Fazia tempo que eu não encontrava com o meu amigo. Ele tinha começado a namorar, e nosso relacionamento dera uma esfriada.
Mas semana passada saí pra tomar um chopp com o pessoal do trabalho, numa vã tentativa de me livrar do calor absurdo que faz nessa cidade. Começava a escurecer, e o movimento crescia cada vez mais. Nas mesas em volta o clima já era de paquera total. Os rapazes já com os nós das gravatas afrouxados, as meninas já acesas e mexendo e remexendo nos cabelos. Sentados em uma mesa na calçada, tínhamos uma ampla visão do bar, e de quem chegava e saía.
Foi assim que o vi. Ele e mais um amigo pararam em frente ao bar, procurando uma mesa vaga. Fiquei petrificada. Bronzeado ele era ainda mais bonito. Os braços fortes pareciam querer fugir de dentro das mangas da camisa. E a doce lembrança das nossas transas fizeram percorrer uma descarga de prazer no meu corpo. Ele percorreu com os olhos as mesas, e seu olhar parou no meu. Abriu um sorriso lindo, demonstrando satisfação em me encontrar, e veio caminhando até onde eu estava. Me deu um abraço forte, um beijo em cada bochecha e me disse que estava muito feliz em me ver, que sentiu saudade. Eu respondi que também estava feliz em reencontrá-lo, e convidei-os a sentar à mesa conosco.
Logo os dois estavam enturmados, rindo e conversando sobre os mais diversos assuntos. O amigo dele mandou baixar duas garrafas de champanhe, que em poucos minutos foram esvaziadas. Uma colega me chamou pra ir ao banheiro, e logo quis saber com qual dos dois ela poderia ficar. Eu desconversei, dei risada, e disse que com qualquer um deles. Ela me olhou bem séria, os olhos já avermelhados pela bebida, e falou: “fico com o outro, pois o seu amigo está vidrado em ti”. Pensei, mas não falei: “ah, se você soubesse…”! rsrsrsrs
E, de fato, quando voltamos, ela passou a investir no amigo dele. O tempo passava, o resto do pessoal começou a ir embora, e mais duas garrafas de champanhe depois, sobramos apenas os quatro na mesa. Quando olhei no relógio, passava das onze. Disse que precisava ir embora, e meu amigo prontificou-se a me levar até meu carro. Deixamos minha colega e o amigo dele lá, e saímos caminhando sob as árvores, até o estacionamento. Caminhando lado a lado, nossas mãos se tocaram, e ao sentir sua pele junto à minha, fui atacada por outra daquelas descargas de prazer. Ele segurou a minha mão, me puxou para si e me beijou. Meu corpo de encontro ao dele, seus braços fortes me envolvendo e a sua língua macia e doce percorrendo meus lábios, meus dentes e depois se entrelaçando à minha foi demais pra mim. Novamente ele podia fazer de mim o que quisesse.
Entre beijos e amassos enfim chegamos ao estacionamento, mas meu carro ficou lá. Entramos no carro dele e saímos em direção à sua casa. Ele me falava que sentia muita falta de transar comigo, e de como pensara em mim durante o tempo em que paramos de nos ver. Disse que terminara o namoro, mas que não se sentiu à vontade de me ligar, afinal nosso afastamento havia se dado por causa dele. Eu subi a mão pela sua coxa direita, e mandei que ele calasse a boca e curtisse o momento. Abri o zíper da calça dele e livrei seu pau da cueca. Passei a masturbá-lo devagar, sentindo-o crescer e endurecer ao meu toque.
Disse pra ele dirigir devagar e aproveitar o momento. Enquanto a Amy Winehouse cantava Black to Black no som do carro, os vidros escuros não deixavam as pessoas dos outros carros verem o que acontecia ali dentro. Ele andava à vinte por hora, enquanto minha mão subia e descia no seu pau, às vezes apertando-o com mais força, de baixo pra cima, às vezes apenas deslizando suavemente.
