Espanhola

Posted Junho 30, 2009 by Ricardo (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Nós dois, Ricardo

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Eu tava doente, semana passada. Uma gripe terrível. Andava me arrastando pelas paredes, dor na garganta, dor no corpo, parecia que tinha levado uma surra. Passei a semana assim.

Na sexta de noite, já um pouco melhor, a Nathalia pegou uns filmes na locadora e foi lá pra casa. Após uma janta leve, fomos pra cama assistir “Ele não está tão a fim de você”, ou algo assim. Lembrem-se, ela pegou os filmes. Só podia ser um romancezinho água com açúcar. hehehehe

Confesso que, ainda debilitado que estava, cochilei e acordei diversas vezes durante o filme. Mas só de poder senti-la ali, ao meu lado, me fazia sentir melhor. E disse isso pra ela, bem perto do final do filme. Não sei bem do que se tratava o filme, mas acho que, de acordo com o título, ela chegou a conclusão que eu tava bem a fim dela. Beijou meus olhos, meu pescoço, minha boca. Mordiscou meu peito, e pediu que eu desse pausa no filme.

Tirou minha camiseta velha, e beijou minha barriga, e foi descendo. Tentei tocá-la, e me repreendendo, ela falou que eu estava doente e tinha que ficar em repouso. Baixou minha cueca e começou a brincar com meu pau ainda mole. Ora colocava na boca, enquanto massageava meu saco, ora masturbava-o devagarinho. Depois colocou na boca, dizendo que adorava senti-lo crescer, e logo eu estava duríssimo e me contorcendo com o boquete que ela fazia.

Então ela deixou cair as alças da camisola, e colocou meu pau entre seus seios. Quando meu pau subia, ela lambia a cabeça, e quando descia, eu sentia a maciez da sua pele, friccionado entre seus seios. Uma deliciosa espanhola. Pra me provocar, ela apertava ainda mais os seios, um contra o outro, e beliscava os mamilos, me olhando com aquela cara de safada que só ela sabe fazer. Doente ou não, gozei forte e fartamente, melando seu rosto, seus seios, minha barriga.

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Ela ainda limpou tudo, me deu um beijo na boca e pediu que eu soltasse a pausa do filme. E eu dormi. Dormi sem dor, sem tosse, e aposto, com um sorriso nos lábios.

Parte II – Transando com outro, na frente dele

Posted Junho 19, 2009 by Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Nathalia

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Já dentro do quarto, tive que fazer o possível e o impossível para conter o meu namorado. Enquanto o rapaz não chegava, ele me beijava e já queria baixar o meu vestido. Quando ouvimos as batidas na porta, mandei que ele ficasse quieto, sentado na poltrona.

O rapaz entrou, desconfiado, mas tratei de logo quebrar o gelo. Puxei-o até a cama, e montei sobre ele. Nos beijamos e, de frente pra ele, fiz o tomara que caia cair. Ele abocanhou meus seios, enquanto me puxava para mais perto dele. Eu estava de lado para o meu namorado, mas fazia o possível para não olhar pra ele. Segurando o rapaz pelos cabelos, tentei tirar o vestido, mas não consegui. Levantei-me rapidamente, tirei do jeito que pude, e só de lingerie praticamente pulei sobre ele novamente. Agora já sentia seu pau duro sob as calças.

Ele segurava meus seios, chupando e mordendo, enquanto eu rebolava de leve sobre ele. Não havia nenhuma razão para isso, mas eu tinha pressa. Queria senti-lo logo dentro de mim, queria aquela fantasia realizada. Abri seu cinto, a calça, o zíper, e baixei-os até suas canelas. Masturbei-o um pouco, para logo em seguida colocar o seu pau todo dentro da minha boca. Suguei, mordisquei, brinquei na cabeça, e perguntei se ele tinha uma camisinha. Como ele não tinha, tive que pegar uma com meu namorado. Acho que naquele momento foi a primeira vez que nos olhamos. Seu tesão era visível, no rosto e nas calças.

