Arquivo | julho, 2008

Strip Tease

31 jul

 

Fazia tempo que eu queria ir a uma casa de diversões adultas (leia-se puteiro), mas o Ricardo sempre deixava pra depois, desconversava.

Até que um dia, depois de tanto insistir, ele concordou. Mas colocou uma condição: eu teria que fazer um strip. Gosto de desafios, mas confesso que fiquei com medo e envergonhada. Medo de travar quando chegasse a hora, envergonhada por imaginar que as garotas que faziam isso na casa fossem muito mais bonitas que eu.

Agora quem desconversava sobre o assunto era eu. O Ricardo apenas ria, como se dissesse: ela não vai topar. Mas secretamente eu me preparava pra criar coragem e fazer bonito no meu show. Sim, agora eu já não encarava mais a coisa como uma ida a um local, e sim como um show que eu iria fazer! Rsss

Comprei uma lingerie branca, para contrastar com meu bronzeado de final de verão. Treinava na frente do espelho, tentando achar o momento certo, o movimento certo, a música certa. Às vezes achava vulgar, outras vezes me achava pudica demais. Estava quase desistindo.

Então em uma sexta-feira durante a tarde recebi um e-mail do Ricardo, com a foto que ilustra esse post, escrito apenas: MEDROSA. Ele sabe que a melhor forma de fazer com que a coisa aconteça, é me desafiando. Não respondi o e-mail, mas decidi que aconteceria naquela noite.

Sempre que saímos o Ricardo dirige, mas nesse dia fiz questão de mostrar que eu decidiria pra onde iríamos. Desisti da cinta-liga e das meias, vesti apenas a calcinha branca, uma calça jeans justíssima, botas de cano alto e uma blusa frente única. Quando entreguei as chaves ao manobrista da boate, a expressão no rosto do Ricardo era uma mistura de excitação e surpresa.

Disse pra ele escolher uma mesa perto do palco, e fui procurar a pessoa responsável pelos shows. Expliquei a situação, insisti um pouco, e consegui: na segunda rodada de shows eu entraria.

Fui para onde o Ricardo estava, e ficamos ali bebendo e conversando. Os homens passavam me olhando, como se eu trabalhasse ali, e confesso que isso foi me deixando excitada. Ouvi gracejos e recebi propostas nas duas vezes que precisei ir ao banheiro, e isso me deixou mais confiante.

Chegou a hora dos primeiros três shows da noite. Quando a primeira menina, uma ruiva muito bonita, começou a dançar, eu achei que não conseguiria. Mas olhei em volta, e a devoção que todos os homens lançavam pra ela me fez querer sentir aquilo. Ela chegava bem perto do público, provocava, e todos iam ao delírio.

As outras duas meninas não deixaram por menos: a primeira foi até uma mesa onde estavam dois homens de meia idade, e esfregou no corpo o gelo do baldinho onde estava a cerveja deles. A outra desfilou pelo salão provocando todos e sentando no colo dos mais sortudos.

Quando ela deixou o palco ovacionada pelos homens, eu já sabia: a próxima era eu. O Ricardo me olhava e sorria, decerto achando que eu desistiria. Eu estava morta de medo, mas não iria desistir.

Decidi inverter o jogo: quem iria ficar com medo era ele! Sentei bem pertinho dele e comecei a falar: “você vai ver, quando eu estiver lá em cima, todos vão me desejar… vou a todas as mesas… vou me oferecer pra todos… quem sabe não ganho um bom dinheiro hoje, né?…” Falava e roçava meu corpo no dele, mordiscando sua orelha, arranhando de leve a pele do seu braço. Não sei se ele ficou com medo, mas que ficou excitado, ficou! Me segurava com força e me beijava, dizendo que eu era mesmo uma puta, e que enfim tinha encontrado o meu lugar.

Mandaram me chamar. Em dez minutos eu estaria no palco. Pedi ao Ricardo que aguardasse, pois iria me preparar. No caminho até o camarim, fui parada diversas vezes. Conversei com todos os homens, sempre olhando pro Ricardo. Ele não havia me provocado? Agora iria ver do que eu era capaz!

Fui apresentada às duas meninas que fariam o show no mesmo bloco que eu. Expliquei minha situação pra elas, que acharam o máximo! Me deram algumas dicas, elogiaram meu corpo, e disseram ter certeza que eu iria arrasar. E me deixaram por último, para que eu pudesse ter toda a atenção sem ninguém depois de mim.

