O Rei Arthur e a Cabra Cega

28 mai

Os homens podem ter a idade que for: 30, 40, 50 anos… Se colocar duas coisas na frente de um bando deles juntos, viram adolescentes de novo: futebol e mulher. E o pior de tudo é que na maioria das vezes eu acho até divertido!

Dia desses fui a um churrasco com o Ricardo. Era da turma que se encontra uma vez por mês, desde a época da faculdade, eu acho. Como sempre acontece, eles contam as mesmas histórias a cada encontro. E riem delas como se tivessem acabado de acontecer. Mas é tão legal esse clima de camaradagem, coisa de amigo e irmão mesmo, que até eu dou risada. Já as mulheres e namoradas deles acham um saco. Passam a maior parte do tempo de cara feia e reclamando.

Reclamam da vida, do casamento/namoro, da família deles, da família delas e até da vida sexual. E é claro que quando eles começam a falar de mulheres (normalmente famosas e periguetes sub celebridades, eles nunca dão a bobeira de falar de mulheres “reais” na nossa frente) elas ficam ainda mais amargas. A mulher do Marcos, por exemplo. Teve um chilique quando ele disse que achava a mulher do cantor Belo gostosa. Ficou furiosa! Interrompeu a conversa deles dizendo que ela parece um homem, que tem cara de travesti e, no meio da roda deles, virou pro marido e disse que ficava “até preocupada por ele gostar de alguém com uma aparência tão masculina”. Coitado. Ele não sabia onde se enfiar. Mas os homens são leais e logo estavam apoiando o amigo. “Baita gostosa!”. “Potranca!”. “Mexe a noite toda sem cansar!” e assim por diante. Aí foi a vez das mulheres, não por lealdade, mas por ciúme, de contra atacar: “Travesti!”. “É tudo artificial”. “Tu nem tem dinheiro pra bancar uma mulher daquelas”. Baixou o nível.

 

Tá aí o motivo da discórdia! rsrs

Tá aí o motivo da discórdia! rsrs

O Ricardo, que assistia a tudo com uma expressão divertida e com umas duas ou três doses de álcool acima do aceitável, pede a palavra e me larga essa: “Eu meteria meu pau tão fundo naquele rabo que quem conseguisse tirá-lo de lá seria nomeado no novo Rei Arthur”. E depois disso não havia mais o que ser dito, e nem teria como. As risadas dos homens eram altas, escandalosas e contagiantes. Os cumprimentos eram como se houvessem marcado um gol. Hang fives e punho com punho era fichinha. Pareciam de fato adolescentes no recreio da escola. Eu mesma não me aguentei. Ri até doer minha barriga. A mulher do Marcos, se não tivesse tão preocupada em repreender o marido, teria rido também. Acho até que vi um sorriso atrás dos seus lábios de fúria.

Logo o assunto passou a ser o glorioso campeonato gaúcho de futebol e os radares femininos deram uma folga. Mas se do lado de lá eles estavam descontraídos, do lado de cá o clima continuava tenso. Agora a mulher de outro, que não lembro o nome, dizia que achava um absurdo quem fazia sexo anal. Que era sujo, que não havia sido feito para isso e todo aquele blá blá blá. Outra dizia que nunca havia feito sexo oral no marido. Tinha nojo e medo que tivesse xixi. Fala sério! Aí uma terceira, que se julgava mais moderna, disse que gostava de sexo oral e que às vezes inclusive deixava o namorado gozar na sua boca. As duas freiras que falaram antes quase vomitaram. E eu lá rezando pra que ninguém me perguntasse nada! rs Imagina se elas lessem esse blog? E lá pelas tantas eu desliguei de conversa. Fiquei imaginando uma história bem cabeluda que, se contasse pra elas, faria com que caíssem desmaiadas ali. Pensei naquele recato todo e, como sempre faço, imaginei-as fodendo. Uma com a outra, com os maridos/namorados, todos juntos. E me veio a história na cabeça.

Foi em uma festa na casa da Patrícia. Vocês já conhecem ela, tem alguns posts aqui no blog contato coisas que já fizemos juntas. Ela adora fazer festas na sua casa. Teve até aquela do Sexo a Seis. Mas essa tinha mais gente. Nós chegamos tarde, eu e o Ricardo. Tínhamos um aniversário de sei lá quem antes. Quando entramos na sala o clima já estava pra lá de quente. Todo mundo se pegando! No sofá à direita duas gurias lindas se beijavam, sem blusa, os seios delas se roçando, biquinho no biquinho. Delícia! Um cara metia numa outra, de quatro, enquanto outro acariciava o corpo dela sem parar. Várias cenas assim aconteciam em diversos lugares. O Marcelo, marido da Patrícia, estava sentado em uma cadeira da mesa de jantar, as calças arriadas no chão, enquanto uma mulher de joelhos à sua frente chupava seu pau de maneira deliciosa. E lá na poltrona, soberana, a Patrícia reinava totalmente nua e com as pernas escancaradas, e entre elas dois rapazes se revezavam em chupar sua buceta. Quando me viu abriu um sorriso enorme e bateu palmas, atraindo a atenção do pessoal.

- Gente! Estes são a Nathalia e o Ricardo.

Alguns não deram muita bola, mas a maioria virou-se para nos olhar, alguns dizendo “oi”, outros apenas acenando com a cabeça.

- A Nathalia tinha me dito que chegaria no máximo às onze e meia. Que horas são?

- Quinze para as duas! – alguém apressou-se em dizer.

Fiz cara de quem estava se desculpando, mas ela continuou.

- Eu acho que ela deveria pagar uma prenda. Uma prenda bem safada!

