No escuro do cinema

Posted Julho 4, 2008 by Ricardo (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Ricardo

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Eu achei estranho que, com o cinema tão vazio, aquele casal tenha sentado bem ao meu lado. Eu já tinha reparado neles antes, quando compraram suas entradas. Ele era bem mais velho que ela, uns vinte anos com certeza. E ela não era feia, me pareceu apenas “sem sal”.

Eu tinha levado um bolo. Na última hora minha companhia não pôde ir, e fiquei sozinho, com duas entradas na mão em um cinema com menos da metade da lotação.

Sentei bem atrás, meio que querendo ir embora. E quando as luzes se apagaram, o tal casal sentou-se ao meu lado.

Logo que o filme começou, senti o braço dela tocando no meu. Cedi o braço da poltrona pra ela, com educação. Mas logo depois senti a perna deslizando pela minha. Não podia ser verdade!

Olhei surpreso pra ela, que me sorriu discretamente. E depois pra ele, que permanecia com os olhos na tela. Ela escorregou a mão do braço da cadeira e colocou-a na minha coxa. Tinha unhas compridas, pintadas de vermelho, e passava a ponta delas de leve em minha calça jeans.

Acho que de tanto eu olhar de um para o outro, pra ver se o homem concordava com o que estava acontecendo, ele levantou-se. Mas ela nem tomou conhecimento, continuou com a mão na minha coxa, agora já um pouco mais pra cima. Ele distanciou-se de nós umas três poltronas, como se me encorajasse a ir além.

Com a mão dela já no meu pau, mesmo que por sobre a calça, decidi agir também. Toquei nos seus seios, sentindo os biquinhos intumescidos nos meus dedos. “Abre a calça…”, ela me pediu baixinho. Abri, e ela com maestria, começou a me masturbar. Passei a mão nas suas pernas, nas coxas, e toquei a buceta sobre a calcinha molhada. Tentei colocar a mão por dentro, mas ela não deixou: “Agora não…”.

Escorregou para o chão, e entre minhas pernas, abocanhou meu pau. Chupava a cabeça por algum tempo, para logo em seguida engolir até quase a garganta. Depois tirava e passava a língua na ponta, me olhando, como se tivesse lido meu pensamento que ela era sem sal. Esticava a língua, deixando-a bem na ponta do meu pau, enquanto punhetava-o com vontade. Incrédulo, eu olhava pros lados, com a sensação de que todos estavam vendo. Mas só quem via e parecia aprovar era o homem que a acompanhava, que se tocava discretamente.

Ela era boa no que fazia, e eu tentei segurar o máximo que pude, mas depois de algum tempo não deu mais: gozei forte, tentando segurar meus grunhidos, e ela recebeu tudo na boca, com satisfação.

Levantou-se e foi até o homem, beijando-o na boca com o gosto da minha porra. Ele agarrou-a com força e puxou-a pro seu colo. Transaram sem fazer barulho, mas com ardor e paixão, sempre aos beijos e com ar apaixonado. Depois de recompostos, levantaram-se e saíram, sem nem me olhar.

Ainda fiquei até o final do filme, embora não o tenha visto, propriamente dito. Fiquei ali pensando naquela estranha situação que acontecera. E fiquei com uma sensação de ter sido usado para o prazer deles. Mas tudo bem. Se for pra ser usado assim, que seja mais vezes!

 

Selo Blog Amigo

Posted Julho 3, 2008 by Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Nós dois

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Os sempre queridos MaridoM e EsposaE do blog Entre Todas as Paredes nos surpreenderam com mais este selo:

 

 

 

Muito obrigado!

 

Indicamos o selo para alguns blogs que gostamos muito:

 

Pimenteiro

 

Por Onde Andei

 

Sol da Manhã

 

Me exibindo na web cam

Posted Julho 2, 2008 by Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Nathalia

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Eu cheguei em casa pouco antes da uma da manhã. Tudo dera errado: o lugar estava cheio demais, a bebida quente, e a companhia que eu achava que seria ótima, estava chatíssima! Uma pena, eu estava bem a fim dele…

E tinha me programado toda pra esse encontro! Lingerie sensual, roupa decotada, e o que era pior, aquele estado de excitação que me acompanhava desde que acordei. Paciência.

