A loirinha da academia – III

2009 Novembro 19
por Ricardo (Íntimo & Pessoal blog)

Os potes de sorvete acabaram rapidamente, e pelo visto nossa ausência não tinha sido notada. Sentado à mesa, terminando meu sorvete de morango e creme, eu observava a Melissa. Conversando com as meninas, parecia ainda mais jovem e bonita. Sorria e gesticulava, e eu lembrava das suas pernas pressionando a minha mão, querendo que ela ficasse entre elas. Ela levava a mão ao peito, uma expressão de surpresa no rosto, e eu pensava naqueles seios na minha boca. Nem dava pra acreditar.

Quando o assunto virou “quanto tu puxa de ferro?” e “eu corro vinte mil km antes de ir malhar”, eu fui novamente ao terraço fumar um cigarro. Menos de um minuto depois a Melissa veio atrás de mim. Parou ao meu lado no parapeito, olhando a cidade desaparecer no horizonte, me disse: “parece que a função vai longe…”. Olhei lá pra dentro. Alguém trocara o CD que tocava antes pra um de funk. Algumas pessoas, já com bastante álcool na cabeça, ameaçavam fazer performances. Confesso que me desanimei. “Vai mesmo”, respondi, sem esperanças.

Mas a Melissa era decidida. “Me espera no meu quarto?”, ela pediu ronronando. “Mas e o povo?”, perguntei, querendo mais que o povo se fodesse. “Deixei a Marcinha cuidando de tudo…”, ela falou e sorriu, e completou: “eu não demoro, tá?”. Me deu um selinho na boca, e se foi. Terminei meu cigarro, e olhei pro céu. O tempo tinha limpado. Algumas estrelas já podiam ser vistas, e as nuvens estavam indo embora carregadas pelo vento. Lembro de ter pensado: alguém aí em cima gosta de mim!

Eu entrei no quarto e ela logo entrou atrás. E cheia de iniciativa. Veio logo me beijando e tirando a minha camiseta. Arranhou meu peito, beijou meu pescoço e lambeu meus mamilos, enquanto eu passava os dedos entre seus cabelos. Me livrei das calças e ela se encarregou de baixar a minha cueca, para em seguida tocar meu pau. Passou a mão no meu saco, na base, e na cabeça. Mexeu a mão devagar, e foi caindo de joelhos à minha frente. Lambeu a ponta do meu pau, e olhou pra cima, direto nos meus olhos. Sem parar de me olhar, foi enfiando tudo na boca. Aqueles olhos verdes me desafiavam a não despejar todo o tesão acumulado da noite em alguns segundos. Não sei como, mas consegui me segurar e aproveitar a sua língua de veludo.

Puxei-a pra cima, e enquanto a beijava, arranquei as suas roupas. Mandei que ficasse de quatro, na beirada da cama. Olhei aquele corpo bronzeado, a bunda com a marquinha do biquíni. Me posicionei atrás dela, e abri mais as suas pernas. Passei a língua nos grandes lábios, e ela automaticamente se abriu mais pra mim. Lambi o clitóris, ouvindo ela gemer com o rosto abafado no travesseiro. Enfiei a língua o máximo que pude dentro dela, e fiz movimentos de vai e vem. Ela rebolava de leve, mexia os quadris pra frente e pra trás, e de vez em quando me olhava sob o próprio corpo.

Fiquei um tempão lambendo, chupando e de vez em quando enfiando os dedos dentro dela. Até que ela levantou a cabeça, olhou pra trás e pediu: “pelo amor de Deus, me come!”. Tateei minhas calças jogadas no chão, à procura da minha carteira. Tirei uma camisinha e rapidamente coloquei no meu pau. Encostei a cabeça na entrada da sua buceta e falei: “fode ele”. Ela veio pra trás, de início um pouco rápido demais, entrou até a metade de uma vez só e ela gritou. Mas logo foi vindo mais e mais, até encostar meus pelos na sua bunda. Passei a estocar de leve, às vezes mexendo um pouco de lado. Ela passou a gemer sem parar, e eu fui aumentado a intensidade. Lá em cima o som rolava solto, e eu mandei ela rebolar ao som da música. Com meu pau cravado dentro dela, olhando aquela bunda mexendo ritmada, pela primeira vez na vida gostei do funk carioca.