Pronto. Agora mesmo quem já estava se divertindo prestava atenção nela e em mim.

- O que vocês acham que ela deveria fazer? – ela perguntou, sempre olhando nos meus olhos com cara de tarada.

Surgiu um burburinho na sala. E eu ali parada esperando os acontecimentos nem vi que uma lá já se chegava pro lado do Ricardo.

- Ela tem que dar pra todo mundo! – gritou um cara lá da porta do corredor.

- Querido, isso ela já iria fazer… – ela respondeu, fazendo todo mundo rir.

- Cabra cega! – falou uma das duas lindinhas que se beijavam no sofá.

- Como assim? – a Patrícia perguntou. A lindinha explicou:

- Ela fica no meio da sala. Todos os homens ficam em volta dela. Ela pode pegar em cada um, perguntando seu nome. Depois a gente coloca uma venda nela, e ela pega de novo. Os que ela acertar, ela pode transar.

- Eu também quero! – falou a que antes chupava o Marcelo. De novo todos deram risada. E então os olhares voltaram pra mim. A Patrícia me olhava com cara de quem duvidava da minha coragem. Olhei pro Ricardo. Ele mexeu a cabeça quase que imperceptivelmente. Esperei mais alguns segundos, deixando um suspense no ar. Larguei minha bolsa, teatralmente, e me deixei cair de joelhos no chão.

- Quem vai ser o primeiro? – perguntei, ouvindo a balburdia em que a sala se transformou. A Patrícia sorriu. E eu sorri de volta. Se ela achava que eu ia me mixar, estava muito enganada!

O primeiro foi o Marcelo. Se livrou das calças arriadas e parou na minha frente. Aquele pau eu já conhecia! Mas mesmo assim peguei-o com as duas mãos, sentindo a textura, as curvas da glande e acariciando suas bolas. Ele não queria sair dali, mas logo fizeram pressão para que desse lugar ao seu sucessor. Eu não o conhecia. Me disse que seu nome era Gustavo, e fiz o mesmo procedimento. Gostei. Bem duro e grosso. O terceiro tinha um pau fino e comprido, esse seria fácil de reconhecer. E assim eu segui. Foram nove paus. Tamanhos, formatos e texturas diversos. Olhei pro Ricardo. Será que ele não vinha? Imagina que vergonha se eu não reconhecesse logo o pau dele? rs Mas ele veio. Parou na minha frente e eu abri o botão e depois o zíper da sua calça jeans. Liberei o caralho que eu tanto amo das cuecas e ele saltou duro e cabeçudo na minha frente. Acaricei de leve toda sua extensão, passando as unhas de leve na cabeça e depois nas bolas. Não me aguentei e estiquei a língua, brincando na ponta. E ele não se aguentou e enfiou o cacete na minha boca. Passei a chupar e lamber, por vezes segurando-o pelos quadris e fazendo com que ele fudesse a minha boca. Se criou um círculo de pessoas em volta de nós, todos nos olhando absortos e excitados. Quando vi as duas lindinhas estavam ao meu lado, uma tirando meus sapatos e a outra abrindo a minha blusa. Ajudei como pude, fazendo o possível para não tirar o pau do Ricardo da minha boca, enquanto elas tiravam minha calça, me deixando nua ali no meio. Quando, uma de cada lado, abocanharam meus seios, eu quase gozei. E o Ricardo também. Diminuí a pressão e a velocidade da chupada, primeiro para que ele não gozasse mas, principalmente, porque as bocas das duas estavam tão gostosas que não deixavam que eu me concentrasse. Uma delas desceu a mão pela minha barriga até o meio das minhas pernas, sentindo toda a minha umidade. A outra desceu pelas minhas costas, acariciando a minha bunda. Era delicioso! E todas aquelas pessoas em volta olhando deixavam tudo ainda mais excitante.

A Patrícia ajoelhou-se junto a mim e segurou o pau do Ricardo pela base. Tirou-o da minha boca e chupou. Fiquei ali olhando ela chupar, enquanto as lindinhas não paravam de trabalhar no meu corpo. Mas logo o Ricardo se afastou e a boca da Patrícia veio de encontro à minha. Nos beijamos com fervor e pude sentir sua língua doce e quente, com o gosto do pau do Ricardo, explorar toda a minha boca. Mas não durou muito. Ela logo tirou os lábios dos meus e me mostrou a venda com a qual taparia meus olhos. Foi quase como um “está pronta?”. Assenti com a cabeça. E então não enxerguei mais nada.

Ela me pegou pelas mãos e me guiou pela casa, provavelmente em direção ao seu quarto. Tive certeza quando me ajudou a subir na cama enorme e alta onde já tive muitos orgasmos! rs Fiquei de joelhos, tentando decifrar os sons à minha volta, mas ouvindo mesmo a minha respiração pesada de excitação.

- Primeiro! – ela falou. Senti a cama se movendo com o peso de mais uma pessoa subindo nela. E agora? Como faria? Deveria tatear no escuro? O homem estava onde? Antes de achar qualquer resposta senti-o na minha frente. Levantei as mãos e logo toquei-o. Duro. Grosso. Passei os dedos no saco e não senti nenhum pelo. Delícia. Me deu vontade de chupar. Passei a língua na cabeça, rodando de baixo pra cima e abocanhei. “Gustavo”, falei, sem tirar o pau da boca. Fui aplaudida. Ele acariciou meus cabelos, como quem acaricia uma cadelinha que trouxe o brinquedinho de volta. E foi assim que me senti, uma cadela.

- Próximo! – chamou a Patrícia. Mas eu não queria tirar aquele pau gostoso da boca. Mas não tinha jeito. – Que gulosa! – ela brincou. – A gente vai cuidando dele pra ti, enquanto tu tenta acertar o próximo.

