Tão logo completei 18 anos, fui passar uma temporada fora do país. Fiquei praticamente um ano zanzando por aí, conhecendo lugares, pessoas, culturas e diversidades. Uma experiência única, com aprendizados que trago comigo até hoje.
Antes de ir viajar, namorava uma menina há uns seis meses. Foi uma separação difícil, mas que, apesar do sofrimento daquele momento, tínhamos os dois a certeza que além de necessária, conseguiríamos superar. Ela foi a primeira a me incentivar a viajar, sabendo que era um desejo meu e que seria bom pra mim. Nossa noite de despedida foi doce, triste e romântica. Não prometemos nada um ao outro, sabíamos que o futuro era incerto.
Quando voltei, onze meses e alguns dias depois, ela estava no aeroporto me esperando. Nos abraçamos com saudade, ternura e respeito. No carro, ela queria saber tudo sobre a viagem, verdadeiramente interessada e feliz com tudo que eu contava. Na minha casa diversos outros amigos nos esperavam, e foi uma festa só. Já era de manhã quando a última pessoa foi embora.
No dia seguinte, um domingo, o telefone tocou e era ela. Disse que gostaria de conversar comigo. Convidei-a para vir à minha casa, mas ela preferiu que nos encontrássemos na casa dela. No horário combinado eu estava lá, e quem abriu a porta foi um amigo nosso. Éramos bem próximos, os três, antes da minha viagem, mas naquele dia senti um clima meio estranho no ar. Cumprimentei os dois, e sentamos na sala para conversar. Os dois se olhavam o tempo todo e, curioso que estava, perguntei o que estava acontecendo.
Ela resolveu abrir o jogo, dizendo que dois meses após a minha viagem eles tinham começado a namorar. Disse que eles estavam sem jeito, principalmente ele, porque agora eu estava de volta e poderia ficar incomodado com o relacionamento deles. Que queriam eles mesmo me contar, antes que eu ficasse sabendo por outras pessoas, e que não queriam que eu visse a situação como uma traição.
Claro que de início a notícia foi um baque pra mim, não posso negar. Mais por um sentimento de posse do que um ciúme real da situação. Mas então me dei conta que, na noite anterior, durante a festa, eles nem ficaram juntos. Comentei isso com eles, que responderam que era por respeito a mim. Nesse momento um sentimento tão forte de amizade, de respeito, de camaradagem que a gente só vê praticamente quando se tem a idade que tinha na época, bateu em mim. Fiz questão de abraçar os dois, dizer que eles não precisavam ter todo esse cuidado por minha causa. Hoje parece até meio bobo, mas choramos os três abraçados. De saudade, de amizade, de respeito.
Estávamos os três em pé na sala, as lágrimas escorrendo na nossa face, quando ela virou pra mim e, com a palma da mão, secou as minhas lágrimas. Depois fez o mesmo com ele. E então virou-se pra mim, e me beijou. Sua língua, seu hálito, a maciez dos seus lábios. Eu lembrava da cada gosto, cada sensação. Depois beijou o namorado, que apesar da situação, recebeu o beijo com carinho. Ficamos alguns segundos em silêncio, um pouco embaraçados com a situação, e então ela desculpou-se, dizendo que aquilo não deveria ter acontecido. Eu fiquei quieto, mas o namorado segurou seu rosto com as mãos e disse a ela que não precisava de desculpas, que se tinha acontecido era porque deveria acontecer. Beijou os lábios dela e encorajou-a a fazer o que tinha vontade.
Sem saber bem o que fazer, me deixei levar quando ela virou-se pra mim e me beijou novamente, dessa vez com desejo e tesão. Enquanto ela me beijava ele acariciava seus cabelos, como se a encorajasse, ao mesmo tempo em que se fazia presente no que acontecia. Me sentei no sofá, com ela sobre mim, e ele ficou de pé atrás dela. Suas unhas roçavam de leve meu couro cabeludo, quando ela virou o rosto para trás e o beijou. As mãos dele percorreram o pescoço dela, os seios, a barriga, e ele tirou a sua blusa. Abaixou o sutiã, e aqueles seios deliciosos se ofereceram pra mim, à altura do meu rosto. Beijei e suguei os dois, enquanto eles continuavam a se beijar. As mãos dele seguraram os seios por baixo, empinando-os ainda mais na minha direção, um sinal de que me oferecia-os para meu deleite. Meu pau, duro como uma pedra, tocava sua buceta sob nossas roupas. As mãos dela tatearam minha calça, em busca do botão. Ajudei-a, abri a calça e senti o toque dos seus dedos percorrendo o meu pau.
Ela levantou-se e livrou-se das calças, enquanto eu terminava de baixar as minhas. Com uma mão me masturbava, enquanto ajudava o namorado a baixar as calças dele. Então colocou o pau dele na boca, sem parar de me masturbar. Depois foi o meu pau que foi abocanhado, enquanto ela masturbava o namorado.
Toquei sua buceta, e senti o desejo e o tesão na ponta dos meus dedos. Estava totalmente molhada, inchada, melada. Quando coloquei dois dedos de uma vez ela tirou o pau dele da boca e gemeu olhando nos meus olhos. Não sei de onde surgiram as camisinhas, provavelmente eram dele, só sei que ela estava de quatro, eu atrás dela, enfiando fundo e tentando segurar o meu gozo, e ele à frente segurando-a pelos cabelos e comandando seus movimentos. Ela gemia cada vez mais alto, dizia que queria os dois dentro dela, mas nossa inexperiência na época não nos fez capaz de realizar o que ela queria. Um pouco eu a comia, e então ela virava pra ele e sentava e cavalgava no seu colo. E assim fomos trocando, loucos de tesão, até que primeiro ela gozou sobre ele, que ao mesmo tempo se desmanchou de prazer, e depois arrancou a minha camisinha e me chupou até que eu gozasse, o que confesso que não demorou muito.
Ficamos os três jogados, a cabeça dela no meu colo, o resto do corpo sobre ele.

Uns quinze minutos depois nos recompomos, e tentamos raciocinar sobre o que tinha acabado de acontecer. Não foi nada programado, simplesmente aconteceu. E depois desse dia nunca aconteceu de novo. Eles namoraram por um bom tempo ainda, e nossa amizade era a mesma de antes de eu viajar, só que agora o namorado era ele. Acho que o que aconteceu foi uma espécie de ponto final da minha história com ela. E que o meu amigo entendeu isso, e que aproveitou o calor da hora e o tesão da situação para participar disso conosco. Ele reconheceu a situação e encorajou-a a vivenciar.
Faz bastante tempo que não encontro nenhum dos dois. Pelo que soube, ela está bem casada e morando em outra cidade. E ele é piloto de avião, e tá morando na China.
Mas levo os dois com carinho em meu coração.
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