Vi a primeira sair, com uma roupa de cowgirl, e enquanto a música tocava eu tentava me concentrar e imaginar como faria. Ela voltou nua, e a segunda foi para o palco vestida de odalisca. Em breve seria eu.

Sentia meu rosto quente, os mamilos doíam de tão durinhos, chegou a minha vez! Entrei no palco escuro, e de repente uma luz acendeu sobre mim. Sem esforço nenhum meu corpo se movia de acordo com a música. Fui ganhando confiança e ocupando assim o palco todo. Me abaixava, junto ao público, e podia ouvi-los me chamando, querendo me tocar. Me livrei de uma bota, depois outra… Fiz a minha blusa subir até a metade dos seios, e depois a deixei cair de novo. Virei de costas pro público e fui descendo a calça jeans bem devagar… Mostrando minha calcinha, minha bunda… Até me livrar dela.

Só de calcinhas e com a blusa frente única, desci do palco e comecei a dançar entre as mesas. A sensação de ser o centro das atenções e desejada por todos no ambiente estava me deixando maluca! Como havia ameaçado o Ricardo, me ofereci pra todos que pude. Havia um rapaz em pé, e de costas pra ele, rebolando encostada nele, peguei suas mãos e fiz com que tirasse a minha blusa. Agora apenas de calcinha, parecia que o mundo era meu. Que eu era a Rainha e todos ali naquela boate meus súditos.

Como a música se aproximava do fim, infelizmente tinha que me apressar. Cheguei em frente à mesa onde estava o Ricardo, e chamei dois homens que estavam por perto. Coloquei cada um segurando um lado da minha calcinha, contei um, dois, três e já: baixaram minha calcinha. Nua, no meio da boate, minha excitação era tanta que eu transaria com todo mundo que estava ali, se fosse possível.

Voltei ao palco a tempo de, no final da música, jogar minha calcinha pro Ricardo. Sob os aplausos e alguns gritos de “mais um, mais um”, deixei o palco. No camarim minhas novas amigas me felicitavam e diziam não acreditar que eu nunca tinha feito um strip antes.

Quando terminei de me vestir, o Ricardo me esperava na porta. Com a minha calcinha na mão e a chave de um dos quartos do puteiro.

Saímos de lá quase de manhã, saciados e querendo repetir a dose. Mas já avisei o Ricardo: se ele não me pagar na próxima, vou ter que receber de outro! rssssssssssssssss

 

Beautiful Blog

18 jul

Oba! Os selos não param de chegar!

Os queridos MaridoM e EsposaE nos presentearam com mais um selo, desta vez o Beautiful Blog!

 

 

Agradecemos a gentileza e a visita constante do casal, e indicamos os blogs Por Onde Andei e Verso e Reverso para usarem também este selo.

 

Eu vi o que você fez e sei quem você é!

17 jul

 

Bem, não foi a frase do título desse post que escutei quando atendi o telefone, mas poderia ter sido.

Foi um ou dois dias depois da minha transa na sacada. Fazia pouco tempo que tinha entrado em casa, e o telefone começou a tocar. Na primeira vez que atendi, desligaram. Isso me irrita profundamente. Na segunda, já atendi um pouco ríspida, e a pessoa se desculpou:

– Oi, me desculpe… Estou procurando uma pessoa, e desliguei na primeira vez…

Era um homem, e mesmo com sua voz bonita e seu pedido de desculpas, não quis dar muito papo.

– Ok. Mas não deve ser nesse número não.

Já ia desligando, quando ele falou:

– Eu acho que é, sim. Nos outros números só atenderam velhas ou crianças, e tenho certeza que nenhuma delas faz sexo na sacada.

Puta que pariu! Quase caí pra trás. Fiquei sem ação.

– Acho que acertei o número. – ele falou, agora cheio de confiança, mas ao mesmo tempo cuidadoso para não me assustar.

Ele continuou:

– Não quero chantagear você, nem fazer nada de mal… Na verdade eu queria era agradecer o espetáculo. – ele seguiu falando, tentando fazer com que eu não desligasse – Também não quero encontrar você, não vou seguí-la pelas ruas, nem nada disso. Apenas quis fazer um contato, porque… sei lá, eu precisava, sabe? Não vou comprar uma luneta, nem ficar cuidando você 24 horas.