Peguei o próximo pau nas mãos e passei a punhetá-lo de leve. Não sabia de quem era, não tinha a menor idéia. Quem sabe na punheta ele soltasse um gemido e eu reconhecesse a voz? Nada. Tentei subir a mão pelo peito, mas não me deixaram.

- Não vale! É só no pau.

Tentei a sorte. Falei o nome do último que toquei, antes do Ricardo. Errei. Que pena. Um a menos.

O próximo eu soube de cara: era o fino e comprido. Depois me arrependi. Podia ter demorado mais, feito um suspense e deixado o cara mais excitado tocando ele ali na frente de todo mundo. O quarto já chegou melado. Estava em ponto de bala. O saco já estava rígido e ele não conseguia segurar os gemidos cada vez que minhas mãos deslizavam nele. Eu sabia quem era, mas não tinha gostado dele antes. Passei a unha naquele fiozinho embaixo do saco e ele gozou, respingando no meu braço e nos meus seios.

- Desclassificado! – falou a Patrícia, divertindo-se como ninguém.

Melhor. Eu ia dizer o nome errado mesmo. Pra esse eu não queria dar.

- Quem vai me limpar? – perguntei. Logo senti uma língua nos meus seios, lambendo os pingos de porra do quarto pau que eu tinha que adivinhar. A pessoa se aproveitou e chupou meus mamilos durinhos, arrancando de mim gemidos de tesão. – O quinto! – pedi, antes mesmo da Patrícia se pronunciar.

O quinto eu acertei: André. Tinha um pau gostoso e quente, já havia me chamado a atenção antes. Não demorei muito, estava ansiosa e excitada. Se eu dissesse que sabia que o Ricardo era o sexto antes mesmo de tocar, vocês acreditam? Eu sabia. Tanto que nem encostei a mão logo no início. Quando ele colocou o pau duro na minha frente eu já estiquei a língua e passei na cabeça. E depois engoli. Enfiei o máximo que podia na minha boca e mamei forte. Aí então peguei pela base e fui afastando a boca, sentindo aquele filete de saliva se formar. Ouvi gemidos em volta. Depois peguei o pau e passei a ponta babada nos meus seios. E só então falei: Ricardo. Agora eu já tinha quatro para me comer.

O sétimo eu não fazia a menor idéia de quem era. Era menor que a maioria e eu não lembrava dele de antes. Mas mesmo assim eu fui mexendo nele. Lambi a ponta do dedo e passei na glande, arrancando um suspiro baixinho. Ele ficou mais duro e cresceu mais um pouco, mas não tinha jeito. Falei um dos nomes que faltavam, mas errei. Ele encolheu-se mais, me pareceu. Deve ter sido de decepção. Fiquei chateada. Queria ver se aquele pau cresceria mais dentro de mim.

O oitavo foi o Marcelo. Já tinha transado com ele antes, vocês sabem. Gosto da pegada dele e também acertei de primeira! E minha conta praquela noite já tinha subido para cinco homens. Será que eu acertaria os outros dois? “Que venha o próximo!”, brinquei. E ele veio. Afobado. Tentou enfiar o pau na minha boca. Não gostei. Não sou fresca, mas estávamos seguindo um padrão ali. Não deixei e nem tentei lembrar o nome dele. Falei logo um nome que não estava na “lista”. Devia ter apertado as bolas dele. Babaca.

O décimo eu acertei. Gostei do pau dele. Fiquei fazendo suspense, enquanto o masturbava com as duas mãos. Brinquei nas bolas, na cabeça. Ele abafou os gemidos e comemorou quando acertei seu nome. Me senti desejada. E ainda mais excitada. Seis homens. Será que eu daria conta?

A Patrícia se aproximou e me fez largar o pau dele. Avisou a todos que “queria ver se eu estava no ponto” e beijou a minha boca. Me fez deitar na cama, carinhosamente, beijando meus seios, minha barriga, até sua língua chegar no meio das minhas pernas. Passou-a entre meus grandes lábios e concentrou-se no clitóris. Gemi alto, sentindo como se todo o líquido do meu corpo escorresse pela minha buceta. Fiz menção de tirar a venda, mas alguém segurou meu braço. Logo senti um pau na minha mão direita. Peguei-o. Outra pessoa levou minha mão esquerda de encontro a outro pau. Também peguei-o. Agora tinha outras mãos nos meus seios, percorrendo meu corpo, eu nem entendia mais de onde vinham. Passei a punhetar os dois paus e automaticamente abri a boca. Queria mais um, queria chupar. Não demorou quase nada e logo fui atendida. E assim começou uma das noites mais incríveis da minha vida!

Será que essa história seria suficiente para chocar as mulheres do churrasco? Ou eu teria que contar como trepei com cada um dos seis? ;)

A Lady K gosta do nosso blog! :)

1 fev

A deliciosa Lady K, dona do blog Lady na rua, mas na cama você sabe… (não deixem de visitar, é um tesão!) nos presenteou com as fotos abaixo, demonstrando o quanto gosta do nosso blog! Adoramos!! :)

Demonstre você também! Envie as fotos para intimidades.blog@gmail.com.

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A linda

23 jan

Ela me olhou de um jeito meio estranho, mas olhou.  A minha filosofia é: “olhou, quer papo”. Fui até ela. Porra, de perto era ainda melhor, mais bonita. Nem ergueu os olhos, mas sorriu. Sabia que eu iria lá. Devia estar acostumada. Às vezes fico pensando que deve ser meio tedioso ser uma mulher bonita. SEMPRE todo mundo te olha. SEMPRE todo mundo te deseja. E SEMPRE tem alguém que vai tentar alguma coisa. Esforço zero. Basta escolher entre ceder ou estraçalhar corações. Se escolher ceder, ainda pode escolher quem. Vida boa!