Sem sono, acabei em frente ao computador. E, inexplicavelmente (ou não), em uma sala de chat. Há muito eu não ia a chats, minha paciência havia sido derrotada pela futilidade que reina na maioria das salas.

O tema era cinema, mas um filme qualquer era apenas um pretexto para o início de uma conversa mais pessoal. E assim conheci um rapaz que usava o nick de Jason Voorhees, o morto vivo da série Sexta-Feira 13 (não, eu não sabia que Jason Voorhees era aquele cara, senão teria pensado duas vezes antes de continuar a conversa). Ele não gostava só de filmes de terror, e logo falávamos sobre os mais diversos assuntos. Passamos ao MSN e logo o papo foi ficando mais sacana. Bem mais novo que eu, parecia estupefato quando comecei a contar algumas coisas que já tinha feito. Me contava suas fantasias, e eu dava corda, dando palpites e colocando lenha na fogueira.

Lá pelas tantas, quando a conversa estava bem quente, recebi o convite para abrir a web cam. “Para ficar com as mãos livres”, ele me explicou. Pensei um pouco, e acabei aceitando. Quando a imagem abriu na minha tela, gostei do que vi: era um rapaz bonito, e sorria descontraído, contrariando a imagem meio nerd desesperado que já tinha formado na minha cabeça. Ficamos um pouco tímidos no começo, mas logo falávamos assuntos picantes novamente.

“Nathalia, se a conversa continuar nesse ritmo, e você continuar com esse decote em frente a cam, não vou agüentar…”, ele falou. “O que tem de errado com meu decote? - perguntei – Você não gostou?”. Ele gaguejou e disse que gostara sim, mas que estava difícil não olhar para ele. “Mas você pode olhar, - eu disse – mas não entendi essa parte de não agüentar… O que você não agüentaria?”.

Ele esticou a mão e virou a cam mais para baixo. O volume do seu pau duro marcava as calças. Eu sorri satisfeita (e excitada também). Gosto de deixar os homens assim. “Ah, eu tenho certeza que você agüenta sim…” – murmurei. “Não por muito tempo”, ele apressou-se em responder. “Nossa, imagina se fosse outro dia… Eu sempre fico nua em casa, hoje não estou porque acabei de chegar da rua”, provoquei. Decidi provocá-lo ainda mais: “Não agüento ficar muito tempo em casa de roupa… Agora mesmo, se não estivesse falando com você, já estaria nua”.

“Não se incomode por minha causa!”, ele apressou-se em dizer. Eu apenas sorri, e disse que iria começar a ficar nua, já que ele não se importava. Seus olhos brilharam, e logo ele caiu na gargalhada quando mostrei meus sapatos: “Viu? Comecei. Já tirei os sapatos”.

Começamos então a falar sobre exibicionismo e vouyerismo, e do prazer que sentíamos em observar e ser observados. Como na minha tela eu via também a minha imagem, buscava ângulos onde dava pra ver mais que meu decote. Meus seios já estavam quase totalmente à mostra. Contei pra ele da vez que me masturbei com a janela aberta, e outros episódios em que tinha certeza que havia sido vista, e o rapaz já não se agüentando mais, pediu para se masturbar.

A imagem dele na minha tela, mexendo no seu pau duro e grosso, foi demais pra mim. Levei os dedos à boca, liberei meus seios do decote, e com os dedos úmidos de saliva, belisquei meus mamilos. Ele gemia do lado de lá, murmurando que meus seios eram lindos, e eu colocava-os mais perto da cam, como se os oferecesse pra ele. Sentia minha vagina molhada, melada, pedindo pra ser tocada.

Pedi que ele ficasse totalmente nu, e fui tirando a minha roupa toda também. Minha pele arrepiada denunciava o tesão que estava sentindo em ser observada e em observar. Praticamente deitada na cadeira, com uma mão nos seios e a outra entre as pernas, já quase não falávamos. Éramos apenas a imagem de um e de outro, em busca do prazer.