Ela olhou pra trás sorrindo, e eu meti fundo e com força, vendo o sorriso se transformar em expressão de dor misturada com prazer. Entre gemidos e suspiros ela pediu: “isso, me rasga…”. Mas nesse ritmo eu não agüentaria muito tempo, então parei. Tirei o pau de dentro dela, virei-a de barriga pra cima da cama e passei a beijar seu corpo. As coxas, a barriga, os seios. Sua pele arrepiada me dava ainda mais vontade de passar a língua em toda ela. Ela me puxou pra cima dela, beijando minha boca e abrindo as pernas. “Não para”, ela pediu, tentando encaixar a buceta no meu pau. Enfiei de novo, e passei a ditar o ritmo da nossa trepada. Metia rápido e fundo, e depois brincava com a cabeça do pau no grelinho e na entrada da sua buceta. Ela protestava e pedia que eu enfiasse, puxando meu corpo contra o seu. Dizia que estava quase gozando, pedia que gozasse junto com ela, e então eu parava todo e qualquer movimento. Ela protestava, me xingava, mas passava a gemer novamente quando eu voltava a mexer.

Mas também estava difícil pra mim segurar meu gozo, e então acabei cedendo. Levantei o tronco, de joelhos na cama, e puxei-a ainda mais pra mim. Enfiei forte, enquanto acariciava seus seios e enfiava um dedo na sua boca. Até que, com aqueles olhos verdes ora me olhando, ora se revirando, gozamos praticamente juntos. Ela tremendo sob mim, e eu enchendo a camisinha de porra.

Deitamos lado a lado na cama apertada de solteiro, os corpos suados e parcialmente saciados. Sua respiração foi se acalmando, e ela virou-se pra mim. Beijou a minha boca, lambeu o suor do meu peito e desceu a mão pro meu pau. Ela queria mais…

A loirinha da academia – II

2009 Novembro 18
por Ricardo (Íntimo & Pessoal blog)

Tá certo que o churrasco tava animado, mas pra mim tava durando uma eternidade. Ninguém fazia o menor movimento pra ir embora. Dei uma olhada no freezer, pois geralmente quando a cerveja acaba todo mundo cai fora, mas ainda tinha bastante bebida. Lá pelas tantas umas meninas resolveram que queriam sobremesa. E discute daqui, dali, uns disseram que uma torta era uma boa pedida, outros queriam docinhos. Se escolheu o mais fácil: sorvete. Uns caras então se ofereceram pra sair pra comprar sorvete, e pro meu desespero, avisaram que trariam mais cerveja. A coisa ia longe!

A Melissa foi até o andar de baixo para abrir a porta, e eu desci logo atrás. Na sala de estar, quando ela vinha voltando, deu de cara comigo. Surpresa, perguntou se eu estava indo embora. Nem respondi. Apenas beijei a sua boca, e segurando-a pelos quadris, sentei no sofá e coloquei-a no meu colo, de frente pra mim, uma perna de cada lado do meu corpo. “Esse povo não vai embora?”, ela perguntou sussurrando entre um beijo e outro, enquanto eu subia a sua blusa. Com os mamilos rosados apontando pra mim, sua boca entreaberta e aqueles olhos verdes quase fechados, mas ainda me olhando, não tive dúvidas. Lambi, primeiro de leve, ora um, ora outro, arrancando gemidos contidos da Melissa. Depois suguei-os com um pouco mais de força, e ela puxava meus cabelos, mordendo os lábios pra não fazer barulho.

Abri sua calça jeans, justíssima, e com dificuldade fui enfiando a mão sob a calcinha, sentindo seu ventre, os poucos pelos, até chegar finalmente na sua buceta. Senti meus dedos umedecendo, e ela tentando abrir mais as pernas, tudo dificultado pela posição e pela roupa. Perguntei no seu ouvido: “Onde fica o teu quarto?”, e ela respondeu, mexendo bem de leve os quadris na minha mão: “não dá… tu tá louco? Daqui a pouco alguém desce, ou chegam com o sorvete…”. Olhando bem pra ela, apenas refiz a pergunta: “Onde fica o teu quarto?”. “Ali no corredor, a segunda porta à direita”, ela respondeu sem pensar.