Mas eu passei reto. Às vezes as bonitas me irritam com esse ar superior. Passei reto e me encostei no balcão, logo atrás da mesa dela. E ela levantou o rosto e procurou em volta. Cadê o cara que devia estar aqui? Virou pra trás e deu de cara comigo. Arregalou os olhos quando me viu ali, olhando pra ela. E teve que rir. Rir dela mesma. E eu ri junto. E só então cheguei nela.

E comecei o papo mais ou menos como comecei aqui com vocês. Dizendo que devia ser tedioso ser tão bonita. Claro que ela disse “nem me acho bonita”, mas não colou. E ela sabia que não colaria. Mas lá pelas tantas ela disse uma coisa que me encheu de esperança: “eu sempre acabo me interessando por caras que não são lindos”. Aí eu falei que então eu tinha uma chance. E ela me imitou: “tu sabe que essa não colou”. E aí eu fiquei em dúvida de novo: ficaria feliz por ela ter me colocado (ainda que por educação) na categoria “lindo” ou triste por isso me tirar as chances dela se interessar por mim? Mas eu rapidamente agi, não me abatendo por pensamentos negativistas: peguei sua mão, olhei bem nos olhos dela e falei “vou te provar que não sou lindo”. E dei um beijo nela.

Ela levou um susto, mas retribuiu. Seu hálito doce e sua língua quente, se enroscando com a minha, me deixaram com calor. Quando nossas bocas se separaram ela falou: “feio”. Gol do Inter. No palco a banda tocou os primeiros acordes e ela se virou pra mim e disse “eu adoro eles!”, me pegou pela mão e me arrastou pra frente do palco.

Coloquei-a na minha frente, minhas mãos na sua cintura, e enquanto o vocalista se mexia no palco, ela dançava de leve. Eu mantinha uma distância respeitosa, tentando não me esfregar nela já nas duas primeiras músicas. Se ela vinha pra trás eu aproveitava, mas não a segurava ali, colada em mim. Só que lá pela quarta ou quinta música ela veio para trás e ficou. Mexia o corpo no ritmo da banda, e em segundo fiquei de pau duro, pressionando a sua bunda. Ela jogou o cabelo pro lado, virou o rosto pra trás e me beijou. Eu era o feio mais sortudo do mundo naquela noite!

Lá pelo meio do show, ela já rebolava no meu pau descaradamente, e nem tão descaradamente assim eu de vez em quando corria minha mão por dentro da sua blusa, sentindo sua pele arrepiada e quente. Quando toquei o bico do seu seio direito, bem durinho, ela virou o rosto e falou, sussurrando e com cara de tesão: “para, seu tarado!”. Mas não tirou a minha mão. E pressionou ainda mais a bunda no meu pau. Desci a mão pela barriga, até a calça jeans. Ela não protestou. Forcei a mão e coloquei-a por dentro, e ela me beijou, como se me desse carta branca para fazer o que quisesse.

Senti meus dedos melados, enquanto deslizava com dificuldade entre seus grandes lábios. Mas logo ela se virou pra mim, tirando a minha mão e sussurrando no meu ouvido: “Tá todo mundo olhando…”. Olhei em volta. Tinha de fato um casal olhando, o resto do povo estava absorto no show. Puxei-a pra mim. “Vamos embora”, falei. “Mas o show…”, ela começou a protestar. Peguei sua mão e coloquei-a no meu pau duro, por cima da calça. “Vamos embora”, repeti e peguei-a pela mão, indo em direção ao caixa. Ela veio atrás de mim, obediente.

Paguei nossas comandas e logo estávamos no meu carro, aos beijos e arretos. De joelhos no banco e de costas para frente do carro, ela praticamente se jogou sobre mim, os braços em volta do meu pescoço, enquanto eu deslizava minhas mãos pelas suas pernas. “Vamos pra minha casa”, falei, e ela concordou, se arrumando no banco. Dirigi o mais rápido que pude, e em poucos minutos estávamos entrando na garagem do meu prédio.

Nos agarramos novamente no elevador, e eu não via a hora de tirar toda a sua roupa. Entramos na minha casa e após bater a porta, prensei-a contra a parede. Beijei sua boca, seu pescoço, ouvindo-a gemer baixinho no meu ouvido. Subi uma mão pelas suas costas, entre seu corpo e a parede, indo até a nuca. Peguei seus cabelos e puxei. Ela gemeu mais alto, me encorajando a continuar. Enfiei uma perna entre as dela, pressionando sua buceta sobre a calça, ao mesmo tempo em que, com a mão livre, subia sua blusa, revelando uma barriga lisinha e bem bronzeada. Levei-a até a bancada e mandei que apoiasse as duas mãos ali. Ela teve que se curvar um pouco, arrebitando a bunda. Encaixei-me atrás dela, como estávamos mais cedo, e mandei: “agora mexe e rebola como tu tava fazendo no show”. Não tinha música, não tinha luz, não tinha nada. Só a nossa respiração pesada de tesão. Mas ela não se importou. Começou mexendo de leve, passando a bunda no meu pau, me deixando maluco. Peguei-a pela cintura, acariciei-a por cima das calças e fui subindo as mãos e levando sua blusa junto. Peguei os dois seios, sentindo sua pele arrepiada e os mamilos intumescidos, como se implorassem para serem chupados. Ela virou o rosto sobre o ombro e sorriu, depois mordeu o lábio superior. Quase gozei.

