Sexo casual…
Viagens a trabalho são sempre cansativas, entediantes, e desconfortáveis.
Começa que ficamos em hotéis, muitas vezes, completamente isolados do mundo, não conhecemos o local e nenhuma alma viva por ali também, e os prazos são tão escassos que nos obrigam a trabalhar dia e noite para cumpri-los.
Lazer é uma palavra que não existe no vocabulário de quem viaja a trabalho.
E eu que já estava nessa situação ha cinco dias, projeto entregue, pra lá de cansada e entediada, sai do escritório às 17hs pontualmente. Não suportava mais reuniões e aquele falatório todo. Recebi as parabenizações pela minha eficiência e dei o fora.
Queria um pouco de ar, queria conhecer mais da cidade, queria ver pessoas vestidas comumente, mesmo que eu não estivesse, afinal, ainda apresentava o maldito “uniforme de executiva”. Meus pés reclamavam uma barbaridade comigo mesma por estarem sobre aquele salto insuportável, as meias sobre minha pele já me causava irritação, o cabelo preso me fazia sentir uma gueixa, enfim, nada de anormal para uma semana estafante.
Mas eu queria me sentir livre!
Peguei um táxi e pedi que me levasse a conhecer a cidade, que essa seria minha última noite e não tinha tido tempo algum para ver nada.
O taxista logo percebeu meu drama e se colocou a me apresentar à cidade, mostrando todos os pontos que ele achava interessante, aos poucos fui relaxando. Pedi que me levasse até alguma loja informal, pois gostaria de comprar algumas coisas.
Entrei na loja, comprei um vestidinho soltinho, uma sandalinha baixa, soltei os cabelos, lavei o rosto, fiz uma maquiagem apenas com batom leve nos lábios e já conseguia me sentir outra pessoa, muito mais eu mesma.
Voltei ao táxi que me aguardava e tenho absoluta certeza de ter chocado o pobre homem…rsrsrs… que a caminho me disse que quase me proíbe de entrar no táxi alegando que estava aguardando outra pessoa… rimos e continuamos a conversar tranquilamente.
A noite já havia caído e a conversa estava tão agradável que não quis voltar para o hotel, apesar de já ter conhecido boa parte da cidade.
Foi então que comecei a reparar no tal taxista… bonitão o moço, um metro e oitenta mais ou menos, na casa dos 40 anos, bem articulado, educado, resolvi investigá-lo um pouquinho, afinal, que pecado poderia haver? Ele já tinha me perguntado algumas coisas, nada excessivo, claro, apenas o básico, porque eu também não poderia fazê-lo?
Conversa vai, conversa vem, descubro que é divorciado, fora dono de restaurante, um trabalho que lhe consumia toda energia, pois que ficava lá mais de 18 horas/dia, desistira e comprara o táxi e divertia-se com o trabalho que realizava (felizardo, meu DEUS, quantas pessoas podem dizer o mesmo?), tem um filho de 4 anos, com outra que não a sua esposa (risos) e nem quis saber se esse fora o motivo do divórcio, que me importava mesmo?
Com essas informações, perguntei se ele não gostaria de tomar alguma coisa comigo, afinal, estava sozinha ali na cidade e ele não precisaria voltar a uma esposa (acho que fui muito mais atrevida do que deveria ao comentar isso, mas… fazer o que? eu queria mesmo a companhia dele).
Paramos num café ali perto, sentamos numa mesinha de calçada e ficamos conversando, falando de coisa alguma, mas nos divertindo como velhos amigos. Ele tinha histórias hilárias a respeito de alguns passageiros e eu estava me divertindo muito.
A boca dele me atraia de uma forma inexplicável, tinha lábios grossos, bem desenhados, um sorriso meio torto, fora de lugar, mas irresistível.
Quando percebi que já estava sendo indiscreta de tanto que olhava para a boca do moço, pedi que ele me levasse de volta ao hotel.
Antes de sair do carro, ele me puxou e me beijou e Uau! Que beijo!
Não é que o homem sabia como beijar mesmo? nada de beijinho de namorados adolescentes, não, os beijos (sim, não ficamos em apenas um beijo) eram famintos, gulosos, vorazes, e um fogo que não poderia ser contido apenas com beijos, ambos sabiam, não precisamos dizer absolutamente nada pro outro, ele estacionou melhor o carro, e em acompanhou até meu quarto.