Peguei-a no colo, e com a blusa levantada e as calças abertas, fui pro quarto dela. Coloquei-a sobre a cama e desci sua calça até os tornozelos. Subi a mão pelas suas pernas, coxas, e quando toquei novamente sua buceta, ela pode gemer sem precisar se conter. Passei a brincar com a ponta dos dedos no clitóris, enquanto lambia e chupava seus seios, sua língua, seu pescoço. Ela me puxava contra ela, gemia e parecia ter esquecido do resto do povo. Enfiei um dedo bem fundo, fazendo com que ela abrisse mais as pernas, e com o dedão estimulei o clitóris. Ela gemeu mais alto, me apertou, e quase rasgando a minha camiseta, gozou na minha mão, agora com as pernas fechadas, como se proibisse que eu tirasse os meus dedos dali.

Ela me beijou, e tocou meu pau duro sobre as calças. “Dá ele pra mim”, pediu. E então a campainha tocou. Era o pessoal de volta, com mais cerveja e a sobremesa. Tirei a mão do meio das suas pernas e levei-a à minha boca. Lambi meus dedos com o gosto dela, e falei: “ainda não acabei contigo”. Ela dobrou o corpo e mordiscou meu pau sobre a calça: “e eu nem comecei contigo!”. Deus do céu, aquela noite ainda prometia!

Fui abrir a porta, tentando disfarçar a ereção, enquanto ela se ajeitava pra subir. Maldita cerveja e maldito sorvete. Se bem que, naquele momento, um sorvete gelado talvez acalmasse meus ânimos.

 

 

Continua…

A loirinha da academia – I

2009 Novembro 17
por Ricardo (Íntimo & Pessoal blog)

Sábado passado teve churrasco do pessoal da academia. A Nathalia não podia ir, e acabei indo sozinho. Foi na casa da Melissa, uma loirinha toda gostosinha que de vez em quando malha no mesmo horário que eu.

Nove e meia da noite e a rapaziada já tomava cerveja adoidada, armazenando calorias pra queimar no meio da semana. A carne no fogo, um sonzinho rolando no cd player, todo mundo conversando e uma paquera aqui e ali. A Melissa mora numa cobertura e, como caía uma chuvinha fina, não tinha ninguém no terraço. O vício falava mais alto e me esgueirei pra fora, desesperado pra fumar um cigarro. Me encostei no parapeito, acendi o cigarro e fiquei olhando lá pra baixo. Sábado de noite, tempo feio, e mesmo assim a cidade não para. De repente levo um baita susto. Ao meu lado está a dona da casa, surgida do nada, com um cinzeiro na mão. Ela sorri e diz que não queria me assustar, apenas me trazer um cinzeiro. Disse também que eu podia fumar lá dentro, se quisesse. Agradeci, mas argumentei que era melhor fumar ali mesmo, não queria deixar cheiro de cigarro dentro da casa, e aproveitei pra elogiar o lugar. Era de fato um apartamento muito bonito. Ela sorriu, a cabeça meio de lado, aqueles olhos verdes meio que desviando do meu olhar, e disse que pelo cheiro não tinha problema, os pais estavam viajando e só voltariam na segunda-feira.

Será que ela tá me dando banda? – pensei. Difícil de acreditar. Ela deve ter uns bons dez anos menos que eu, tá cheio de magrão sarado lá dentro, e ela deve saber que sou comprometido. Se bem que ser comprometido às vezes conta a favor. Lembro de ter pensado isso tudo em uma fração de segundos, e então ela me pergunta: “e a tua namorada, não virá?”. Puta que pariu. Sim, ela tá me dando banda. Não, minha namorada não pôde vir, respondi. Mas estaria orgulhosa de mim, pensei, mas não falei. hehehehe

Conversamos mais um pouco, o cigarro acabou, e logo nos chamaram, avisando que o coração e o salsichão estavam saindo. Abri a porta e levei a mão às suas costas, para que ela entrasse primeiro. Ela usava uma blusinha frente única, e o toque da palma da minha mão na sua pele quente me provocou um arrepio. Ela, de novo com a cabeça levemente inclinada e aqueles olhos verdes me olhando, sorriu e falou: nossa, um cavalheiro! Pensei comigo: ponto pro véio!