Virei-a para mim e nossas bocas se juntaram novamente. Era um beijo quente, cheio de desejo e de promessas do que ainda ia rolar. Arranquei a sua blusa, liberando totalmente os seios dela para mim. Segurei-os com as duas mãos e desci minha boca ao encontro deles. Lambi, chupei, mordisquei, enquanto ela arranhava de leve meu couro cabeludo e gemia alto. Abri suas calças e puxei-as para baixo, rápido, forte, levando junto a calcinha. Ela estava nua na minha frente. E nua ela era ainda mais linda. Ela virou-se de costas, e agora sem roupa nenhuma, roçou a bunda no meu pau, que explodia dentro das calças. Virou o rosto sobre o ombro e falou, sorrindo e confiante: “Parece que tu gostou disso, né?”. Me afastei um pouco, abri rapidamente as calças e liberei meu pau. Me encaixei de novo nela, deslizando o pau pelo seu rego, ao mesmo tempo em que estiquei os braços e apertei seus seios. “Gostei, mas assim é bem melhor”, falei, enquanto ela rebolava mais rápido.

Com uma mão peguei seu cabelo, como se fizesse um rabo de cavalo, e puxei pra cima, deixando sua nuca livre. Mordi os ombros, a nuca, e fui descendo pelas costas, lambendo e mordiscando na extensão da coluna. Quando cheguei no final das costas, ela tentou se virar, mas segurei-a ali, naquela posição. Beijei e mordi sua bunda, que automaticamente ela foi arrebitando ainda mais. Forcei suas pernas pra ela as abrisse, e ela obedeceu, deixando o tronco cair pra frente, ficando totalmente exposta para mim. Com a ponta dos dedos percorri sua buceta, sentindo sua excitação encharcando meus dedos. Segurei-a pelas ancas e enfiei meu rosto entre suas pernas.

Ela gemeu alto quando minha língua penetrou sua buceta, mas logo eu tirei-a dali. Foi só pra ela sentir o susto. Passei a lamber entre os lábios, enquanto ela se abria toda, se entregando totalmente para mim. Lambi o clitóris, sentindo-o durinho na ponta da minha língua. Ela gemeu mais alto, e senti suas pernas bambearem. Abri sua bunda com as mãos e passei a língua desde o clitóris até seu cuzinho. Seus joelhos dobraram e ela virou-se para trás e pediu: “por favor, assim eu não aguento!”.

Ela ficou de joelhos na minha frente e, olhando nos meus olhos, baixou minha calça. Subiu a mão pelas minhas coxas, arranhando, até meu saco. Pegou-o por baixo e depois deslizou as mãos até o meu pau. Sem baixar o olhar. Que tesão! Esticou a língua, abriu a boca e foi engolindo meu pau. Que boca quente! Chupava com gosto, com vontade, me olhando, me levando à loucura. Depois de algum tempo foi a minha vez de pedir água. Ou tirava meu pau da sua boca ou lotava ela de porra. Me livrei dos sapatos e das calças que ainda estavam arriadas junto aos tornozelos, puxei-a para cima e fomos para o quarto.

Deitamos na cama, nus, um por cima do outro, nos beijando e nos tocando. Sua pele era quente e cheirosa, e logo caí de boca nos seus seios. Suguei os mamilos, segurando-os entre os lábios e passando a língua por dentro da boca. Ele mordeu minha cabeça, me chamou de tarado e pediu: “me come!”. Peguei uma camisinha e coloquei-a de quatro na cama. Ela virou o rosto para trás e sorriu e eu quase gozei antes mesmo de colocar meu pau nela. Me segurei. Coloquei meu pau na entrada da sua buceta e ela jogou o corpo pra trás, dando um grito de dor e prazer, fazendo entrar tudo de uma só vez. Passei a fodê-la em estocadas rápidas e fortes, do jeito que ela pedia, enquanto ela rebolava e mexia como tinha feito durante o show. Peguei-a pelos ombros e comi ela assim, puxando-a ao meu encontro, cravando o mais fundo que podia meu pau dentro dela.

Ela gemia cada vez mais alto e sempre virava para trás pra me olhar, sempre pedindo mais até que avisou que iria gozar. Meti o mais forte que pude, sentindo ela me apertar, se torcer e retorcer, os gemidos se transformando em um grito reprimido, até amolecer as pernas e deixar cair o corpo para a frente.

Saí de dentro dela e me deitei ao seu lado na cama, passando as mãos pelo seu corpo e puxando-a para me beijar. Sua boca estava seca e a respiração ofegante, e ela sorriu pra mim. “Feio!”, falou rindo. E então me empurrou de barriga para cima e desceu a cabeça pelo meu peito, barriga, até chegar no meu pau. Arrancou a camisinha e enfiou meu pau na boca.

 

oral34

Pensei “linda!”, mas não falei. Deve ser tão chato ser sempre a linda.

Masturbação

24 nov

- Te toca pra mim? – ele pediu, parando repentinamente de me beijar e tirando as mãos de dentro da minha blusa.

Olhei em volta. Parecia que não havia ninguém por perto. Lá longe eu ouvia as vozes vindas da churrasqueira. Pela quantidade de carne e de cerveja era pouco provável que alguém aparecesse.

- Aqui? Na sala? Tá doido? – Fiz charme, sentindo minha buceta ficar ainda mais melada com a sensação de perigo de ser pega em flagrante.

- Ninguém vai aparecer, fica fria.

Levantei um pouco a blusa, deixando minha barriga de fora.

- Fria? Tô pegando fogo! – falei, correndo a ponta dos dedos em direção aos meus seios.

Olhei para sua bermuda. O volume que seu pau duro fazia me deixou ainda com mais vontade. Levantei a blusa, mostrando para ele meus mamilos durinhos que há pouco estavam entre seus dedos.