Aquele olhar de desejo, de cumplicidade, de felicidade, me deixou ainda com mais vontade. Quando o rapaz terminou de colocar a camisinha, eu tirei as calcinhas e sentei com gosto nele. Entrou de uma só vez, me alargando, me preenchendo, me fazendo arrepiar. Então olhei pro meu namorado. Ele, com a boca entreaberta, se posicionava para melhor enxergar o pau do rapaz entrando e saindo de dentro de mim. Arrebitei a bunda pra ele ver melhor.

Ele passou a masturbar-se com a mão dentro das calças, praticamente no mesmo ritmo em que eu me movimentava sobre o rapaz. O rapaz, embora fosse ele que me comesse, estava relegado ao segundo plano naquele momento. Minha atenção e tesão estavam voltados para meu namorado. Tanto que quase não reparei quando ele passou a gemer mais forte, a se contorcer, e gozou com o meu movimento.

Saí de cima dele, e sem maiores cerimônias, pedi que fosse embora. O que ele tinha que fazer, estava feito. Meio sem entender nada, mas acho que satisfeito, ele rapidamente se recompôs e foi embora. Foi a partir daí que a noite começou de verdade.

Meu namorado praticamente voou sobre mim, me pegando com força. Me colocou de quatro e me comeu por horas, literalmente.

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Trepamos e gozamos de tudo que foi jeito, e quando resolvemos dormir, exaustos, o dia amanhecia lá fora. Meu namorado ainda brincou comigo, dizendo que eu não tinha pego o bouquet. Devolvi a brincadeira, dizendo que se ele quisesse, sairia pra buscar, não o bouquet, mas outro pra me comer. Ele sorriu, saciado e satisfeito, e me beijando falou: outro dia a gente faz de novo.

 

Eu gostei. :)

Parte I – Transando com outro, na frente dele

Posted Junho 18, 2009 by Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Nathalia

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Eu tinha um namorado, acho até que já falei dele, que abriu a minha cabeça para o sexo. Me ensinou a falar o que me desse na telha, a fantasiar sem limites e sem pudores. E me deu coragem pra realizar algumas fantasias, minhas e dele.

Ele tinha muita vontade de me ver com outro homem. Não era eu, ele e mais um. Era eu e mais um, e ele apenas olhando. Eu dizia que nunca conseguiria, ainda mais sem a participação dele. Que teria vergonha, que tinha medo de magoá-lo, e essas coisas… Mas ele não desistia! Ia me excitando, falando como seria, aproveitando os momentos que eu estava com mais tesão, e passei a considerar a idéia.

Mas e a terceira pessoa, quem seria? Essa passou a ser a parte mais difícil do plano. Um profissional? Seria artificial demais. Um amigo? Seria estranho. Uma casa de swing? Não era bem o que se tinha em mente. E assim seguíamos, sem nada acontecer, e eu de certa forma aliviada. rsrsrs

 

Certa noite teve o casamento de uma prima dele. Ela morava em uma cidade relativamente longe, e no mesmo hotel onde foi o casamento a maioria dos convidados de fora da cidade ficaram hospedados. Viajamos na sexta à noite, e no sábado antes do casamento mal nos vimos. Acordamos tarde, e o resto do dia passei praticamente no salão de cabeleireiro.

Depois da cerimônia religiosa, todos ao salão do hotel para a festa. Festa essa que estava divertidíssima. Boa música, muita champanhe, muita gente bonita. Os noivos estavam radiantes, e passavam toda essa felicidade aos seus convidados.

Como meu namorado havia confirmado a presença em cima da hora, acabamos ficando em uma mesa longe da família. Era um pessoal jovem, divertido e solteiro. Quando fomos dançar, já com o efeito da bebida na cabeça, um dos rapazes passou a se insinuar pra mim. Me puxava pra dançar com ele, fazendo o possível para nossos corpos se tocarem. Olhei para meu namorado, que piscou e sorriu pra mim. Tudo bem, pensei, estou liberada.

Dancei, instiguei, me insinuei, deixando o rapaz doido. Olhava pra mim e procurava meu namorado, que conversando com outras pessoas, se fazia de desentendido.

