Ontem
Já fazia tempo que ela me provocava. Olhares, poses, brincadeiras de duplo sentido. De vez em quando eu dava corda para ver até onde iria, em outras eu me fazia de desentendido. Mas na noite passada eu resolvi ir até o fim.
Quando cruzei com ela à caminho do bar, nossos corpos se tocaram devido à multidão que estava lá. Pude sentir sua pele macia e quente, seus seios roçando no meu braço. Um sorriso sincero iluminava seu rosto, e o olhar parecia um convite. Peguei-a pela mão e abri caminho entre as pessoas.
Na pista ela dançava só para mim, mas hipnotizava a todos que estavam em volta. Movimentos certeiros, daqueles que tiram qualquer um do sério. Quando encostava em meu corpo podia sentir a energia entre nós.
De lá para o seu apartamento foi um pulo. Não conseguimos passar da sala. Deitados um por cima do outro no sofá, éramos só beijos, toques e perdição. Minhas mãos deslizavam sob sua blusa, enquanto as dela me apertavam contra seu corpo.
Arranquei a sua blusa e puxei-a para meu colo. Com os seios bem em frente ao meu rosto, deliciei-me. Apertava um contra o outro e ao mesmo tempo passava a boca de um mamilo para o outro. Ela gemia, mexendo os quadris para frente e para trás.
Terminamos de nos livrar das nossas roupas e já no tapete da sala pude sentir o quanto estava melada. Acariciei o clitóris e fui enfiado o dedo dentro dela. Ela, como se me desse permissão e pedisse mais, abriu mais as pernas. Beijei sua boca, seu pescoço, seus seios, lambi a barriga e enfim cheguei no seu sexo. Ela tinha um gosto delicioso, e se contorcia ao toque da minha língua. Com os pés, tentava tocar no meu pau. Quando conseguiu, passou a masturbá-lo. Os dois pés pressionando meu pau, fazendo movimentos de vai e vem.
Ela, sem agüentar mais, pediu para ser penetrada. Fez mais que isso, na verdade. Livrou-se do meu toque e ficou de quatro, ali no chão. E então virou-se para trás e sorriu. Não precisou falar nada.
Enfiei devagar, sentindo meu pau ser envolvido. E mandei que ela mexesse, o que ela fez de maneira alucinante. Ora ia para frente e para trás, ora rebolava. E o melhor, fazia sair quase tudo, deixando apenas a ponta do pau, e voltava rebolando ao meu encontro. Difícil até de relatar.
Ela gozou fazendo bastante barulho, o que eu adoro. Ficou algum tempo ali, imóvel, apertando levemente meu pau dentro dela. Realmente ela sabe das coisas.
Depois virou-se para mim e tirando a camisinha pediu que eu sentasse no sofá. Colocou meu pau na boca e começou a chupá-lo. Mesmo sentindo que eu ia gozar, ela não parou.
Engoliu tudo.
Ela deitou no meu colo e adormeceu. Fiquei um tempo ali, olhando ela dormir, ainda sentindo o prazer do sexo.
Quando estava quase amanhecendo peguei minhas roupas e fui embora, não sem antes cobri-la com uma manta.
Espero que ela goste do recado que escrevi com o batom dela no espelho do banheiro.
Tags: sexo, gozo, orgasmo, tesão, balada, prazer, intimidades
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Maio 11, 2008 at 2:07 am
Muito bom o blog de vocês, sobretudo a idéia de escrever a dois. Estão linkados. Parabéns.
Maio 11, 2008 at 2:02 pm
Parabvens pela ideia d vcs, aguardo sua visita…
http://passageiradotempo.blogspot.com/
Maio 12, 2008 at 4:16 pm
nossa….
fiquei arrepiada com essa historia deliciosa….
http://www.daniilopes.blogspot.com.br
Maio 14, 2008 at 2:12 pm
O que tinha escrito no espelho?
Conta aí!
Maio 19, 2008 at 7:46 pm
Nina e Lu, muito obrigado!
Beijos
Maio 19, 2008 at 7:47 pm
Dani, fico feliz que tu tenha gostado!
Vou sempre no teu blog também!
Beijos do Ricardo.
Maio 19, 2008 at 7:47 pm
Pô, Marcio…
Tu quer que eu entregue minha tática? hehehehe
Abraço