Ele estacionou o carro e nos recompomos. Mas sou forçada a admitir que não queria largar do seu pau. Conseguimos nos comportar no elevador, mas ao entrarmos em seu apartamento já nos agarramos novamente. Suas mãos grandes e fortes deslizavam pelo meu corpo, tentando entrar sob o meu vestido. Encontrou minha calcinha, e rapidamente fez com que ela deslizasse pelas minhas pernas. Me jogou sobre o sofá, veio sobre mim, me beijando e bolinando, e foi escorregando o corpo até o chão. Abriu as minhas pernas e foi beijando as minhas coxas, subindo de encontro à minha virilha. Eu abri mais as pernas, sedenta por sentir seu hálito quente na minha vagina.
Ele correu os dedos pelo meu púbis, descendo, e abriu meus grandes lábios. Tocou com a ponta da língua, de baixo pra cima, da entrada da minha buceta até o meu clitóris. Envolve-o com os lábios enquanto mexia a ponta da língua, deixando-o ainda mais intumescido. Passei a gemer de prazer, me abrindo o máximo que podia, desejando-o dentro de mim. Sua língua não parava um minuto, ora no clitóris, ora entrando fundo dentro de mim, me deixando sem ar, suspensa no espaço. Com uma mão eu afagava seus cabelos, por vezes forçando-o de encontro a mim, e com a outra eu tocava meus seios. Senti que o gozo se aproximava, e não tive força para detê-lo. Beliscando e torcendo meu mamilo e com a sua língua diabólica a me dar prazer, gozei arreganhada e gritando de tesão.
Ele veio sobre mim, sorrindo satisfeito, e beijou a minha boca, dividindo comigo o meu gosto e o meu gozo. Depois me pegou no colo e me levou ao seu quarto. Tirou o meu vestido e livrou-se das suas roupas. Deitou-me com cuidado na cama e ficou me olhando. Eu, ainda entorpecida pelo orgasmo que acabara de ter, mal conseguia me mexer. Em pé, à minha frente, ele passou a se masturbar. Um showzinho particular pra mim. Mexia no pau, detia-se na glande, vermelha e cabeçuda, me dizendo que logo estaria dentro de mim. Colocou um pé sobre a cama, e com uma mão segurava o saco, enquanto a outra punhetava aquele pau enorme. Pedi que ele colocasse na minha boca, mas ele negou. Disse que talvez mais tarde. Que agora queria o que só podia fazer comigo. Passou a lamber os dedos e umedecer o pau, e eu entendi o que ele queria.
Ele abriu a gaveta do criado mudo e me entregou um tubo de lubrificante. Coloquei nos dedos e passei na minha bunda. Ele ali na frente, se masturbando e dizendo como queria foder minha bunda, e eu já enfiando um dedo lubrificado para recebê-lo. Ele dizendo que só podia fazer isso comigo, pois só eu sabia como dar o cu pra ele, e eu enfiando o segundo dedo e desejando aquele caralho todo dentro de mim.
Ele colocou uma camisinha, subiu na cama, posicionou-se atrás de mim e eu mesma fiz questão de guiá-lo. Abri bem as pernas, peguei seu pau duríssimo e coloquei na entrada da minha bunda. Puxei-o de encontro a mim, e abafei um grito de dor quando a cabeça entrou. Ele esperou pacenciosamente que eu me acostumasse, e eu me empurrei pra trás, fazendo com que ele entrasse todo, a dor se transformando em prazer.
Ele entrava e saía, eu gemia e pedia mais. Seu suor pingava nas minhas costas, e eu sentia meu prazer escorrendo da buceta pelas coxas. Desci a mão e passei a me tocar, enquanto ele avisava que não agüentaria por muito mais tempo. Gozamos juntos, ele com o pau cravado na minha bunda, e eu com três dedos dentro da vagina.