Nos atracamos no elevador e quase chegamos nus ao meu andar, destrancar a porta e ser jogada contra a parede é o que eu precisava, o taxista sabia mesmo como pegar com vontade uma mulher e eu respondia com a mesma urgência, tirando camisa, desabotoando calça.
Nos amassamos, nos mordemos, nos chupamos, transamos como se nunca mais nos fosse possível estar com outra pessoa e no final, cai na cama, exausta e feliz. Naquela noite, dormi o sono dos justos (risos).
Na manhã seguinte, acordei toda dolorida, mas feliz como ha muito não me sentia, e agora, sempre que entro num táxi, dou uma paginada no motorista para ver se vale a pena…
Tags: íntimo, desconhecido, orgasmo, pessoal, prazer, sexo, sexo casual, sexo com estranhos, taxi, tesão
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Maio 19, 2008 at 1:45 pm
Se for tudo fantasia, é muito bem contado.
Se não for… melhor ainda.
Beijos,
Irina.
Maio 19, 2008 at 7:29 pm
nunca mais entrarei em um taxi sem reparar no taxista… rsrsr
e concordo com a menina , morro de curiosidade de saber se esses contos tem algo de verdade ou se são fantasias apenas….
bjkss nos dois
Maio 20, 2008 at 4:40 pm
entra la no meu blog e deixa um conto seu!! seria muito legal.
bom! com essa história de internet, que na verdade é um facilitador pra quem gosta de sexo casual, estava eu de bobeira navegando por um desses chat, lógico que da cidade onde moro. Quando comecei a tc com uma mulher de 30 anos, achei a conversa interessante e add ela no msn. Nesse dia eu estava sozinho, minha mulher estava viajando… convidei a gata pra tomar uma ceveja e ver no que dava. A super foi muito boa, quando cheguei no lugar combinado pra pegar,o que encontrei foi uma morena de 1,80 com um corpaço torneado, cinturinha fina e uma bunda que fiquei babando. Quando ela entrou no carro ja fiquei toda animado. fomos para um bazinho e tomamos umas cervejas e conversamos. Não resisti aquela boca carnuda, que ficava ainda mais gostosa por causa do baton vermelho que ela usava. agarrei carinhosamente mais com urgência sua nuca e puxei sua boca contra a minha e foi um beijo cinematografico mais daqueles bem cheio de tesão. Quando desgrudei dela logo convidei pra sair dali…Na hora não pensei muito com a cabeça de cima e acabei levando a mina pra minha casa. Como a casa é muito grande fomos para o quarto de hospede. Ficamos num amasso e logo foi tirando minha roupa e a dela. Quando tirei ablusa e vi aqueles seios que eram empinadinhos com os biquinhos todo arrepiado fiquei louco e tentei color ele todo na minha boca. Enquanto eu os chapava com a mão procurei abrir a calça dela e fui logo colocando meu dedo no seu grilinho e senti sua buceta do molhadinha. enchi a mão e quando moriscava aqueles peitinhos gostosos, eram empinadinhos de tamanhho médio.Nossa que delícia!! Ela gemia de prazer. Ela me empurrou pra cama e abriu com pressa minha calça e viu meu pau que já latejava,e caiu de boca. Sugava com tanta vontade que eu vi que não ia aguentar muito tempo. Segurei a cabeça dela e trouce pra minha boca novamente. Ela me chupava a linguá alucinadamente. foi quando desci a até aquela buceta que já estava toda encharcada de prazer… coloquei a lingua o mais fundo que puder enquanto ela segurava forte minha cabeça e gemia sem parar. Sentir a sua musculatura se contrir enquanto eu chupava gostoso aquela bucetinha. Ela gemeu e gostoso e sussurava. - Chupa gostoso, tô gosando!!!!!Aproveitei que ela estava louca de tesão coloquei as pernas dela no meu ombro e coloquei todo o meu pau dentro daquela buceta. Empurrava tudo