Senti meu gozo se aproximando, e sem tirar os olhos da tela, coloquei os pés no braço da cadeira, me abrindo toda pra ele, pra cam, pra tudo. Com dois dedos entrando e saindo de dentro de mim, o bico do meu seio direito praticamente torcido entre meus dedos da outra mão, gozei. Quase ao mesmo tempo ele gozou também, a porra melando suas coxas, sua mão, seus pelos.

Momentaneamente saciados do nosso tesão e do nosso exibicionismo, logo nos despedimos, com a promessa de nos encontrarmos mais vezes nas madrugadas virtuais.

 

It’s Only Rock and Roll

Posted Junho 27, 2008 by Ricardo (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Ricardo

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A banda tocava ensurdecedoramente alto, mas ninguém parecia se importar. Ao contrário, todos dançavam e se divertiam sob o comando do vocalista.

Eu me divertia também. Atrás do palco, meio em pé, meio escorado, de vez em quando dava uma olhada no que acontecia lá fora. À minha frente, de joelhos, a garota ora enfiava meu pau quase até a garganta, ora  ficava punhetando-o e lambendo apenas a cabeça.

As luzes do palco trocavam de cor, dando tonalidades diferentes àqueles cabelos vermelhos, à roupa de vinil colada no corpo, à pele branca com várias tatuagens.

Eu nem sabia o seu nome, e acho que nem fiquei sabendo depois. Só lembro bem da sensação: o chão parecia tremer, o público cantando de maneira enlouquecida e eu, de olhos fechados, despejando a minha porra na boca da garota.

Mais uma cidade, mais uma garota.

Bons tempos…

It’s Only Rock and Roll, but I like it!!

Na sacada

Posted Junho 25, 2008 by Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Nathalia

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Eu prometi, então vou começar a contar. Aí vai a primeira:

 

Era um domingo, tão chato como só um domingo consegue ser. Acordei tarde e fiquei enrolando na cama, mudando de um canal pra outro na TV. E então o telefone tocou.

Marcos, meu quase-namorado na época, estava voltando de viagem. Me disse que chegaria na cidade por volta das seis da tarde e que viria direto pra minha casa. Já fazia duas semanas que não nos víamos, e quase derreti com o telefone na mão quando ele disse: “estou morrendo de saudade e louco pra ver a minha putinha”. Eu também estava.

Levantei da cama com ânimo renovado e fui tomar um demorado banho. A vontade de estar com ele novamente e a minha imaginação fizeram o banho demorar ainda mais.

Saí pra almoçar perto de casa, para poder voltar logo e colocar em prática o que tinha imaginado no banho.

 

Quando o porteiro avisou pelo interfone que o Marcos estava subindo, destranquei a porta e fechei as cortinas. Com algumas velas acesas pela sala, Tom Waits tocando no cd player, o ambiente estava montado. Mas acho que ele nem percebeu nada disso, pois quando abriu a porta, carregado de malas e pacotes de presente, deu de cara comigo em pé, encostada na bancada, de cinta-liga, meias 7/8, corpete e só.

- Não estava com saudade da sua putinha? Aqui está ela. – eu falei.

Nunca vi alguém fechar a porta/largar as malas/se livrar de pacotes/começar a tirar a roupa em tão pouco tempo. Em segundos estávamos nos beijando e eu sentindo novamente suas mãos fortes no meu corpo todo. Me arrepiava com o simples toque das suas mãos na minha pele, e sentia seu pau duríssimo encostando em mim. Consegui abrir seu cinto, o zíper e libertar o pau de dentro da cueca, para logo aprisioná-lo de novo, só que na minha boca.

Não fiquei muito tempo chupando, estávamos os dois sedentos de uma trepada, penetração e gozo, mesmo. As preliminares poderiam ficar pra depois. E ali mesmo, na sala, sobre o tapete, com ele ainda de camisa, calça arriada nos calcanhares, sapato, eu subia e descia fazendo-o entrar e sair dentro de mim. Gozamos praticamente juntos, ansiosos de prazer que estávamos.

Deixei meu corpo cair sobre o dele, e ali ficamos, conversando e nos beijando, por um tempo.