Fiquei ali junto dos caras, em frente à churrasqueira, conversando e comendo as lascas de carne direto com as mãos. As meninas sentaram-se à mesa, com pratos de salada e comendo com talheres. Revezávamos quem levava a carne à mesa, na travessa de madeira. Na minha vez, a Melissa comentou: “uhmm… o melhor pedaço até agora”, e agora aqueles hipnotizantes olhos verdes olharam direto nos meus. As outras meninas repararam e deram risadinhas, e passaram a cochichar quando eu saí.

Cada vez que nossos olhares se cruzavam, trocávamos sorrisos. Ela trazia cerveja gelada pra mim, e lá pelas tantas não saía mais do meu lado. Convidei-a pra me acompanhar até o terraço, a fim de fumar um cigarro, mas chegando lá nem o acendi. Puxei-a contra mim e nos beijamos. Abracei-a com uma mão às costas nuas e a outra na nuca, acariciando de leve, enquanto nossas línguas se cruzavam e entrelaçavam. Suas mãos acariciavam meu rosto, e seus seios durinhos espetavam meu peito. Ela beijou meu pescoço, agora com as mãos dentro da minha camiseta, passando as unhas de leve nas minhas costas, e agora era meu pau duro que espetava ela. “Ai, que horror, o que tu vai pensar de mim? Nunca faço isso!”, ela falou, meio que me afastando pra longe, mas sem muita convicção. Levei-a até um canto da cobertura, um ponto cego onde não podíamos ser vistos pra quem estava do lado de dentro, encostei-a contra o parapeito e falei em seu ouvido: “não quero saber o que tu faz sempre, e sim no que tu tá fazendo agora”. Mordisquei seu pescoço, sua orelha, e foi a minha vez de tocá-la sob a blusa. Subi pela barriga lisa, sentindo a pele macia e quente, e logo cheguei nos seios, ao mesmo tempo em que minha boca chegou na sua. Toquei-os por baixo, sentindo-os na palma das minhas mãos, deslizando até os mamilos intumescidos. Ela gemeu, e dessa vez me afastou de verdade.

“Para, para, para… Onde isso vai parar? Tá cheio de gente lá dentro…”, ela falava, convicta, mas com cara de quem promete muito mais. Ajeitou a blusa, passou a mão nos cabelos, me deu um beijinho rápido na boca, fugindo das minhas mãos, e prometeu: “depois a gente continua”.

Eu acendi um cigarro. Pensei no presidente do meu time vendendo o Nilmar, pro meu pau baixar, e depois voltei lá pra dentro.

Continua…

Banho a dois

2009 Novembro 13
por Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)

Vocês sabem que eu e o Ricardo já fomos casados antes. Não um com o outro, claro. E desde que começamos nosso relacionamento optamos por morar cada um na sua casa, com seu espaço e suas manias. E posso dizer com toda propriedade que hoje me sinto muito mais mulher dele, do que me sentia mulher de quem era casada antes. E tá ótimo assim.

Mas de vez em quando acontecem algumas coisas que me fazem sentir falta de um contato mais diário, de estar junto o tempo todo. Como hoje de manhã.

Dormimos juntos na noite passada, e ele me acordou meia hora mais cedo. Acordou me beijando e me bolinando, esfregando o pau duro em mim. Disse pra ele parar, pois iria se atrasar. Ele então me pegou no colo e me levou pra tomar banho com ele.

