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Devolvendo o filme pornô

27 jan

blockbuster

 

Eu devolvi os filmes na locadora, tá? E ainda disse pro rapaz espinhento que me atendeu: gostei, mas faria melhor! rsrsrsrs

Brincadeirinha…

Devolvi, morta de vergonha e bem quieta.

Mas me lembrei de uma amiga…

Tínhamos, sei lá, 16 ou 17 anos. Um pouco mais, um pouco menos. Combinamos de assistir na casa dela o Top Gun, com o então galã Tom Cruise. Antes que me critiquem: o Brad, o Banderas e outros bonitões eram desconhecidos na época. rsrsrs

Ficou combinado que ela alugaria a fita (sim, era VHS) e eu levaria o milho (sim, não tinha pipoca de microondas). Os pais dela trabalhavam o dia todo, e ela ficava em casa com a avó, que assistiria ao filme conosco.

Fizemos as pipocas, pegamos a Pepsi e sentamos em frente à televisão. Dois caras lindos de farda na tela, mas nenhum era o Cruise. Um diálogo bobo, e pasmem: os caras se agarram. A avó dela, incrédula, não consegue tirar os olhos da TV. E nem eu. Rapidamente a minha amiga pega a capa do filme e se dá conta: alugou o Top Gay, uma versão pornô homossexual do Top Gun.

A avó caiu na risada, de nervosa, a minha amiga ficou enojada, mas eu confesso que não conseguia tirar os olhos da tela.

Acho que nesse dia foi plantada a semente da minha fantasia (já realizada) de ver dois homens transando ao vivo.

Pior que não me deixaram ver o filme até o final.

E pior ainda pro pai da minha amiga, que foi o “eleito” pra ir devolver o filme na locadora! rsrsrsrs


A virgem e a hardcore

23 jan

Essa semana assisti dois filmes pornôs. Engraçado como a gente “perde a mão”. Não, não to falando de perder a mão direita por esforço repetitivo. To falando de ir lá e escolher os filmes. E a vergonha de passar no balcão de retirada? Parece que tem uma placa pendurada no teu pescoço: taradão. Quando era piá, fazia isso seguido. E nem dava bola. To ficando velho, essa é a real.

 

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O primeiro que vi foi o da sobrinha (que não é sobrinha) da Gretchen, a Carol Miranda: Fiz pornô e continuo virgem. Título engraçado, mas sei que isso já foi falado à exaustão em tudo que é lugar, então nem vou comentar. Também não vou discutir se ela era realmente virgem, até porque nunca saberei a verdade. hehehehe Mas o fato é que a guria é fraquinha. Ela é bonitinha, gostosinha, mas transando, achei fraquinha. Ou então ela é uma boa atriz (não to louco, isso foi uma piada J ) e conseguiu parecer, digamos assim, assustada e inexperiente no sexo. Não gostei.

 

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Parecia que não estava gostando do que estava fazendo, e que fazia sem vontade. Tá, eu até concordo que esse era meio que o propósito do filme, mas acho que a pessoa que vê um filme pornô quer ver a atriz se doando, e não apenas se doendo.

O outro filme foi o Hardcore, da Vivi Ronaldinha. Ela foi namorada do Ronaldo Fenômeno, o jogador de futebol que já foi o melhor do mundo, e que hoje anda levando umas bolas nas costas. Depois de terminado o relacionamento, ela se juntou com uma outra ex dele, e faziam shows pelo Brasil (quiçá pelo mundo) dançando e rebolando, e sendo chamadas de Ronaldinhas.

 

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Bom, com a Vivi a coisa é diferente. Talvez os anos de estrada façam a diferença. Ela não só faz de tudo, como nos faz acreditar que gosta do que tá fazendo. E o filme faz jus ao nome. As cenas de sexo da Vivi são bastante fortes. Ela toma uns tapas, cuspidas, fortes puxões de cabelos, chupa o pau do cara e um cabo de martelo (!) ao mesmo tempo. Lambe as botas do cara e as suas próprias. E até come grama. Como as pesquisas indicam que o povo que passa aqui no blog é meio fetichista, acho que irão gostar.