Confesso que estava assustada. Era óbvio que alguém devia ter nos visto naquele dia. Na hora, pensar nisso me excitou ainda mais. Mas agora eu não sabia o que fazer. E se esse cara fosse um maníaco?

– Como é o seu nome? – perguntei, na esperança de descobrir alguma coisa.

– Não importa, não vamos nos conhecer, nem nos encontrar… Eu sei que você tem namorado, é que eu sem querer vi o que aconteceu naquele dia, e precisava falar com você.

– Namorado não, noivo. – menti, como se fizesse alguma diferença – Bom, agora já falou, né?

– Sim, mas eu queria que você soubesse que foi ótimo ver você, o jeito que você mexia, que rebolava, eu sentia que era eu que estava ali com você.

“Safado! Abusado! Tarado!”, tive vontade de gritar. Mas quem tinha ido trepar na sacada era eu, não era? Agora tinha que agüentar.

– Tá, mas olha só, meu noivo vai chegar e…

Ele me interrompeu:

– Eu sei que provavelmente você vai desligar, e que nunca mais iremos nos falar. Pelo menos deixe eu lhe dizer como me senti…

Fiquei sem ação. Ele deve ter entendido como um sim. Tá, confesso que eu fiquei curiosa, era mais ou menos um sim. Ele continuou:

– Eu vi na hora que você foi pra sacada. Com aquele casaco aberto por cima, mal cobria seus seios. Fiquei escondido atrás da cortina torcendo pra que você tirasse o casaco. Depois você virou meio de lado, que corpo lindo você tem!

– Obrigada. – me ouvi agradecendo, sem me dar conta que dava mais corda pra ele.

– De nada. Sabe, se eu fosse o seu noivo, teria feito a mesma coisa que ele. Teria chegado por trás, tocado em você. Mas teria tocado mais, teria passado minhas mãos por todo o seu corpo, sua nuca, seus seios. Eu adorei seus seios! Você gosta que toquem neles? Você gosta que apertem?

– Gosto. – Que burra, tinha acabado de entrar no jogo dele.

– Eu ia apertar os seus seios, enquanto mordiscava a sua nuca. Isso iria te deixar toda arrepiada, né? Eu aposto que você iria adorar. Logo estaria roçando a bundinha em mim.

O filho da puta sabia como fazer. Me peguei imaginando aquela cena.

– Mas sabe o que eu faria? – ele continuou – Eu me abaixaria, lambendo as suas costas, descendo… Abriria as suas pernas e lamberia você por trás. Imagina só, você ali, com a cabeça pra fora, olhando lá embaixo, e eu lambendo você.

Fechei os olhos. Estava começando a ficar excitada. Ele deve ter notado, pela minha respiração, ou por eu não ter desligado ainda, sei lá.

– Você gostaria assim, não gostaria?

– Sim, acho que sim. – respondi meio gaguejante.

A cena se formou na minha cabeça. Não imaginava nem o visual que tinha visto naquele dia, imaginava apenas uma sacada, eu com as pernas abertas olhando lá embaixo, e uma língua desconhecida lambendo tudo… minha buceta, meu cuzinho. Senti minha calcinha melada entre as pernas.

– Aposto que você ia rebolar na minha língua, enquanto beliscava seus próprios mamilos.

O desgraçado sabia o que falar. Desci minha mão entre minhas pernas, não querendo acreditar que estava tão melada.

– Eu vi naquele dia que você rebola gostoso.

– Viu, é? – respondi, sentido minha excitação nos meus dedos. Tirei a calcinha.

– Sim, adorei você rebolando… Eu nem teria comido você do jeito que ele comeu. Teria feito em pé mesmo, atrás de você. Só pra ver o jeito que você rebola. Eu ia mandar você rebolar, com a cabeça do meu pau dentro de você… Você gosta assim, né?

Eu já estava me masturbando, e tinha certeza que ele também. A voz dele era de excitação, a respiração pesada, e a minha não devia estar diferente.

– Gosto assim, gosto de tudo que é jeito.

– É mesmo? De tudo que é jeito? Sabe aquela mesa que tem na sua sacada? Eu comeria você ali em cima, também. De barriga pra cima, as pernas estendidas e abertas, os seios balançando cada vez que eu metia mais forte.