Nem preciso dizer que nós dois nos atrasamos… rsrsrsrs

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Gozada no rosto

2009 Novembro 10
por Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)

Eu nunca entendi bem de onde vem essa tara masculina, mas é fato que ela está presente em todos os filmes pornôs. O cara come a menina de tudo que é jeito, mas na hora de gozar é lei: goza no rosto dela! E, como a maioria dos homens é fanático por filmes pornôs, é claro que a maioria dos homens adora gozar no nosso rosto.

Eu, que sempre fui saidinha e adoro deixar quem transa comigo maluco, aprendi a gostar. Claro que as vezes eu quero que ele goze junto comigo, nossos corpos se contorcendo de prazer ao mesmo tempo, as bocas secas, os olhos fechados, os gemidos se transformando em um só. Mas gosto de verdade de ficar ali, geralmente de joelhos, masturbando-o, lambendo-o, na espera do seu gozo no meu rosto.

Sexta passada foi assim. Depois de intimar o Ricardo pelo twitter na quinta-feira e ser convocada pra uma reunião no trabalho, na sexta decidi apenas deixar rolar. E rolou! Ele me pegou em casa o fomos comer sushi (além do sexo, pedi pra comer sushi no twitter) e de lá fomos pra um motel (era mais perto do que ir pra casa dele… o tesão tava forte! rsrsrs). Mal entramos na suíte e já arrancamos as nossas roupas e nos jogamos na cama. Sua boca deslizava de um seio pro outro, enquanto seus dedos me penetravam, me fazendo rebolar. Estava doida pra senti-lo dentro de mim, e sem demora fiquei por cima, brinquei um pouco com a cabeça duríssima no meu clitóris, nos grandes lábios, e depois soltei o corpo, sentindo-o entrar de uma vez, me abrindo, me alargando, fazendo doer um pouquinho, apesar de estar totalmente melada. Ele adora quando faço isso, e soltou um gemido alto de surpresa e prazer. Fiquei alguns segundos quietinha, me acostumando com ele dentro de mim, curtindo a invasão, e então comecei a mexer.

Subia e descia, rebolava, me jogava pra frente e pra trás. Ele apertava meus seios, minha bunda, e dizia como queria que eu mexesse. Eu obedecia de olhos fechados, puxando sua mão até meu rosto e chupando seu dedo médio como se fosse um pau. Não demorou muito e aumentei os movimentos, sentindo meu gozo se aproximar. Ele disse: “para, para, não quero gozar agora”, mas eu queria e continuei. Menos de dez segundos depois ele falou: “agora não para mais, caralho!” e eu aumentei ainda mais o ritmo, sentindo seu pau ficando mais grosso, mais cabeçudo, e quando o primeiro jato de porra saiu dentro de mim eu comecei a gozar junto com ele. Foi um orgasmo longo, forte e gostoso, e desabei sobre ele ainda me contorcendo.

Escorreguei pro lado dele na cama, e com a cabeça no seu peito, ficamos os dois quietinhos, nos recompondo. Lá na TV, em frente a cama, passava um filme pornô. O ator metia, metia, metia e quando ia gozar, adivinha? Porra na cara da menina. Comecei a acariciar e brincar com as bolas do Ricardo, e logo o pau dele começava a dar sinais de vida novamente. Coloquei-o na boca e o fiz crescer de novo. Masturbava-o na base, enquanto minha língua acariciava a cabeça. Lambia as bolas, enquanto punhetava o pau todo. Fiquei assim por um tempão, deixando-o maluco. Quando via que ele ia gozar, diminuía o ritmo. Até que pedi que ele levantasse, e de joelhos na cama, o pau apontado pro meu rosto, não parei. Masturbei-o, lambi e chupei até ele gozar, despejando sua porra quente e saborosa na minha língua, nos meus seios, no meu rosto todo.

Que delícia!

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Videogame, Heidi Klum e chocolate

2009 Novembro 4
por Ricardo (Íntimo & Pessoal blog)

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Depois de deixar a gurizada bem faceira na propaganda do Guitar Hero, em que dançava e fazia uma performance enquanto jogava, a top Heidi Klum agora enlouquece os homens de todas as idades coberta de chocolate. As fotos são do livro Rankin’s Heidilicious. Com 144 páginas, a obra acaba de ser lançada nos Estados Unidos e traz a sensualidade da modelo alemã em níveis exacerbados.