Ficamos deitados na cama, sem dizer muita coisa, ambos felizes com aquele reencontro. Mais tarde voltamos ao estacionamento para que eu buscasse meu carro e fosse pra casa. Ele, cavalheiro e cuidadoso, me acompanhou em seu carro até que eu entrasse em casa. Não marcamos um novo encontro, mas eu tenho certeza que acontecerá.
No dia seguinte, no trabalho, recebo pelo Messenger uma mensagem da minha colega:
“Que noite, hein?”
Respondi com um sorriso, e disse que havia ido pra casa.
Ela respondeu:
“A pé? Seu carro estava na garagem quando saí com aquele gato!”
Putz! Nem tinha pensado nisso!
Esperei um tempinho e de repente meu status no Messenger ficou: “Em reunião”.
rsrsrsrsrs
Gente, que felicidade! Recebemos esse e-mail e (com a devida autorização) queremos dividir com vocês.
É muito bom saber que de alguma forma podemos ajudar a vida sexual de quem nos lê!
Jonas e Miriam, agradecemos muito o carinho! Desejamos que vocês sejam muito felizes e que a vida sexual de vocês seja cada vez mais maravilhosa!
Segue o e-mail:
Nathalia e Ricardo,
É impressionante que, mesmo sem conhecê-los pessoalmente, parece que somos velhos amigos. Mas primeiramente deixem-me me apresentar: me chamo Jonas, tenho 45 anos e sou casado com Miriam, de 42. Há praticamente 6 meses atrás conheci o blog de vocês, ou melhor, a Miriam conheceu. Somos casados há 21 anos, e nossa vida sexual, nos últimos 10 anos praticamente inexistiu. Nossas transas de diárias passaram a semanais, depois mensais, e depois nem sei. Talvez trimestrais ou quadrimestrais. O furor da paixão se foi e as responsabilidades do dia a dia nos transformaram em amigos, ou nem isso. Viramos praticamente colegas de apartamento.
À noite ela assistia novela em uma televisão, e eu via programas esportivos em outra. E depois dormíamos, cada um virado para um lado. Uma ou duas vezes recorri a profissionais para fazer sexo, mas também não foi nada de espetacular. Creio que a nossa vida seguiu a linha de grande parte dos casais.
Uma noite ela me procurou, como há tempos não fazia. Baixou a calça do meu pijama e chupou meu pau como na época em que nos conhecemos. Depois subiu sobre mim, já molhada e excitada, e em poucos minutos os dois gozamos em êxtase. Sem entender bem o que houve, perguntei a ela o que tinha acontecido. Ela me respondeu que lera um relato excitante, e que ficara excitada. Não dei muita bola, e como a maioria dos homens, dormi logo em seguida.
Na noite seguinte novamente ela quis transar. Eu aproveitei, claro, e depois perguntei se havia lido outro relato. Ela então me contou sobre o blog de vocês, e dessa vez não peguei no sono. Fomos juntos até o computador, e devoramos vários textos. E quando voltamos para o quarto, transamos de novo. Duas transas em uma noite, isso era algo praticamente inédito.
Desse dia em diante, vocês passaram a fazer parte da nossa vida. Fomos lendo os relatos um a um, e ficando um pouco mais ousados. Passamos a fantasiar algumas experiências vividas por vocês. Em algumas noites eu era o Ricardo, em outras ela era a Nathalia. Passamos a conversar sobre sexo, a nos excitar durante o dia com mensagens no celular, e a esperar ansiosamente por novos relatos de vocês.
Morrendo de vergonha, entrei pela primeira vez em um sex shop, atrás da tal borboleta que a Nathalia relata em um dos primeiros textos. Sem se mostrar, a Miriam gozou em frente ao computador, vendo um rapaz se masturbando na web cam. E está criando coragem para se mostrar. Aquele relato do sexo por telefone também copiamos, e o mesmo rapaz da internet se masturbou junto com ela via Embratel.
