, não sei se vocês sabem. E eu e o Ricardo já passamos dos trinta, acho que vocês não sabiam disso também. E também não devem saber que já fomos casados antes (com outras pessoas). E agora, o ponto chave: tanto eu, como ele, temos filhos com idade internetês.

Ah, mas são fotos sem rosto, né? É. Mas pelo que deixa entendido nesse post aqui, o Ricardo foi (tá bom, amor… sempre será… rssss) roqueiro. E roqueiro de verdade. E, sendo assim, ele tem tatuagens. Na verdade, muitas tatuagens. rssssss Impossíveis de esconder em fotos com algumas roupas, imagine sem peças de roupas!

E eu? Bem, não sei quantos de vocês tem tatuagens, mas essa coisa pega… Eu não tenho tantas assim, e nem são enormes. Mas são facilmente reconhecíveis.

Então, vamos ter que passar a vez. Eu pensei, pensei, pensei e a única opção seria tirarmos fotos enfaixados como múmias, revelando apenas algumas partes, mas ele não curtiu a idéia. rssssssss

E agora será que alguém poderia me tirar uma dúvida? Por que as brincadeiras nos blogs são chamadas de “memes”?

Adoro selinhos!

19 ago

E não é que ganhamos mais selinhos?

Eu lembro que quando decidimos fazer o blog pra contar nossas histórias e nossas fantasias achávamos que ninguém iria ler. Aí o Ricardo disse que sobre sexo as pessoas lêem. Tá, então alguém iria ler, mas será que alguém iria gostar? Pelo menos nossos colegas blogueiros gostam! rsrsrsrsrs

Dos lindíssimos Hannah & Carlos e Fernanda & Marcelo recebemos o selo Meu Blog é Quente, idealizado pelo blog Degustação Íntima (da Fernanda e do Marcelo) e tem o seguinte conceito:

“Meu blog é quente” tem como conceito mimar os blogs que fervem de criatividade e esquentam nossos olhos, ouvidos e imaginação! Falam de tudo abertamente (inclusive sobre sexo) com propriedade, qualidade e bom gosto!

 

Repassamos ao L. e a Su e ao Bob, Dama e Amiga.

E do Bob recebemos o selo Meu Blog é Caliente, embora caliente mesmo tenha sido a temporada que a Amiga passou lá com ele e com a Daminha! Tinha que colar esse selo no bumbum de vocês! rsrsrsrsrsrs

 

Repassamos ao MaridoM e EsposaE e pro blog Ela Dando Pra Outros.

Toca uma pra mim?

18 ago

 

Eu já contei pra vocês que eu adoro me tocar, né?

Mas tem outra coisa que eu adoro, também ligada à masturbação: ver um homem batendo punheta.

O Ricardo, por exemplo. Às vezes ele sai do banho, enrolado na toalha. Não está excitado, nem nada… Eu começo a falar bobagens no ouvido dele, a provocá-lo. Mas não encosto nele, e nem deixo ele tocar em mim. Ele vai ficando excitado, e aí entra outra coisa que me excita demais: fazer o pau crescer! rsrsrs (mas isso será assunto de outro post, podem me cobrar!)

E então eu peço pra ele se tocar pra mim… Gente, eu vou ao delírio! O movimento da mão pra cima e pra baixo, escondendo e mostrando sucessivamente meu objeto de desejo… Eu ajudo, não com o toque, mas com palavras e idéias cada vez mais sacanas… Fazendo-o ficar mais e mais excitado.

Gosto de olhar nos seus olhos, mostrar que estou gostando. Gosto de ver os músculos se retesando, a expressão do rosto se alterando, indicando que o gozo está a caminho.

E por fim, ver a porra saindo… Às vezes em jatos, às vezes apenas escorrendo pelos dedos, até o saco. Delícia!

Fico tão excitada que logo depois quem se masturba sou eu!

 

Desejos

11 ago

Já que até hoje eu não fiz a minha parte do “Eu Já”, então vou responder primeiro a brincadeira repassada pela jade.

Devo listar desejos sexuais ainda não realizados, e não pode ser nada normalzinho, tipo transar de meias. Tem que ser algo diferente, quase que anormal! hehehe

Vamos lá!

– Participar de um gang bang. Tipo uns 5 caras e uma menina.

– Participar de outro gang bang. Tipo 5 meninas e eu sendo o cara. hehehe

– Transar com uma médica durante a consulta.

– Gozar na boca de uma dentista, durante a consulta. hehehe

– Pular de pára-quedas junto com a Nathalia, os dois pelados!

– Sofrer um seqüestro sexual, tipo esse conto aqui, só que às avessas.

– Esnobar, negar e dispensar todas essas escrotíssimas mulheres frutas. Blearghh!

– Tá bom, tá bom… Antes eu daria uns tapas na Melancia e colocaria uns prendedores de seios na Melão.

– Ir praquele hotel de putaria que tem lá na Jamaica (é lá mesmo? não lembro). Um fim de semana só já tava bom.

– Transar com uma japa e com uma ruiva de verdade, juntas ou não.

Acho que é isso, por enquanto…

Repasso a brincadeira pro MaridoM e pra EsposaE, pro Bob e pra Dama, e pro L. e pra Su.