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Nunca gostei tanto de chocolate na vida! hehehehe

Um anjo

2009 Outubro 22
por Ricardo (Íntimo & Pessoal blog)

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Eu não tenho dúvidas que a Nathalia é um anjo que apareceu na minha vida. Não, eu não tava perdido, nem caído na sarjeta, nem drogado ou virando noites sob efeito do álcool. Nada disso. Eu apenas não acreditava mais no amor.

Eu sabia que ele existia, claro. Já havia amado antes. Mas assim como já tinha visto o amor nascer, forte e arrasador, já havia o visto mudar de propósito, digamos assim. Se antes eram beijos de paixão, depois viraram bitocas na testa em frente à tela de TV, e o que é pior, assistindo a novela. Se antes o coração acelerava a cada encontro, depois ele se acelerava a cada desencontro. E assim ele ia se acabando, o amor.

A Nathalia me mostrou uma nova face do amor. Um amor regado à admiração, regado à reinvenção, regado a novas formas de fazer a mesma coisa. Me mostrou um amor que não cobra mais do que o outro pode dar, e que não promete nada, apenas ama. Mas ama de verdade, de coração aberto, com vontade de amar.

E eu fui reaprendendo a amar. E fui acreditando que um relacionamento pode durar bastante tempo e mesmo assim ficar cada vez melhor. E hoje eu não tenho mais nenhuma dúvida de que o amor vale a pena. Como diz aquela canção, hoje eu tenho um “amor maior que eu”.

 

E tem mais uma coisa… Dizem que os anjos não tem sexo. Mas o meu tem. E fode como ninguém! Sou mesmo um cara de sorte, né?

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Dupla penetração

2009 Outubro 13
por Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)

Voltamos da praia ontem logo após o meio dia. Estava uma delícia! Um friozinho gostoso, ótimo pra ficar dentro de casa descansando (o que eu precisava), namorando e dando pequenas caminhadas pelas ruas ainda vazias, o que no verão é impossível.

O Ricardo veio me deixar em casa, e acabou subindo. Deitou na cama para ver algum canal de esportes e eu liguei o computador para ver meus e-mails. Quando conectei o MSN, estava on-line meu amigo. Reclamou do meu sumiço, e após as explicações que vocês já conhecem (falta de tempo, blá, blá, blá) passou a me provocar. Falava que sentia falta do meu corpo, do meu toque, da minha boca. Que se masturbava lembrando das nossas transas, que não via a hora de estar dentro de mim novamente. Eu também queria estar com ele de novo, e comecei a gostar da conversa. Respondi que da próxima vez que nos encontrássemos seria ainda mais quente, que ia deixá-lo me virar do avesso e que o faria gozar uma infinidade de vezes.

O Ricardo quis saber que tanto eu teclava, e chamei-o pra ler nossa conversa. Ele parou atrás de mim, leu e apenas comentou: “diz pra ele que se quiser te comer agora, beleza. Mas tu vai ter que agüentar nós dois”. Falou assim, como quem diz “pede uma pizza maior porque também vou comer”. rsrsrsrsrs Achei que ele estava brincando, e continuei conversando. Uns cinco minutos depois o Ricardo pergunta: “E aí? Vai rolar?”. Disse pra ele que nem tinha falado nada, mas que se ele quisesse eu falaria. É claro que eu já tinha pensado nisso, outras vezes. Mas confesso que, no meio de uma tarde de feriado, no MSN, era uma situação meio estranha. Mas não deixava de ser interessante. E lá na tela do computador a coisa continuava quente, então resolvi ousar.

Mandei uma mensagem dizendo que adoraria transar com ele naquele momento. Mas que meu namorado estava comigo, e que não tinha certeza se agüentaria os dois de uma só vez. E não é que ele mordeu a isca? Disse que achava que eu agüentaria, e que tinha certeza que os dois tomariam cuidado. Fechei os olhos e imaginei a cena… Eu me deliciando ora com um, ora com outro, com os dois juntos… Que delícia! Chamei o Ricardo pra ler de novo, e marcamos de nos encontrarmos em uma hora, em um motel.