Ele ainda falou mais, falou de outras formas e posições que me comeria, e acabamos gozando juntos, ele gemendo de um lado da linha e eu de outro.

Marcamos de conversar de novo dali a dois dias, e mais uma vez tivemos prazer. Assim seguimos por bastante tempo. Não posso dizer que ficamos amigos, pois só falávamos sacanagem. Nunca soube nada da vida dele, e nem ele da minha.

Sempre quis encontrá-lo. Queria testar aquela química toda ao vivo. Tinha certeza que pegaríamos fogo. Mas ele nunca aceitou, não sei porque.

Um dia ele me ligou meio triste, dizendo que era a nossa “transa” de despedida. Não quis me explicar a razão, mas disse que um dia faria contato comigo de novo.

Me mudei, troquei de telefone, e acabamos nunca mais nos encontrando. Quem sabe ele não lê isso aqui, né?

 

Selo “Diz que até não é um mau blog”

16 jul

Ganhamos mais um selo, desta vez o bem humorado “Diz que até não é um mau blog”.

 

 

 

O presente veio da daniisinha, e compartilhamos com os blogs Casinha do Bob e Pimenteiro.

 

Valeu, danii!

Chuva Dourada

11 jul

 

Eu tive um namorado que foi o responsável, digamos assim, pelo meu interesse em práticas sexuais mais ousadas. Com ele aprendi a me soltar, a falar durante a transa, a contar e tentar realizar as minhas fantasias. Se o Ricardo teve a sua professora de sexo, eu tive uma pessoa que abriu a minha mente, que mostrou que o limite do prazer é a gente mesmo que estipula.

Quando estávamos inspirados (e isso era quase sempre que nos encontrávamos), o sexo nunca era igual.

Um noite estávamos naquela coisa de pegação, mão aqui, mão ali, dedos aqui, dedos ali, e resolvemos falar sobre fetiches, quais as taras um do outro, adorávamos ficar nos provocando e fantasiando, comentando o que poderia ser, como gostaríamos de fazer, e claro, fazíamos… rs

Então ele vem com a novidade da vez: já ouviu falar em “chuva dourada”?

Pára tudo!!!

Parei tudo e ele também, sentei em cima dos meus próprios pés e fiquei olhando pra ele, e mandei: Como assim??? Chuva dourada???

Então ele disse: Assim… sempre achei excitante essa coisa de cheiro, gosto, suor, melação, porra, e tudo mais que o corpo da gente produz quando nos excitamos e enquanto trepamos, e o xixi faz parte do corpo também, não é? É uma manifestação, por que sempre após o teu gozo você quer fazer xixi? Já parou para pensar nisso???

E eu fiquei ali, pensando, mas não por muito tempo, porque ele me puxou de volta pra cima dele e continuamos a nossa brincadeira…rsrsrsrs

Só que de alguma forma aquilo ficou ali no meu inconsciente, e depois, ficou martelando, martelando, martelando…

Sempre que eu sentava no vaso sanitário e fazia xixi lembrava da descrição que ele dera a isso: “Chuva Dourada”

E a idéia começou a me excitar cada vez mais… imagine, eu que já não preciso de muito pretexto para me excitar, me excitando também ao urinar… tinha que dar um jeito naquilo… e rapidinho…rs

Nos encontramos novamente e eu já com a idéia fixa, queria falar mais a respeito, queria saber mais, queria experimentar, e queria saber qual era….rsrsrs

Estávamos lá novamente entre um beijo e outro, uma mão e outra, e não conseguia (por qualquer razão que não sei dizer) falar a respeito da bendita “Chuva Dourada”, até que começamos a falar (adorávamos isso, no meio da transa falar, descrever, insinuar, instigar), e ele pergunta: pensou na “chuva dourada?”, eu mais que rápido respondi com um Sim, entre um gemido e outro, e ele me provocando mais perguntou: “e o que pensou?”