 

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Agora tem que ir lá na locadora devolver os filmes. A pior parte. To achando que o cara vai me olhar e perguntar: se acabou, punheteiro? Então já decidi: a Nathalia vai entregar pra mim! hahahaha

 


Filme pornô

5 nov

A indústria pornô brasileira está em alta, muitos filmes sendo produzidos e muito dinheiro entrando. Aliás, nenhuma novidade, já que nos EUA esse mercado é altamente rentável faz muito tempo.

Nas últimas semanas, à procura de alguma coisa pra assistir na TV, por diversas vezes parei no programa da Luciana Gimenez pra assistir os “debates” sobre o assunto (a palavra debates está entre aspas porque não se debate nada nesse programa, é só discussão inútil). E na última vez que assisti um pedaço, estavam lá duas irmãs que fizeram o filme e não contaram aos pais. Que surpresa, hein?

 

E então lembrei de um filme e de um fato…

 

É um filme amador, e como todo filme amador, começa com a câmera sendo ligada e depois largada meio fora de foco sobre algum móvel. Foi o cara que ligou, e logo se vê ele caminhando até onde está a mulher. Ele para na beirada da cama, já de pau duro, e ela de quatro sobre a cama começa a chupá-lo. Ele segura-a pelos cabelos e fode sua boca, enquanto manda ela se tocar para a câmera. Ela toca os seios, beliscando os mamilos, torcendo… E depois desce uma mão para o meio das pernas. Os dois estão excitados com a filmagem, e parecem querer se exibir ainda mais.

Com a boca aberta e a língua de fora, ela “apanha” do pau dele. Ele bate com ele no rosto e na língua dela. Depois manda ela virar de bunda para a câmera, e começa a masturbá-la. Coloca um, depois dois, depois três dedos dentro da buceta, e fica fazendo vai e vem. Juro que, no filme, dá pra ver o quanto ela está molhada. “Enfia um na minha bunda”, ela pede. E assim permanece por algum tempo, um dedo na bunda e três na buceta, rebolando e gemendo.

 

amadora

 

“Me fode, por favor”, ela pede. Ele pega a câmera com a mão e filma seu pau entrando lentamente nela. “Rebola”, ele fala. Ele dá um zoom e quase dá pra sentir os movimentos dela no pau dele. Começam a mexer cada vez mais rápido, e mais uma vez quase dá pra sentir na tela quando o corpo dela começa a tremer e ela goza falando palavrões e coisas que quase não se entendem. Ela fica em torno de um minuto e meio como se anestesiada, enquanto ele mexe bem devagar, quase imperceptivelmente dentro dela. Mas quando ela recomeça, é ainda mais impressionante do que antes. Ela rebola, mexe pra cima e pra baixo, pra um lado e pro outro, vai totalmente pra frente fazendo o pau dele quase sair, e volta enfiando tudo de uma vez só. A câmera treme na mão dele, e os gemidos dele se fazem ouvir, e quando ele anuncia que vai gozar, ela se vira e começa a masturbá-lo e lamber a cabeça do seu pau. Em pouco tempo ele goza no rosto dela, e ela recolhe a porra com os dedos e leva-os à boca.

Eles se jogam na cama, se beijando, e antes da câmera ser desligada ainda se ouve ela falar, entre risos: “filme pornô tem que ter porra na cara”.

Essa é a primeira cena do filme, e deve ter pouco mais do que dez minutos. Se não me engano ainda tinha mais duas ou três cenas, e foi gravado em um final de semana na serra gaúcha. Sim, os atores somos nós, eu e a Nathalia. Esse é o filme que eu disse lá em cima que lembrei.

 

E o fato?

Bem, é um problema… Perdemos essa fita!!!

Já procuramos em tudo que é lugar. Na casa dela, na minha, e até na internet (vai que já tá no youtube rsss).

Imaginem a surpresa de algum conhecido assistindo por aí?

 

 

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