No escuro do cinema
Eu achei estranho que, com o cinema tão vazio, aquele casal tenha sentado bem ao meu lado. Eu já tinha reparado neles antes, quando compraram suas entradas. Ele era bem mais velho que ela, uns vinte anos com certeza. E ela não era feia, me pareceu apenas “sem sal”.
Eu tinha levado um bolo. Na última hora minha companhia não pôde ir, e fiquei sozinho, com duas entradas na mão em um cinema com menos da metade da lotação.
Sentei bem atrás, meio que querendo ir embora. E quando as luzes se apagaram, o tal casal sentou-se ao meu lado.
Logo que o filme começou, senti o braço dela tocando no meu. Cedi o braço da poltrona pra ela, com educação. Mas logo depois senti a perna deslizando pela minha. Não podia ser verdade!
Olhei surpreso pra ela, que me sorriu discretamente. E depois pra ele, que permanecia com os olhos na tela. Ela escorregou a mão do braço da cadeira e colocou-a na minha coxa. Tinha unhas compridas, pintadas de vermelho, e passava a ponta delas de leve em minha calça jeans.
Acho que de tanto eu olhar de um para o outro, pra ver se o homem concordava com o que estava acontecendo, ele levantou-se. Mas ela nem tomou conhecimento, continuou com a mão na minha coxa, agora já um pouco mais pra cima. Ele distanciou-se de nós umas três poltronas, como se me encorajasse a ir além.
Com a mão dela já no meu pau, mesmo que por sobre a calça, decidi agir também. Toquei nos seus seios, sentindo os biquinhos intumescidos nos meus dedos. “Abre a calça…”, ela me pediu baixinho. Abri, e ela com maestria, começou a me masturbar. Passei a mão nas suas pernas, nas coxas, e toquei a buceta sobre a calcinha molhada. Tentei colocar a mão por dentro, mas ela não deixou: “Agora não…”.
Escorregou para o chão, e entre minhas pernas, abocanhou meu pau. Chupava a cabeça por algum tempo, para logo em seguida engolir até quase a garganta. Depois tirava e passava a língua na ponta, me olhando, como se tivesse lido meu pensamento que ela era sem sal. Esticava a língua, deixando-a bem na ponta do meu pau, enquanto punhetava-o com vontade. Incrédulo, eu olhava pros lados, com a sensação de que todos estavam vendo. Mas só quem via e parecia aprovar era o homem que a acompanhava, que se tocava discretamente.
Ela era boa no que fazia, e eu tentei segurar o máximo que pude, mas depois de algum tempo não deu mais: gozei forte, tentando segurar meus grunhidos, e ela recebeu tudo na boca, com satisfação.
Levantou-se e foi até o homem, beijando-o na boca com o gosto da minha porra. Ele agarrou-a com força e puxou-a pro seu colo. Transaram sem fazer barulho, mas com ardor e paixão, sempre aos beijos e com ar apaixonado. Depois de recompostos, levantaram-se e saíram, sem nem me olhar.
Ainda fiquei até o final do filme, embora não o tenha visto, propriamente dito. Fiquei ali pensando naquela estranha situação que acontecera. E fiquei com uma sensação de ter sido usado para o prazer deles. Mas tudo bem. Se for pra ser usado assim, que seja mais vezes!
Tags: íntimo, boquete, chupada, gozo, Nathalia, orgasmo, pessoal, prazer, Ricardo, sexo, sexo com estranhos, sexo no cinema, sexo oral, tesão
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Julho 4, 2008 at 1:11 pm
Eu não digo que ele é obcecado por sexo oral? rssssss
:p
Julho 4, 2008 at 2:10 pm
Ricardo, me da o endereço do cinema, por favor, me convida para a próxima sessão, quero também!!!!!
Julho 4, 2008 at 4:45 pm
Acho maldade o jeito dessa moça… Mas fazer o que… risos
Acho que tenho que procurar assentos no fundo das salas de cinema, embora acho que esse tipo de situação deve ser extremamente raro…
Abraços,
K’ran.
Julho 4, 2008 at 4:51 pm
Santo DEUS!!! Imaginando toda a situação aqui…rsrsrsrs…
Essas coisas só devem acontecer com homem, né??? Tentando pensar numa situação oposta aqui e a cena não se realiza na minha cabecinha…rsrrsrsrs
Adoro o blog de vocês, e mais uma vez, obrigadinha pelo selo!
Julho 4, 2008 at 6:45 pm
Nem com homens essa cena é comum não Claudinha. Foi a primeira vez que ouvi uma dessas acontecendo, quer dizer, a não que o cinema onde o Ricardo foi é porno, que pelo que já li, até etiqueta têm sobre coisas similares. Mas parece que o cinema era um normal, pelo menos foi essa a minha impressão. Não nego que fiquei com bastante inveja.
Julho 5, 2008 at 5:37 pm
ah, que delícia, hein?
Julho 5, 2008 at 6:08 pm
Oi!
Nat, vai dizer que tu não gosta? hehehe
Jolie, pode escolher o filme… é o que menos importa, né?
Karan, maldade pura! Nem pra me dar tchau! hehehe
Claudinha, acho que pode acontecer com qualquer um, mas é mais difícil receber uma negativa de um homem, não é mesmo?
Bob, cinema normal e filme cult! Deve ser por isso que a sessão estava quase vazia! hehehe
Laila, delícia mesmo!
Beijos e abraços
Julho 7, 2008 at 6:19 pm
Ser usado dessa maneira não é de todo ruim…
Mas me fala, qual é o cinema q vc freqüenta???
beijos
Julho 14, 2008 at 7:17 pm
quem nao gosta de ser usado assim né?
hummm preciso ir ao cinema mais vezes…. quem sabe um dia com vc e a nat…rsrrsrs
Julho 17, 2008 at 1:08 am
conferiu o número do seu ticket? não era o dourado não? rs
Agosto 11, 2008 at 7:29 pm
Eu adoro provocar desconhecidos.
Mas até hoje só chupei um! rsssss
Junho 25, 2009 at 1:05 pm
nussaaa …