Ele tentou me beijar, mas não queria fazer isso na frente dos outros, principalmente da família do meu namorado. Veio uma música mais calma, e dançando abraçada no rapaz, escutei-o dizer que queria ficar a sós comigo. Ele era bonito, estávamos animados, mas confesso que em uma situação normal não teria levado adiante. Mas pensei na fantasia do meu namorado, e que poderia ser bem excitante… E então falei no ouvido dele: “sozinha com você, não fico. Mas se meu namorado for junto, eu topo agora”. Ele me olhou, desconfiado. Eu passei a língua nos lábios, mostrando que não estava de brincadeira. Disse a ele o número do quarto, e deixei-o sozinho no meio do salão.

Fui até a mesa, peguei meu namorado pela mão, e saímos. No elevador puxei-o para mim, e avisei: “vou transar com ele na sua frente”. Ele ficou maluco, beijou a minha boca, ficando excitado na hora.

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CONTINUA…

Vestida como uma puta

Posted Junho 9, 2009 by Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Nathalia, Nós dois

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Se tem uma coisa que o Ricardo gosta, é me ver vestida como uma puta. Saias curtíssimas, botas de cano alto, decotes reveladores. Além da maquiagem pesada, batom ultra vermelho, que deixa marcas no seu corpo todo.

Gosta que me comporte como uma, também. Por vezes como uma puta de classe, por vezes como uma rampeira. Me telefona, quando sabe que estou sozinha, e avisa que está vindo pra minha casa pra fazer um programa. E eu, que adoro ser a puta dele, me produzo para recebê-lo.

Aproveito para mostrar como quero ser tratada. Se coloco uma roupa mais “certinha”, ainda que pareça uma vadia, ele me trata com carinho. Se estou de minissaia, com os seios praticamente de fora, ele sabe que quero ser comida com força, que quero levar uns tapas, ter os cabelos puxados e bem xingada. Não que as vezes não se misturem as estações, é apenas um indicativo… rsrsrsrs

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Na semana passada eu esperei-o assim: uma saia de couro curtíssima, sem calcinha. Uma blusinha que mal cabiam meus seios e uma sandália de salto. Batom vermelho e um cigarro entre os dedos. Ele bateu na porta, e fui abrir. Quando me viu assim, não controlou o tesão.

Foi logo colocando as mãos entre as minhas pernas, para então dizer que tinha certeza que eu estaria assim, sem calcinha tal como uma vadia. Sentindo seus dedos tocando minha buceta, prensada contra a porta, respondi: “não tive tempo de vestir, o cliente de antes acabou de sair”.

Ele me pressionou ainda mais contra a porta, e enfiou sem dificuldade um dedo em mim, que antes mesmo dele chegar já estava excitada, imaginando o que rolaria entre nós. Logo enfiou mais um, e disse que eu devia ter dado bastante pro cliente, porque eu estava arrombada. Respondi que “minha buceta ele até comeu pouco, ele quis mais o meu cu”.

Ele me pegou pelos cabelos e me virou de frente pra porta. Levantou a minha saia e enfiou o dedo na minha bunda. Engraçado como as palavras e a nossa imaginação podem transformar as coisas. Agora ele enfiava o dedo da outra mão na minha boca, e do jeito que dava, eu contava como tinha chupado o cliente imaginário. Aquilo tudo estava nos deixando malucos.

Então ele me pegou pelos cabelos, me jogou sobre o sofá da sala, mandou que eu ficasse de quatro, e me comeu. Me comeu forte, com gosto, com tesão, me apertando e dando tapas na minha bunda. Mandando eu gemer mais alto, e fazendo com que eu pedisse mais.

Gozei primeiro, gemendo alto de prazer, tremendo meu corpo preenchido pelo seu pau. Depois fiquei de joelhos na sua frente, e chupei-o do jeito que ele gosta. Até gozar, enchendo a minha boca, escorrendo pelo meu queixo e pingando nos meus seios.