Já excitada com o que o resto da tarde prometia, fomos pro motel. Chegamos meia hora antes do combinado, e fomos tomar um banho. Ensaboei meu corpo lentamente, me exibindo pro Ricardo, e depois deslizei pelo corpo dele. O pau já duro espetava o meu corpo, e passei a massageá-lo. Logo o masturbava devagar, enquanto a água caía sobre nosso corpo. Deixamos avisado que esperávamos uma pessoa e que, quando chegasse, poderia entrar. E quando me ajoelhei para colocar o pau do Ricardo na boca, olho para a porta do banheiro e meu amigo está lá, assistindo nosso banho. Sem parar o que estava fazendo, aceno convidando-o a juntar-se a nós.

Ele tirou a roupa, e um pouco sem jeito entrou no box. Eu levantei, fiquei de frente pra ele e encaixei o pau do Ricardo entre minhas coxas, de costas pra ele. Peguei o sabonete e o chuveirinho e passei a ensaboar meu amigo, enquanto rebolava pro Ricardo. Ensaboei seu peito, seus ombros, barriga, até chegar no seu pau duro. Com bastante espuma nas mãos, massageei suas bolas e toda a extensão do caralho. Passei a masturbá-lo enquanto o Ricardo se preparava para me penetrar.

Em pé, embaixo do chuveiro, com o corpo jogado pra frente, eu era comida por trás, sentindo o Ricardo entrar e sair da minha buceta, enquanto eu chupava o meu amigo. Que belo final de feriadão. Rebolava do jeito que dava, e ao mesmo tempo jogava meu corpo para trás, querendo o pau ainda mais fundo dentro de mim. Não demorou muito e gozamos, eu e o Ricardo, enquanto meu amigo conseguiu se segurar. Deixei a água escorrer pelo meu corpo, e recomposta, peguei meu amigo pela mão e fui pro quarto.

Mesmo molhados, nos jogamos na cama, e tive meus seios lambidos e chupados por ele. Me confessou que não agüentava mais e queria me comer, e tateando a cama achamos uma camisinha. Coloquei com a boca, e logo estava sobre ele, fazendo seu pau deslizar pra dentro de mim. Subia e descia, rebolava e delirava de prazer. Sob meu corpo ele se contorcia e lutava para não gozar. Ao lado da cama, enrolado na toalha, o Ricardo assiste a tudo cheio de tesão. Peço pra ele se aproximar e passo a masturbá-lo enquanto sou fudida. Meu amigo aperta meus seios, e o Ricardo passa a mão na minha bunda. Começa a brincar no meu cu, com a ponta do dedo, e vai enfiando devagarzinho. Diminuo o ritmo para não gozar, querendo prolongar ao máximo o prazer que estou sentindo.

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O Ricardo leva o pau até a minha boca e manda que eu o deixe bem babado, “pra facilitar”. Lambo e babo ele bastante, já prevendo o que acontecerá. Ele se posiciona atrás de mim e pede que a gente pare um pouco o movimento. Meu amigo beija a minha boca, enquanto sinto o Ricardo forçando a minha bunda com seu pau duro. A cabeça entra, dói um pouco, está mais apertado pelo volume na minha buceta, mas é uma delícia. Ficamos todos parados um pouco, até eu acostumar, e assim que meu amigo começa a se mover devagar, o Ricardo vai entrando um pouco mais. Logo estou totalmente preenchida, e do jeito que dá, sinto os dois paus entrando e saindo de dentro de mim. Não sei quanto tempo durou, se foi rápido ou não, mas quando meu amigo avisou que ia gozar, eu explodi em um orgasmo duplo, na frente, atrás, não sei explicar. Um gozo forte, preenchido, atolada, totalmente fudida. Meu corpo desabou sobre o do meu amigo, e o Ricardo continuou metendo na minha bunda até gozar.

Ficamos os três jogados na cama, um pequeno descanso, para logo depois recomeçar…