Outro dia tivemos uma transa deliciosa. Com o quarto todo escuro, ela falou ao meu ouvido: imagina que é a Nathalia aqui com você. E eu imaginei. E como imaginei. Imaginei a Nathalia rebolando daquele jeito que você diz que faz, que ensinou a puta a fazer. O toque da Miriam no meu pau me fazia delirar, pois imaginava que era a Nathalia. Trouxe a Miriam sobre mim, e chupei-a como vocês descreveram em um relato. Senti o gozo dela na minha boca.
Ela também já fantasiou que eu era o Ricardo, fodendo-a com força, de quatro, mandando que ela rebolasse. Havíamos feito sexo anal apenas uma vez, mas nesse dia ela pediu que eu a penetrasse na bunda, pois sabe que o Ricardo gosta de sexo anal. E agora ele pede que eu goze nos seus seios, na sua boca, como vocês fazem.
Temos pensado em trazer outras pessoas pra nossa cama, mas sabemos que é um passo pra mais adiante. Ainda estamos reconstruindo a nossa vida sexual. E devemos isso a vocês.
Por isso escrevi no início do e-mail que parece que nos conhecemos faz tempo. Vocês foram e continuam sendo peça chave na nossa nova vida.
Sei que vocês devem receber várias mensagens, e que talvez essa se perca entre as outras. Também não espero resposta, e nem em meus maiores sonhos imagino que teremos um contato maior. Só gostaria de contar isso pra vocês e lhe agradecer. Pelo blog, pelos relatos e por mudar a nossa vida.
Muito obrigado, e por favor, continuem escrevendo.
Do amigo,
Jonas
Se tem uma coisa que o Ricardo adora, é ver eu me tocando. E, desde a nossa primeira vez, o que o deixa maluco é ver eu lamber meus próprios seios. Não sei dizer o porque, mas ele perde a razão.
Começou uma vez em que ele estava sobre mim, o pau encaixado bem no fundo, e eu tentando me remexer por baixo. Já disse pra vocês que não fico quieta nunca, né? Mesmo por baixo, ou prensada contra a parede, algemada ou amarrada, eu preciso me mexer e sentir mais e melhor o pau dentro de mim. Segurei meus seios com as duas mãos, apertando um contra o outro, e pedi que ele chupasse. Eu tenho uma sensibilidade apuradíssima nos mamilos, e vou à loucura quando alguém me toca nos seios.
Eu juntei o máximo que pude os dois, oferecendo-os cada vez mais ao toque dos seus lábios, da sua língua… E, já doida de prazer, estiquei a minha língua e toquei o rosto dele. Ele olhou pra cima e me beijou, fazendo a ponta da sua língua “duelar” com a minha. E então pediu, forçando a minha cabeça mais pra baixo: “me ajuda a tocar?”.
Minha língua e a dele ora se tocavam, ora tocavam meus mamilos. Eu os sentia cada vez mais intumescidos, durinhos, grandes. O pau dele remexia dentro de mim, e eu queria que entrasse mais, que entrasse tudo que pudesse, seu pau, seu saco, ele todo…
O Ricardo então levantou o corpo, ficando de joelhos na cama, e me puxou ainda mais ao seu encontro. Passou a me foder com força, me alargando e me olhando. E eu não parei de me tocar. Minha língua esticada ora tocava o mamilo direito, ora o esquerdo.
Gozamos juntos, urrando de prazer.
Desse dia em diante, toda vez que me toco pra ele, ou me masturbo sozinha, lambo os meus próprios seios.
Todo final de ano é a mesma coisa… A gente corre pra lá, pra cá, é festa no trabalho, no clube, com amigos, família, escola das crianças… E o que acontece? Acabamos deixando o blog de lado. A gente já não consegue tempo pra escrever como gostaríamos, e em dezembro fica ainda pior.
Só nos resta pedir desculpas à vocês, e prometer que vamos retomar o nosso espaço. Na medida do possível vamos atualizando e contando pra vocês o que a gente anda aprontando.