 

Ficamos ali abraçados, trocando beijos e carinhos… Até que ele começou a acariciar meus seios, e sussurrou no meu ouvido: “pelo que to pagando, tenho direito a mais uma”. Sorri, subindo em cima dele. Mal sabia ele que, com o tesão que eu estava, e que com a quantidade de vezes que transaríamos naquela noite, se alguém tivesse que ter pago, teria sido eu! rsrsrsrsrs

Calcinha pequena

Posted Junho 3, 2009 by Ricardo (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Ricardo

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Lá na casa onde ensaiávamos com a banda, tinha sempre muita gente. O clima era sempre de festa, rapaziada entrando e saindo, amigos, desconhecidos, e claro, muitas meninas bonitas.

Muitas vezes todos nós praticamente morávamos lá, era tão bom que nem dava vontade de voltar pra nossas casas. O baixista, o dono da casa, realmente não se importava com aquela bagunça. Vivia a pleno os seus anos de rock and roll.

Tinha uma menina que, pelo menos duas vezes por semana, saía da faculdade e ia pra lá. Pegava ainda um pouco do ensaio, e depois ficava por ali, bebendo e conversando com todos. Era uma morena linda, olhos castanho-claros, e um sorriso de tirar o fôlego. Usava roupas sempre justas, abusando dos contornos que seu corpo lindo oferecia. Eu achava que ela tinha alguma coisa com o dono da casa, pois estavam sempre juntos e por diversas vezes eu e praticamente todo mundo tinha ido embora, e ela continuava por lá.

Numa noite de sexta-feira, a bebedeira foi forte. A nossa música foi a mais pedida durante a semana toda em uma rádio local, e todos estávamos lá para comemorar. Infelizmente não lembro de muita coisa…

Lembro apenas que era muita gente, muita bebida, e muita mulher. E lembro vagamente de estar acordando no outro dia, em um dos quartos da casa, com o movimento de alguém levantando da cama. Ainda desnorteado, só consegui abrir os olhos na última cena: ela subindo a calça jeans. E cobrindo aquele corpo perfeito, aquela bunda onde desaparecia uma minúscula calcinha. Não tive tempo de falar. Ela virou, me mandou um beijo, e foi embora.

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Namorei com ela depois disso, acho que uns dez meses. Ela, sacana que era, me deu várias versões praquela noite. Desde que eu tinha falhado até as mais inimagináveis possíveis.

E eu nunca soube o que realmente aconteceu. Mas sei que valeu a pena. Até hoje lembro da calça subindo devagar, e ah, aquela calcinha bem pequena…

Reencontro II

Posted Maio 26, 2009 by Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Nathalia

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Não deixei ele descansar. Coloquei novamente meus seios na sua boca, segurando um contra o outro, passando-os por todo seu rosto. Ele lambia e chupava tudo, louco de tesão.

Até que me pegou com força pelos braços, me tirando de cima dele. Tateou a cama, até encontrar a camisinha que estava por ali. E com a voz rouca de desejo, me pediu:

- Coloca com a boca? Adorei aquilo.

Sorri, claro que concordando. Punhetei um pouco o seu pau, enquanto preparava a camisinha. E com os lábios e os dedos descendo pelo pau, coloquei. Ele me olhava maravilhado. Me pegou forte e me colocou de quatro.

Enfiou o pau de uma só vez na minha buceta, me fazendo gemer alto. Começou a estocar com força, enquanto eu me arrebitava e rebolava como podia, com suas mãos me apertando e me puxando mais ao encontro dele.

Quando ele me pegou pelos cabelos e puxou minha cabeça pra trás, eu simplesmente enlouqueci. Ao invés de gemer, eu praticamente gritava, mandando ele me foder. E praticamente implorei:

- Come o meu cu?

Ele rapidamente desencaixou-se de mim, me segurou ali de quatro na beirada da cama, e passou a me lubrificar com a sua língua. Lambia a minha bunda, enfiava a pontinha da língua, e pelamordedeus, mais um pouco e eu gozava assim mesmo.

Posicionou a cabeça, perguntou se tava tudo bem, e foi colocando devagarinho. Fui me sentindo ser alargada aos poucos, aquele incomodozinho misturado com tesão, enquanto ele todo cuidadoso ia entrando.

