Na sacada
Eu prometi, então vou começar a contar. Aí vai a primeira:
Era um domingo, tão chato como só um domingo consegue ser. Acordei tarde e fiquei enrolando na cama, mudando de um canal pra outro na TV. E então o telefone tocou.
Marcos, meu quase-namorado na época, estava voltando de viagem. Me disse que chegaria na cidade por volta das seis da tarde e que viria direto pra minha casa. Já fazia duas semanas que não nos víamos, e quase derreti com o telefone na mão quando ele disse: “estou morrendo de saudade e louco pra ver a minha putinha”. Eu também estava.
Levantei da cama com ânimo renovado e fui tomar um demorado banho. A vontade de estar com ele novamente e a minha imaginação fizeram o banho demorar ainda mais.
Saí pra almoçar perto de casa, para poder voltar logo e colocar em prática o que tinha imaginado no banho.
Quando o porteiro avisou pelo interfone que o Marcos estava subindo, destranquei a porta e fechei as cortinas. Com algumas velas acesas pela sala, Tom Waits tocando no cd player, o ambiente estava montado. Mas acho que ele nem percebeu nada disso, pois quando abriu a porta, carregado de malas e pacotes de presente, deu de cara comigo em pé, encostada na bancada, de cinta-liga, meias 7/8, corpete e só.
- Não estava com saudade da sua putinha? Aqui está ela. – eu falei.
Nunca vi alguém fechar a porta/largar as malas/se livrar de pacotes/começar a tirar a roupa em tão pouco tempo. Em segundos estávamos nos beijando e eu sentindo novamente suas mãos fortes no meu corpo todo. Me arrepiava com o simples toque das suas mãos na minha pele, e sentia seu pau duríssimo encostando em mim. Consegui abrir seu cinto, o zíper e libertar o pau de dentro da cueca, para logo aprisioná-lo de novo, só que na minha boca.
Não fiquei muito tempo chupando, estávamos os dois sedentos de uma trepada, penetração e gozo, mesmo. As preliminares poderiam ficar pra depois. E ali mesmo, na sala, sobre o tapete, com ele ainda de camisa, calça arriada nos calcanhares, sapato, eu subia e descia fazendo-o entrar e sair dentro de mim. Gozamos praticamente juntos, ansiosos de prazer que estávamos.
Deixei meu corpo cair sobre o dele, e ali ficamos, conversando e nos beijando, por um tempo.
Enquanto o Marcos foi ao banheiro, eu abri as cortinas e o céu estava naquele tom alaranjado, com o sol quase desaparecendo no horizonte. Peguei o casaco do Daniel que estava sobre o sofá, coloquei-o por cima dos meus ombros pra esconder um pouco a minha nudez, e fui pra sacada ver o por do sol.
Escorada no parapeito, senti o Marcos chegando por trás de mim. Como o casaco apenas passava um pouco dos meus quadris, ele aproveitou e colocou a mão entre minhas pernas. Logo seus dedos brincavam dentro de mim, e no oitavo andar, com o sol se pondo na minha frente, os carros passando na avenida lá embaixo, eu rebolava devagar, sentindo um prazer maluco.
Ele me puxou pra uma cadeira e me fez sentar no seu colo. Com seu pau dentro de mim, meus seios na sua boca e o mundo na minha frente, gozei. Gozei ali, na sacada, com pelo menos o por do sol como testemunha.












Que delícia hein Nathalia?
Queria ter a sua coragem, ser exibicionista igual a vc.
Qual a receita?
Vou dizer para a Daminha que vc postou a historia da sacada, quem sabe isso diminui a inibição dela
Oi Samanta!
Sim, foi uma delícia!
Não sei a receita pra ser exibicionista, mas sei a receita pra ser realizada: faça o que tem vontade.
Bjs
Oi Bob,
diga a ela para vir ler…
Mas não entendi uma coisa… A inibição é pra contar as coisas ou pra fazer as coisas? rsss
Bjs
humm nati….. deliciosa foi essa hein!
adorei!!! d verdade!!
bjssssssssssss
Para fazer, com o blog ela está perdendo a segunda inibição, a de contar.
dani, deliciosa mesmo! rss
bjs
Bob, que bom!
Então agora é fazer e contar depois pra gente! rsss
bjs
O Pôr do sol e foder, não quero mais nada…
Mentira.
Mais nada, Manyukeh? Mentira mesmo! rssss