- Gostosa! – ele falou, com a boca entreaberta de tesão.

Sorri. Levei os dedos da mão direita até minha boca, deixando-os bem molhados. Sem parar de olhar pra ele, brinquei com os dedos babados nos biquinhos dos meus seios. Ele quase pulou da cadeira em cima de mim. Depois peguei meus seios com as duas mãos, e apertei um contra o outro. Belisquei os mamilos e estiquei minha língua o máximo que pude, tocando com a ponta os biquinhos.

Ele não acreditava no que via. Embasbacado, corria os dedos por sobre o volume da bermuda, sem tirar os olhos de mim.

- Me deixa ver esse pau… – ronronei, fazendo a minha melhor cara de safada.

Ele olhou para os lados, instintivamente, para ter certeza que não tínhamos companhia. Abriu a bermuda e tirou o pau para fora. Ele saltou, duro e cabeçudo, e ele exibiu-o orgulhoso para mim. Passei a língua nos lábios, e com certeza ele imaginou a língua passando na sua glande.

- Te toca também… pedi, ainda mais dengosa, enquanto descia minhas mãos pelo meu corpo, entrando dentro do meu shorts e da calcinha. Ele começou a punhetar-se devagar, olhando minhas mãos e logo protestou:

- Eu quero ver também!

Desci o shorts até a altura dos joelhos e afastei a calcinha para o lado, assim se aparecesse alguém era mais fácil de me recompor. Com uma mão abri os lábios, e com a outra corri o dedo do meio em toda a extensão da minha buceta. Comecei a colocar de leve o dedo dentro de mim, sentindo minha excitação escorrendo até a minha bunda, enquanto olhava-o aumentar o ritmo da punheta. Já falei pra vocês que adoro ver um homem batendo punheta, né?

Enfiei todo o dedo, abrindo bem as pernas pra ele ver, e falei:

- Se você vai enfiar tudo isso aí dentro de mim, um dedo só é pouco para me preparar… – e, sem dar tempo dele sequer pensar em algo, enfiei mais dois dedos na minha buceta.

Não sei se foi o que eu falei, ou se foi porque eu já estava arretando ele desde cedo, mas ele gemeu alto e falou com os dentes cerrados:

- Ah, porra… Não vou aguentar!

E o mais rápido que pude me joguei entre seus joelhos e tirei a sua mão, enfiando o pau dele na boca, chupando com força, sorvendo toda aquela porra deliciosa, enquanto acariciava as suas bolas e ouvia seus gemidos de prazer.

Ficamos ali, eu brincando com seu pau até ele amolecer, e ele extasiado, praticamente desmaiado na cadeira. Até que ouvimos vozes se aproximando e ele me pegou pela mão e saímos cambaleando pela sala até acharmos um quarto.

- Já tem coração e salsichão! – alguém gritou.

Espremidos atrás de uma porta, sussurrei na orelha dele:

- Avisa que salsichão eu já comi.

FIM

Tarde de Verão

23 out

Gente, começou o horário de verão. Agora só falta vocês me dizerem que já tem decoração de Natal nos Shoppings. Acabou o ano, puta merda! Esse ano não foi bom. Não vi passar, parecia que eu estive suspensa no espaço. Meu avô sempre dizia que anos bissextos não são bons. Acreditei sempre nisso. Mas ainda tem dois meses e pouco que podem me fazer mudar de opinião, quem sabe?

Eu tenho fases (ah, vá!). Tem vezes que digo que prefiro o inverno. Por vezes adoro o verão. Nas minhas épocas exibicionistas, o verão prevalece, claro. Se bem que não dá pra usar um sobretudo e mais nada por baixo com quarenta graus, né?

Dia desses, lá na casa do Ricardo, folheei e reli algumas partes do livro Alta Fidelidade, do Nick Hornby. Aliás, eu sempre acho que o Ricardo queria escrever como o Hornby. Só que um Nick Hornby tarado! rs Esse livro, se vocês não conhecem, é muito bom! O personagem principal adora música, e está sempre fazendo listas do tipo: as cinco melhores canções que começam com D, ou cinco melhores lados B de singles lançados na década de setenta, e por aí ele vai. O livro virou um bom filme, mas como na maioria das vezes, o livro é bem melhor!

Mas, logo que larguei o livro, me peguei pensando em listas de melhores fodas. As cinco melhores fodas no inverno. As cinco melhores fodas no verão. As cinco melhores fodas de quatro. As cinco melhores fodas na bunda! rs Coisa boa é não ter nada para fazer e ficar pensando bobagem, né?

E ontem, primeiro dia útil do horário de verão, acordei atrasada e perdi meu vôo. E fiquei no aeroporto, esperando outro. E me veio na cabeça a minha lista do verão. Eu não consegui decidir os meus primeiro e segundo lugares. E como a minha vida sexual não é uma vida sexual tradicional, adivinhem: tô em dúvida entre uma transa minha, do Ricardo e mais um casal (essa vocês já conhecem) e uma tarde deliciosa minha comigo mesma! rs Nada tradicional, não é mesmo? Como uma delas vocês já conhecem, hoje vou contar a outra.

Eu estava sozinha na praia. As crianças tinham ido à SC com o pai, o Ricardo não tinha férias naquele período. Foi um dos verões mais quentes e menos chuvoso dos últimos tempos. Eu acordava de manhã e caminhava na praia. Voltava perto do meio dia, tomava um banho gelado, colocava meu menor biquíni e ia pra piscina do condomínio. Além de mim apenas crianças e mães preocupadas em cuidar dos seus filhos. Eu passava as tardes todas lá, o mais longe possível dos agitos, sempre escutando música e lendo um livro. O pessoal do bar passava de vez em quando, oferecendo bebidas geladas. Apesar da vontade de tomar uma cerveja, eu sempre pedia água.