Quando entrou tudo, pedi pra ele ficar parado. E comecei a rebolar devagar. O pau todo dentro de mim, seus pelos encostados à minha pele, totalmente preenchida. Rebolava devagar, falando umas bobagens pra ele. Ele gemia, maravilhado, até que me confessou que era a primeira vez que fazia sexo anal (eu disse que ele era novinho! rsrsrs).

Mandei então que ele me comesse com gosto, pra começar bem. E foi o que ele fez. Como antes tinha feito na minha buceta, agora fazia no meu cu. Metia forte e fundo arrancando de mim gritos de dor e prazer. Não demorou muito e gozou, se contorcendo todo e enchendo a camisinha de porra.

Deitamos lado a lado, e ficamos conversando. Só faltou beijar meus pés em agradecimento ao desvirginamento no sexo anal. Pensei em explicar a ele que sexo não se agradece, afinal, se eu fiz era porque também queria, mas tive uma idéia melhor.

Pra ele calar a boca, sentei em seu rosto. E só saí de cima dele quando ele me fez gozar, de novo, com a sua língua entrando e saindo da minha buceta.

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Delícia.

Acho que acertei na nova amizade! rsrsrsrs

Reencontro

Posted Maio 19, 2009 by Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Nathalia

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No sábado passado, depois de duas semanas de e-mails, torpedos e telefonemas, enfim reencontrei o meu novo amigo. Durante esse período fomos nos conhecendo, conversando, falamos sobre todas as coisas, principalmente sobre a minha relação com o Ricardo. Assunto esse que em um primeiro momento deixou-o assustado, desconfiado, depois perplexo, incrédulo, e por fim, excitado. rsrsrsrs

As oito e meia em ponto ele estacionava em frente ao meu prédio, e dali saímos pra jantar. Confesso que não me lembrava que ele era tão bonito, e nem que parecia tão novinho! rsrsrs No restaurante sentamos lado a lado, e enquanto jantávamos conversando e bebendo vinho, nossa tensão sexual aumentava. Nossas pernas se tocavam de leve, e eu sentia o calor do seu corpo. Coloquei a mão na sua coxa, roçando com a ponta das unhas a calça, e logo subi até seu pau. Toquei-o um pouco sobre as calças, e acabamos dispensando a sobremesa. Não dava mais pra esperar.

Enquanto o manobrista buscava o carro, nos beijávamos e acariciávamos em frente ao restaurante. Fala de educação, eu sei. Mas às vezes o tesão fala mais alto. Quando o carro finalmente chegou, rumamos para um motel. Confesso que não sou muito boa com a mão esquerda, mas acho que ele não se importou muito, e até gostou, de ser masturbado enquanto dirigia até o motel.

Quase que não passamos da garagem. Quando ele estacionou, fiquei de joelhos no banco para chupá-lo. Fazia seu pau entrar e sair da minha boca, me concentrando na cabeça, a mão massageando suas bolas, enquanto ele se contorcia e gemia alto. Se eu continuasse mais um pouco, ele gozaria ali mesmo. Estiquei a mão e abri a porta do seu lado. Pulei por cima dele, e saí do carro. Com a mão direita segurei a base do seu pau, e delicadamente puxei-o para fora do carro. E assim, puxando-o pelo pau, guiei-o para dentro do quarto.

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Já lá dentro, arranquei suas roupas e ele arrancou as minhas. De joelhos, no chão, ele baixou minhas calcinhas e beijou e lambeu minha buceta depilada. Disse que eu era a única depilada que conhecia, e que assim dava mais vontade de lamber. Arqueei um pouco as pernas, me segurando na parede pra não cair, enquanto sentia sua língua ora me lambendo, ora me penetrando. Coloquei um pé no seu ombro, me abrindo ainda mais pra ele, que aproveitou para enfiar a língua mais fundo, e depois fazer o mesmo na minha bunda. Agora era eu que precisava me segurar para não gozar.