 

Enquanto o Marcos foi ao banheiro, eu abri as cortinas e o céu estava naquele tom alaranjado, com o sol quase desaparecendo no horizonte. Peguei o casaco do Daniel que estava sobre o sofá, coloquei-o por cima dos meus ombros pra esconder um pouco a minha nudez, e fui pra sacada ver o por do sol.

Escorada no parapeito, senti o Marcos chegando por trás de mim. Como o casaco apenas passava um pouco dos meus quadris, ele aproveitou e colocou a mão entre minhas pernas. Logo seus dedos brincavam dentro de mim, e no oitavo andar, com o sol se pondo na minha frente, os carros passando na avenida lá embaixo, eu rebolava devagar, sentindo um prazer maluco.

Ele me puxou pra uma cadeira e me fez sentar no seu colo. Com seu pau dentro de mim, meus seios na sua boca e o mundo na minha frente, gozei. Gozei ali, na sacada, com pelo menos o por do sol como testemunha.

 

Eu já… - Nathalia

Posted Junho 18, 2008 by Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Nathalia

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A Pimenta Jalapeño, lá do Pimenteiro, nos convidou a participar da brincadeira e eu adorei a idéia!

Aqui vai o meu “eu já”:

 

Eu já…

 

… beijei mais homens em uma mesma noite do que os dedos das minhas duas mãos poderiam contar. (dêem um desconto, eu era novinha, tava bebinha e era carnaval)

 

… fiz sexo com mais de uma pessoa ao mesmo tempo.

 

… tive tesão por namorados de amigas.

 

… dei pra dois desses citados acima.

 

… em um dos casos a amiga tava junto.

 

… fiz inversão de papéis, isto é, comi homens com um vibrador preso na minha cintura.

 

… transei amarrada, vendada e amordaçada.

 

… fiz strip em um puteiro, só porque ele duvidou.

 

… me exibi na web cam.

 

… saí de casa no frio, de madrugada, só de sobretudo, pra transar com uma pessoa que mal conhecia.

 

… transei na sacada do apartamento, vendo o por do sol.

 

… fiz várias vezes sexo por telefone com um vizinho que até hoje não sei quem é, mas que me viu nesse dia da sacada, e descobriu meu telefone.

 

… transei no primeiro encontro.

 

… encontrei só pra transar.

 

… menti que ele era enorme, só pra não deixar ele chateado.

 

… menti que não tava doendo, porque senão ele ia parar e eu queria continuar.

 

… me masturbei sozinha num banheiro sujo, por não agüentar de tesão.

 

… fui encoxada no ônibus, e gostei.

 

… fui encoxada em tudo que é lugar, e odiei.

 

… fiz DP.

 

… chorei por um amor não correspondido.

 

… gozei muito em público, sem ninguém notar (eu acho).

 

… comprei muita coisa que não precisava.

 

… realizei minha fantasia de ver dois homens transando, e participei.

 

… falei a verdade, mesmo sabendo que o resultado seria trágico (e foi).

 

… continuei a transa, mesmo achando terrível.

 

… neguei sexo, mesmo morrendo de vontade, só pra me fazer de difícil.

 

… transei em carro, barco, apoiada em uma moto. Só me falta avião!

 

… fiz sexo numa limusine em movimento, olhando nos olhos do motorista pelo retrovisor.

 

… tive um ataque de riso na hora errada, e pegou muito mal. Muito mal mesmo! rsss

 

… fiz sexo no banheiro da balada.

 

… fiquei paquerando o garçom, e depois tive que fugir do bar.

 

 

E agora tenho uma proposta pra vocês: escolham quais das minhas confissões acima que gostariam de saber mais detalhes, e eu tento contar aqui, tá?

 

E vamos esperar pelas confissões do Ricardo! Estou ansiosa! rsss

 

Convido o MaridoM e a EsposaE, do blog Entre Todas as Paredes para contar pra gente o que “eles já”…

 

 

Dia dos namorados

Posted Junho 16, 2008 by Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Nós dois

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O Ricardo não é lá muito fã dessas datas comemorativas, ele prefere que façamos nós mesmos as nossas datas.

Mas eu, eu gosto!

Claro, gosto também de preparar tudo com antecipação, gosto de detalhes.