O final de ano também é época de sentar e pensar na vida (naquela semana entre o natal e o ano novo). Hora de rever o ano que passou, pesar os erros e os acertos e ganhar fôlego pra seguir em frente. Fizemos isso na praia, semana passada. A brisa do mar, os pés na areia, caminhando de mãos dadas, trocando beijos e juras de amor.
E claro, é hora de fazer as resoluções de ano novo. Aquelas promessas que a gente faz a cada final de ano, e que na maioria das vezes não conseguimos levar adiante. Mas vale a intenção, e a vontade de sempre melhorar.
A minha principal meta para 2010 é largar o cigarro. Mas de que jeito? Como a Nathalia também fuma, acabamos nesse círculo (literalmente) vicioso.
E quem fuma sabe: faz um mal desgraçado, mas está sempre associado aos bons momentos da vida. Mas hei de conseguir!
******************************************************************************************************
a partir daqui, editado pela Nathalia:
Ok, ok! O Ricardo me falou que tinha postado algo no blog, e eu tive que vir aqui ler. Sei lá, mas me pareceu que se não fosse por mim, ele parava de fumar! rsrsrsrsrs
Então queria deixar claro que vou dar a maior força pra ele parar, tá?
Mas também quero dizer que pra mim também não é fácil, viu? rsrsrsrsrsrs
Brincadeiras a parte, desejo a vocês um ano novo maravilhoso! Cheio de alegrias, saúde, realizações, sucesso e muito, mas muito sexo!
Eu sempre gostei muito de ler. Desde muito nova devorava os livros infantis, e carreguei esse hábito por toda a minha vida. Ler me leva a outros lugares, outras situações, outros corpos, outras vidas… Eu me desligo do mundo e viajo na trama criada pelos autores e vivo a história junto dos personagens.
Mas cada vez mais sinto falta de livros eróticos. Então venho aqui fazer um apelo aos nossos queridos visitantes: vocês podem me indicar bons livros eróticos? Com passagens de tirar o fôlego? Com personagens que nos faça delirar, invejar e acompanhar?
Prometo lê-los com atenção e dividir com todos vocês as emoções que eles me despertarem.
Quem começa?
Ontem eu fui ao shopping começar a comprar os presentes de Natal. Acabei comprando um presente pra alguém, e várias coisas pra mim, mas isso não vem ao caso. rsrsrsrs Já caminhava em direção aos guichês para pagar o estacionamento, quando meu telefone tocou. Era o Ricardo, querendo saber onde eu estava, “só pra controlar”, segundo ele.
Contei que tava no shopping, e que já ia pra casa. E perguntei o que ele estava fazendo.
- Acabei de chegar da academia. – ele respondeu.
- Uhmm… Tá suadinho? – brinquei.
- Suado e de pau duro. – ele respondeu, na sua habitual finesse.
- De pau duro porque? A sua amiguinha não estava lá pra resolver o seu problema? – perguntei, provocando.
- Tava. Mas com ela foi só o primeiro tempo… – ele respondeu abusado.
- Ah… – falei, e segundos depois me odiei por isso. Poderia ter dito “então o segundo tempo vai ser sozinho batendo punheta” ou ainda “azar o seu por não achar um time que não agüenta dois tempos”. rsrsrsrs Mas não. Fiquei ali com meu “ah”, perdendo a provocação mútua que sempre fazemos.
- Vem pra cá. – ele convidou, já com voz de canalha.
Olhei no relógio. Oito e quarenta. Ainda tinha que buscar as crianças na casa da minha mãe. A casa dele até que não era tão fora de mão, mas não podia demorar. Falei isso tudo pra ele, que descaradamente me respondeu:
- A gente dá uma rapidinha. – e desligou o telefone.