nela bem rápido, ela rebolava e pedia. - come, come gostoso! -fode mais!!! senti meu pau latejando dentro dela não aguentei, coloquei o mais fundo que pude naquela bucete e inundei de porra toda sua beceta. Nossa gosei muito gostoso! Ela estava estaziada com a boca aberta esperando meu beijo que tinha o gosto da sua bucetinha. Nos beijamos e ficamos parados por alguns minutos, até que ela começou a me masturbar bem devagar. Meu pau ficou duro de novo, ela então chupou bem gostoso, deixando o meu pau bem babado, ficou de quatro pra mim e abrindo bem aquela bunda, eu pude ver seu cuzinho piscando de tesão…ela disse. - coloca tudo, come meu cuzinho sem dó! ela encaminhou e eu penetrei de uma so vez. Ela hurrou de tesão e dor. agarrou firme o travisseiro e pediu para eu não parar, fuder bem forte. Eu a segurei pela cintura e de forma alucinada socava minha vara dero daquele cuzinho que apertava meu pau! Ela rebolava e socava a sua bundinha contra mim para que meu pau entrasse ainda mais! Dei um gemido de muito tesão e senti meu pau explodir de goso, enchendo aquele cuzinho gostoso…. Ela delirava em me ver gosar!!!! Foi uma foda ótima!! As vezes ela me liga e saimos pra matar a saudade…
Maio 20, 2008 at 7:18 pm
juro que vou passar a prestar mais atenção em taxistas. aqui na minha cidade tem um motorista de ônibus, com uns olhos azuis, que meu!!! um tesão, hahahaha. bjs (add vcs no orkut, ok?)
Maio 21, 2008 at 12:08 am
isso é q a força do
tesão à flor da pele!!!
ótima estória…
bjs da fê*
Maio 21, 2008 at 12:13 am
Não sei se já agradeci, então, vá lá: obrigado pelo link. O blog de vocês é o máximo. É uma honra estar entre as “indicadas”. Sorte e sexo pra vocês.
Maio 21, 2008 at 1:29 am
Irina, obrigada!
Bjs
Maio 21, 2008 at 1:30 am
Dani, a gente tem que reparar em tudo! rsrsrsrsrs
Bjs
(será que é real? será que não? rsrsrsrs)
Maio 21, 2008 at 1:31 am
fonseca, você não deixou o endereço do seu blog…
bjs
Maio 21, 2008 at 1:32 am
Laila, um motorista de ônibus, é?
Conta pra gente! rsrsrsrs
Bjs, vou add vc lá!
Maio 21, 2008 at 1:32 am
fê, feliz que tenha gostado!
bjs
Maio 21, 2008 at 1:33 am
Nina, que bom que gosta do nosso blog!
Adoramos o seu tb!! Não tem o que agradecer…
Bjs
Maio 21, 2008 at 9:51 am
Ficção…realidade
Nem importa
O fato é que amamos o texto
…
Bjos
Hannah e Carlos
Maio 21, 2008 at 1:10 pm
Cada vez melhores e mais inspirados!!!
Certa vez eu dei um “presentinho” para um taxista. Levantei de leve a saia da EsposaE e abri suas pernas bem no meio do banco de trás. Procurei deixar uma visão bem clara de seu sexo para o taxista que, certamente, puxou o olhinho para p retrovisor, mas nada fez.
Bjs!
Maio 21, 2008 at 2:04 pm
Hannah e Carlos, fico feliz que tenham gostado!
Bjs
Maio 21, 2008 at 2:06 pm
MaridoM, ele deve ter ficado doidinho!
Tem que ter cuidado pra não tirar a concentração do moço! rsrs
Feliz que tenha gostado.
Bjs
Maio 22, 2008 at 8:58 am
Também viajo frequentemente, e a “solidão” dos hoteis é lixada. Nunca tive a sorte de um encontro como esse. Alias, quase aconteceu, mas como estava de saida do hotel e a cinco minutos de uma reunião nunca saberei se teria acontecido alguma coisa mais. Pode ser que na próxima, quem sabe.
Deixa-me tambem dizer-te que o talento da escrita, do prazer e do bom gosto impera por aqui.
Beijos e Abraços
Maio 23, 2008 at 1:39 am
Amante da Vida, fico feliz que tenha gostado!
E torço pra que em uma próxima oportunidade possa se realizar…
Bjs
Junho 29, 2008 at 9:40 am
É sempre prazeroso ler seus contos…. aproveie e continue a ter e nos dar prazer..
um abraço
Jocendir