Pensando nisso, lembrei que o Ricardo já ha algum tempo me convidava para irmos a uma casa de swing, mas sempre resisti à idéia, eu já fui algumas vezes, ele já foi várias, mas juntos, nunca. Não por falso moralismo, nem sou disso, mas porque com o Ricardo é diferente, temos uma relação mais aberta? Claro que sim!  Mas isso não quer dizer que saber seja o mesmo que ver, e sempre me senti insegura.

Além do que, todas as nossas “artes” extras, são compartilhadas, traduzidas em sedução entre a gente, tudo acaba virando um estimulo pra nós dois, não sentimos que o outro se distancia, ao contrário, isso nos une.

Enfim, como já fiz todas as surpresas convencionais para o Ricardo (fiquem tranquilos, aos poucos vou contando uma a uma… rs), nesse ano resolvi que seria algo diferente, algo para impressioná-lo, para deixá-lo ainda mais apaixonado (claro, precisamos manter esse fogo entre nós, né?… rsrsrsrs), assim, comecei a pesquisar casas de swing, até encontrar uma que me agradasse, não apenas pelo visual, como também pelo astral.

Estava muito ansiosa, quando apronto essas coisas, quero logo ver o resultado, então, nem me continha, quase falei pra ele, e ele a cada dia ficava mais intrigado com meu comportamento, conhecendo-me como conhece, sabia que estava aprontando…rsrsrsrs… mas não tinha idéia do que era, e sempre que íamos pra cama, me torturava para descobrir, entre beijos, amassos, ele sussurrava aos meus ouvidos: “sei o que está fazendo, sei que está me escondendo algo, e quero saber o que é”.

Aquilo me deixava com mais tesão ainda, e eu quase revelava tudo para que pudéssemos, juntos, fazer planos. Mas consegui me conter.

Finalmente chegou o bendito dia dos namorados, daí coloquei meu plano em ação, logo pela manhã, o Ricardo achou dentro do sapato dele, um post-it, onde escrevi: “prepare-se, será essa noite!”.

Mais tarde, mandei um torpedinho pra ele dizendo: “estou na depilação”,  depois de algum tempo mandei outro: “acabei de entrar numa sex shop”, e assim, passei o dia todo, mandando recadinhos pra ele, deixando-o aceso!…rs

Pouco antes do horário do Ricardo sair do escritório, mandei uma mensagem dizendo que não estava em casa, para ele ir, tomar um banho que já havia preparado, vestir a roupa que estava sobre a cama e me esperar que o pegaria por volta das 22hs.

Ele nem mesmo respondia aos meus recados, mas nesse último recebi uma resposta: “OK”

No horário marcado, dei um toque no celular e ele saiu, já entrando no carro, sorriu pra mim e disse: “pra onde vamos?” respondi com um “Surpresinha”…rsrsrs

Pedi para que me deixasse vendá-lo, ele resistiu um pouco à idéia, mas o convenci de que não seria uma surpresa caso não me deixasse vendá-lo.

Dei algumas voltas com o carro, liguei a música bem alta no carro e segui com o coração palpitante de ansiedade, medo (medo de que eu não gostasse, o Ricardo… ah, o Ricardo eu tinha certeza de que adoraria… rs), mas fui em frente.

Chegamos ao local, e quando tirei a venda dos olhos do Ricardo, ele olhou em volta com olhos brilhantes e um sorriso de orelha a orelha, só aquele sorriso já tinha me valido tanto desespero…rsrsrsrs…

Entramos, fomos recepcionados por uma mulher linda, que nos chamou pelo nome, nos conduziu pela casa, mostrando o que havia em cada ambiente e nos explicando as normas do lugar.

O Ricardo não se continha, curtia tudo, enquanto eu tremia ao lado dele, em antecipação, um pouco excitada, um tanto receosa, muito curiosa, pouco à vontade. Mas fui relaxando e entrando no clima.

Àqueles que imaginam que é tudo uma bagunça, aviso: não é!

As casas têm uma série de regras, há alas onde se pode colocar a mão, há alas onde se pode apenas assistir, há locais em que se pode participar com outros casais, ou com os solitários, desde que autorizados pelos mesmos e por aí vai…

E exatamente por conta disso, fui relaxando e consegui curtir o meu presente de dia dos namorados pro Ricardo, tanto ou mais que ele… rs

 

 

 

Adoro compras!