Falei que queria que ele me dissesse exatamente como queria que fosse, o que ele tinha pensado, como fazer, e essas coisas… e ele me dizia que queria me ver gozando muito na sua boca, e ia me lambendo, enquanto falava, me atiçava com dedos e língua, que queria sentir todo o meu gosto, e me lambia mais, que ia enfiar a língua toda dentro de mim, e me sentir estremecer, e fazia em seguida, e eu já não me segurava mais, deixava a onda de prazer ir subindo, descendo, me consumindo por completo até que gozei alucinadamente, e ele bebeu todo o meu gozo, me colocando em seguida virada, em cima de si mesmo, com a boca entre as minhas pernas disse: agora eu quero que você faça xixi em mim, quero senti-lo no meu pau, no meu rosto, na minha boca…  Eu nem pensei duas vezes, fiz xixi e fui passeando pelo corpo dele todo, cobrindo-o com a minha urina, e quando cheguei ao pau dele, caprichei e o vi gozando enquanto era urinado por mim.

 

 


Sou uma Diva!

8 jul

 

A querida pimenta Jalapeño, lá do Pimenteiro, me presenteou com o selo “Sou uma Diva!”. Agora vou ficar toda me achando, e ainda mais exibida! Rssss

 

Indico a Hannah, do blog Hannah & Carlos, pra este selo. Ela é uma verdadeira Diva, e o blog é muuuuito lindo: fotos reais, textos tocantes e muita coragem. Coragem e tesão de viver o seu prazer na sua totalidade.

 

No escuro do cinema

4 jul

 

Eu achei estranho que, com o cinema tão vazio, aquele casal tenha sentado bem ao meu lado. Eu já tinha reparado neles antes, quando compraram suas entradas. Ele era bem mais velho que ela, uns vinte anos com certeza. E ela não era feia, me pareceu apenas “sem sal”.

Eu tinha levado um bolo. Na última hora minha companhia não pôde ir, e fiquei sozinho, com duas entradas na mão em um cinema com menos da metade da lotação.

Sentei bem atrás, meio que querendo ir embora. E quando as luzes se apagaram, o tal casal sentou-se ao meu lado.

Logo que o filme começou, senti o braço dela tocando no meu. Cedi o braço da poltrona pra ela, com educação. Mas logo depois senti a perna deslizando pela minha. Não podia ser verdade!

Olhei surpreso pra ela, que me sorriu discretamente. E depois pra ele, que permanecia com os olhos na tela. Ela escorregou a mão do braço da cadeira e colocou-a na minha coxa. Tinha unhas compridas, pintadas de vermelho, e passava a ponta delas de leve em minha calça jeans.

Acho que de tanto eu olhar de um para o outro, pra ver se o homem concordava com o que estava acontecendo, ele levantou-se. Mas ela nem tomou conhecimento, continuou com a mão na minha coxa, agora já um pouco mais pra cima. Ele distanciou-se de nós umas três poltronas, como se me encorajasse a ir além.

Com a mão dela já no meu pau, mesmo que por sobre a calça, decidi agir também. Toquei nos seus seios, sentindo os biquinhos intumescidos nos meus dedos. “Abre a calça…”, ela me pediu baixinho. Abri, e ela com maestria, começou a me masturbar. Passei a mão nas suas pernas, nas coxas, e toquei a buceta sobre a calcinha molhada. Tentei colocar a mão por dentro, mas ela não deixou: “Agora não…”.

Escorregou para o chão, e entre minhas pernas, abocanhou meu pau. Chupava a cabeça por algum tempo, para logo em seguida engolir até quase a garganta. Depois tirava e passava a língua na ponta, me olhando, como se tivesse lido meu pensamento que ela era sem sal. Esticava a língua, deixando-a bem na ponta do meu pau, enquanto punhetava-o com vontade. Incrédulo, eu olhava pros lados, com a sensação de que todos estavam vendo. Mas só quem via e parecia aprovar era o homem que a acompanhava, que se tocava discretamente.

Ela era boa no que fazia, e eu tentei segurar o máximo que pude, mas depois de algum tempo não deu mais: gozei forte, tentando segurar meus grunhidos, e ela recebeu tudo na boca, com satisfação.

Levantou-se e foi até o homem, beijando-o na boca com o gosto da minha porra. Ele agarrou-a com força e puxou-a pro seu colo. Transaram sem fazer barulho, mas com ardor e paixão, sempre aos beijos e com ar apaixonado. Depois de recompostos, levantaram-se e saíram, sem nem me olhar.

Ainda fiquei até o final do filme, embora não o tenha visto, propriamente dito. Fiquei ali pensando naquela estranha situação que acontecera. E fiquei com uma sensação de ter sido usado para o prazer deles. Mas tudo bem. Se for pra ser usado assim, que seja mais vezes!