Cambaleamos até a cama, onde mordisquei seu peito, sua barriga, suas coxas, enquanto sentia seus dedos penetrando minha buceta. Coloquei meus seios na sua boca, e ele lambeu e chupou com tesão. Fiquei por cima dele, e fizemos um delicioso 69. Ele me segurava com as pernas abertas e corria a língua pela minha bunda e buceta, enquanto eu enfiava seu pau até minha garganta, segurava-o ali por um tempo, e voltava lambendo sua extensão. Foi quando ele abriu a minha bunda e começou a enfiar o dedo médio. Rebolei um pouquinho, fazendo graça e fingindo protestar, o que deixou-o com mais tesão. Desci então minha mão pelo seu saco, acariciando suas bolas, e fui descendo… até a bunda dele. Ele tentou fechar as pernas, mas eu falei: “se você pode, eu também posso”. Ele protestou, mas acabou cedendo às minhas carícias. Fui acariciando, brincando na entradinha, enquanto a língua deslizava pelo seu pau, enquanto seu dedo entrava e saía de dentro de mim, e quando nos demos conta, estávamos os dois com os dedos dentro do outro. rsrsrs

E assim gozamos a primeira vez. Ele com meu dedo dentro da bunda, jorrando porra quente na minha língua, no meu rosto, urrando de prazer. E eu com o dedo dele na minha bunda, querendo mesmo é que seu pau tivesse ali, enquanto ele lambia minha buceta.

E a noite estava só começando…

Continua? Talvez… rsrsrsrs

Sexo a 3 – Minha primeira vez

Posted Maio 12, 2009 by Ricardo (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Ricardo

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Tão logo completei 18 anos, fui passar uma temporada fora do país. Fiquei praticamente um ano zanzando por aí, conhecendo lugares, pessoas, culturas e diversidades. Uma experiência única, com aprendizados que trago comigo até hoje.

Antes de ir viajar, namorava uma menina há uns seis meses. Foi uma separação difícil, mas que, apesar do sofrimento daquele momento, tínhamos os dois a certeza que além de necessária, conseguiríamos superar. Ela foi a primeira a me incentivar a viajar, sabendo que era um desejo meu e que seria bom pra mim. Nossa noite de despedida foi doce, triste e romântica. Não prometemos nada um ao outro, sabíamos que o futuro era incerto.

Quando voltei, onze meses e alguns dias depois, ela estava no aeroporto me esperando. Nos abraçamos com saudade, ternura e respeito. No carro, ela queria saber tudo sobre a viagem, verdadeiramente interessada e feliz com tudo que eu contava. Na minha casa diversos outros amigos nos esperavam, e foi uma festa só. Já era de manhã quando a última pessoa foi embora.

No dia seguinte, um domingo, o telefone tocou e era ela. Disse que gostaria de conversar comigo. Convidei-a para vir à minha casa, mas ela preferiu que nos encontrássemos na casa dela. No horário combinado eu estava lá, e quem abriu a porta foi um amigo nosso. Éramos bem próximos, os três, antes da minha viagem, mas naquele dia senti um clima meio estranho no ar. Cumprimentei os dois, e sentamos na sala para conversar. Os dois se olhavam o tempo todo e, curioso que estava, perguntei o que estava acontecendo.

Ela resolveu abrir o jogo, dizendo que dois meses após a minha viagem eles tinham começado a namorar. Disse que eles estavam sem jeito, principalmente ele, porque agora eu estava de volta e poderia ficar incomodado com o relacionamento deles. Que queriam eles mesmo me contar, antes que eu ficasse sabendo por outras pessoas, e que não queriam que eu visse a situação como uma traição.

Claro que de início a notícia foi um baque pra mim, não posso negar. Mais por um sentimento de posse do que um ciúme real da situação. Mas então me dei conta que, na noite anterior, durante a festa, eles nem ficaram juntos. Comentei isso com eles, que responderam que era por respeito a mim. Nesse momento um sentimento tão forte de amizade, de respeito, de camaradagem que a gente só vê praticamente quando se tem a idade que tinha na época, bateu em mim. Fiz questão de abraçar os dois, dizer que eles não precisavam ter todo esse cuidado por minha causa. Hoje parece até meio bobo, mas choramos os três abraçados. De saudade, de amizade, de respeito.