Posted Junho 11, 2008 by Nathalia (Íntimo & Pessoal blog)
Categories: Nós dois

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Adoro compras, o Ricardo as odeia…rs

Mas sempre que posso e consigo, arrasto ele pro Shopping, normalmente ele me da uns perdidos e se “esconde” nas livrarias, mas nesse dia estava disposta a tê-lo ao meu lado o tempo todo.

Como conseguiria tal intento ainda não sabia, mas até chegarmos lá, iria descobrir um jeito, ah iria sim!

Pois muito bem, o stress começou no estacionamento. O Ricardo já fazendo cara de poucos amigos, nenhuma vaga disponível, e eu já prevendo tempestades pro meu lado.

Tá certo, homem não sabe o prazer que sentimos em fazer compras, pra eles tudo é muito prático, tudo muito simples, claro, a indústria da moda não gasta bilhões por ano para deixá-los mais bonitos, uma calça, uma camisa, um sapato, um perfume e pronto, eles podem ir onde quiserem que estarão bem apresentados.

Conosco é o oposto, temos tantas opções que nos perdemos, o universo feminino é repleto de “segredinhos” que apenas outra mulher consegue entender.

Ok, concordo que nos vestimos primeiro para nos sentirmos bem, segundo para causar inveja a outras mulheres (rsrsrsrsrsrs) e em terceiro para chamar-lhes a atenção, já que sabemos de antemão que eles pouco reparam se nosso sapato é preto ou vermelho, enquanto o vestido é verde (exagerei, né? rsrsrsrss), mas exageros à parte, homem não consegue lidar com nossas bolsas, por exemplo, o Ricardo, quando peço para pegar a chave que esta dentro do bolsinho de dentro da bolsa, se perde e me entrega a bolsa inteira, às vezes com comentários ácidos do tipo: “nem pensar que vou enfiar a minha mão aí, é capaz dela se perder e nunca mais voltar ao meu braço”.

Enfim, temos mesmo muitas coisinhas interessantes, muitos truques de maquiagem para disfarçar o cansaço depois de uma longa semana de trabalho, um cinto que ficará per-fei-to com aquela bota nova que ganhei, ou então um brinco que será a sen-sa-ção da festa da Julia, é tão simples, mas homens, definitivamente não compreendem isso.

Voltando ao shopping, finalmente conseguimos uma vaga e nos dirigimos para as escadas que dão acesso ao piso que queria visitar, no meio do caminho percebo o olhar do Ricardo em direção a livraria, seguro com força em seu braço e apresso o passo para passarmos em frente, falando sem parar e rapidamente sobre qualquer assunto para que ele não perceba a minha manobra. Uffa, consegui, menos uma livraria!

Quando chegamos em frente à loja que queria visitar naquele dia, o Ricardo me olha com seu olhar mais mortal e diz: NEM PENSAR!

Faço bico, encosto meu corpo todo no dele e digo com voz macia em seu ouvido: “ah, amorzinho, mas preciso da tua opinião para o que estou pensando e se você não entrar comigo, não vou mais querer comprar nada, podemos ir embora”, e o bandido aceita na hora.

Fico brava e digo que ele não quer a sua mulherzinha linda, não se importa mais com meus sentimentos, minha necessidade, e daí pra frente, ele já sabe que se não entrar comigo na loja, terá que me ouvir durante séculos dizendo da insensibilidade dele…rs

Consigo fazê-lo entrar e sentar perto dos provadores, dou uma revista pra ele folhear e saio em busca dos modelitos que tenho em mente, volto depois de algum tempo e vejo que o tédio já faz morada no meu Ricardo, sorrio rapidamente e me enfio no provador.

Troco a roupa por uma que acredito causará frisson no Ricardo, abro a porta e chamo-o para dizer o que acha daquela peça em questão.

A reação do Ricardo ao entrever a porta é imediata…rs… como já previa… a lingerie causa o efeito desejado e em menos de dois minutos o Ricardo já esta dentro do provador, porta devidamente fechada e as mãos e boca dele onde eu queria desde o início…rsrsrs

Adoro compras!