Saí do shopping pensando e duelando com os dois sentimentos que afloram em mim quando sei que ele está transando com outra: ciúme e tesão. Sabia que ele não tinha transado com ela naquele dia, mas sabia que já tinha transado outras vezes. Fiquei com ciúmes imaginando ele explorando seu corpo, fazendo-a sentir as mesmas sensações deliciosas que eu sinto, e logo comecei a sentir tesão. A imagem que ele me descrevia, dela com os olhos fechados, a boca aberta pedindo que ele fosse mais fundo, me irritava e me deixava doidinha. Queria ver, queria ver o suor dele pingando sobre o corpo dela, vê-la abrindo mais as pernas, avisando que ia gozar, e ao mesmo tempo queria que isso sumisse da minha cabeça. Eu sei que vocês vão me achar maluca, já que eu concordo com tudo isso, e vão até me condenar porque eu também transo com outros homens e portanto não poderia me sentir assim, mas é assim que me sinto. E gosto de me sentir assim. Pior seria se eu não tivesse nem aí.
Estacionei o carro na garagem e subi no elevador pensando nela de quatro, e ele lambendo-a por trás. Sob meu vestido soltinho, apertei as coxas uma contra a outra. Que delícia. Pude imaginar a língua entrando e saindo da vagina dela, e pensei que, naquela situação, eu me abriria ainda mais com as mãos, pra que a língua dele me fodesse ainda mais fundo.
A porta estava encostada, e chamei por ele. Me respondeu da cozinha, dizendo que estava pegando um suco pra nós. Larguei minha bolsa sobre o sofá, tirei o vestido pela cabeça e fui até a cozinha. Ele se virou, e surpreso, ficou petrificado com dois copos de suco nas mãos. Sorri, peguei os copos das mãos dele, e passei o vidro gelado nos seios, que ficaram ainda mais intumescidos. Larguei-os sobre o balcão, levei os dois dedos à boca e assobiei alto. E falei:
- Começou o segundo tempo.
Beijei sua boca, seu pescoço, seu peito, sua barriga, sentindo seu suor, seu cheiro… Baixei o calção e coloquei o pau na boca, fazendo-o endurecer rapidamente.
Ele me puxou pra cima, arrancou a minha calcinha e praticamente me jogou sobre o balcão da pia. Tocou a minha buceta melada, sorriu satisfeito, me chamou de puta, disse que eu tava sempre pronta pra dar e colocou o pau na entrada da minha buceta.
Enfiou de uma só vez, me abrindo, me alargando, me tirando o ar. Olhei nos seus olhos e falei:
- Puta, sim. A sua puta.
Ele puxou meu rosto e beijou a minha boca, com o pau todo dentro de mim, e respondeu:
- A puta que eu amo.
Pena que o segundo tempo tinha só quarenta e cinco minutos. E que não dava tempo pra prorrogação.
Eu tinha um namorado, há anos atrás, que eu adorava provocar. Gostava de deixá-lo maluco, cheio de tesão, e quando ele achava que a gente iria transar, eu saia pela tangente. Eu era doida pra transar com ele, mas aquele jogo me excitava e me divertia.
A gente vivia se arretando, em tudo que é lugar. No cinema eu enfiava a minha mão dentro das suas calças e ficava o masturbando devagarzinho. Mas não deixava ele gozar! rs No carro dele, quando ele me levava em casa, era uma loucura! Ele beijava meus seios, tocava minha buceta, eu sentava no colo dele, passava o pau por cima da calcinha, ele ficava maluco! Mas na hora h, eu inventava alguma coisa e não dava pra ele.
Entrava em casa e me masturbava loucamente, e gozava arrependida de não ter transado com ele. Mas depois aquela sensação gostosa de estar no comando voltava, e eu fazia tudo igual na próxima vez que nos encontrávamos.
A família dele tinha um sítio, distante uns 40 km da cidade. Era um aniversário conjunto, várias pessoas que faziam aniversário em datas próximas comemorariam juntas no final de semana. E lá fomos nós e toda a família dele pro sítio.