Estávamos os três em pé na sala, as lágrimas escorrendo na nossa face, quando ela virou pra mim e, com a palma da mão, secou as minhas lágrimas. Depois fez o mesmo com ele. E então virou-se pra mim, e me beijou. Sua língua, seu hálito, a maciez dos seus lábios. Eu lembrava da cada gosto, cada sensação. Depois beijou o namorado, que apesar da situação, recebeu o beijo com carinho. Ficamos alguns segundos em silêncio, um pouco embaraçados com a situação, e então ela desculpou-se, dizendo que aquilo não deveria ter acontecido. Eu fiquei quieto, mas o namorado segurou seu rosto com as mãos e disse a ela que não precisava de desculpas, que se tinha acontecido era porque deveria acontecer. Beijou os lábios dela e encorajou-a a fazer o que tinha vontade.

Sem saber bem o que fazer, me deixei levar quando ela virou-se pra mim e me beijou novamente, dessa vez com desejo e tesão. Enquanto ela me beijava ele acariciava seus cabelos, como se a encorajasse, ao mesmo tempo em que se fazia presente no que acontecia. Me sentei no sofá, com ela sobre mim, e ele ficou de pé atrás dela. Suas unhas roçavam de leve meu couro cabeludo, quando ela virou o rosto para trás e o beijou. As mãos dele percorreram o pescoço dela, os seios, a barriga, e ele tirou a sua blusa. Abaixou o sutiã, e aqueles seios deliciosos se ofereceram pra mim, à altura do meu rosto. Beijei e suguei os dois, enquanto eles continuavam a se beijar. As mãos dele seguraram os seios por baixo, empinando-os ainda mais na minha direção, um sinal de que me oferecia-os para meu deleite. Meu pau, duro como uma pedra, tocava sua buceta sob nossas roupas. As mãos dela tatearam minha calça, em busca do botão. Ajudei-a, abri a calça e senti o toque dos seus dedos percorrendo o meu pau.

Ela levantou-se e livrou-se das calças, enquanto eu terminava de baixar as minhas. Com uma mão me masturbava, enquanto ajudava o namorado a baixar as calças dele. Então colocou o pau dele na boca, sem parar de me masturbar. Depois foi o meu pau que foi abocanhado, enquanto ela masturbava o namorado.

Toquei sua buceta, e senti o desejo e o tesão na ponta dos meus dedos. Estava totalmente molhada, inchada, melada. Quando coloquei dois dedos de uma vez ela tirou o pau dele da boca e gemeu olhando nos meus olhos. Não sei de onde surgiram as camisinhas, provavelmente eram dele, só sei que ela estava de quatro, eu atrás dela, enfiando fundo e tentando segurar o meu gozo, e ele à frente segurando-a pelos cabelos e comandando seus movimentos. Ela gemia cada vez mais alto, dizia que queria os dois dentro dela, mas nossa inexperiência na época não nos fez capaz de realizar o que ela queria. Um pouco eu a comia, e então ela virava pra ele e sentava e cavalgava no seu colo. E assim fomos trocando, loucos de tesão, até que primeiro ela gozou sobre ele, que ao mesmo tempo se desmanchou de prazer, e depois arrancou a minha camisinha e me chupou até que eu gozasse, o que confesso que não demorou muito.

Ficamos os três jogados, a cabeça dela no meu colo, o resto do corpo sobre ele.

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Uns quinze minutos depois nos recompomos, e tentamos raciocinar sobre o que tinha acabado de acontecer. Não foi nada programado, simplesmente aconteceu. E depois desse dia nunca aconteceu de novo. Eles namoraram por um bom tempo ainda, e nossa amizade era a mesma de antes de eu viajar, só que agora o namorado era ele. Acho que o que aconteceu foi uma espécie de ponto final da minha história com ela. E que o meu amigo entendeu isso, e que aproveitou o calor da hora e o tesão da situação para participar disso conosco. Ele reconheceu a situação e encorajou-a a vivenciar.

 

Faz bastante tempo que não encontro nenhum dos dois. Pelo que soube, ela está bem casada e morando em outra cidade. E ele é piloto de avião, e tá morando na China.

Mas levo os dois com carinho em meu coração.