Mas aquele dia foi escaldante. Não corria um vento, nada. Não havia uma nuvem sequer no céu. Mergulhava na piscina a cada quinze minutos, tentando em vão me refrescar um pouco. O garçom trouxe minha água e, como eu pedi, um copo totalmente cheio de gelo. Derramei a água dentro e, na hora em que fui beber, me atrapalhei e virei no meu colo. A água gelada respingou entre meus seios e desceu pela minha barriga, me fazendo sentir um arrepio delicioso quando chegou na parte de baixo do meu biquíni. Senti minhas pernas e braços se arrepiarem, naquela sensação gostosa que a gente conhece bem. Acho até que soltei um pequeno gemido! De óculos escuros, olhei em volta disfarçadamente, e ninguém tinha notado. Aproveitei e virei mais um pouquinho de água, que fez o mesmo caminho, deixando geladinha a minha buceta. Que delícia! Fiz de novo, só que desta vez caiu junto com a água uma pedrinha de gelo. Fechei as pernas na hora, e ela ficou ali, bem posicionada, encostada nas minhas coxas e na minha bucetinha, sobre o tecido. Até derreter. Foi uma sensação inacreditável. Tive vontade de virar toda a água e todo o gelo por cima de mim, mas não dava para fazer isso ali. Levantei, dei mais um mergulho, bebi o resto da água, e aquela sensação gostosa não saía da minha cabeça. Peguei minhas coisas e caminhei até minha casa.

Entrei e fui direto para a cozinha. Peguei um baldinho e fui até a geladeira. Acionei o botão do gelo e enchi o balde. Fui para o quarto e sentei nos pés da cama com o balde de gelo nas mãos. A idéia me excitava, mas não sabia bem por onde começar.  Peguei uma pedra de gelo e levei até meus lábios. Toquei-a com a ponta da língua, e com o calor que fazia naquela tarde eu podia sentí-la derretendo nos meus dedos. Desci com ela pelo meu rosto, chegando no pescoço, sentindo a água geladinha que saía dela descendo pelo meu colo. Levei-a pela minha nuca, escorrendo pelas minhas costas, depois subi por trás das minhas orelhas. Era tão bom. A pedra ficou pequena, e troquei-a por outra.

Comecei na boca, de novo, mas desta vez desci ela em direção ao meu peito. Afastei o biquíni, primeiro do lado direito, depois o esquerdo, deixando meus seios ao ar livre. Passei o gelo de leve no biquinho do seio esquerdo, sentindo-o endurecer ainda mais. Uma descarga de tesão foi acionada, indo parar direto na minha buceta, fazendo-me sentir sua pulsação e a umidade que veio com ela. Fiz o mesmo no seio direito, sentindo a mesma sensação deliciosa, o mamilo cada vez mais duro, como se pedisse que eu não parasse com aquilo. Coloquei o balde de lado, não sem antes pegar mais um gelo e trocar o que eu estava usando. Agora, com as duas mãos livres, decidi prolongar a sensação nos meus seios. Passei o gelo em volta dos biquinhos, fazendo movimentos circulares, já gemendo baixinho. A água escorria pela minha barriga, agora além do calor do dia tinha o calor da minha pele, do meu tesão. Belisquei os mamilos junto das pedras de gelo, sentindo a dor do beliscão, a ardência do gelo e a onda de prazer entrando no meu corpo através dos meus seios. De olhos fechados repeti várias vezes, segurando o maior tempo possível que consegui. Troquei os cubos e comecei de novo pelo meu pescoço. Desci lentamente, desta vez não me demorei muito nos mamilos, que estavam doloridos. Desci pela barriga, sentindo os pelinhos da minha coxa se eriçarem. Abri bem as pernas e passei o gelo na virilha. Que delícia! A água geladinha escorria até a minha bunda, aumentando ainda mais o meu tesão. Com a ponta dos dedos gelados toquei minha buceta, ainda sobre o biquíni, sentindo a umidade e o calor que emanava dali. Puxei o biquíni para o lado e tateei o balde em busca de uma pedra de gelo maior. Achei.

Coloquei o gelo na altura do umbigo, quase dando para escutar aquele barulho (tssss) de algo queimando, tamanha era a temperatura da minha pele. Desci devagarinho, de olhos fechados, passando pelo meu púbis lisinho e então escorreguei o gelo novamente para a virilha. Corri ele para cima e para baixo, quase chegando no meu cuzinho. E lá de baixo eu fui subindo, desta vez correndo ele entre os grandes lábios, sentindo a diferença de temperatura, o contraste quente e frio, o meu mel e a água gelada. Segurei um pouco ali, quase penetrando, sentindo-o derreter rapidamente, sentindo meu clitóris inchando, pedindo um carinho. Com a outra mão afastei os lábios e toquei meu grelo durinho, soltando um longo gemido. Que sensação deliciosa! Coloquei-o entre meus dedos e trouxe lentamente o gelo até ele. Quando encostou, dei um pulo! Senti minha buceta sendo inundada pelo meu prazer e tive que me segurar para não gozar naquele momento.