Na chegada, já foi feita a divisão dos quartos. Quem não era casado, não podia dormir junto. Fiquei no quarto com a irmã e as primas dele. O que o levou ao desespero, já que eu, prevendo que seria assim, fui os 40 km da viagem sussurrando no seu ouvido que naquele final de semana iríamos finalmente transar. Ele chamou a mãe, a avó, tentou convencê-las de tudo que foi jeito, mas não deu certo. Quartos separados pra nós dois.
Foi o meu deleite! Logo fomos todos pra piscina, e discretamente, a cada mergulho, eu me esfregava nele. Deixava que ele me tocasse e desaparecia em um mergulho, reaparecendo do outro lado da piscina. Depois do almoço, ele tentou me levar para uma caminhada pela mata, mas na segunda árvore já encontramos os seus primos! rs Quando finalmente ficamos sozinhos, eu bati uma punhetinha rápida pra ele, pela primeira vez deixando-o gozar nas minhas mãos. Ele foi à loucura!
À noite não foi diferente. A família toda na grande sala, uns vendo TV, outros jogando carta. E ele emburrado em um canto, pois quando cruzei com ele no corredor, aticei: “se dormíssemos no mesmo quarto, hoje iríamos transar a noite toda”. Coitado.
No dia seguinte, o domingo, tomamos o café da manhã com toda a família dele junto. Ainda tinha gente pra chegar, que viria só pro almoço, e aos poucos as pessoas foram indo pra rua, a fim de aproveitar a piscina e arrumar as coisas pro grande almoço. Eu fui ficando, e ele também, até que estávamos só nós dois e os funcionários do sítio. Disse a ele que iria me trocar para ir pra piscina e ele veio atrás de mim. Me encurralou no corredor, dizendo que não agüentava mais. Eu fingi indignação e reclamei: “mas ontem eu ajudei você a gozar, e eu que estou a ver navios?”. Ele me puxou pra dentro do banheiro, e nem sei como, o pau dele estava duro. Roçou-o em mim, que me via quase sem saída, a não ser finalmente me entregar pra ele. Deixei que ele me tocasse, e sem os shorts, abri as pernas e brinquei com o pau dele na entrada minha bucetinha, rebolando de leve e quase enfiando. Ele sentado no vaso, e eu por cima dele, com as pernas abertas. Coloquei bem encaixada a cabeça, deixei entrar um pouquinho, me curvei sobre ele e sussurrei: “não quero que a nossa primeira vez seja em um banheiro”, e saí de cima dele. Coloquei os shorts e fui pro quarto, me preparar para o banho de piscina, deixando-o lá, de pau duro, desolado e irritado.
Lá pelas 6 da tarde o pessoal começou a ir embora, depois de toda a comilança e de aproveitarem bem a piscina e o lindo dia. Meu namorado remanejou daqui, dali, e conseguiu se livrar das caronas que tinha prometido, e pelas 7 horas fomos embora apenas os dois no carro. Ele estava em silêncio, contrariado com os acontecimentos, e eu, pra falar a verdade, louca pra transar com ele. Quando nos aproximamos da entrada da cidade, onde eu sabia que tinha um motel, disse pra ele: “entra naquele motel que tem ali adiante, que vamos transar muito”. Os olhos dele brilharam, quase desacreditando no que eu falava. Perguntou se era sério, e eu disse que nunca falara tão sério em toda a minha vida.
Nosso tesão acumulado era tanto, que na ante sala do quarto eu já estava nua, de quatro, pedindo que ele enfiasse mais fundo. A cada estocada ele urrava, dizendo que ia me fuder muito por fazê-lo esperar tanto tempo. Me comeu de tudo que foi jeito, me lambeu, me chupou. Gozei umas cinco vezes naquela noite, e acabei descobrindo que ele era uma ótima trepada. Depois disso nunca mais o vi sem que transássemos.
Mas sempre dava uma provocadinha antes… rsrsrsrsrs






