Abri bem as pernas e com os dedos abri bem a minha buceta. Peguei o que restava do gelo e fui enfiando devagar. Meu Deus, eu não podia acreditar naquilo. Agora a água gelada escorria para dentro de mim, me fazendo ter seguidos espasmos de prazer. Fechei as pernas, forçando uma contra a outra, pressionando o gelo lá dentro, até que ele derretesse todo. Com os punhos cerrados, gemendo alto, podia sentir o gelo se esvaindo dentro de mim. Tirei o biquíni, não sei a razão, mas tive a urgência de ficar toda nua. Peguei mais um gelo e deitei na cama. Coloquei os calcanhares sobe o colchão, ficando com as pernas mais abertas que podia. Com um novo cubo de gelo nas mãos, não consegui percorrer nenhum caminho. Levei-o diretamente para o meu cuzinho. Passei o gelo ali, delirando de prazer. E então forcei. O gelo entrou sem dificuldade e eu aproveitei e enfiei junto um dedo. Passei a fuder minha bunda com um gelo lá dentro, enquanto a outra mão gelada acariciava meus seios. O suor escorria por todo o meu corpo, eu podia sentir o gosto levemente salgado nos meus lábios. Fiquei ali, fudendo o meu cu enquanto o gelo derretia todo dentro de mim, tentando não gozar e pensando em mandar fazer uma forma de gelo em forma de caralho, para me tocar sempre assim. Delícia!

Peguei mais gelo, um cubo em cada mão. Enfiei um dentro da buceta, o mais fundo que pude. Comecei a passar o outro no clitóris, fazendo movimentos circulares, gemendo, arfando, uma sensação diferente dentro de mim, uma mistura de tesão com vontade de fazer xixi, mas não era isso, não sei explicar de fato. Não vi quando o gelo derreteu, só sei que com dois dedos entrando e saindo de dentro de mim e com meu grelinho sendo massageado eu gozei, tremendo todo o meu corpo, apertando minhas mãos entre minhas pernas, sentindo meu gozo escorrer e molhar a cama, junto de toda a água que o gelo fez.

Fiquei ali deitada, a respiração voltando ao normal, ainda com meus dedos dentro de mim. Fui tirando-os devagar, um pouco dolorida, encharcada de tesão e suor. Me arrastei para o meio da cama, procurando o controle remoto do ar condicionado. Acionei-o, e em poucos minutos a temperatura no quarto estava mais agradável. Olhei o balde de gelo no chão, e ele era pura água. Deitei de bruços e corri minhas mãos por baixo do meu corpo. Empinei a bunda e abri um pouco as pernas, colocando minhas mãos entre elas. Bem devagar comecei a me tocar de novo, tentando reunir forças para ir até a cozinha buscar mais gelo…

Excitante

1 set

Uma das coisas mais legais que eu vi por aí nos últimos tempos: a atriz pornô Stoya lê um trecho de um livro enquanto é estimulada sexualmente, por baixo da mesa e longe dos olhos de quem vê o vídeo. Observem as reações no seu rosto, na sua boca, nas suas mãos, as sensações que ela vai tendo.

Adorei!!

Será que ninguém toparia fazer igual lendo um texto do blog? rsrsrsrs

No espelho

11 ago

Ele me puxou pelos tornozelos, fazendo meu corpo deslizar em direção à beirada da cama. De joelhos, no chão, empurrou meus pés para cima, dobrando minhas pernas e me deixando totalmente aberta. Enfiou a língua na minha bunda, fazendo um arrepio ir e voltar por todo o meu corpo, arrancando de mim um gemido sôfrego. Da minha vagina ainda escorria sua porra, meu mel e um turbilhão de sensações pós foda.

- Gostosa! – ele falou, meio abafado, com a língua esticada.

Eu não tinha forças para responder e nem falar nada. Sorri, desejando que ele não parasse de mexer a língua. Olhei para cima e, pelo teto espelhado do quarto do motel, nos vi. Deu mais tesão ainda! Abri mais as pernas e toquei meus seios, sem tirar os olhos do nosso excitante reflexo. Mesmo com os mamilos doloridos das mordidas e dos chupões do Ricardo, belisquei-os de leve. Pelo reflexo pude ver os pequenos roxos nos meus seios. “Marcas de um sexo selvagem”, pensei, já querendo mais roxos e todas aquelas sensações de novo.

- Vou comer teu cu, vadia! – ele falou, com a língua dentro da minha bunda. Afastou o rosto, abriu minhas nádegas com as mãos e cuspiu bem no meu cuzinho. Achei aquilo tão baixo, tão vulgar, que me deu mais tesão ainda. Ficou em pé, e aquele pau continuava duro. Resolvi seguir na mesma linha: estiquei a mão e puxei-o para mim, quase derrubando-o por cima de mim, até estar com aquele pau em frente ao meu rosto. Enchi a boca de saliva e cuspi na cabeça do seu pau.

- Vai, agora vai… Pra entrar melhor… Sou apertadinha! – falei, ronronando.

Ele saiu de cima de mim, me pegou de novo pelos calcanhares e me abriu toda novamente. Posicionou a cabeça do pau na entrada do meu cu e forçou. Foi entrando sem parar, doendo, me abrindo, mas me enchendo de prazer. Encostou as bolas na minha bunda e falou:

- Apertadinha o caralho… Tu é uma vadia arrombada!

Começou a mexer e eu, pelo espelho, nos via e me derretia de tesão, de prazer, querendo que aquilo não parasse nunca, que amanhã a gente pudesse fazer isso de novo, que a gente pudesse ficar depois abraçadinhos até de manhã, mas sabendo que nada disso de fato ia acontecer, pois eu mesma tinha pedido um tempo para ele. E com o pau dele entrando e saindo da minha bunda, com meus dedos beliscando meus seios e com a boca entreaberta de frente para mim no espelho do teto, eu já nem me lembrava mais as razões para esse tempo. E assim, perdida, querendo mais eu gozei pela terceira vez naquela noite, vendo-o estocar no meu cu aquele pau delicioso que eu não vivo sem. Namorando com ele ou não.

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